sexta-feira, 7 de junho de 2024

A AÇAÕ DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO - (P - 159)

                              - SEGUNDO LIVRO DOS REIS - 

                          

                          O rei Josias, convocou todos os anciãos de Judá e Jerusalém. Depois foi até o templo - tendo partes dele reconstruídas - juntamente com a maioria dos judaítas, dos profetas, sacerdotes, além do povo - ricos e pobres - para que ouvissem a leitura do livro da Aliança. 

                          Depois da leitura do livro, o rei comprometeu-se - perante todos os presentes - a cumprir todos os preceitos contidos no livro. E, ainda exaltou todos a fazerem o mesmo, e horar o Deus Único. 

                          Ordenou que os sacerdotes tirassem do templo, todos os utensílios e imagens, dos "deuses" estranhos e abomináveis, que estivera ali há muitos anos. Josias agiu como se fora um mediador - tal qual Moisés e Josué - nos tempos antigos.  

                          A população escutava e louvava as narrativas, não por fé no Deus Único - pois muitos deles foram criados - ouvindo seus pais mencionarem sempre, os "deuses" de pedra. O medo de serem deportados - como escravos - para Babilônia, é que prevalecia entre eles. Este sim, seria o pior dos castigos para eles. 

                         Também - ordenou o rei - que destruíssem todos os símbolos astrais, utilizados em nome de entidades, representadas pelos astros e todo o exército do Céu. Principalmente de Baal. Tendo levado tudo, para ser queimado, na torrente de Cedron. Inclusive, ordenou que fosse demolido, os quartos existentes no templo, dedicado a chamada; "prostituição sagrada". Onde determinadas mulheres - teciam mantos - para a deusa Astarte. 

                         O culto aos astros, foi introduzido - sobe a pressão assíria - principalmente no reinado de Manassés. Todas as cinzas, desses objetos profanos, foram lançadas em valas comuns, em Cedron. Os sepulcros, foram considerados lugares profanos e reinos da morte. Este cerimonial, representava a morte dos ídolos e dos cultos. (Outras profanações, Isaias, 2:20).  

                        As queimadas nas torrentes - dos ídolos e utensílios - dá ideia de ritual (Matança dos sacerdotes de Baal) Reis, 18; e o assassinato em Dt. 21:1-9). 

                       Depois é mandado vir de todos os povoados de Judá - todos os sacerdotes - inclusive de Gaba até Bersabéia. Tendo profanado os lugares em que estes sacerdotes queimavam incensos. Também os Sátiros, não ficaram de fora, da reforma cultual, do rei Josias. Destruindo inclusive, o FORNO do vale de Ben-Enom, onde eram queimadas, as crianças, em nome da ABOMINAÇÃO, chamada Moloc. Que se tratava de "Tofet" (Significado depreciativo de tef = estufa); símbolo de local infernal. (Isaias, 30:33; Jr. 7:3-14) 

                       Então - estas medidas drásticas do rei Josias - demonstra seu interesse, em mudar radicalmente a questão cultual, estabelecida pelo "deus" antropomórfico - pai da enganação e de todas as abominações - através de seus escravos reencarnados. Estes foram principalmente o rei Manassés e seu pai Ezequias. Cujo principal motivo do pai da mentira, fora impedir o Programa do Cristo Galáctico - para o Bem Maior de toda a humanidade - obtivesse êxito. 

                       Josias - até aquele momento - ao realizar sua reforma, estava em sintonia com o Cristo Galáctico - representante do Deus Único - na Via Láctea. Mesmo ciente de tudo isso, o "deus" antropomórfico - com seu governo oculto - tentou e ainda tenta; enganar e escravizar os seres humanos. 

Continua.

                      

quinta-feira, 6 de junho de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 158)

                                  - SEGUNDO LIVRO DOS REIS - 

                  

                             A descoberta dos pergaminhos - contendo parte da Lei - foi um extraordinário acontecimento. O centro deste livro, Caps. (12-26) é como um código de leis, contendo explicações e exortações, que incorporam a uma série de outras tantas leis. 

                            O livro é apresentado em forma de um documento de aliança. Tendo uma introdução histórica e uma série de leis, indicações de bênçãos e maldições místicas. Os caps. (29-31) é apresentado a segunda aliança de Moab; já o item do cap. "27" traz uma referência a renovação da aliança em Siquém. 

                           Existem neste livro várias partes que são posteriores a Josias; e determinadas partes dele, pressupõe um desterro. Porém, não sendo possível determinação exatas. Havendo também, outras partes que analisam por exemplo, as questões políticas, religiosas e militares. 

                          No político, é apresentada a questão democrática; no religioso, determina uma centralização bastante rígida; e no campo militar, é renovada a questão da guerra santa. Também é bastante intolerante com os Cananeus. Já socialmente falando, os pergaminhos demonstram um profundo senso de justiça e fraternidade. 

                         É provável que a descoberta do livro, tenha sido acidentalmente. Foi guardado como documento de grande importância e de renovação; uma volta ao ideal antigo da aliança. Isso explica a indignação do rei Josias! Tendo sido criado, fora dos verdadeiros estatutos estabelecidos por Moisés. 

