sexta-feira, 10 de novembro de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 84)

                                                          - LIVRO JUÍZES -  

                     

                           A solução que os israelitas encontraram para resolver o problema das mulheres benjaminitas - que permaneceriam solteiras - devido ao juramento equivocado, dos demais israelitas, seria durante a festa celebrada em Siló, ao Senhor. 

                           Propondo aos homens que raptassem as mulheres - cada um deles - que porventura estivessem na idade de casamento. Assim foi feito. Depois voltaram às suas respectivas casas. Casaram-se com as mulheres que haviam raptado e continuaram suas vidas. Naqueles tempos, não havia reis em Israel. Cada um fazia o que bem queria. (Juízes, 21:20-25)  

                          Não somente faziam o que bem queriam, como também, praticavam as mesmas abominações, que seus - agora vizinhos - e antigos habitantes de Canaã, sempre fizeram. Na verdade, se até mesmo Jerson - filho de Moisés - havia cedido às investidas, do "deus" antropomórfico - desvinculando-se do Deus Verdadeiro - e construindo "capelas" para cultuar estátuas, de falsos "deuses" de pedra. Que poderiam até mesmo, representar - além de figuras humanas - até de animais. 

                          Tamanha era a profanação a qual envolveram-se, que até "oráculos" eram consultados pelos israelitas. Quer seja, para solução de problemas da vida diária e até mesmo, quando estavam em batalhas na guerra; por exemplo. Como se o Deus Verdadeiro, o mesmo que havia tirado-os da casa da servidão no Egito, se prestasse a este tipo de abominação. 

                          Característica do "deus" antropomórfico; pai da mentira e de todas as abominações. A mesma antiga serpente! O Dragão do mal! Este ser abominável, está relacionado por João. (Apocalipse, 13:16-18)  

                           Como sendo a antiga serpente; o Dragão da maldade! Que foi libertada e já está ferindo os homens; por um curto período de tempo. Até que seja banida da Terra, para sempre. Segundo a narrativa apocalíptica, seu número é de um homem: "666". 

                           "Quem tiver entendimento, decifre o enigma. É o número de um homem."

                           Então, cada número "6" representa a "BAIXA condição" de um Espírito deportado do Planeta Capela e também o número de deportações que houvera sofrido; segundo a Lei Divina. Como é "666", refere-se a TRÊS DEPORTAÇÕES sofridas, por esta entidade do mal. Como é o "número de um homem", refere-se a Lúcifer. Que já está na sua TERCEIRA DEPORTAÇÃO. Porém - na Lei Divina - nenhuma ovelha se perde, ele também poderá voltar ao rebanho. Se, em algum tempo - pela saturação no mal - assim o desejar. 

6+6+6 = 18; 1+8 = "9" Sendo "9"; representativo da ESPIRITUALIZAÇÃO ELEVADA. Portanto, ao saturar de tanta maldade, esta "ovelha" desgarrada, poderá voltar ao rebanho do Bom Pastor. Pela Lei de Saturação. Que também é Lei Imutável do Altíssimo. Pois, abaixo do INEFÁVEL; tudo é MATÉRIA. 

Continua.   

quarta-feira, 8 de novembro de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 83)

                                                             - LIVRO JUÍZES - 

                   

                              Indignados com o que acontecera, com a mulher do Levita, na cidade de Gabaá, depois de todos terem visto os pedaços do corpo da mulher, espalhados por todos doze lugares diferentes; os israelitas pronunciaram-se a favor da vingança, contra os benjaminitas. Para isso, começaram a reunir combatentes em Israel. Segundo o levantamento, seriam em torno de quatrocentos mil homens recrutados entre as onze tribos. Visto que, da tribo de Benjamim, eram os homens que cometeram o odioso crime, contra a concubina do Levita, após violentarem-na e matá-la. 

                            Não nos cabe aqui, dar maiores detalhes da guerra. Visto que a mesma, encontra-se descrita, em todo o capítulo "20" deste livro. Apenas faremos uma referência, de como é a ação do "deus" antropomórfico; provocando todos que não mantinham a vigilância psíquica e espiritual. Porque, a muito tempo, não mais mantinham, a sintonia com o Deus Verdadeiro. Optaram em prestar culto, aos seus "deuses"! familiares, os quais eram representados, por uma estatueta e um éfode. Tendo sempre um Levita para oficiar o culto. 

                           E, tendo até mesmo um "oráculo"; que através do referido Levita - que era também um médium - cujas respostas, vinham através do próprio mediunismo do sacerdote. Tendo - na maior parte do tempo - e dependendo da qualidade moral do consulente, uma entidade espiritual sombria, enviada do "deus" antropomórfico, pai da mentira e de todas as abominações. Para dar as devidas respostas, segundo seus interesses diabólicos, desta antiga serpente do mal. 

