Depois de um longo silêncio, Jó começa a falar novamente. Desta feita, lamenta a miséria a qual foi atingido. Ao contrário de que dissera antes, agora Jó é somente tristeza e lamentação. Alega que, todos que um dia o respeitavam, agora tem para ele, somente asco e repugnância. Rejeitam-no, como rejeitam os chacais.
Nem ao menos se dignam em olhar para a sua triste figura. Antes o invejavam; agora o repugnam.
Lamenta Jó, a perda de todo seu vigor físico, moral e até mesmo espiritual. Reclama Jó, daqueles em que, foram atingidos pela desgraça física e moral. São como párias da sociedade; como um "cancro" no qual todos reprovam e evitam.
"Do meio dos homens são expulsos; grita-se contra eles, como se grita atrás de um ladrão..." (Cap.30:5).
Como animais, habitam em cavernas e lugares sombrios; são proibidos de habitar em sociedade junto dos homens! "São filhos de doidos, raça infame e da terra são escorraçados." (v.8).
Evitam-me; mas se passam próximo, cospe no meu rosto! Sou considerado como que um bicho; o qual não merece nenhuma consideração. Como homem; o que restou? Nada! Apenas ruína e desprezo. "Sobrevieram-me pavores, como pelo vento é varrida a minha honra; como nuvem passou a minha felicidade." (v.15).
Entre os seus delírios Jó, aumentando ainda mais a voz, começa a clamar e perguntar ao Criador, o por quê de sua desdita. "Tu foste cruel comigo; com a força da tua mão tu me combates." (v.21).
Em seguida Jó, alega toda à atenção que sempre tivera, para com aqueles mais necessitados. "Acaso, não chorei sobre aquele que atravessava dias difíceis ou não se angustiou a minha alma pelo necessitado?" (v.25).
Nas suas palavras de homem, dizia ter sido reto e honrado, Jó reclama ainda mais ao Criador: Alega que sua vida lhe fora tirada subitamente, sem nenhum motivo digno de crédito. Agora Jó se sente a pior das criaturas; é apenas uma pálida sombra do que fora antes de sua desgraça. Sua pele, sua carne, seus ossos, e até mesmo sua alma, queimam em uma febre constante.
"Por isso, a minha harpa se me tornou em prantos de luto, e a minha flauta, em voz dos que choram." (v.31).
"O que é já foi, e o que há de ser também já foi; Deus fará renovar-se o que se passou." (Eclesiastes, 3:15).
Nem ao menos se dignam em olhar para a sua triste figura. Antes o invejavam; agora o repugnam.
Lamenta Jó, a perda de todo seu vigor físico, moral e até mesmo espiritual. Reclama Jó, daqueles em que, foram atingidos pela desgraça física e moral. São como párias da sociedade; como um "cancro" no qual todos reprovam e evitam.
"Do meio dos homens são expulsos; grita-se contra eles, como se grita atrás de um ladrão..." (Cap.30:5).
Como animais, habitam em cavernas e lugares sombrios; são proibidos de habitar em sociedade junto dos homens! "São filhos de doidos, raça infame e da terra são escorraçados." (v.8).
Evitam-me; mas se passam próximo, cospe no meu rosto! Sou considerado como que um bicho; o qual não merece nenhuma consideração. Como homem; o que restou? Nada! Apenas ruína e desprezo. "Sobrevieram-me pavores, como pelo vento é varrida a minha honra; como nuvem passou a minha felicidade." (v.15).
Entre os seus delírios Jó, aumentando ainda mais a voz, começa a clamar e perguntar ao Criador, o por quê de sua desdita. "Tu foste cruel comigo; com a força da tua mão tu me combates." (v.21).
Em seguida Jó, alega toda à atenção que sempre tivera, para com aqueles mais necessitados. "Acaso, não chorei sobre aquele que atravessava dias difíceis ou não se angustiou a minha alma pelo necessitado?" (v.25).
Nas suas palavras de homem, dizia ter sido reto e honrado, Jó reclama ainda mais ao Criador: Alega que sua vida lhe fora tirada subitamente, sem nenhum motivo digno de crédito. Agora Jó se sente a pior das criaturas; é apenas uma pálida sombra do que fora antes de sua desgraça. Sua pele, sua carne, seus ossos, e até mesmo sua alma, queimam em uma febre constante.
"Por isso, a minha harpa se me tornou em prantos de luto, e a minha flauta, em voz dos que choram." (v.31).
"O que é já foi, e o que há de ser também já foi; Deus fará renovar-se o que se passou." (Eclesiastes, 3:15).
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