sexta-feira, 24 de novembro de 2023

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 93)

                                     - LIVRO DE SAMUEL -  

                        

                                              Em diálogo com o rei Saul, Samuel disse-lhe taxativamente que fracassara; como rei e pessoa humana. O Profeta, referia-se ao desrespeito de Saul, permitindo que os soldados, trouxessem com eles, despojos de guerra; tais como: Rebanho de bovinos, carneiro e caprinos. Todos procedentes do inimigo. Cuja prática, era proibida pela Lei do Deus Verdadeiro. Saul, alegou que tivera medo, dos soldados famintos se revoltassem; caso ele tentasse impedi-los. Alegando também que, os animais eram para sacrifícios ao Senhor; inclusive. 

                             A resposta do Profeta ao rei foi: 

"(...)O Senhor quer sacrifícios e holocaustos ou quer que lhes obedeçam? (...)" 

                           O Profeta disse também que, obediência, vale mais que gorduras de sacrifícios, ou para deleite próprio. (Samuel, 15:20-25) 

                           "(...) hoje o Senhor te arranca o reino; e o entrega a outro, que não é de tua descendência e mais digno, que ti.  O campeão de Israel, não mente e nem arrepende-se; pois não é homem de arrependimentos. (...)"  

                            Será que ele estava falando de Davi? O próximo rei de Israel, que Saul jamais aceitou como tal? Mesmo tendo que tolerá-lo durante algum atempo? A resposta de Saul, não foi outra; se não concordar e aceitar. Depois disse Saul que, concordava com as constatações do profeta. Alegando que havia pecado contra o Senhor. No entanto, pede ao Profeta para que interceda por ele, junto ao Conselho de Israel e perante todo o povo. 

                           E, também pede a Samuel, para que voltasse com ele; para fazer adoração: "(...) ao Senhor teu Deus (...)" (Samuel, 15:17-30)  

                          Samuel e o rei, partiram juntos, e chegando ao destino, fizeram adoração ao Senhor. Estava também naquele local, Agag; rei de Amalec. Disse Samuel, para que Agag se aproximasse dele. Disse também o Profeta, que Agag, havia deixado muitas mães sem filhos; e por isso, a mãe de Agag, também iria chorar por seu filho. Logo depois, esquartejou o rei de Amalec, na presença do Senhor. Depois voltou para Ramá, e Saul, para casa em Gabaá. Samuel tinha conflitos, por ter feito Saul, rei de Israel.

                          No restante de seus dias, Samuel não viu mais o rei Saul. (Samuel, 15:33-35)  

                          Parece que - no diálogo com Saul - Samuel anuncia outro monarca para Israel. E, também, o Profeta dá impressão de arrependimento - como está posto - nos versículos, "11" e "35". Como se o próprio Deus, arrependesse do benefício e não da condenação. Na verdade, não o fizera, a pedido de Moisés? (Ex. 32,14); e em Oséias está posto: "Não tornareis a destruir Efraim! Pois, sou Deus e não homem". (Os. 11,9) 

                          Samuel, disserta mais no caso atual, em que o Senhor, dá a sentença definitiva. No entanto, Saul, continua como rei até morrer. O "castigo" vem com seus filhos; impedindo-os de dar continuidade à dinastia de Saul. 

                          Até aí, o Plano do "deus" antropomórfico, seguia de acordo, com sua vontade sombria e diabólica. O mesmo plano de dominação, apresentado por ele a Jesus - séculos mais tarde - na chamada "tentação"; no deserto da Judéia. Após ter sido batizado, por João Batista, no rio Jordão. (Mateus, 4:1-11; Marcos, 1:12-13; Lucas, 4:1-13) 

Continua. 

quinta-feira, 23 de novembro de 2023

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 92)

                                                            - LIVRO DE SAMUEL - 

                 

                                 O embate contra os filisteus, estava ficando difícil. Isto porque - entre os israelitas - não havia profissionais que sabiam trabalhar com metais. Somente entre os filisteus, existiam pessoas especializadas, neste ramo de atividade profissional. Assim, todo metal, que os israelitas necessitavam, eram fornecidos pelos filisteus. Por isso que, naquela guerra contra os israelitas, estes iriam fazer de tudo, para que os israelitas não encontrassem espadas, para suas batalhas. (Samuel, 13:16-22)  

                              Jônatas, filho de Saul, era impulsivo; agia segundo a própria vontade e sem consultar seu pai ou outros, mais experientes que ele, nas batalhas. Em uma determinada ocasião, decidiu ir, do local em que estava - juntamente com seu escudeiro - até onde encontrava, o acampamento dos filisteus. Depois de distanciar-se dos demais companheiros. 

