sábado, 30 de setembro de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 48)

                                           - DEUTERONÔMIO - 

                                  

                                 Outro assunto que Moisés não deixou de mencionar, foi a falta de disciplina e a revolta dos Israelitas, perante as dificuldades enfrentadas, durante a difícil travessia por uma região desértica e perigosa. Não olvidando também da paciência e misericórdia Divina; para com toda a Congregação, e a Justiça do Deus Único. 

                                 Deixando claro para todos que, foi o Deus Verdadeiro, quem os havia tirado, da casa da servidão no Egito. Cumprindo a promessa que havia feito - séculos antes - aos pais de todos eles, através de seu enviado Abraão. Assim, não deveria haver dúvidas a respeito deste estatuto Divino. 

                                  Se muitos deles consideraram-se humilhados pela situação em que encontravam-se no deserto, certamente não fora pelo Deus Verdadeiro. Tudo que passaram naquele deserto, fora de inteira responsabilidade deles próprios. que pelas suas mazelas e recalcitrâncias - negando a disciplina e as bênçãos - do Deus Verdadeiro - promoveram a desordem e até a idolatria. 

                                 Quando comeram o maná - algo que nem mesmo seus pais conheceram - foi para não esquecerem que, o homem não vive somente para comer, beber, dormir e fornicar. "Tudo que sai da boca do Senhor; viverá o homem."

                                 Qual povo na Terra, havia recebido - antes deles - tão grande livramento e benefícios? Foram libertados da escravidão; conduzidos - com todo auxílio, proteção e instrução - de um líder abnegado e sábio. Tendo sido enviado pelo Senhor, para guiá-los até a Terra Prometida. Onde havia abundância de tudo! Que o homem necessita, para evoluir e viver em paz. 

                                Diante de tantos benefícios, auxílios, atenção, orientação e um futuro promissor; ainda assim, deram ouvidos, ao "deus" antropomórfico; pai da mentira e de todas as abominações. Revoltando-se e negando o Deus Único; cometendo abominações e desrespeitando suas Leis Imutáveis. 

                              Mesmo conhecendo o decálogo, ensinado por Moisés, ainda duvidavam daquele que operou maravilhas entre eles e para eles. Mas que espécie de genética espiritual era aquela? Como disse o Senhor a Moisés: 

"Fique atento com este povo! Pois são um povo obstinado." (Deuteronômio, 9:2-29) 

                             Em seguida, Moisés volta a mencionar o decálogo; para relembrar a toda a Congregação, da grande responsabilidade; a qual adquire a criatura, ao tomar conhecimento - através da instrução justa e verdadeira - onde foi elaborado e recomendado - por meios Divinos, não podendo alegar ignorância das Leis e dos Estatutos, do Deus Único. 

                            Exaltando a obediência e o respeito - pelo TEMOR - pois, além de ainda faltar-lhes maior evolução no equilíbrio, entre razão e sentimento; onde prevalecia o SENTIMENTALISMO, necessário maior TEMOR. 

                            Mesmo porque, a Lei reeducadora daqueles tempos, era a de Talião. 

                           "Ao Senhor teu Deus temerás, a ele servirás, e a ele te chegarás, e pelo seu nome jurarás." (Deuteronômio, 10:20)

                           Continuando a falar, Moisés lembrou-lhes que, com apenas setenta almas, entraram no Egito - acompanhando Jacó e seus familiares - porém, quando saíram, depois de quatrocentos anos, tornaram-se tão numerosos quanto as estrelas do céu. Como tinha prometido o Senhor, ao Patriarca Abraão. (Deuteronômio, 10:2-22)

 

Continua.  

