sábado, 10 de fevereiro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 121)

                          - SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL - 

                    

                        Com a morte de Absalão, os revoltosos fugiram em debandada. Mas, o rei, chora e lamenta, a morte de seu filho amado. E também - em todas as tribos de Israel - era unânime, a vontade que o rei voltasse ao seu trono e reinasse sobre toda a nação israelita. 

                        A proposta de toda Israel, chega até Davi, que manda a seguinte mensagem aos sacerdotes, Sadoc e Abiatar: "Todos são meus parentes! Da minha carne e sangue. Não sejais os últimos a chamar o rei novamente! Digam a Amassa: És de minha carne e sangue". 

                       A semelhança com a morte de seu primeiro filho, com Betsabéia, serviu para comparação. Antes era um recém-nascido, agora era o filho amado e já adulto, que Davi criou vendo-o crescer. Anteriormente era mais fácil o refazimento. Agora, a dor dilacera o coração de um pai. 

                      Até então, Davi chamava seu filho querido, de o "rapaz"; ainda precisou da repreensão enérgica de Joab. Davi - não mais chama o filho - de o "rapaz"; e sim, grita a plenos pulmões! Oito vezes: "Meu filho!" 

                     GRITO QUE DOMINA O SILÊNCIO, DOS SOLDADOS, PRESENTES NO LOCAL. 

                      Terrível o dia em que a vitória, converteu-se em derrota, para Davi. Revelando assim, sua fraqueza paterna. Atitude esta que Joab, a repreende com liberdade. Este dia, poderá transformar-se na noite fatal, em que Davi perdeu tudo. Joab, falou com lógica militar e política. Tantas vidas salvas, a honra do exército e a desordem sentimental. 

                      Como diz o ditado: "Os brutos também amam". Visto que Davi - de um simples e modesto pastor - que acreditava e temia - piedosamente no Deus Único, com o passar do tempo e mudança de sintonia, falta de fé e confiança, no Deus Verdadeiro. Aquele que havia tirado seu povo, da casa da servidão, no Egito. Agora Davi, não sabia mais, quem era o Deus Único e Verdadeiro. O antigo pastor, havia sido sufocado, pelo rei Davi; o escarvo do "deus" antropomórfico. 

                     No entanto, nada estava perdido! Pois, séculos mais tarde no porvir, uma voz, imperecível; iria dizer algo, que ecoaria através dos tempos: "NENHUMA OVELHA SERÁ PERDIDA". 

                     As palavras do comandante do exército de Israel, deram maior relevo à dor do rei. Incapaz de sentir ódio, pelo filho rebelde, que odiava o próprio pai. Porém, o rei escuta em silêncio, o conselho de seu general. 

                     Os de Judá, talvez temessem represálias de Davi - por terem apoiado Absalão - sem nenhum questionamento. O rei invocara os laços de sangue, oferecendo sem pestanejar, uma reconciliação; e assim, provocara ciúmes. O que queria realmente Davi, era uma aceitação geral e única; de todo o povo. Desejava ser chamado, antes de voltar. Ao contrário de D. Pedro I (Imperador do Brasil) - "SE O POVO DESEJA EU FICO" - Com Davi, foi: "JÁ QUE O POVO QUER, EU VOLTO". 

                     "Vaidade, das vaidades; tudo é vaidade". Assim, disse o pregador! 

                     Então, diante disso tudo - com a oferta feita - ao parente Amassa, Davi castiga a desobediência e a petulância, do general Joab. Garantindo para si próprio, a fidelidade do exército de Israel. No entanto, Joab não era homem de aceitar facilmente, determinadas situações, contrárias ao seu planejamento pessoal. Não iria entregar facilmente, o seu posto a qualquer um. 

                     Então, inicia-se a marcha, rumo a travessia do Jordão. Este rio, tão importante! Seria novamente cenário, da reconciliação geral e sinal; da nova entrada de Davi no seu reino. (II Samuel, 19:1-16) 

                     Tudo que já foi narrado, a respeito das artimanhas malignas, do "deus" antropomórfico; pai da mentira e de todas as abominações. Foi para, distinguirmos, do verdadeiro e falso "deus"; que apresenta-se, como se fora o verdadeiro. Por isso, é chamado de pai da mentira e da enganação. SUA VERDADEIRA E ÚNICA INTENÇÃO, é a destruição dos planos, do Cristo Galáctico. Desde quando chegou na Terra, vindo deportado de Capela - para tentar enganar e escravizar - os demais deportados, que vieram também. 

