sábado, 27 de abril de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 138)

                                             - PRIMEIRO LIVRO DOS REIS - 

                   

                                       O que, o autor bíblico, chamou de "Ciclo de Elias"; aconteceu em meio a uma terrível seca. (Jr 14) O Tesbita Elias - de Tesbi de Galaade - anunciou, principalmente ao rei Acab, a seguinte profecia: "Pelo Senhor Deus de Israel - a quem sirvo - nestes anos, não cairá orvalho e nem chuva; se não for permitido pelo todo Poderoso e Senhor". 

                                      O surgimento do profeta Elias é repentino. Por isso, torna-o muito diferente de Moisés e Samuel. Visto que estes é conhecido a procedência, ao contrário de Elias. O início da narrativa, é uma espécie de preparação ou apresentação do profeta. Figura icônica - o qual Jesus havia referido - que ele já estava em Israel. Porém, ninguém entendeu que, o Mestre referia-se, a reencarnação de Elias, como João BATISTA. 

                                      Inclusive - no monte Tabor - na ocasião da transfiguração de Jesus; Pedro, João e Tiago, viram Elias e Moisés; reunidos com o Messias de Deus. Foi grande a importância de Elias em Israel! Inimigo poderoso, do "deus" antropomórfico; pois tinha uma alma incorruptível! Por isso, todo o ódio, do pai da mentira, contra este grande Espírito - fiel e bravo - servidor do Cristo Galáctico. (900 a.c) 

                                    Foi importantíssima a participação e atuação, desse enviado do Cristo Galáctico, no combate efetivo, contra todas as potestades malignas, escravas do "deus" antropomórfico - enviadas por este ser - com o objetivo de atormentar e escravizar os homens - que porventura estiver em sintonia com ele. Em troca do poder político e financeiro; ao venderem suas almas a ele. 

                                    Então, o combate de Elias, foi contra estas potestades - reencarnadas e desencarnadas - enviadas pelo pai da enganação e da mentira - o qual uma delas foi Jezebel! esposa do rei Acab. E, todos adoradores do falso "deus" Baal. Onde eram realizados, sacrifícios humanos e demais abominações - inclusive de recém-nascidos e virgens - em prol daquele ser maligno. 

                                   Este era e sempre foi o objetivo, do "deus" antropomórfico - pai de todas as abominações - e continua sendo seu objetivo, e atuando, nos dias atuais. Pois ele sabe que, o seu tempo na Terra - mundo que tenta dominar - desde que aqui chegou - como deportado - do planeta Capela. 

                                  Os seus escravos, pensando que estão no controle de tudo - ao ocuparem cargos - políticos e controle econômico mundial, influenciados e controlados, pelo seu enorme poder magnético, acabam cometendo desatinos - pelas próprias concupiscências - provocando guerras, mortes, destruição e sofrimento, aos seres humanos. 

                                  Assim agindo, sem ter a menor ideia do que poderá lhes acontecer, agem como "deuses" de pedra. Pois o mal, pode até durar um tempo relativo; porém, nunca para sempre. E, o tempo do mal na Terra, está em sua reta final; e sofrer uma derrota - nunca antes vista neste planeta - até os dias atuais. As trombetas dos Arcanjos, já estão tocando! Rejubilem-se OS JUSTOS! AQUELES QUE FAZEM A VONTADE DO ALTÍSSIMO. 

                                O Cristo Galáctico, já reservou lugar, para todos os seres humanos de Boa Vontade! Os verdadeiros filhos de Deus. Aqueles que vestem o traje branco e estão prontos, para a "festa de núpcias"; como recomendou o Cristo Galáctico.  

                                Voltando ao texto, Elias recebe as ordens do Cristo Galáctico e comunica ao povo que estiver disposto a ouvi-lo. No entanto, não fica somente nisso! Ele alerta - e até mesmo desafia - como fez com os quatrocentos sacerdotes, da abominação chamada Baal. 

                               Desde o começo da narrativa, observa-se o tema da alimentação, que era bastante escassa em Israel; nos tempos do profeta Elias. 

 Continua.  

                                    

sexta-feira, 26 de abril de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 137)

                            - PRIMEIRO LIVRO DOS REIS - 

                     

                                          Depois do famigerado Baasa, subiu ao trono seu filho chamado Ela. Tendo reinado apenas dois anos. Seu oficial de carros chamado Zambri, conspirou contra este rei; enquanto este se embebedava em Tersa, na casa de Arsa - mordomo do palácio - Zambri entra no local - onde se encontrava o monarca - e o mata ali mesmo. Era o vigésimo sétimo ano do reinado de Asa de Judá. 