                             

                                

                                  

quinta-feira, 28 de setembro de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 47)

                                                                      - DEUTERONÔMIO - 

                      

                                            Antes dos Israelitas atravessar o rio Jordão, Moisés continuou sua exaltação, a toda Congregação. Com objetivo de - além de alertá-los - contra o grande mal que iriam ter que enfrentar - moral, psíquico, espiritual e material - relembrou também, de citar novamente, todas as Leis e Estatutos do Deus Único. Principalmente as Dez Leis que recebeu no monte Sinai.  

                                          De acordo com a própria psicologia e mentalidade daquela época - em que o temor sobrepujava o amor e a fé - Moisés apresentava àquela gente ignorante, supersticiosa e mística, um Deus que deveria causar mais temor, que o "deus" antropomórfico. 

                                          Porém - diferente deste - o Deus único e Verdadeiro, era Misericordioso e Zeloso, para com seu povo. Algo que o pai da mentira e de todas as abominações, nunca poderia dar, porque não possuía. A sua oferta sempre fora vingança, ódio, destruição e escravização. Coisas que, ao invés de vivificar, mortificava. Estas sempre foram as únicas "heranças" do "deus antropomórfico, aos seus escravos. Herdariam somente sombras - em um abismo - onde haveria somente, dores, lágrimas e ranger de dentes. 

                                         Explicou claramente a toda congregação, a principal finalidade das Leis Imutáveis do Deus Único. Teriam, todos aqueles que, almejavam o bem estar, progresso, paz; respeitando e gravando, na mente e no coração - além de praticá-los - recitá-los constantemente. Com afinco, zelo e respeito. Não esquecendo de repassa-los aos filhos e reforçando-os nos netos. Também aos agregados da família e estrangeiros; que porventura, hospedarem em suas casas. 

                                          Sendo o Deus Único Zeloso; espera que seu povo o tenha na mente e no coração. Para que não caia sobre este povo, a sua ira; e estes fiquem desamparados, à mercê da destruição e da morte. Nas mãos do "deus" antropomórfico. 

                                           Guardarão os mandamentos e Estatutos, do Deus Verdadeiro, para que façam tudo que é bom e reto; evitando qualquer tipo de abominação, que forem contrárias as Leis do Deus Único. Por isso, a necessidade de destruir - não somente materialmente - os falsos "deuses" de pedra - dos povos que habitavam Canaã. 

                                           Principalmente e diligentemente - jamais abrigando estas abominações - nos corações, onde brilhar a Luz Vivificante do Deus Único. Aquele que os havia tirado da casa da servidão, no Egito. Guiou-os perante todos os perigos e armadilhas, do "deus" antropomórfico; e livrando-os de todas elas. Pois, os Israelitas eram o povo escolhido, para a conclusão, daquela grande empreitada.  

                                            Então, ouvindo estes Juízos, guardando-os em seus corações, o Senhor o Deus Único; também guardaria, e os amaria e os multiplicaria - como as estrelas do céu - como prometera aos seus pais. Multiplicaria inclusive, o próprio ventre da terra; abençoando-a. Para que seus frutos fossem multiplicados. 

                                             O mosto, grão, azeite, mel, leite, o rebanho do gado, carneiros, cabritos e cabras. Para que nada os faltasse, com fartura e abundância. Era realmente, uma grande e poderosa promessa. Bastaria que toda a Congregação, cumprisse o que era dever de todos. Haveria dificuldades? Claro que sim! Pois, o pai da mentira e de todas as abominações, jamais desistiria; de tentar destruir, o objetivo traçado pelo Cristo Galáctico; à conquista da Canaã prometida. (Deuteronômio, 5:2-33; 6:2-26)  

Continua.  