                       Josias, ainda teve o bom senso - ao mandar consultar o Senhor - através de uma médium. Assim, a profetisa Hulda, utilizando-se de suas faculdades mediúnicas, consulta um Espírito - enviado do Cristo Galáctico - para que todos ficassem cientes de suas responsabilidades, perante os acontecimentos vindouros - por terem durante muito tempo - violado as Leis do Deus Único. As consequências, da vinculação com o "deus" antropomórfico - pai da enganação - viria a galope. 

                      Os referidos pergaminhos, foram entregues por Elcias a outra autoridade de nome Safã; que leu os pergaminhos para o rei Josias, diante de sua estupefação e surpresa. O rei, ao tomar conhecimento de tudo, foi tomado de grande pânico. Rasgou suas vestes e pediu misericórdia ao Deus Único. 

                      Imediatamente, Josias manda que Hecias e Safã, fossem até um oráculo e consultassem o senhor. O mais curioso de tudo é que, ambos foram a procura de uma Pitonisa. Então, dirigiram-se ao bairro novo, em Jerusalém; onde morava uma profetisa com faculdades mediúnicas, de nome Hulda. 

                     Após a médium ter consultado o Espírito - oráculo - a mensagem recebida por ela, não é nada animadora. A médium, havia profetizado a desgraça de todos os judaitas. Tudo que fora lido para Josias de Judá - agora faziam sentido - era a concretização de tudo. Pois os Judaitas - tendo cometido vários crimes e todos os tipos de abominações - durante um longo tempo vinculados ao "deus" antropomórfico - em nome da adoração e sacrifícios aos "deuses" falsos. Não preservaram as Leis prescritas por Moisés; em nome do Deus Único e Verdadeiro. 

                      Tendo cometidos todos os tipos de abominações, em sintonia com o pai da mentira e da enganação, realizaram sacrifícios abomináveis. Em nome de entidades de pedra e madeira, fabricados por mãos humanas. Ensinaram seus filhos, que foram aquelas entidades inúteis e abomináveis, que os livraram da casa da servidão no Egito. E, assim criando gerações de almas; em sintonia e escravas, do "deus" antropomórfico - pai da mentira - e de todas as abominações. Fora gerações perdidas. Daí, o desespero, do rei Josias. 

                    Se - Judá e Jerusalém - haviam chegado aquela situação lastimável, foi o resultado ao merecer um "castigo" severo - Lei do Retorno - Lei Imutável do Criador. Preferindo vender suas almas, ao "deus" antropomórfico, que honrar o Deus Único. 

                    Cometendo até mesmo abominações - de sacrifícios humanos - onde assassinaram crianças e virgens. Em nome da luxúria e sadismo; prazeres mórbidos e demais abominações. Tudo que o pai da mentira e da enganação, ordenara aos seus escravos reencarnados fizessem. Eles o obedeceram prontamente. Qualquer semelhança com a realidade, não é mera coincidência.

                    Agora, iriam que enfrentar o resultado, daquela "semeadura maldita". (II Reis, 22:8-20)  

Continua.       





terça-feira, 4 de junho de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 157)

                                    - SEGUNDO LIVRO DOS REIS - 

                          

                            Manassés morreu e foi sepultado no jardim de seu palácio; o jardim de Oza. Seu filho Amon reinou em seu lugar. Amon tinha vinte e dois anos, quando subiu ao trono; tendo reinado durante dois anos apenas. 

                            O certo é que, não temos maiores informações a respeito de Manassés. Foi citado que em seu tempo, morrera Senaqueribe; sucedendo-lhe Asaradon e depois Assurbanipal. Tendo estes reis, feito campanhas vitoriosas contra seus inimigos. Podemos tomar como exemplo o Egito; que depois começou a erguer-se, sob o reinado de Psamético. 

                          Porém, a Assíria iniciou sua derrocada por dentro. O Livro de Crônicas (II Cr,33) fala de uma deportação de Manassés e sua suposta conversão. A mãe de Amon chamava-se Mesalemet; natural de Jeba. Este rei - em seu curto reinado - fez exatamente como seu pai. Ou seja, praticando as mesmas abominações contra o Deus Único; ao renegar as Leis estabelecidas por Moisés. Reinou em sintonia com o "deus" antropomórfico - pai da mentira - tornando-se também seu escravo. 

                         Chamando para si a revolta, dos próprios cortesãos; depois da conspiração contra o rei, o assassinaram em seu próprio palácio. No entanto, a população decidiu matar os conspiradores. Tendo estes nomeado seu filho Josias para substituí-lo. Logicamente que a população - em sua maioria - aprovava as atitudes de Amon. 

                        Ao assumir o trono que fora de seu pai, Josias encontra uma situação política, inteiramente diferente. A Assíria em plena decadência. O rei Assurbanipal, mais preocupado com sua biblioteca, que propriamente com conquistas. Era a preparação para uma época renovadora. 

