sábado, 30 de janeiro de 2016

A GÊNESIS -- OS IRMÃOS DE JOSÉ VÃO AO EGITO -- POSTAGEM -- 51.

"Sabendo Jacó que havia alimento no Egito, envia seus filhos em busca de trigo.
Os filhos de Jacó se inclinam diante do governador do Egito.
José reconhece seus irmãos, e pergunta pelo mais novo.
José acusa os israelitas de espiões." (Gênesis, 43:2-34).
                                 
                   José como governador do Egito, foi prevenido; mandou armazenar grande quantidade de trigo, quando a colheita foi farta. Com esta medida, não faltava alimento no Egito. Já em Canaã, onde vivia Jacó com seu povo, havia escassez de alimentos.
                   Para resolver o problema da falta de alimento, Jacó manda seus filhos ao Egito para comprar trigo; no entanto, não permitiu que seu filho  mais novo, Benjamim fosse com os irmãos, pois temia que algo de mal lhe acontecesse.
                   Sendo levados a presença do governador, os filhos de Jacó não reconhecem seu irmão, porém, são reconhecidos por José. Para testar seus irmãos, José acusa-os de espiões. Mandando prender todos eles por três dias.
                  No quarto dia, mandou que voltassem a Canaã e retornassem ao Egito com Benjamim, retendo Simeão na prisão. Longe dos irmãos, José não conseguiu conter as lágrimas; com um misto de revolta, saudade e amor. Desejava punir seus irmãos pelo ato hediondo, que praticaram, privando-lhe a convivência com o pai, a quem tanto amava. Desejava ardentemente rever Jacó, e conhecer Benjamim seu irmão mais novo.
                 José tinha sede de vingança; mas no seu íntimo pensava no sofrimento que iria causar a seu pai. Como administrador do Egito, tinha que ter mão de ferro, pois os sacerdotes jamais o aceitaram, desde que tinha decifrado o sonho do Faraó, tornando-se seu braço direito, e homem de sua total confiança.
                   Por outro lado, os sacerdotes perderam a confiança do rei; e nunca mais conseguiram influencia-lo. Não contendo mais a ansiedade e a saudade do pai, José se revela aos irmãos, quando retornam de Canaã com Benjamim. Diante da enorme surpresa, José relata aos irmãos toda a sua "aventura," desde que fora vendido como escravo por  eles.
                   Abraçando seus irmãos, em lágrimas, os perdoa; dizendo que fora obra do Senhor, tudo que aconteceu com ele. "Deus me enviou diante da vossa face, para conservar vossa sucessão na terra, e para guardar-vos em vida por um grande livramento." (Gênesis, 45:7).
                  Embora pareça estranho para a maioria dos cristãos, fora mesmo obra do Cristo, a ida de José para o Egito. Vamos analisar esta questão: A terra de Canaã, sofria uma terrível seca e escassez de alimentos; além disso, a corrupção, a violência, todo tipo de vícios, sacrifícios humanos aos deuses de pedra, infestava aquela terra.
                 O povo egípcio, que também acreditava em uma vida espiritual, cultivavam a crença henoteísta, ou seja, em uma divindade criadora do universo, tendo outras forças independentes, mas não iguais em poder a este. Também não interferiam no culto de outros povos. Por todos estes motivos, o Cristo tomou a resolução de enviar para o Egito, o povo Hebreu; preservando assim, o "gene psíquico" do Deus Único, e o povo, de influências maléficas.
                O Senhor, utiliza a própria concupiscência dos homens para reeducar seus sentimentos. Foi exatamente isso que aconteceu com os irmãos de José e com ele próprio.
                 
               
                
                   
 

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

A GÊNESIS -- JOSÉ NA CASA DE POTIFAR E NA CORTE DO FARAÓ DO EGITO -- POSTAGEM -- 50.

"José foi levado ao Egito, e Potifar, eunuco do Faraó, capitão da guarda, varão egípcio, comprou José da mão dos Ismaelitas que o tinham levado cativo.
E o Senhor estava com José, que se tornou próspero na casa de Potifar, como administrador de seus bens.
No entanto, a esposa de Potifar assediava José, para que ele deitasse com  ela.
A mulher de Potifar prepara uma armadilha para José.
José é levado a prisão por Potifar." (Gênesis, 39:2-23).
                    