                                               Depois de ter apossado do trono, Zambri exterminou toda a família de Baasa. Tendo matado inclusive os cães que lá estavam.  No entanto, Zambri, não tinha apoio do exército! Seu reinado durou apenas sete dias. (I Reis, 16:9-20)  

                                              Depois de Zambri estourou a guerra civil tendo durado quatro anos e enfraquecendo ainda mais a nação. No final sobe ao trono Amri de Israel. Que inaugurou a terceira dinastia em Israel. Um ato de importância política desse rei, foi a inauguração da nova capital; de relevante importância estratégica.  

                              A situação política antes de Amri conquistar o poder, era a seguinte: Com a divisão dos israelitas - tendo a metade deles apoiado Tebni - filho de Gianet, e a outra metade seguiu Amri. Sendo que os partidários de Amri, impuseram-se aos de Tebni. Tebni foi morto e Amri conquistou o trono. 

                            Novamente a ação do pai da enganação, provocando dissidências - aproveitando-se - das próprias concupiscências humanas; provocando discórdias para facilmente escravizar os homens. 

                            Este monarca reinou durante doze anos. Seis deles em Tersa. Tendo comprado o monte de Samaria, de um tal de Semer; e neste local, construiu uma cidade que deu o mesmo nome. Este rei praticou todas as abominações, proibidas pelas Leis que Moisés estabelecera. Portanto, fez tudo que o Deus Único reprovava. Imitou todas as abominações, que Jeroboão havia praticado; inclusive os mesmos crimes contra a Lei do Deus Verdadeiro. (I Reis, 16: 21-28)

                           Para substituir Amri, sobe ao trono seu filho Acab de Israel. Tendo este monarca reinado em Samaria, durante vinte e dois anos. Também foi idólatra e concupiscente ao máximo; como houvera sido seu pai. Segundo o autor do texto bíblico, mais do que todos os seus sucessores. Este reinado inaugurou - em diversos aspectos - uma nova época na política: O tratado de paz com Judá; as relações com a fenícia. No aspecto militar, campanhas contra os arameus. E no religioso, o culto ao deus de pedra Baal. 

                         É um fato muito importante, o surgimento do profeta Elias. A grande abominação cometida por Acab, foi a inclusão de Baal; na sociedade israelita. Isso lhe custou muito caro! Em seu processo evolutivo, enquanto Espírito perfeccionista e em evolução. Devido as violações graves, que cometeu, ao vender a alma ao "deus" antropomórfico; pai da enganação. 

                        No tempo deste famigerado e infeliz monarca, penetra do seio dos israelitas, um "deus" falso e de pedra. Cuja intenção do "deus" antropomórfico, era transformar esta abominação um substituto do Deus Único, na FAMÍLIA dos israelitas, de forma definitiva. Só não conseguiu, porque o Cristo Galáctico, conhecedor de todas as estratégicas malignas deste ser, agiu antes, de forma enérgica e contundente. Principalmente através de seu enviado; o profeta Elias. 

                      Um dos maiores pecados deste rei, foi o casamento com Jezabel - mulher idólatra -e cheia de abominações; verdadeira filha de Lilith. Que dominando Acab, obrigava-o a fazer tudo o que ela queria. Inclusive o culto a Baal; que era faminto pelos sacrifícios de seres humanos. 

Continua. 

                          

terça-feira, 23 de abril de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 136)

                             - PRIMEIRO LIVRO DOS REIS - 

                  

                           Asa - de Judá - sobe ao trono, no vigésimo ano do reinado de Jeroboão de Israel. Tendo reinado por quarenta anos em Jerusalém. Este, fez o que recomendava as Leis de Moisés, a respeito do Deus Único. Combatendo a idolatria e destruindo os altares dos deuses de pedra, construídos em locais altos e sob árvores frondosas. 

                           Tirou de sua avó Maaca - filha de Absalão - o título de rainha-mãe; por ter feito uma imagem do "deus" Astart. Asa, também combateu a chamada "prostituição sagrada"; culto profano, que era realizado ao "deus" Moloque - sob os auspícios - do "deus" antropomórfico. 

                          Asa, destoa de seus antecessores e seu reinado é longo. O fato da rainha-avó ocupar o lugar oficial da rainha-mãe, indica que sua mãe morrera prematuramente. Durante o reinado de Asa, Damasco rouba a cena, com sua ansiedade, em explorar o desacordo entre Israel e Judá. Damasco tinha grande interesse nas rotas, das caravanas, ao sul do lago de Genesaré; através da planície de Esdrelon; rodeando o Carmelo, junto ao mar. 

                         Por isso, seu interesse na aliança ou na submissão, do reino de Israel. Porém, havia outros problemas importantes e preocupantes. O assédio de uma cidade filisteia, na ponta sudoeste do reino, era sinal inequívoco de que os filisteus estavam ameaçando - como fizeram - nos dias de Saul. Outra consequência, da divisão interna, dos israelitas. 

