"Sabendo Jacó que havia alimento no Egito, envia seus filhos em busca de trigo.
Os filhos de Jacó se inclinam diante do governador do Egito.
José reconhece seus irmãos, e pergunta pelo mais novo.
José acusa os israelitas de espiões." (Gênesis, 43:2-34).
José como governador do Egito, foi prevenido; mandou armazenar grande quantidade de trigo, quando a colheita foi farta. Com esta medida, não faltava alimento no Egito. Já em Canaã, onde vivia Jacó com seu povo, havia escassez de alimentos.
Para resolver o problema da falta de alimento, Jacó manda seus filhos ao Egito para comprar trigo; no entanto, não permitiu que seu filho mais novo, Benjamim fosse com os irmãos, pois temia que algo de mal lhe acontecesse.
Sendo levados a presença do governador, os filhos de Jacó não reconhecem seu irmão, porém, são reconhecidos por José. Para testar seus irmãos, José acusa-os de espiões. Mandando prender todos eles por três dias.
No quarto dia, mandou que voltassem a Canaã e retornassem ao Egito com Benjamim, retendo Simeão na prisão. Longe dos irmãos, José não conseguiu conter as lágrimas; com um misto de revolta, saudade e amor. Desejava punir seus irmãos pelo ato hediondo, que praticaram, privando-lhe a convivência com o pai, a quem tanto amava. Desejava ardentemente rever Jacó, e conhecer Benjamim seu irmão mais novo.
José tinha sede de vingança; mas no seu íntimo pensava no sofrimento que iria causar a seu pai. Como administrador do Egito, tinha que ter mão de ferro, pois os sacerdotes jamais o aceitaram, desde que tinha decifrado o sonho do Faraó, tornando-se seu braço direito, e homem de sua total confiança.
Por outro lado, os sacerdotes perderam a confiança do rei; e nunca mais conseguiram influencia-lo. Não contendo mais a ansiedade e a saudade do pai, José se revela aos irmãos, quando retornam de Canaã com Benjamim. Diante da enorme surpresa, José relata aos irmãos toda a sua "aventura," desde que fora vendido como escravo por eles.
Abraçando seus irmãos, em lágrimas, os perdoa; dizendo que fora obra do Senhor, tudo que aconteceu com ele. "Deus me enviou diante da vossa face, para conservar vossa sucessão na terra, e para guardar-vos em vida por um grande livramento." (Gênesis, 45:7).
Embora pareça estranho para a maioria dos cristãos, fora mesmo obra do Cristo, a ida de José para o Egito. Vamos analisar esta questão: A terra de Canaã, sofria uma terrível seca e escassez de alimentos; além disso, a corrupção, a violência, todo tipo de vícios, sacrifícios humanos aos deuses de pedra, infestava aquela terra.
O povo egípcio, que também acreditava em uma vida espiritual, cultivavam a crença henoteísta, ou seja, em uma divindade criadora do universo, tendo outras forças independentes, mas não iguais em poder a este. Também não interferiam no culto de outros povos. Por todos estes motivos, o Cristo tomou a resolução de enviar para o Egito, o povo Hebreu; preservando assim, o "gene psíquico" do Deus Único, e o povo, de influências maléficas.
O Senhor, utiliza a própria concupiscência dos homens para reeducar seus sentimentos. Foi exatamente isso que aconteceu com os irmãos de José e com ele próprio.
Os filhos de Jacó se inclinam diante do governador do Egito.
José reconhece seus irmãos, e pergunta pelo mais novo.
José acusa os israelitas de espiões." (Gênesis, 43:2-34).
José como governador do Egito, foi prevenido; mandou armazenar grande quantidade de trigo, quando a colheita foi farta. Com esta medida, não faltava alimento no Egito. Já em Canaã, onde vivia Jacó com seu povo, havia escassez de alimentos.
Para resolver o problema da falta de alimento, Jacó manda seus filhos ao Egito para comprar trigo; no entanto, não permitiu que seu filho mais novo, Benjamim fosse com os irmãos, pois temia que algo de mal lhe acontecesse.
Sendo levados a presença do governador, os filhos de Jacó não reconhecem seu irmão, porém, são reconhecidos por José. Para testar seus irmãos, José acusa-os de espiões. Mandando prender todos eles por três dias.
No quarto dia, mandou que voltassem a Canaã e retornassem ao Egito com Benjamim, retendo Simeão na prisão. Longe dos irmãos, José não conseguiu conter as lágrimas; com um misto de revolta, saudade e amor. Desejava punir seus irmãos pelo ato hediondo, que praticaram, privando-lhe a convivência com o pai, a quem tanto amava. Desejava ardentemente rever Jacó, e conhecer Benjamim seu irmão mais novo.
José tinha sede de vingança; mas no seu íntimo pensava no sofrimento que iria causar a seu pai. Como administrador do Egito, tinha que ter mão de ferro, pois os sacerdotes jamais o aceitaram, desde que tinha decifrado o sonho do Faraó, tornando-se seu braço direito, e homem de sua total confiança.
Por outro lado, os sacerdotes perderam a confiança do rei; e nunca mais conseguiram influencia-lo. Não contendo mais a ansiedade e a saudade do pai, José se revela aos irmãos, quando retornam de Canaã com Benjamim. Diante da enorme surpresa, José relata aos irmãos toda a sua "aventura," desde que fora vendido como escravo por eles.
Abraçando seus irmãos, em lágrimas, os perdoa; dizendo que fora obra do Senhor, tudo que aconteceu com ele. "Deus me enviou diante da vossa face, para conservar vossa sucessão na terra, e para guardar-vos em vida por um grande livramento." (Gênesis, 45:7).
Embora pareça estranho para a maioria dos cristãos, fora mesmo obra do Cristo, a ida de José para o Egito. Vamos analisar esta questão: A terra de Canaã, sofria uma terrível seca e escassez de alimentos; além disso, a corrupção, a violência, todo tipo de vícios, sacrifícios humanos aos deuses de pedra, infestava aquela terra.
O povo egípcio, que também acreditava em uma vida espiritual, cultivavam a crença henoteísta, ou seja, em uma divindade criadora do universo, tendo outras forças independentes, mas não iguais em poder a este. Também não interferiam no culto de outros povos. Por todos estes motivos, o Cristo tomou a resolução de enviar para o Egito, o povo Hebreu; preservando assim, o "gene psíquico" do Deus Único, e o povo, de influências maléficas.
O Senhor, utiliza a própria concupiscência dos homens para reeducar seus sentimentos. Foi exatamente isso que aconteceu com os irmãos de José e com ele próprio.