"Sou o oceano ou dragão para que me ponhas freio?"
Sim! Jó estava preso ao que denominamos, de uma espécie de "prisão" temporária na doença de seu corpo e na miséria material. Totalmente desprovido de bens, não poderia, assim como o oceano, movimentar-se em grandes ondas e ou cuspir fogo e destruição. O homem também, através de sua insensatez provoca verdadeiros tsunamis; ou então, cospe fogo e ódio contra o próprio semelhante em guerras fraticidas; provocando miséria e destruição. Em família, torna-se um tirano doméstico, quando não é satisfeito em seus desejos mesquinhos, egoístas e intolerantes.
Clama o homem sempre... sentindo-se injustiçado, roga a Deus por justiça e paz. Esquece que a tão sonhada paz, está em seu próprio íntimo. No entanto, só tem olhos para as aparências exteriores; para o materialismo ou o cientificismo; esquecendo que embora encarnado, é um Espírito, que foi criado simples e ignorante. Porém, pelo esforço e merecimento, pode evoluir e chegar bem próximo do Criador. "É assim que tudo serve, que tudo se encadeia na natureza, desde o átomo primitivo até o Arcanjo, que também começou por ser átomo..." (Questão 540 -- Livro dos Espíritos -- Allan Kardec.).
"O que é o homem para que lhe dês importância, para que te ocupes dele, para que passes em revista pela manhã e o examines a cada momento?"
O Criador Ama a sua criatura, com Amor que o ser humano ainda não tem evolução para compreender. Deus não vigia o homem! Deu-lhe o livre arbítrio para que a criatura possa agir livremente, segundo sua vontade. Disse o Cristo: "Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus." (Mateus, 5:16).
Porém, o Cristo recomendou que o homem não julgasse seu semelhante! Isso porque somente o Criador pode fazer.
"Até quando não afastará de mim a vista e não me deixarás sequer tragar a saliva?"
Se Deus se afastar totalmente do homem, este não terá nem um segundo de vida! O Criador jamais abandona sua criatura; seja ela a mais vil e torpe de todas! Para isso, designou um Espírito protetor, que orienta intuitivamente o homem. Do nascimento até os sete anos, este Espírito amigo, estará sempre junto a criatura; depois desta idade para frente, não permanecerá sempre ao lado de seu tutelado, mas o atenderá sempre que as circunstâncias e as necessidade, assim o requerer.
Este Espirito guardião, orientará seu tutelado, dentro dos princípios da verdade, da razão e do bom senso; o homem poderá ouvir sua instrução ou não. Quando despreza o bom conselho de seus amigo espiritual, sua situação se agrava. Quando ouve, aprende pela instrução; e então evolui com segurança.
"Se pequei, o que te fiz?"
O homem, ínfima criatura; nada poderá fazer contra Deus! Nós nos prejudicamos, pela nossa insensatez e pelo orgulho. Devido as nossas ambições, ganância, materialismo, excessos; nos violamos as Leis do Criador. Obrigados pelo tribunal da consciência ao resgate dos compromissos assumidos, quando na carne na superfície da terra, lamentamos impacientemente, não aceitando a situação.
"Porque não perdoas meu delito e não afastas de minha culpa, se logo me deitarei no pó; madrugarás por mim, e já não existirei?"
Se Deus atendesse esta sugestão de Jó, a sua obra se tornaria inútil e totalmente sem sentido. Deus é perfeitíssimo; infalível. A obra do Criador é perfeita; como perfeitas são suas Leis! O Criador perdoa sua criatura, sempre que ela falhar em seus propósitos. No entanto, a Justiça de Deus sendo perfeita, permite que a criatura volte à matéria para recomeçar de onde faliu. E então, se não falir novamente, e cumprir os compromissos assumidos no plano espiritual, terá dado mais um passo na sua evolução.
Não existe conquista moral sem luta e dificuldade. Evoluir é doloroso! Por isso, exige amor, coragem, fé, vontade, força de vontade e persistência, e muito trabalho na seara do Cristo. (Cap.7:1-21).
"Quando um de vós tem pleito com outro, como se atreve a ser julgado pelos injustos e não pelos consagrados? Não sabeis que os consagrados julgarão o mundo?" (I Coríntios, 6:1-2).