                                            

                                          

terça-feira, 26 de setembro de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 46)

                                             - DEUTERONÔMIO - 

                                 

                                   No início do livro Deuteronômio, Moisés fala sobre importantes assuntos. Primeiro falou sobre os Moabitas, Edomitas e Amonitas. Dentre estes, faz também uma referência aos Emeus - povo de alta estatura - sendo considerados gigantes - além de numerosos. Logo em seguida, falou sobre Ogue; rei de Basã. Faz uma oração - Canto de Moisés diante de Canaã - em seguida exorta os Israelitas à disciplina e obediência ao Deus Verdadeiro e as suas Leis. (Deuteronômio, 2:2-37; 3:2-29; 4:2-49)   

                                   Esta importante preleção à obediência e disciplina; visava a lembrar-lhes também do Decálogo.  Isso foi muito previdente! Pois, Moisés, sabia que a partir daquele momento em que entrariam na Terra da PROMESSA, totalmente dominada pelo "deus" antropomórfico; este faria tudo, para o fracasso dos Israelitas. 

                                   Sabendo do Programa do Cristo Galáctico, referente a futura Civilização Judáico-Cristã Ocidental - havia preparado previamente - aqueles povos de Canaã. O pai da mentira, somente não esperava, com a liderança de um homem, como Moisés. Este era um Espírito totalmente desconhecido dele. 

                                   Pois, liderança é tudo! Para que um povo, tenha também, uma forte determinação. Não através do medo e opressão - como sempre fez - o "deus" antropomórfico - através de seus escravos reencarnados na Terra. 

                                   A preleção final de Moisés - antes de referir-se ao Decálogo - foi algo que deve ter deixado o "deus" antropomórfico, bastante preocupado. Disse Moisés ao povo, sobre toda a atenção - dirigida a eles - pelo Deus Único, desde a saída da casa da servidão no Egito, até as "portas" da Canaã prometida. 

                                  Fora uma promessa feita a Abraão, e cumprida, como havia dito o Deus Verdadeiro. Se fora mais difícil! Era da responsabilidade dos próprios Israelitas que - dando olhos e ouvidos - ao pai da mentira e de todas as abominações, tornando aquela jornada mais dolorosa. Muitos deles, ao desencarnarem - devido as próprias concupiscências - permaneceram em Espírito, vagando pelo deserto a procura do caminho, de volta para o Egito. E, também, não encontrava, o caminho para a Canaã prometida. Receberam o que procuraram. 

                                 Lembrou-lhes também Moisés, de todas as maravilhas! - feitas pelo Deus verdadeiro - na presença de todos eles. Como testemunhas oculares, jamais poderiam negar que, aquele Deus, que havia retirado-os, da servidão no Egito, era o Verdadeiro e Único. Grande em obras e Soberano em Justiça. 

                                 Não deixando de lembrar-lhes também, de todas as abominações; que encontrariam - entre os povos que combateriam - bem como, dos perigos, que teriam que enfrentar, mediante aos ataques diretos que sofreriam - da parte do "deus" antropomórfico e pai da mentira - através de seu poder de sedução. Principalmente as mulheres! A QUEM TUDO IRIA FAZER, para desvia-las; de seus compromissos ao Deus Único. Principalmente, como mãe - babás de Deus - e ajudadora do homem. 

                                 Principalmente porque, sendo os Israelitas, os únicos a crer, em um Deus Único, que não fazia-se representar através de estátuas de pedra - feitas por mãos humanas - iria desafiá-los e provocá-los, com toda a espécie de malícias - apelando para o ego adâmico - de todos eles. Para depois dominá-los e roubar-lhes as almas. Como faz todo tirano. Diabolicamente. 

                                  Esta seria - sem dúvida nenhuma - a mais perigosa das batalhas - que teriam que enfrentar pela frente, em Canaã. Aquela travada na psique e no Espírito; principalmente. Se não tivessem Fé; boa vontade; força de vontade; e persistir sempre no nobre e importante objetivo - a qual se propuseram realizar - e resistir ao terrível mal que enfrentariam, certamente sucumbiriam; ao "deus" antropomórfico. Como aconteceu com grande parte deles. Esta fora a razão, daquela grande e importantíssima, preleção de Moisés. 

Continua.  