                          José prosperou na casa de Potifar, que confiava no israelita. Porém, a esposa de Potifar, assediava José querendo deitar com ele.
                         É um caso intrigante! Como e para quê, um eunuco teria uma esposa? Visto que os eunucos não tinham ereção? O certo é que, a mulher de Potifar, não deixava José trabalhar em paz. Constantemente a mulher do senhor de José o assediava sexualmente, para que o israelita deitasse com ela.
                        Um dia, quando a casa estava vazia, a mulher aproximando de José, agarra-o pela capa; José não tendo outra alternativa, fugiu deixando sua veste nas mãos da mulher.
                        A esposa de Potifar por vingança, grita com alta voz, atraindo os criados; então ela acusa José de tentar violenta-la. Sabendo desse episódio, Potifar, sentindo-se traído, manda José para a prisão.
                       Junto com José, estavam  presos também, o  copeiro e o padeiro do Faraó. Estes dois egípcios, estavam tristes, porque ambos tiveram sonhos misteriosos, que não conseguiram decifrar.
                      Segundo a interpretação do sonho do copeiro-mor por José, este seria perdoado pelo rei, tendo seu emprego de volta. Já o padeiro, o seu sonho foi interpretado como um aviso de sua morte; o rei não lhe daria o perdão.
                      José havia pedido ao copeiro, quando ele estivesse junto ao Faraó, que intercedesse por ele; no entanto, o copeiro não atendeu ao pedido de José.
                      José ficou na prisão, até que um dia, ouviu-se a noticia que o Faraó, tivera um sonho tão intrigante, que até os magos, e os sábios da corte, não conseguiram decifrar.
                      José tinha conquistado a confiança do carcereiro-mor; por isso, este mandou dizer ao Faraó que na prisão havia um israelita, que interpretava sonhos com sabedoria e verdade.
                      Sendo levado até o rei, este contou a José que a muito tempo, tinha o mesmo sonho todas as noites. A descrição do sonho, está em: (Gênesis, 41:2-37). Confiram!
                     Vamos analisar o don de José! Na verdade, os magos e os sábios da  corte do Faraó, eram feiticeiros e magnetizadores; este don, é desenvolvido com muita prática e adestramento da mente.
                    José era médium, a mediunidade de José, se caracterizava, pela saída do espírito do corpo, quando ele dormia; então, o Espírito de José era levado pelos mensageiros do Mestre, a locais no plano espiritual, onde estes abnegados trabalhadores do bem e do Amor, planejavam suas ações de auxílio aos homens de boa vontade.

                   O Espírito do Faraó, também era conduzido ao plano espiritual; a diferença, era que, ele era subjugado pelos magos de sua corte, sob transe hipnótico; assim estes magos poderiam exercer uma poderosa influência no Faraó do Egito.
                  Mas naquele dia, aconteceu que, ao dormir, o Faraó foi protegido pelos abnegados trabalhadores do Cristo, que o conduziram ao mesmo local no plano espiritual, em que se encontrava José. Então, José foi instruído pelos mensageiros de Jesus, qual era o significado do intrincado sonho do Faraó.
                  Como disse o próprio José ao copeiro-mor, quando estava na prisão: "Toda interpretação é de Deus." (Gênesis, 40:8). Tendo sido levado a presença do Faraó no dia seguinte, José explicou a ele, o significado do sonho. 7 vacas magras, seria os 7 anos de seca e fome na terra; 7 vacas gordas e bonitas, 7 anos de fartura e prosperidade.
                  Depois disso, ficando impressionado com a capacidade do israelita, o Faraó nomeia José governador do Egito. E nunca mais, os magos conseguiram influenciar o Faraó.
                  
                       

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

A GÊNESIS -- JOSÉ É VENDIDO POR SEUS IRMÃOS -- POSTAGEM -- 49.

"Jacó habitou na terra das peregrinações de seu pai, na terra de Canaã.
José, filho de Jacó era um jovem pastor de 17 anos, a quem Israel, o novo nome dado pelo Senhor, a Jacó, fez uma túnica de várias cores ao filho que mais amava; porque era filho de sua velhice.
Os outros filhos de Israel, tinham inveja de José, pois o consideravam um sonhador.
José conta um sonho que teve a seus irmãos; neste sonho, José previa a sua ascendência sobre seus irmãos.
Os irmãos de José, decidem vende-lo aos mercadores de escravos." (Gênesis, 37:2-36).
                     