                          Também houve - um conflito contínuo - entre Asa e Baasa de Israel. Este era filho de Aías; havia subido ao trono de Israel em Tersa; no terceiro ano, do reinado de Asa de Judá. Tendo reinado vinte e quatro anos. Sua atitude religiosa, era completamente contrária - aos preceitos estabelecidos - por Moisés. Fez tudo que o Deus Único reprovava e tudo que o "deus" antropomórfico lhe ordenara. 

                         Assim, como fizera Jeroboão, induzindo o povo a cometer, toda a espécie de abominações. Por isso, a condenação, do oráculo, do rei Baasa, é idêntico ao oráculo de Jeroboão. Assim falou a Entidade espiritual: (oráculo). 

"Eu te tirei do pó e te fiz rei; porém, tu imitaste Jeroboão, em todas as abominações. Fizestes o povo pecar e cometer todo o tipo de concupiscências. Baasa será varrido de sua casa; deixando-a como a de Jeroboão". (I Reis, 16:1-7)    

                        Ao exterminar a família de Jeroboão, Baasa executa a sentença de Deus? Não! É A LEI DE CAUSA E EFEITO; vinda através de Baasa. "É necessário que venha o escândalo; mas ai daquele, por quem o escândalo venha(...) (Jesus). 

                       E, por isso, Baasa torna-se culpado. Isso significa que, toda crueldade e injustiça humana Na Terra - que ainda é um vale de misérias - e planeta de "provas e expiações"; podem cumprir desígnios, da Lei do Retorno. Lei Imutável do Criador. 

                       No entanto, isso não absolve os homens, de suas mazelas morais. 

Continua.  

                          

                         

         

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 135)

                           - PRIMEIRO LIVRO DOS REIS -  

                       

                                Com quarenta anos, Roboão - filho de Salomão - herda o trono que fora de seu pai. Tendo reinado dezessete anos. Fixou-se em Jerusalém; e sua mãe chamava-se Naamã; era uma amonita. Porém, a população de Judá, começou a praticar as abominações, contrárias às Leis que Moisés estabeleceu. Assim fizeram, tudo que o Deus Único condenava. 

                     A lista das abominações é convencional; exceto a questão da "prostituição sagrada"; (Lembrando Baal de Fegor, Nm. 25). Da decadência religiosa, segue-se a decadência política. Além de construírem capelas em lugares altos, ergueram também, altares nestes lugares e debaixo de árvores frondosas. Tudo ao gosto do "deus" antropomórfico. 

                    Houve inclusive, a prática da chamada "prostituição sagrada"; imitando os rituais, das nações que o Senhor havia expulsado, diante dos israelitas. No quinto ano do reinado de Jeroboão, um faraó do Egito, de nome Sesac, atacou Jerusalém e apoderou-se dos tesouros do templo e do palácio real. 

                    Sinais inequívocos, da decadência do reino - contraste com o reinado de Salomão - que havia casado com uma filha do faraó do Egito. Roboão, teve que submeter-se. Outro sinal da decadência, são os tais escudos de ouro. Se o ouro possui maior valor que a prata, agora é o bronze que detém o maior valor para Roboão. E, mesmo este, terá que ser guardado com muito cuidado. 

                   Daí para frente, a observação, são para os reinos do norte e do sul. Para o autor do texto bíblico, ambos são parte do povo de Deus. Inclusive durante quarenta anos, dois reis passaram pelo trono de Judá e cinco pelo trono de Israel; em duas mudanças de dinastia. Sendo que, as agitações dominaram esta época. 

                  Assim, as questões de vulto, não são propriamente julgadas, segundo as leis humanas; e sim, sob a égide de um ser sobrenatural, o qual todos confundem com o Deus Único. Isso acontece, não por ingenuidade ou ignorância - a não ser a ignorância moral - mesmo porque, conheciam as Leis estabelecidas por Moisés. Embora que, a partir da segunda geração de Josué, já não mais seguiam e praticavam as Leis que Moisés estabelecera. 

                  O que movia - tanto os reinos de Judá como o de Israel - era a falta de esperança, de fé e confiança. Tudo isso, era proporcionado, pela força do Deus Único. Sempre presente nos cultos e nas práticas; inclusive - nos corações e mentes - de todo o povo. Tudo acaba, quando abriram a guarda psíquica e moral; dando oportunidade, para que o "deus" antropomórfico, sequestrasse e escravizasse, suas almas. 