"(...)vamos ao encontro dos filisteus; se nos disserem, "esperem que vamos até vocês"; ficaremos parados. Mas, se disserem; "venham até nós"; é sinal de que o Senhor nos entregou o inimigo. (...)" 

Segundo a narrativa bíblica, os filisteus mandaram que os dois israelitas, fossem até onde estavam. Então, Jônatas e o escudeiro, partiram para cima dos filisteus, que pegos de surpresa, ficando assustados, fugiram. Tendo o filho de Saul e seu escudeiro, matado vários dos filisteus. (Samuel, 14:8-15)  

                            Segundo a narrativa, os filisteus do acampamento tremeram e tremeram também, os que estavam na guarnição. Inclusive a terra, também tremeu. Este havia sido, um grande feito de Jônatas. A notícia espalhou-se, e então, o rei decide perseguir o restante dos filisteus. Decidindo também que, toda a tropa - sob seu comando - deveria manter-se em jejum; até a vitória final. Aquele que porventura alimentasse, até mesmo uma simples fruta, seria morto. Como pode um guerreiro, ter forças para o combate, se estiver faminto? Decisão esta, digna de um esquizofrênico. (Samuel, 14:16-27)  

                          Somente o filho do rei - por ignorar a ordem do pai - apanhando alguns favos de mel, que estavam pelo chão, levou-os até a boca, comeu-os. Sabendo disso, o rei furioso, disse que, até mesmo seu filho, estava sob seu juramento. Depois de ter tomado conhecimento da ordem absurda de Saul, Jônatas exclamou: 

"(...)meu pai trouxe a desgraça para Israel(...)" 

                        Mediante este exemplo de Jônatas, o restante da tropa - em outros lugares - matava os bovinos, devorando suas carnes e bebiam seu sangue. Esta era uma prática abominável; pelas leis de Moisés; além de ser um pecado, contra o Deus Verdadeiro. Mediante tal coisa, o rei percebendo que seus soldados, estavam esgotados pela fome, deixou que se alimentassem. Porém, que se abstivessem, de beber o sangue dos animais abatidos. (Samuel, 14:31-35) 

                       Nesse interim - em alguma região - nas profundezas, da sub civilização; o "deus" antropomórfico, acompanhava com interesse, o desenrolar dos acontecimentos. 

Continua. 

quarta-feira, 22 de novembro de 2023

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 91)

                                   - LIVRO DE SAMUEL - 

             

                              Despedindo-se dos israelitas e de Saul, o profeta - já em idade avançada - lembra a nação israelita, de todos os perigos advindos, da invigilância psíquica e espiritual, a que estavam sujeitos - principalmente o rei - tendo como vizinhos e inimigos, povos adoradores de falsos "deuses". Samuel, terminou seu discurso lembrando também que, aqueles que creem no Deus Único, que havia tirado seus ancestrais, da casa da servidão no Egito, também estaria com toda a Israel, se mantivessem a sintonia com este mesmo Deus; de Abraão, Isaque e Jacó. 

                              Que havia prometido aos seus pais, a Terra de Canaã. E, se eles a haviam conquistado, foi pela misericórdia, desse Deus Verdadeiro. "(...)não sigam ídolos, que não auxiliam e nem libertam, pois são vazios em mortos. Pela honra de seu nome ilustre, o Senhor não rejeitará o seu povo, porque o Senhor se dignou fazer de vocês, o povo escolhido(...)" (Samuel, 12:20-25)  

                              Concluindo, Samuel lembra-lhes, mais uma vez, da importância em renegar veementemente, as investidas, do pai da mentira e de todas as abominações. Para que não aconteça algo ainda pior; a todos eles e ao rei. 

                              Depois de ter enfrentado os perigos da Transjordânia, Sal enfrentou a investida dos Filisteus. Diante desta nova ameaça, Saul convoca três mil homens de Israel, que estavam em Macmas com ele. E, na montanha de Betel, sendo que outros mil, estavam com Jônatas em Gabaá de Benjamim. Assim, Saul, para assegurar seus domínios, adota duas medidas estratégicas; pequenas guarnições estacionadas em locais importantes. 