                         Esta trama dos irmãos de José, traduz mais uma vez, o velho ditado: "há males que vem para o bem." A inveja, e o ciúme, levaram os irmãos de José, mais uma vez, cometer um erro moral sério, mas que no final, teve um desfecho satisfatório.
                         O Senhor, sempre aproveita o mal para transformá-lo no bem, beneficiando as criaturas. Neste episódio da venda de José como escravo, não foi diferente.
                          Querendo se livrar do irmão indesejado, os filhos de Israel, fizeram um bem a todo povo que acreditava no Deus Único; e assim, consolidando a formação das 12 tribos de Israel, e principalmente, para a materialização do "Gene Psíquico" do Deus Único entre o povo Hebreu.
                        
              
                          
 

A GÊNESIS -- DINÁ É VIOLENTADA POR SIQUÉM -- POSTAGEM -- 48.

"Diná filha de Leia e Jacó, foi conhecer as filhas e filhos da terra em que acabara de chegar.
Siquém, filho de Hemor, príncipe daquela terra, viu Diná, tomou-a pela força, obrigando a jovem a se deitar com ele.
Porém Siquém, apaixonou-se por Diná; desejando casar-se com ela.
Os filhos de Jacó se revoltam com a atitude de Siquém; preparando para ele e sua gente uma armadilha." (Gênesis, 34-31).
                  
                      Este jovem chamado Siquém, filho de Hemor, que era um príncipe daquela terra, chamada Siquém. Naturalmente, que  era muito voluntarioso, e não soubera controlar seus instintos animalizados. Diná, era uma jovem, que nunca houvera saído para além das fronteiras da terra onde sempre morou com sua família.
                     A filha de Leia, estava deslumbrada com as novidades da terra de Siquém; o modo como se vestiam as mulheres daquele lugar, eram muito diferente; elas usavam vários ornamentos nos cabelos, orelhas, colares no pescoço, além de tinta nos olhos. Outra coisa que encantou Diná, foi a maneira como as  mulheres se vestiam naquela terra; vestimentas coloridas, e deixando a mostra, partes do corpo.
                    Diná apenas, liberou aquilo que predominava em sua personalidade; ou seja, uma jovem em busca de aventuras.
                    Quando Jacó e seus filhos souberam da "tragédia" que aconteceu com Diná, ficaram indignados; principalmente os irmãos de Diná, que prometeram vingança.
                    No entanto, o Jovem Siquém muito se arrependeu de sua atitude desastrada; por isso, pediu a Hemor seu pai, para interceder junto a Jacó, pedindo a mão de Diná em casamento.
                   Quem mais se opôs a esta união, foram os irmãos de Diná, alegando que, além de Siquém ter cometido um ato abominável, era também um incircunciso, e adorador de deuses de pedra. Mesmo tendo Hemor pai de Siquém, sugerido a Jacó, para que seu povo se misturasse com o povo de Siquém, habitando em  paz entre eles, não foi o bastante para aplacar a ira dos filhos de Jacó. Estes, usaram da sagacidade para enganar e vingar o mal que o filho de Hemor fizera à Diná.
                   Dizendo a Hemor que concordavam com sua proposta de paz, os filhos de Jacó, propuseram a Hemor, que todo varão, e principalmente Siquém, deixassem ser circuncidados segundo os costumes da família de Jacó e seu povo.
                   Hemor concordou com a proposta, e assim foi feito. Todos os varões de Siquém foram circundados. Logo após a circuncisão, os filhos de Jacó e seus comparsas, invadiram o local onde estavam os varões circuncidados, ainda sofrendo as dores, passando a fio de espada todos eles; inclusive Siquém.
                  Levaram também Diná e saquearam a cidade. Levaram suas ovelhas e todo bovino e tudo mais que encontraram, inclusive as mulheres e seus filhos.
                  Jacó jamais concordara com a atitude de seus filhos; alegando que, não queria ser mau visto entre os moradores da terra, e entre os Cananeus e Ferezeus, pois sendo em menor número, temia Jacó alguma represália desses povos citados.
                  Analisando friamente o ocorrido, a males que vem para o bem. Se Jacó tivesse aceitado a proposta de Hemor, em misturar os dois povos, haveria uma assimilação de culturas daquele que fosse mais frágil, e em menor número, como é natural; a atitude de Diná é um exemplo do que estamos falando; isso poderia colocar em risco, a materialização do "Gene Psíquico" do Deus Único, sendo aquele povo politeísta.
                  Por outro lado, Hemor não era tão bonzinho, quanto queria demonstrar; ora! Jacó era um homem de grande fortuna; e muito dinheiro, sempre estimulou a cobiça dos homens, desde os primórdios da humanidade.
                 Assim, o tiro saiu pela culatra neste episódio.
                  