                       Quem estava em expansão era o povo cita ou "bárbaros" citas; que assolavam a região norte, rumo ao ocidente. Os Medos - indo-europeus - tornaram-se uma ameaça. Na Babilônia, o arameu Nabopolassar, proclamou-se rei - iniciando um novo império - babilônico; e o Egito, torna-se novamente uma potência. 

                       Na época do reinado de Josias, acontece aqueda de Ninive; a capital assíria. Com a pressão de Medos e babilônios. Acontecimento profetizado por Naum. Depois da morte de Manassés, que havia proibido os profetas falar, estes voltaram a profetizar. Primeiro Safonias e logo em seguida Jeremias. 

                      O rei Josias, teve Jeremias para auxiliá-lo. Segundo o texto bíblico e narrativas históricas, Jeremias inicia-se como profeta e médium, em 627. Porém, não está claro a sua colaboração com este rei. 

                      Josias ficou na história, pela radical reforma cultual e pela sua morte trágica. A referida reforma religiosa - muito abrangente - devido a situação abominável a qual encontrava-se o seu reino. Isso aconteceu, quando Josias consolidava-se no trono e o partido pró-assírio, perdia prestígio; por motivos óbvios. 

                    Em seu reinado, foi descoberto os antigos pergaminhos; os quais continham parte das Leis que Moisés havia estabelecido. O Livro da Aliança é um fato extraordinário; acontecido durante o reinado de Josias. 

                    Provavelmente, tratava-se de uma versão anterior ao existente Deuteronômio. Foi encontrado pelo Sumo sacerdote Helcias; nos destroços do templo. Este acontecimento extraordinário, inspirado pelos abnegados mensageiros do Cristo Galáctico, encheu de ódio, o "deus" antropomórfico; por não poder prevê-lo.   

Continua.  

segunda-feira, 3 de junho de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 156)

                              - SEGUNDO LIVRO DOS REIS -  

                       

                               Ezequias morreu depois da retirada - inesperada do rei assírio - deixando Ezequias - como sucessor - seu filho Manasses. Este subiu ao trono de Judá, aos doze anos de idade. Foi um rei totalmente diferente de seu pai; fazendo tudo que fora abominação ao Deus Único. Juntamente com sua mãe, Hefsiba. Manassés, reinou em Jerusalém. 

                               Ezequias - que acreditava no Deus Único - reinou por trinta e cinco anos; já Manassés - que fora um rei ímpio - reinou durante sessenta e sete anos em Jerusalém. Fez tudo que o Senhor abominava. Sua alma foi escravizada pelo "deus" antropomórfico; pai da enganação e da mentira.

                              Tendo Manassés assumido o trono ainda menor de idade; logicamente teve um regente para auxiliá-lo. Não é informado pelo texto bíblico, se Manassés apostatou logo no início de seu reinado ou quando atingiu a maioridade. Então, podemos concluir que - as abominações praticadas - por este rei, tenham contribuído para a queda de Judá e também Jerusalém. É claro que levou algum tempo, para que isso acontecesse. Visto que os vizinhos de Judá, estavam em preparação - principalmente a Babilônia - para a queda e consequentemente o cativeiro, acontecessem. 

                            Manassés, violou todas as Leis estabelecidas por Moisés, durante seu reinado. Mesmo diante dos alertas, do profeta Isaias, com uma coragem inimaginável - para alguém de sua época - consegue demover Manasses de sua tenebrosa atitude, ao praticar todos os tipos de abominações. Levando a população de seu reino, a mergulhar em sombras espessas. Tendo superado até mesmo, Sodoma e Gomorra. 

                          Pela mediunidade do profeta Isaias, foram transmitidas as mensagens do Cristo Galáctico - representante do Deus Único na Terra - ao povo de Judá e ao seu rei. 

"Vou trazer sobre Jerusalém e Judá, uma catástrofe tão grande!  Que retumbará pelos ouvidos de todos que a ouvirem. Será estendido o cordel sobre Jerusalém, como fora feito em Samaria; e o mesmo nível que fora medida a dinastia de Acab. Rejeitarei o restante da herança, que será entregue aos inimigos.

                  Serão presos os despojos destes inimigos; pois fizeram as piores abominações, desrespeitando as Leis - ensinadas pelo meu servo Moisés - quando introduziram no templo, "deuses" de pedra e praticaram todo tipo de iniquidades. Desde que saíram do Egito até hoje; nunca vistas tamanhas abominações". (II Reis, 21:10-16)

                   Além de todas estas práticas, características do pai da mentira e da enganação, Manassés derramou sangue de pessoas, que somente desejavam adorar o Deus Único. Sem contar as abominações que o rei, obrigou a população a praticar; induzindo-os ao pecado abominável. 

                   Este fora o legado do rei Manassés de Judá! Deixando escravizar-se pelo "deus" antropomórfico - pai da mentira e de todas as abominações. Sendo também a ruína de todo o povo de Judá. Ao optar em vender sua alma, a este Dragão do mal. 

Continua.

                              

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...