                   Porém, temos que aprender, a separar o bem do mal - o joio do trigo - para que não sejamos enganados e seduzidos - pelas suas promessas materialistas; e assim, sequestrar as almas dos seres humanos. Todo cuidado é pouco, com este ser. Que um dia, poderá também, voltar ao convívio da luz. 

Continua.   

                       

                      

                      

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 120)

                                             - SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL - 

                      

                                Absalão, entra em Jerusalém, sem nenhuma resistência, pois Davi não estava lá. Seu pai queria - de todas as formas - evitar derramamento de sangue, entre seus familiares. Aquitofel - que antes foi conselheiro de Davi - aconselha Absalão, a deitar-se com todas as concubinas de seu pai - diante de todos os israelitas - para que fiquem sabendo, que rompera com Davi. Assim fez Absalão! Ao ar livre; para que todos vissem. 

                              O plano de Aquitofel, alia rapidez com cuidados. Davi demonstrou pela sua atitude - em abandonar a capital - que não desejava atritos violentos, com o filho rebelde. Então, faz-se necessário, atacar o rei, enquanto estiver cansado e antes que se organize e mude de ideia. 

                              O plano de Aquitofel, é não utilizar todo o exército que Absalão tem; e assim, agir com rapidez e segurança. Dando somente um - mas certeiro golpe - em Davi. Aproveitando as circunstâncias e a surpresa. 

                              Aquitofel disse a Absalão, que iria preparar doze mil homens, para atacar Davi, rapidamente. Surpreendendo-o e impedindo que se recomponha e revide. A proposta teve a aprovação do novo rei. Absalão, também manda reunir, todos os conselheiros de Iarael. Disse também, para chamar Cusai! O araquita; pois desejava ouvi-lo também. 

                              Cusai - espertamente coloca em xeque - os conselhos de Aquitofel. Alegando que Davi, era muito experiente em guerras e seus homens também. E, que Davi, sendo muito esperto, logicamente não estaria junto aos seus soldados. Ele certamente, estaria escondido, em alguma gruta da região. Pois, era muito experiente em fugas. 

                             Em sua fuga - juntamente com sua gente - Davi, atravessa o Jordão, durante toda a noite. Nesse ínterim, Aquitofel, ficando sabendo que seu plano fora substituído, volta para sua casa, faz um testamento, e depois enforca-se e morre. (II Samuel, 17:1-29) 

                             Davi, percebendo que não poderia evitar a luta, divide seu exército em três partes. Antes de partir para o combate, Davi, recomendou aos seus soldados, que não matem Absalão! Pois, o queria vivo. 

                             O exército de Davi, sai a campo, para enfrentar todo Israel. Porém, leva vantagem! Pela experiência em combates. O exército de Israel é derrotado, pelo exército armado e treinado, por Davi e seus comandantes. 

                              Sobre o fato de Absalão, ter os cabelos emaranhados nos galhos de uma árvore, é um tanto quanto, duvidoso; mesmo sendo a floresta expeça. Absalão morreu ao tentar uma fuga; dos soldados de seu pai. Eles não respeitaram a ordem do rei - em capturar vivo - seu filho rebelde. 

                             Coisa que seria muito fácil! Se o mesmo estivesse preso, pelos cabelos, aos galhos de uma árvore. 

                              Existe uma certa semelhança, entre a morte do primeiro filho de Davi com Betsaibá e com Absalão; ambos causaram muita tristeza ao rei. Porém, com a morte de Absalão, foi pior a amargura de Davi. Sendo que Absalão, era o filho que mais amava. 

                              Assim, aquela grande vitória, torna-se luto, em toda Israel. Pois, todos ficaram sabendo, que o rei chorou a morte, de seu filho amado. Nesse dia, os soldados entraram na cidade, acabrunhados; como se lamentassem pela vitória. 