                           Durante a guerra civil, acontecida entre os próprios irmãos israelitas, todos os interessados em vencê-la - em várias ocasiões - consultaram o referido oráculo. Prática comum e antiga, entre os povos que viviam em Canaã, antes da chegada dos israelitas. O verdadeiro culto ao Deus Único, havia - inclusive também - com o cisma criado mais tarde por Jeroboão - desviado o povo de Israel, a vincular-se ao pai da mentira e de todas as abominações. (Juízes, 20:2-48)   

                           O resultado foi um banho de sangue. Enquanto perdiam tempo com guerras, todo sistema agrícola, ficava relegado ao total abandono. Pois os israelitas, não possuíam um exército regular a disposição para o combate, sempre que necessário. Os mesmos homens que combatiam, também trabalhavam nas plantações; cuidavam de ovelhas, cabras e bovinos. 

                          Assim - pelas leis deles próprios - jurando não desposar - as mulheres do inimigo vencido, surge um grande problema, para os benjaminitas. As mulheres viúvas e solteiras - dos inimigos vencidos - ficariam sem marido para sempre. Então, encontraram a solução, do pior modo possível - como sempre sugestão do pai da mentira - o qual, o povo estava sintonizado. 

                        Foi durante uma festa ao "senhor" - celebrada todos os anos - em Siló, é que colocaram em prática, o plano maligno; para solucionar o problema, criado por eles mesmos. Devido a insensatez, de terem-se desvinculado, do Deus Verdadeiro, e imitando os povos idólatras de Canaã, também adorando ídolos de pedra. E, ainda por cima, pensando que era o Deus Verdadeiro. Sendo totalmente envolvidos, pelo poderoso magnetismo, do "deus" antropomórfico. Alguns dos homens - que não eram benjaminitas e solteiros - raptavam as mulheres desta a tribo, para serem suas esposas.  

                      Mesmo porque, o Deus Verdadeiro, jamais iria ficar à disposição, servindo de "oráculo", a homens dissolutos e ignorantes; e ainda com propósitos de vingança. 

Continua.

                          

terça-feira, 7 de novembro de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 82)

                                                           - LIVRO JUÍZES - 

                       

                                Em dado momento da noite, bateram na porta, do velho efraimita - algumas pessoas - dizendo para que abrissem e deixasse sair, o estrangeiro que estava dentro da casa. A intenção daquelas pessoas, era a de abusar, de todos os hospedes do velho anfitrião. Mesmo diante das rogativas do efraimita - para que desistissem - daquele ato bárbaro, recusaram-se em atendê-lo. Mesmo depois que este havia oferecido, a própria filha, àquelas pessoas, totalmente dominadas, pelo magnetismo sombrio, dos emissários do "deus" antropomórfico; pai da mentira e de todos os psicopatas e narcisistas. 

                                Então - em total desespero e covardia - o hóspede Levita, ofereceu aos ameaçadores habitantes do local, sua própria concubina. Abusaram dela a noite inteira! De madrugada, deixaram-na caída, à porta da casa do velho efraimita; totalmente sem vida. Mesmo assim, o Levita pegou sua mulher - mesmo estando morta - colocando-a no lombo do burro, partiu para o seu povoado. Chegando ao seu destino, o Levita - de posse de um facão - cortou a mulher em pedaços; depois, espalhou-os por todos os lugares possíveis. O comentário geral era que, jamais havia acontecido, algo semelhante em toda Israel, desde quando haviam saído do Egito. (Juízes, 19:22-30)  

                                 Moral da estória! Não foram estrangeiros que cometeram aquele ato de barbarismo animalesco, com aquela mulher. O Levita havia reusado a sugestão do seu servo, em pernoitar em terras dos jebuseus, pois desejava passar a noite em uma cidade israelita; que eram seus compatriotas. Foi a pior decisão que tivera na vida. Grande parte dos israelitas, nem lembravam-se mais das Leis e Estatutos, do Deus Verdadeiro. Muitos, já haviam absorvidos alguns dos costumes, dos povos que habitavam Canaã, antes de lá chegarem. Inclusive - até mesmo - algumas de suas abominações, proibidas pela Lei do Deus Único. A maioria possuía seu próprio "deus" familiar; representado por uma pequena estatueta e com um sacerdote, nomeado e investido, pelo chefe da família. 

                                 Nessa época, o "deus" antropomórfico, além de estimular esta prática, contrária a Lei do Deus Único, também havia incitado as pessoas que cometera - aquele ato abominável e animalesco - contra a concubina do Levita; assassinando-a em seguida. Isso já estava tornando-se ato contínuo, entre boa parte dos israelitas naqueles tempos sombrios. Sem a presença do Deus Vivo, na mente e nos corações dos israelitas. Porém, o Cristo de Deus, não os havia abandonado. Continuava atento e sem interferir, no livre arbítrio daquele povo. 

