- SEGUNDO LIVRO DOS REIS -
A descoberta dos pergaminhos - contendo parte da Lei - foi um extraordinário acontecimento. O centro deste livro, Caps. (12-26) é como um código de leis, contendo explicações e exortações, que incorporam a uma série de outras tantas leis.
O livro é apresentado em forma de um documento de aliança. Tendo uma introdução histórica e uma série de leis, indicações de bênçãos e maldições místicas. Os caps. (29-31) é apresentado a segunda aliança de Moab; já o item do cap. "27" traz uma referência a renovação da aliança em Siquém.
Existem neste livro várias partes que são posteriores a Josias; e determinadas partes dele, pressupõe um desterro. Porém, não sendo possível determinação exatas. Havendo também, outras partes que analisam por exemplo, as questões políticas, religiosas e militares.
No político, é apresentada a questão democrática; no religioso, determina uma centralização bastante rígida; e no campo militar, é renovada a questão da guerra santa. Também é bastante intolerante com os Cananeus. Já socialmente falando, os pergaminhos demonstram um profundo senso de justiça e fraternidade.
É provável que a descoberta do livro, tenha sido acidentalmente. Foi guardado como documento de grande importância e de renovação; uma volta ao ideal antigo da aliança. Isso explica a indignação do rei Josias! Tendo sido criado, fora dos verdadeiros estatutos estabelecidos por Moisés.
Josias, ainda teve o bom senso - ao mandar consultar o Senhor - através de uma médium. Assim, a profetisa Hulda, utilizando-se de suas faculdades mediúnicas, consulta um Espírito - enviado do Cristo Galáctico - para que todos ficassem cientes de suas responsabilidades, perante os acontecimentos vindouros - por terem durante muito tempo - violado as Leis do Deus Único. As consequências, da vinculação com o "deus" antropomórfico - pai da enganação - viria a galope.
Os referidos pergaminhos, foram entregues por Elcias a outra autoridade de nome Safã; que leu os pergaminhos para o rei Josias, diante de sua estupefação e surpresa. O rei, ao tomar conhecimento de tudo, foi tomado de grande pânico. Rasgou suas vestes e pediu misericórdia ao Deus Único.
Imediatamente, Josias manda que Hecias e Safã, fossem até um oráculo e consultassem o senhor. O mais curioso de tudo é que, ambos foram a procura de uma Pitonisa. Então, dirigiram-se ao bairro novo, em Jerusalém; onde morava uma profetisa com faculdades mediúnicas, de nome Hulda.
Após a médium ter consultado o Espírito - oráculo - a mensagem recebida por ela, não é nada animadora. A médium, havia profetizado a desgraça de todos os judaitas. Tudo que fora lido para Josias de Judá - agora faziam sentido - era a concretização de tudo. Pois os Judaitas - tendo cometido vários crimes e todos os tipos de abominações - durante um longo tempo vinculados ao "deus" antropomórfico - em nome da adoração e sacrifícios aos "deuses" falsos. Não preservaram as Leis prescritas por Moisés; em nome do Deus Único e Verdadeiro.
Tendo cometidos todos os tipos de abominações, em sintonia com o pai da mentira e da enganação, realizaram sacrifícios abomináveis. Em nome de entidades de pedra e madeira, fabricados por mãos humanas. Ensinaram seus filhos, que foram aquelas entidades inúteis e abomináveis, que os livraram da casa da servidão no Egito. E, assim criando gerações de almas; em sintonia e escravas, do "deus" antropomórfico - pai da mentira - e de todas as abominações. Fora gerações perdidas. Daí, o desespero, do rei Josias.
Se - Judá e Jerusalém - haviam chegado aquela situação lastimável, foi o resultado ao merecer um "castigo" severo - Lei do Retorno - Lei Imutável do Criador. Preferindo vender suas almas, ao "deus" antropomórfico, que honrar o Deus Único.
Cometendo até mesmo abominações - de sacrifícios humanos - onde assassinaram crianças e virgens. Em nome da luxúria e sadismo; prazeres mórbidos e demais abominações. Tudo que o pai da mentira e da enganação, ordenara aos seus escravos reencarnados fizessem. Eles o obedeceram prontamente. Qualquer semelhança com a realidade, não é mera coincidência.
Agora, iriam que enfrentar o resultado, daquela "semeadura maldita". (II Reis, 22:8-20)
Continua.
Nenhum comentário:
Postar um comentário