                             Quem, realmente comemorou, foi o "deus" antropomórfico. Tudo caminhava como ele esperava.  

Continua. 

                             

terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 119)

                                  - SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL - 

                        

                                         Absalão - em sua ambição de suceder o pai - no trono de Israel, achava que Davi, estava retardando muito, a escolha do seu sucessor. Filho de Davi, com uma princesa estrangeira, é o primeiro na fila, por idade - visto que Amnon estava morto - e     Queleb desaparecido. Absalão temia que seu pai escolhesse outro - como por exemplo Salomão - seu irmão por parte de pai.  

                                       Então, Absalão, decidiu não ficar esperando que o destino cumprisse. Ele seria seu próprio destino. Podemos notar, que o "deus" antropomórfico aproveitando-se das fraquezas morais do jovem rebelde - principalmente de sua vaidade e ambição - envolve-o com seus tentáculos malignos, tornando-o seu escravo. 

                       Assim, dando andamento ao seu plano sombrio, Absalão reúne cinquenta homens, para escoltá-lo, posicionando-se a entrada de Jerusalém. E, convida a todos que porventura, haviam pedido audiência ao rei, interpelando-os; oferecia seus préstimos; como intermediário, junto ao rei. 

                      Então, dizia aos interessados: "Se, eu fosse Juiz em Israel, resolveria de pronto, seus problemas; pois suas causas são justas." Estava agindo, como verdadeiro político demagogo. 

                      Fazia isso, com todos que iam ao tribunal do rei! E, assim, ia ganhando a confiança dos israelitas. Depois de um certo tempo, dando andamento a segunda parte de seu plano, pede ao rei, autorização para ir a Hebron, cumprir uma promessa; que havia feito ao Senhor? Só poderia ser o "senhor" pai da enganação. Devido à sua subserviência ao pai da mentira. 

                      Indo a Hebrom, Absalão, manda avisar todas as tribos: "Quando ouvirem o som das trombetas, digam bem alto: Absalão é rei de Hebrom!" Esta cidade, foi bem escolhida para execução, do plano de Absalão. Davi, havia até então, tolerado as exigências do filho. Agora havia aceitado a falsa religiosidade - confiando no filho - não imaginando, que estava criando uma cobra em sua família. 

                     Hebrom, era a cidade natal do príncipe e onde Davi havia iniciado. Tinha sido preterida, com a preferência do rei, por Jerusalém. Mesmo assim, poderia atrair muitos clãs meridionais de Judá. Simultaneamente, Absalão, assegura a revolta no norte - entre todas as tribos - e então, encurralar Jerusalém e o rei. 

                   Junto a Absalão, encontravam-se figuras importantes - da corte de Davi - inclusive um conselheiro, do próprio rei; chamado Aquitofel. Cujo apoio era muito importante, pois suas palavras, eram consideradas como verdadeiro oráculo. (16:23) (Talvez um médium)

                 No entanto, talvez Absalão não tenha tido contato, com nenhum sacerdote. Nesse meio tempo, Davi tomando conhecimento, da gravidade da situação, decidiu sair de Jerusalém, com sua família - porém, a Arca da Aliança - ficaria na cidade. Juntamente com o rei, iriam os seiscentos companheiros que outrora, havia seguido-o, quando fugia de Saul. As suas concubinas, permaneceriam em Jerusalém, tomando conta do palácio. 

                Pensava ele que, se não partisse, temia haver um banho de sangue - entre sua própria família - e assim, preservaria a dinastia. Porém - os dois reinos - novamente estavam divididos; e seria muito difícil a sua unificação em uma só coroa. Uma guerra civil, estava prestes a ser estourada. Mesmo com apoio de Hebrom, Absalão não conseguiria evitar um conflito, entre os dois reinos. 

               O que seria muito ruim, para os israelitas. Porque seus inimigos, estariam observando o desenrolar, dos acontecimentos. Dependendo do desfecho, Israel, poderia ficar bastante enfraquecido. (II Samuel, 15:1-37)

Continua. 

                  

                     

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...