           
                   
                       
                       

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

A GÊNESIS -- ENCONTRE DE ESAÚ E JACÓ -- POSTAGEM -- 47.

"Levantou Jacó os olhos e olhou , eis que vinha Esaú, e quatrocentos homens com ele. Então repartiu os filhos entre Leia e Raquel, e as duas servas.
Jacó inclinou-se até o chão, 7 vezes, até chegar a seu irmão.
Esaú correu ao encontro de Jacó, e o beijou e abraçou.
Todos da família de Jacó, também se inclinaram diante de Esaú.
Disse Esaú: Para que todos estes animais? Disse seu irmão: Para achar graça diante de meu senhor.
Respondeu Esaú: Já tenho o bastante meu irmão! Seja para ti o que tens." (Gênesis, 33:2-17).
              
                           Jacó não sabia qual seria a reação de Esaú, quando visse sua chegada com a família, e todos seus bens. Ele estava com medo, que seu irmão, ainda tivesse ódio, por ter sido enganado, e perdido o direito a progenitura, pela artimanha dele e Rebeca.
                         Por outro lado, Esaú também estava com receios do encontro com Jacó; tanto que, para isso, foi ao encontro do irmão, acompanhado de 400 homens.
                         No entanto, tudo terminou bem; Esaú vendo que Jacó se humilhara diante de todos, ao inclinar-se até o chão por 7 vezes, percebeu então, que o irmão viera em paz.
                         Foi então que, a voz do sangue falou mais alto no coração de Esaú; os dois irmãos selaram a paz, com abraços e beijos. Tendo Jacó demonstrado toda sua humildade e respeito pelo irmão.
                        
                  
                           

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

A GÊNESIS -- LUTA COM UM ANJO E ENCONTRA-SE COM ESAÚ -- POSTAGEM -- 46.

"Levantou Jacó aquela mesma noite com suas duas mulheres, e suas servas, seus onze filhos e atravessou um lugar chamado Jaboque.
Fes que todos atravessassem o ribeiro; ficando só. Ali, lutou com um varão, até a manhã seguinte.
Vendo que não conseguia vencer, o varão tocou a juntura da coxa de Jacó; deslocando-a.
Disse o varão: Qual o seu nome? Jacó; disse.
Não te chamarás mais Jacó, disse o varão; mas Israel; pois lutaste com Deus, e com os homens, e prevalecestes." (Gênesis, 33:22-32).
              
                            Na verdade, a suposta "luta," que Jacó teve com aquele misterioso varão, saído do nada, pois o texto não dá maiores referências a seu respeito, entendemos que seja, um emissário celestial, enviado ali para instruir Jacó, a respeito da sua  missão.
                           Ambos, ficaram a noite inteira conversando; e o dito varão, teve muita dificuldade para fazer com que Jacó compreendesse a importância de seu trabalho. Jacó tinha orado para que o Senhor o ajudasse e inspirasse, porque iria encontrar-se com seu irmão Esaú; e não sabia qual seria a reação dele.
                           O  nervo da junta da coxa é o nervo ciático. Principal nervo dos membros inferiores; controla as articulações do quadril, joelho e tornozelo; também os músculos posteriores da coxa, e das pernas e pé.
                           Ninguém poderá caminhar com segurança, altivamente, com a consciência tranquila, se não fazer a vontade do Senhor. O que aconteceu com a perna de Jacó, foi para que, ele jamais se esquecesse, que o Senhor é o Único Deus Verdadeiro; soberanamente Justo e Bom. Deus de Abraão, Isaque; e agora para sempre; de Jacó. Aqueles que não fazem a vontade de Deus, torna-se "coxo" de ideias, e "manco" do coração.
                        