                                 

                                

                                   

domingo, 24 de setembro de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMEENTO. (P - 45)

                                                                       - NÚMEROS - 

                      

                                 Próximo a entrar em Canaã, Moisés escolheu aqueles que teriam a responsabilidade, de coordenar as divisões das terras, em Canaã. Foram eles: Eleazar o sacerdote; e Josué, filho de Num. Medida esta, para evitar disputas e a interferência maléfica do "deus" antropomórfico; entre os Israelitas. (Números, 34:2-8)  

                                 Também ficou decidido pelo Cristo de Deus, a criação da cidade dos Levitas; com as respectivas terras divididas, entre seus membros. Além da especificação do tamanho das mesmas. (Números, 35:2-8) 

                                  Não esquecendo das chamadas "cidades de refúgio." Porção de terras, destinadas ao acolhimento, daqueles que infringiram as Leis. Sendo condenados a permanecerem nestes locais - espécie de prisão agrícola - criadas seis destas cidades. 

                                   Sendo que três delas, foram construídas aquém do Jordão; e as outras, na terra de Canaã. Medida profilática! Evitando transtornos entre os Israelitas, no convívio com infratores - principalmente os fora da lei - que pela própria ação criminosa, já teriam tornado-se escravos do "deus" antropomórfico. Foi elaborado também, leis especificas de comportamento; a serem rigidamente cumpridas pelos habitantes, das referidas cidades. (Números, 35:9-34)  

                                  Moisés, acatou a sugestão dos filhos de José - para que a herança de Canaã - não fosse passada de tribo em tribo; devido aos respectivos e sucessivos casamentos. Ficando decidido: "Sejam por mulheres a quem parecer aos seus olhos, contanto que se casem na família da tribo de seu pai." (Números, 36:1-13)  

                                 Com esta medida, não se perderia - caso houvesse - casamento com estrangeiros. 

                                 

                                                - DEUTERONÔMIO - 

                           

                                    Logo no princípio deste último livro de Moisés, temos o memorável discurso de seu autor, como que, fazendo um balanço desde a saída do Egito; e ao mesmo tempo, "lavando a roupa suja" de toda a Congregação. Durante a caminhada e todas as suas agruras e acontecimentos. As revoltas, desânimos, recalcitrâncias. Principalmente, a falta de boa vontade e coragem; para pisar na cabeça da serpente do mal. Esta, sempre insistia em abocanhar-lhes o calcanhar e escravizá-los definitivamente. Como sempre fez, com aqueles que são fracos e invigilantes. 

                                    Não esqueceu Moisés, de lembrar aos Israelitas, quando chegaram no alto da montanha dos Amorreus - estes deixaram-se influenciar - pelo pai da mentira e de todas as abominações - criando medo e desânimo em toda a Congregação. Que cogitaram, no absurdo de voltar para o Egito. 

                                   O grande líder, teve a humildade em não esconder a própria dúvida! No episódio das águas de Meribá. Onde foi tirado água das pedras, para saciara sede de toda a Congregação, que murmurava contra Moisés e contra o Deus Único, defendendo o absurdo; da volta, para casa da servidão no Egito. Totalmente magnetizados, pelo "deus" antropomórfico e pai da mentira. Que tudo fazia para destruir o Programa do Cristo Galáctico para a Terra.  

                                   Finalizando sua mensagem, Moisés menciona outro disparate; sugerido pelo pai da mentira e de todas as abominações; pela fraqueza dos Israelitas, quase concretizada. Se não fosse a providencial intervenção do varão Caleb - vigilante em esmagar a cabeça da serpente do mal. Com a força e perseverança - em seguir o Deus Único - livrou toda a Congregação do pior. 

                                  Pelo fato de terem todos deixados enganar-se - pelo pai da mentira - pagaram um alto preço, à Lei do Retorno. Lei Imutável do Criador. (Deuteronômio, 1:2-46)

 

Continua.   

                        

                                     

                      

                                       

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...