Sim! Jó estava preso ao que denominamos, de uma espécie de "prisão" temporária na doença de seu corpo e na miséria material. Totalmente desprovido de bens, não poderia, assim como o oceano, movimentar-se em grandes ondas e ou cuspir fogo e destruição. O homem também, através de sua insensatez provoca verdadeiros tsunamis; ou então, cospe fogo e ódio contra o próprio semelhante em guerras fraticidas; provocando miséria e destruição. Em família, torna-se um tirano doméstico, quando não é satisfeito em seus desejos mesquinhos, egoístas e intolerantes.
Clama o homem sempre... sentindo-se injustiçado, roga a Deus por justiça e paz. Esquece que a tão sonhada paz, está em seu próprio íntimo. No entanto, só tem olhos para as aparências exteriores; para o materialismo ou o cientificismo; esquecendo que embora encarnado, é um Espírito, que foi criado simples e ignorante. Porém, pelo esforço e merecimento, pode evoluir e chegar bem próximo do Criador. "É assim que tudo serve, que tudo se encadeia na natureza, desde o átomo primitivo até o Arcanjo, que também começou por ser átomo..." (Questão 540 -- Livro dos Espíritos -- Allan Kardec.).
"O que é o homem para que lhe dês importância, para que te ocupes dele, para que passes em revista pela manhã e o examines a cada momento?"
O Criador Ama a sua criatura, com Amor que o ser humano ainda não tem evolução para compreender. Deus não vigia o homem! Deu-lhe o livre arbítrio para que a criatura possa agir livremente, segundo sua vontade. Disse o Cristo: "Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus." (Mateus, 5:16).
Porém, o Cristo recomendou que o homem não julgasse seu semelhante! Isso porque somente o Criador pode fazer.
"Até quando não afastará de mim a vista e não me deixarás sequer tragar a saliva?"
Se Deus se afastar totalmente do homem, este não terá nem um segundo de vida! O Criador jamais abandona sua criatura; seja ela a mais vil e torpe de todas! Para isso, designou um Espírito protetor, que orienta intuitivamente o homem. Do nascimento até os sete anos, este Espírito amigo, estará sempre junto a criatura; depois desta idade para frente, não permanecerá sempre ao lado de seu tutelado, mas o atenderá sempre que as circunstâncias e as necessidade, assim o requerer.
Este Espirito guardião, orientará seu tutelado, dentro dos princípios da verdade, da razão e do bom senso; o homem poderá ouvir sua instrução ou não. Quando despreza o bom conselho de seus amigo espiritual, sua situação se agrava. Quando ouve, aprende pela instrução; e então evolui com segurança.
"Se pequei, o que te fiz?"
O homem, ínfima criatura; nada poderá fazer contra Deus! Nós nos prejudicamos, pela nossa insensatez e pelo orgulho. Devido as nossas ambições, ganância, materialismo, excessos; nos violamos as Leis do Criador. Obrigados pelo tribunal da consciência ao resgate dos compromissos assumidos, quando na carne na superfície da terra, lamentamos impacientemente, não aceitando a situação.
"Porque não perdoas meu delito e não afastas de minha culpa, se logo me deitarei no pó; madrugarás por mim, e já não existirei?"
Se Deus atendesse esta sugestão de Jó, a sua obra se tornaria inútil e totalmente sem sentido. Deus é perfeitíssimo; infalível. A obra do Criador é perfeita; como perfeitas são suas Leis! O Criador perdoa sua criatura, sempre que ela falhar em seus propósitos. No entanto, a Justiça de Deus sendo perfeita, permite que a criatura volte à matéria para recomeçar de onde faliu. E então, se não falir novamente, e cumprir os compromissos assumidos no plano espiritual, terá dado mais um passo na sua evolução.
Não existe conquista moral sem luta e dificuldade. Evoluir é doloroso! Por isso, exige amor, coragem, fé, vontade, força de vontade e persistência, e muito trabalho na seara do Cristo. (Cap.7:1-21).
"Quando um de vós tem pleito com outro, como se atreve a ser julgado pelos injustos e não pelos consagrados? Não sabeis que os consagrados julgarão o mundo?" (I Coríntios, 6:1-2).