                            
                          
               
                        

A GÊNESIS -- JACÓ VOLTA PARA CANAÃ -- POSTAGEM -- 45.

"Disse Jacó a Labão: Passarei hoje por todo seu rebanho, separando todos os animais salpicados e malhados, e todos os morenos entre os cordeiros, e malhados entre as cabras.
Pegou Jacó varas verdes de álamo, e de castanheira, e de aveleira, descascando nelas riscas brancas, descobrindo a brancura que nelas havia.
Pôs Jacó estas varas no poço, onde o rebanho bebia água. E os animais concebiam diante das varas, e as ovelhas davam crias listradas, salpicadas e malhadas. Depois, separou este rebanho, do rebanho de Labão." (Gênesis, 30:29-43).
                         
                             Jacó usou de astúcia, para separar o seu rebanho, dos animais de seu sogro. Isso pode parecer uma fantasia por parte de Moisés, quando escreveu este texto. No entanto, o que aconteceu naquela época, é mais comum do que se pensa.
                            O que aconteceu na verdade, foi o magnetismo de Jacó, que é algo comum a todo ser humano, segundo o pesquisador, Franz Mesmer; este magnetismo, estimulado pelo simbolismo das varas de plantas, de álamo e castanheiras, induzia os animais a ter suas crias, segundo a vontade de Jacó.
                            Está claro que os mensageiros do Cristo, também ajudaram Jacó nesta empreitada. O certo é que, o rebanho de Jacó, era geneticamente mais forte e sadio, do que o rebanho de Labão.
                            Assim os fracos eram de Labão, e os fortes de Jacó. Este simbolismo é marcante porque, o rebanho que deveria crescer seria aquele em que o Senhor conduziria. O rebanho mais forte, são os que movidos pela fé no Deus Único, tornam-se no rebanho universal. 
                          

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

A GÊNESIS -- LABÃO ENGANA JACÓ -- POSTAGEM -- 44.

"Labão tinha duas filhas; o nome da mais velha era Léia, e a mais nova Raquel.
Jacó amava Raquel, e disse: Sete anos te servirei por Raquel.
Na noite de núpcias, Labão mandou para tenda de Jacó, sua filha Léia.
Disse Labão: Neste lugar, não se dá em casamento a filha mais nova em primeiro lugar.
Cumpre a semana desta; então te darei também a outra, pelo trabalho de mais sete anos fizeres para mim." (Gênesis, 29:2-31).
           
                      Muito a contra gosto, Jacó concorda em servir Labão por mais sete anos, pela mão de Raquel. No entanto, Raquel era mais querida por Jacó; apesar de ser estéril.
                      Mas foi Léia quem deu o primeiro filho a Jacó. Foram 4 os filhos gerados por Léia. Ruben, Simeão, Levi, Judá. Estes foram os filhos, gerados por Léia com Jacó. Ela porém mantinha a esperança de ser amada por Jacó.
                     Raquel vendo que não podia gerar filhos, teve inveja de sua irmã Léia; na sua revolta, culpa o marido por não conseguir ter filhos; então, Jacó responde com aspereza a esposa, que não é Deus para solucionar o problema.
                    Então Raquel, manda sua serva Bilba, gerar filhos com Jacó; Bilba gera um filho, que recebe o nome de Dã; depois gerou outro filho, que chamou de Naftali.
                    Tendo Léia cessado de gerar filhos, mandou que sua serva Zilpa, gerasse um filho com Jacó; este foi chamado de Gade; logo em seguida, gerou um segundo filho, que se chamou Asser.
                    Ruben achando algumas mandrágoras, que eram frutas típicas da região, que possuíam propriedades medicinais, deu as referidas frutas a sua mãe Léia. Raquel pede que Léia dê as mandrágoras para ela; no entanto, Léia se recusa a dar a Raquel as frutas.
                  Raquel propõe que, pelas frutas, Léia poderia deitar-se com Jacó naquela noite. Então Léia gerou o quinto filho para Jacó; seu nome era Issacar, e depois outros dois, um homem, de nome: Zebulom, e uma mulher, que chamou de Diná.
                  Finalmente Raquel pode gerar um filho para seu marido; a este ela deu o nome de José. Depois disso, Jacó decide voltar para a terra de seu pai, dizendo a Labão: Dá-me as minhas mulheres e os meus filhos, pelos quais te sirvo, e irei embora; pois você sabe o meu serviço, que tenho feito.
                

domingo, 24 de janeiro de 2016

A GÊNESIS -- A VISÃO DA ESCADA DE JACÓ -- POSTAGEM -- 43.