                  Este ser abominável, conhecia de antemão, onde iniciava suas provocações! Ou seja, através das concupiscências dos Israelitas, ao saírem da casa da servidão, no Egito. Conhecedor profundo da psicologia, daquele povo - desde priscas eras - ainda em Capela, consegue plantar a dúvida em suas crenças. Bastou para isso, regar esta vigilância, estimulando seus sentidos e os desejos mais mórbidos. 

               E, também, as ambições financeiras e políticas; daqueles mais interessados, nestas questões. Tudo ficou mais fácil para o pai da mentira, quando os israelitas aceitaram - em seu íntimo - a criação do reino de Israel. 

"Por ganância farão de vós negócios, com palavras fingidas". (II Pedro, 2:3) 

Continua. 

segunda-feira, 22 de abril de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 134)

                                               - PRIMEIRO LIVRO DOS REIS - 

                         

                             Nesse meio tempo - Abias, filho de Jeroboão - fica doente. Então, disse o rei à sua mulher - mãe de Abias - para que fosse até Siló, disfarçada, para que não fosse reconhecida, pois o próprio Jeroboão, havia negado o Deus Único - em clara sintonia com o pai da mentira - e adorado dois bezerros de ouro. Porque em Siló, morava o profeta Aias, o mesmo que havia dito, que Jeroboão tornar-se-ia rei. 

                            Na esperança de que o profeta desse uma solução, para a enfermidade de seu filho Abias. Uma situação semelhante, aconteceu com Saul; onde o mesmo foi visitar - em secreto - uma feiticeira de Endor. O então profeta Aias, estava esperando sua morte, naquele lugar isolado. Estava quase cego e com a idade avançada. Porém, seus sentidos, compensavam a deficiência visual. 

                            Além de ouvir muito bem, podia perceber diversificados ruídos e presença de qualquer ser vivo que se aproximasse. Também ouvia vozes no interior do oráculo. Assim, poderia perceber o final que se aproximava, da dinastia, que ele próprio havia instaurado. 

                           Sendo a consulta de Jeroboão, ao mesmo tempo, familiar e dinástica. Porém, o velho profeta já estava ciente - do motivo da visita - da esposa de Jeroboão. Naturalmente, como era médium, Aias, já tinha sido avisado - por um Espírito - que utilizara de sua mediunidade para tal acontecimento. 

                           Quando a mulher chegou na casa do profeta, este foi logo dizendo-lhe que já sabia quem era ela. E, também disse a mulher, que Jeroboão seria castigado, pelas abominações que estava cometendo, contra as Leis do Deus Único. Embora o seu filho não tivesse culpa das más ações de seu pai, ele perderia sua vida. Este seria o preço, que Jeroboão pagaria, por suas abominações e idolatria. 

                          Existe outra semelhança - entre a morte - o filho de Jeroboão e o primeiro filho de Davi, com Betsabéia. Segundo o texto bíblico, o Senhor, preservou ambas as crianças, da catástrofe geral. Acima de tudo, era a misericórdia Divina, concedendo-lhes as honras póstumas. Era a Lei do retorno, dando oportunidades, para ambos os Espíritos - resgatar débitos - ATRAVÉS DE UMA BREVE REENCARNAÇÃO. 

                         A questão sobre os deuses de pedra, é deuteronomista; para este modo de pensar, YHWH NÃO PERMITE ÍDOLOS; deuses estranhos. É abominação e idolatria infiel máxima; que poderia se quer imaginar. Então, deixando de lado o estilo clássico do oráculo, foi demonstrado um resumo, da história do reino. A queda da primeira dinastia, com instabilidade permanente, e o seu final. 

                        Então, permanece uma mancha no reino do norte, com a abominação e infidelidade de Jeroboão; perante o Deus único. Como um grande mal, que além de envenenar, também é contagioso; pois age - principalmente - nas concupiscências dos homens. O "deus" antropomórfico - pai da enganação - não perdia tempo, para enganar e escravizar os homens e mulheres. (I Reis, 14:1-19) 

                       Novamente, o pai da mentira, mostrando seu objetivo sinistro e abominável. Ficando evidente a fragilidade moral e psíquica, dos seres humanos - em qualquer época da humanidade - além de um Espírito dúbio, fraco e ambicioso. Cujo ponto fraco, o "deus" antropomórfico, conhece muito bem. 

                        O Criador Inefável, não faz negócios - com sua criatura - porém, o pai da enganação, finge negociar vantajosamente para ele; em detrimento, para os seres humanos. Escraviza os homens - sequestrando suas almas - em troca do poder econômico e político; sem que os mesmos percebam que tornaram-se escravos dele. 

                       Então, todos os "poderosos" reencarnados - sejam homens e mulheres - pensam que estão no controle e domínio. Na verdade, são escravos e não sabem. 

Continua. 

                     

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...