                                 Teriam que sorver os frutos amargos, resultantes da má semente que plantaram, ao longo do tempo. Semente esta, oferecida pelo "deus" antropomórfico - tendo sido aceita - por grande parte do povo israelita. Por descuido dos genitores - depois da conquista de Canaã - os filhos nascidos na nova terra, não tiveram a devida educação religiosa e cuidadosa instrução de vida. Sendo que, seus genitores, desvinculando-se do Deus Verdadeiro, entregaram suas almas e a própria psique, ao pai da mentira e de todas as abominações. 

                               Adotaram - como já foi dito anteriormente - os costumes e hábitos, daqueles povos idólatras; bem como, suas perversões e abominações. Além de seus falsos "deuses" de pedra. Então, uma juventude sem norte e ideal de vida, acabou adotando aquilo que estava pronto à sua frente. Sem a capacidade de analisar e muito menos de discernir, tornando-se presas fáceis, dos mensageiros sombrios, do "deus" antropomórfico, caindo em suas armadilhas diabólicas. Como tem acontecido na Terra, através das eras, com todos os povos e nações. 

                              No entanto, o corretivo para todos os israelitas, não tardaria a chegar; da pior maneira possível. UMA GUERRA FRATICIDA. Iriam aprender pela própria experiência. 

Continua. 


                                   

domingo, 5 de novembro de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TERESTAMENTO. (P - 81)

                                                 - LIVRO JUÍZES - 

                       

                             E, assim, o "deus" antropomórfico e pai da mentira e de todos os narcisistas e psicopatas, começou a escravizar, as almas dos israelitas. Instituindo entre eles, a crença e o culto, no chamado "deus" familiar. E, para tentar justificar esta prática - totalmente contrária ao Deus Único - de Abraão, Isaque e Jacó. Mudaram até o nome de Moisés para "Manassés"; acrescentando a letra "n". 

                           Durante até o exílio, talvez seja pela possível reforma cismática - introduzida por Jeroboão - que este tenha apoiado-se em um culto que já era praticado. Segundo a narrativa, o templo do Deus Único (Arca da Aliança) estava em um lugar chamado Silo. E, a estátua de Mica, também estava junto. (Juízes, 18:30)

                          - O CRIME DE GABAÁ - 

                         Esta narrativa bíblica, exemplifica o nível de animalidade, daqueles que uniram-se ao "deus" antropomórfico, pai da mentira e de todos os narcisistas e psicopatas. Não medindo as consequências, de seus atos abomináveis. Na localidade de Efraim, vivia um Levita, cuja concubina era originária de Belém de Judá. Esta mulher cometera infidelidade; e por isso, resolve voltar para a antiga casa, de seu pai em Belém. Seu companheiro, com saudades, decide ir a Belém - levando um servo e uma parelha de burros - na tentativa de trazer a mulher de volta.  

                        Tendo ficado três dias na casa do pai da mulher, o Levita resolveu partir após o almoço. Porém, o pai da mulher, convence o genro, a ficar mais uma noite em sua casa. E, no dia seguinte, o velho faz a mesma coisa com o genro; de maneira que o tempo foi passando; ficando o Levita, vários dias consecutivos. 

                       No sexto dia, o Levita - agora decidido a ir embora - levantou-se bem cedo, preparando tudo para partir. Depois de comer e beber, decide o Levita, que não poderia mais, adiar sua viagem. Porém, novamente foi assediado pelo sogro - e até mesmo pelo próprio servo - em desistir da partida; por já estar tarde para isso. 

                       No entanto, o Levita - agora decidido - não aceitando ambas as sugestões, partiu imediatamente. Caminharam e chegaram a uma localidade, denominada Jebus. (Jerusalém) Já era tarde, quando chegaram lá. O servo do Levita sugeriu que, ambos fossem para a cidade dos Jebuseus. Sugestão rejeitada pelo seu amo; pois não desejava pernoitar, em terras estranhas. Preferindo permanecer, em território israelita. 

                     Optando em passar a noite, em Gabaá ou Ramá. Após terem chegado em Gabaá de Benjamim, o Sol já estava se pondo. Tendo entrado no povoado, decidiram pernoitar na praça; visto que não conheciam ninguém, para pedir hospedagem. Até que um idoso, que também era estrangeiro na cidade, pois nascera em Efraim, portanto emigrante em Gabaá. Os habitantes daquela cidade, eram benjamitas. O referido ancião, convida-os para pernoitar em sua casa. Dando forragem aos burros; convidou seus hóspedes, para lavarem seus pés e alimentarem-se. Depois, foram servidos pelo bondoso anfitrião. (Juízes, 19:1-21)  

                    Tudo corria muito bem, quando um fato lamentável e terrível, aconteceu com aquele grupo pacífico e tranquilo. 

Continua. 

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...