                            Porém, os Filisteus já conheciam o ferro, ao desembarcarem na Palestina. Adiantando-se aos israelitas neste quesito militar. O que Saul necessitava era de valor, rapidez, prudência e estratégia. Qualidades estas, que faltavam em Jônatas; filho de Saul. Este seria um novo elemento; que entraria de "paraquedas" nos planos do rei. 

                            Também, daria muitas dores de cabeça e noites mal dormidas. Em Israel, a tão esperada e desejada monarquia, não dera muito certo - não totalmente - para todos os israelitas. Infelizmente ou felizmente. Nem para os monarcas em questão, e menos ainda, para o povo. Principalmente, para aqueles que a desejaram ardentemente. 

                            Assim, de Saul, era esperado um pouco mais, que a simples paciência; a prova de sua fé. Porém, fé, estava longe do coração impulsivo e esquizofrênico; do monarca de Israel. Saul, fazia o que achava melhor, para si próprio; e depois, para Israel. Enquanto estava em seu acampamento em Guilgal, próximo ao Jordão, e no espinhaço montanhoso de Benjamim. Era uma posição privilegiada. (839m) 

                          Nessa altura dos acontecimentos, Saul, já estava sob o poder magnético, do "deus" antropomórfico. 

Continua. 

                           

segunda-feira, 20 de novembro de 2023

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 90)

                                 - LIVRO DE SAMUEL - 

              

                           Após ter sido ungido rei de Israel por Samuel, Saul enfrentou um grande problema, que era incursão dos Amonitas, no território chamado Jabes de Galaad. Apesar da população de Jabes tentar a paz com o chefe (Naás) este não aceitou nenhum acordo. Na verdade, a proposta do líder amonita, era inaceitável; ou seja, o olho direito de cada israelita. Sabendo disso, o recente ungido rei de Israel encheu-se de ira. Mandou mensageiros a Jabes, dizendo: "Amanhã, a salvação chegará assim que o sol esquentar". (Samuel, 11:1-9)  

                          O rei convocou soldados para expulsar os amonitas e libertar o povo de Jabes. No total da convocação foram: Trezentos mil soldados de Israel e trinta mil de Judá. Está claro, que estes números foram exagerados. O certo é que, Saul entrando no acampamento amonita - depois de ter dividido suas forças - em três grupos, derrota os invasores. 

                         Após a batalha, todos os israelitas queriam a morte dos derrotados; porém, disse o rei! A população enfurecida: Que aquele dia, não era de morte, e sim de vida. Pois, segundo Saul, Deus havia entregado os inimigos em suas mãos. Convida todo povo, para irem até uma região denominada Gilga; e então, inaugurar a monarquia logo após sua coroação, como rei de Israel. Depois da coroação do rei, Samuel faz seu discurso de despedida, como juiz e profeta de Israel. Como era de costume - desde os tempos de Moisés - antes da despedida de um líder, falar relembrando todos os aspectos positivos e negativos, desde que o povo israelita, havia saído do Egito e chegado na Terra Prometida. 

                        Era normal, fazer uma recordação de benefícios, apontar os pecados, convidando à penitência. Alertando para novas e possíveis quedas e prometendo as bênçãos se, assim fossem merecedores. Então, diante do mediunismo daqueles que lá estavam para este testemunho, houve também, as manifestações da teofania. O povo responde; em momentânea surpresa, confessando seus erros e apelando para a misericórdia Divina. 

                       O profeta, não olvidou-se em dizer que, tudo faz parte de um ciclo. Quando a maioria do povo, estiver em sintonia com o Deus Único - na abundância e na escassez - teriam paz e progresso. Somente assim, poderiam manter-se fora do alcance, das investidas do "deus" antropomórfico, pai da mentira. 

                       Naturalmente, que este ser, não iria parar com seus planos de dominação, de todo o planeta Terra. Para tal, já estava planejando escravizar o primeiro rei de Israel, através de seu Ego adâmico. O qual o pai da mentira, já havia identificado quais eram, as principais fraquezas, do recém coroado rei de Israel. 

                        Vaidade, orgulho, prepotência, sede de poder; e uma boa dose de esquizofrenia; a qual, iria manifestar-se ao longo do tempo. Principalmente, quando o pastor de ovelhas Davi, fora escolhido pelo Senhor, para sucedê-lo no trono de Israel. 

Continua. 

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...