sábado, 12 de março de 2016

JOSUÉ -- A CONQUISTA DO SUL. POSTAGEM -- 3.

                 Adonisedec, rei de Jerusalém, ao saber que Josué tinha tomado Hai, (Josué, 8:1-29), ficou temeroso; porque os habitantes de uma grande cidade, chamada Gabaon, havia feito aliança com Israel. Por isso, Adonisedec, tenta aliar-se a cinco reis, contra os israelitas; Rei de Hebron, rei de Jamurte, rei de Laquis, rei de Eglon. (Josué, 10:1-5).
                Foi nesta batalha, que nasceu a lenda, que o sol e a lua, foram detidos, segundo consta no verso: "Sol, detém-te em Gibeão, e tu, lua, no vale de Aijalom. E o sol se deteve, e a lua parou até que o povo se vingou de seus inimigos." (Josué, 10:12-13).
                Mais uma vez afirmamos que, Deus não ab-roga (anula), a Lei imutável e perfeita, criada por ELe. Então, seria impossível, que, tanto o sol e a Lua, parassem de orbitar; se, isso ocorresse, todo o sistema solar entraria em colapso. Visto que todo o Universo, está em perfeita harmonia.
                Se ouve algum fenômeno, deve ter sido dentro das condições naturais. Como naquela época, a ciência meteorológica era praticamente nula, qualquer fenômeno normal, era tido como extraordinário.
               Existia uma vantagem, que deve ser considerada importante: Os israelitas eram o único povo que acreditavam em um Deus Único e verdadeiro; estavam cumprindo um objetivo previamente traçado pelo Cristo Planetário; e o cumprimento deste programa, era crucial para a evolução do próprio planeta. Portanto, não era apenas uma mera aventura de um povo que, antes havia sido escravo no Egito. Se os historiadores não deram a devida importância a estes acontecimentos, foi porque a visão materialista, assim impediu.
             Os povos que antes habitavam Canaã, como já foi lembrado antes, tiveram sua oportunidade de honrar a terra que lhes fora oferecida pelo Cristo Planetário, em nome do Criador. O que fizeram? Desonraram a preciosa oportunidade de evoluir, na paz e misericórdia do Senhor; ao manchar a terra com sangue das vítimas de suas torpezas; praticando as piores blasfêmias contra o Criador. Por isso, perderam o direito a "Terra Prometida."
           O que estava em questão, não era somente um local geográfico; mas principalmente, uma conquista moral; a renovação espiritual de um povo, que se propos a cumprir a aliança feita com o Cristo Planetário. Era a base para no futuro, a Terra receber a segunda revelação, com a vinda do próprio Cristo Planetário.
         Citaremos à análise consciente de Paulo, a respeito dessa aliança: "Porque, se aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, de maneira alguma estaria sendo buscado um lugar para a segunda...Eis aí vêm dias, dis o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá...Quando ele diz Nova, torna antiquada a primeira. Ora, aquilo que se torna antiquado e envelhecido está prestes a desaparecer." (Hebreus, 8:1-13).
        Foi exatamente isso que o Cristo ensinou, e a maioria dos judeus não quiseram entender. A evolução não pode parar; é o "atrito" útil, que  todo ser humano deveria se esforçar em realizar. Como ensina Jesus.

sexta-feira, 11 de março de 2016

JOSUÉ -- A DESTRUIÇÃO DE JERICÓ -- POSTAGEM -- 2.

"Vós, pois, todos os homens de guerra rodeareis a cidade, cercando-a uma vez; assim fareis por sete dias. Sete sacerdotes levarão sete trombetas de chifre de carneiro adiante da arca da aliança; no sétimo dia, rodeareis a cidade sete vezes, os sacerdotes tocarão as trombetas." (Josué, 6:3-4, 5-21).
                   
                     Segundo pesquisas arqueológicas realizadas no local da antiga cidade, revelaram que, Jericó foi a cidade mais antiga do mundo. Foi encontrado também, restos de uma muralha, construída por volta do ano de 8000 antes de Cristo. Esta muralha tinha 2 metros de largura, com uma torre de 9 metros de altura.
                     A referida cidade foi destruída pela guerra inúmeras vezes, ao longo de sua história; mais precisamente, 17 vezes ela foi subjugada, destruída e reconstruída novamente. Em 1550 antes de Cristo, aconteceu sua destruição definitiva.
                    Então, como Josué conseguiu destruir as muralhas de Jericó? Foi um milagre? Não! Foi um fenômeno natural. Vamos analisar: Em primeiro lugar, as muralhas eram muito antigas; apesar de ser construída com pedra e betume.
                   Existe um fenômeno em determinados seres humanos, que a ciência, devido ao preconceito, ainda não se interessou em estudar, chamado "Mediunidade de Efeito Físico." São médiuns, que tem a capacidade de exalar o chamado, "Fluido Animalizado;" pois toda mediunidade é uma manifestação orgânica. Este tipo de mediunidade, é capaz de produzir efeitos materiais ostensivos; inclusive de interferir na matéria.
                Pois bem! O que achamos que tenha acontecido com as muralhas de Jericó, foi uma combinação de um fenômeno mediúnico; os fluidos exalados pelos médiuns, ou seja, o ectoplasma, na pessoa dos sacerdotes, aliado a chamada "ressonância" que é um fenômeno físico natural; causada pelo som das trombetas e pelos gritos de toda a congregação Israelita, quando lhes foi ordenado gritar no momento certo.
               O som das trombetas tiveram a mesma frequência das muralhas; e assim, elas não aguentando as vibrações, ruíram. Agora, como foi conseguida esta combinação de frequências, isso não sabemos. Uma ideia; talvez utilizando o ectoplasma, que é um fluido exalado através da ação mediúnica. Uma coisa está clara para nós; a ação dos Espíritos trabalhadores do Cristo Planetário, foi decisiva para o sucesso daquela empreitada.
                
                 
                  

quinta-feira, 10 de março de 2016

JOSUÉ -- A TRAVESSIA DO JORDÃO -- POSTAGEM -- 1.

                   Josué mandou que a arca da aliança fosse a frente, com doze varões; cada um das doze tribos de Israel. Aconteceu que, naquela época do ano, o rio transbordava em alguns locais, e outros, as águas eram rasas. Josué mandou que fossem colocadas no leito do rio, doze pedras representando as doze tribos de Israel.
                  Atravessar o Jordão, simbolicamente, não é somente a conquista de um local geográfico; mas principalmente uma travessia, do homem velho pecador para o homem  renovado, pelo Amor do Deus Único. No futuro distante, seria confirmado pela segunda revelação, no Amor de Jesus Cristo. "Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida...sabendo isso: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos..."(Romanos, 4-6).
                 "Então, lhes direi que as águas do Jordão foram cortadas diante da arca da aliança do Senhor; em passando ela, foram as águas do Jordão cortadas. Estas pedras serão, para sempre, por memorial aos filhos de Israel." (Josué, 4:7).
                   Na verdade, a terra de Canaã, foi libertada das iniquidades, as blasfêmias criminosas, que manchava o chão, com o sangue das vítimas sacrificadas a ídolos sanguinários; que não era outra coisa, se não, o fruto da ambição e ganância dos homens.
                 
                
                  

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...