"Partindo Jacó de Berseba, chegou a um lugar onde passou a noite.
Jacó teve um sonho; eis que uma escada apareceu, e por ela, os anjos subiam e desciam.
No alto da escada estava o Senhor dizendo: Eu sou o Deus de Abraão, Isaque. Esta terra, em que está deitado, te darei, e a sua semente; a sua semente será como pó da terra, e estender-se-á ao ocidente, e ao oriente, ao  norte e ao sul, e em ti e na sua semente, serão  benditas todas as famílias da Terra." (Gênesis, 28:10-17).
                 
                      Neste sonho, Jacó recebe do Senhor, a confirmação da sua missão, como continuador da obra de seu pai Isaque; por sua vez, recebeu de Abraão, que recebeu do Senhor; a semente psíquica do Deus Único e Verdadeiro.
                      Esta semente preciosa e vital para toda a humanidade terrestre, finalmente sairia do campo psíquico, para materializar-se por intermédio de Jacó, nas 12 tribos de Israel.
                      O programa do Cristo Planetário, para socialização do primata do orbe, e reeducação moral dos capelinos, começaria a materializar-se.
                       Ao acordar, Jacó pegou a pedra no qual tinha posto sua cabeça para dormir, e com ela ergueu uma coluna e derramou azeite sobre ela. Assim fez Jacó uma promessa ao Senhor dizendo: Se conseguir tudo que vim buscar nesta terra, tiver êxito, e em paz voltar à casa de meu pai, o Senhor será o meu Deus; e tudo que me der, certamente te darei a décima parte.
                     Esta foi a primeira manifestação de uma fé; ainda vacilante, por parte de Jacó, ao Senhor.
                     Esta visão que teve Jacó em seu sonho, de uma escada, onde vários Espíritos subiam e desciam, representa muito bem a evolução humana na Terra. Ao descer, as entidades que já alcançaram uma evolução maior, estende as mãos aos Espíritos que ainda estão necessitando de ajuda; sejam encarnados ou desencarnados, seguindo sempre a Lei de Amor e Caridade de Deus Onipotente, Soberanamente Justo e Bom.
                    
                    

A GÊNESIS -- ISAQUE MANDA JACÓ PARA PADÃ-ARÃ -- POSTAGEM -- 42.

"Isaque abençoou Jacó, e disse: Não case com mulher das filhas de Canaã. Vai para Padã-Arã, à casa de Betuel, pai de sua mãe, e toma de lá uma mulher das filhas de Labão, irmão de sua mãe.
E Deus todo poderoso te abençoe, e te faça frutificar, e te multiplique, para que sejas uma multidão de povos." (Gênesis, 28:2-9).
                     
                      Nesses versículos, Moisés explica a sua maneira, como Isaque, já conformado e tendo compreendido que Jacó era o escolhido do Senhor, para ser seu herdeiro, abençoa Jacó, desejando-lhe boa aventurança na condução de sua importante missão, como tronco das 12 tribos de Israel.
                     Para isso, Isaque recomenda que seu filho e herdeiro, não tome como esposa, mulheres da terra de Canaã, e sim da parentela de sua mãe.
                     Enquanto isso, Esaú, vendo que as mulheres de Canaã não seriam boas esposas aos olhos de Isaque, tomou como mais uma esposa, além das suas, a Maalate, filha de Ismael, que era filho de Abraão. Sendo esta mulher, prima de Esaú. Como podemos ver, o parentesco das esposas e maridos naquela época, era muito próxima. A isso, chamamos de circunstâncias e necessidades.
                    No entanto, a desconfiança que existia no coração de Esaú, a respeito de seu irmão Jacó, ainda não terminara. Embora Esaú não fosse um homem de má índole, não compreendia porque tudo acontecera daquela maneira; qual o motivo de sua "má sorte."
                    

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...