Depois de conspirar as portas de entrada de Jerusalém contra seu pai, Absalão engana Davi, dizendo que precisa ir a Hebron, oferecer um sacrifício ao Senhor, como pagamento de uma promessa. Obtendo o consentimento do pai, Absalão novamente arquiteta um plano, para conspirar contra Davi, e assim, usurpar o trono de Israel. Para isso, espalha a notícia que, ao ouvir todos o som das trombetas, é sinal que, Absalão foi ungido rei em Judá, e de todo Israel.
Quando soube da notícia, Davi pensa que tudo estava consumado, e que seu filho Absalão fora mesmo aclamado rei; e por isso, decide fugir de Jerusalém. Absalão, além de traiçoeiro e covarde, não tinha nenhuma inteligência como estrategista; por isso, dependia dos conselhos de dois homens: Aitofel e Husai.
Aitofel aconselhou Absalão, a organizar 12.000 mil homens, e dar-lhe o comando; prometendo perseguir Davi e derrota-lo. No entanto. Husai falou diferente; disse ele a Absalão: "Bem conhece seu pai e seus homens, sabes que são valentes e destemidos. Seu pai é herói em Israel, e foi ungido pelo Senhor, e não passará a noite com o povo. Assim, reúna primeiro um grande exército, que você mesmo comandará; e então cairemos sobre eles como leões."
Secretamente disse Husai a Zadoque e a Abiatar, sacerdotes: "Assim e assim, aconselhou Aitofel a Absalão diante dos anciãos; Assim e assim, aconselhei também eu. Porém digo vos: "Mandai avisar Davi para que, não passe esta noite nos vaus do deserto, mas passa sem demora, ao outro lado, para que não seja destruído o rei e todo povo que está com ele." Então, rapidamente Davi e todo povo que o acompanha, atravessou o Jordão.
Sabendo Aitofel, que seus conselhos não foi seguido por Absalão, ao chegar em casa enforcou-se e morreu. Tendo Davi reunido o povo que estava com ele, contou-os, e separou aqueles que podiam pegar em armas para lutar. Depois disso, dividiu todo exército que dispunha em grupos, mandando cada grupo para lugares estratégicos. A batalha foi realizada nos bosques de Efraim.
O exército de Absalão, embora em grande número, não tinha a mesma energia e muito menos a legalidade; por isso, não lutavam com alma. Ao contrário, o exército comandado por Davi, além de ter corações de leão, eram comandados pelo herói que matara o gigante Golias; e que, também era o ungido do Senhor.
Com a derrota de seu numeroso exército, Absalão foge montado em um cavalo. Porém, ao passar por um espesso bosque, seus longos cabelos ficam presos nos galhos; ficando Absalão suspenso no ar, enquanto seu cavalo seguia adiante a galope. Um homem que passava pelo local, depois de presenciar a inusitada cena, vai ao encontro de Joabe, um dos comandados de Davi, e conta-lhe o que viu. Imediatamente Joabe vai até onde Absalão se encontrava preso pelos cabelos, matando-o com flechas.
Ao saber da morte de seu filho, Davi não conteve as lágrimas; e por muito tempo lamentava a morte de Absalão. Foi tão grande sua dor que, todo povo se envergonhou do que houvera feito. E também pranteava e lamentavam dizendo: "se ao menos Absalão não tivesse morrido, o rei não estaria com tão grande dor no coração." E assim, todos foram para suas casas lamentando e em grande tristeza.
Vendo toda a tristeza que tomara conta do povo e da casa do rei, Joabe reprova a atitude de Davi; fazendo com que o rei parasse com tantas lamentações, visto que, se morrera Absalão, fora devido a sua atitude traiçoeira e ambiciosa, contra a casa de Davi. Entendendo o rei que Joabe tinha razão, manda chamar o povo, e diante de todos, agradece a lealdade e promete voltar a Jerusalém e retomar suas atividades como rei.
Mas antes disso, Davi exige que um capricho seu seja satisfeito pelos sacerdotes e anciãos; que todos eles aprovem e insistam para que ele volte a Jerusalém. Ora os anciãos bem como, a maioria dos sacerdotes, silenciaram diante da atitude traiçoeira de Absalão. Depois da aprovação de todos, finalmente Davi retorna as suas atividades em Jerusalém.
Dois homens foram ao encontro de Davi, quando este se preparava com todo o povo para atravessar o Jordão de volta para Jerusalém. Melfibosete e Barzilai.
O primeiro era filho de Saul; homem que tinha um defeito físico, pois era coxo. Bajulador, Melfibosete saúda o rei, com toda aquela verborreia característica dos falsos amigos e bajuladores contumazes. Porém, Davi não se deixa enganar por aquela ave de rapina.
Já Barzilai, sustentara Davi e toda sua gente, enquanto estivera longe de Jerusalém; pois era um ancião muito rico e amigo sincero do rei. No entanto, Barzlai não pretendia seguir Davi até Jerusalém; alegando o peso da idade, o ancião pede ao rei, que o liberasse daquela honra. Tendo agradecido e abençoado Barzilai, Davi disse que faria tudo que fosse do agrado de Barzilai. Depois atravessou o Jordão com toda sua gente. (Cap. 15, 16, 17, 18, 19:1-43).
Quando soube da notícia, Davi pensa que tudo estava consumado, e que seu filho Absalão fora mesmo aclamado rei; e por isso, decide fugir de Jerusalém. Absalão, além de traiçoeiro e covarde, não tinha nenhuma inteligência como estrategista; por isso, dependia dos conselhos de dois homens: Aitofel e Husai.
Aitofel aconselhou Absalão, a organizar 12.000 mil homens, e dar-lhe o comando; prometendo perseguir Davi e derrota-lo. No entanto. Husai falou diferente; disse ele a Absalão: "Bem conhece seu pai e seus homens, sabes que são valentes e destemidos. Seu pai é herói em Israel, e foi ungido pelo Senhor, e não passará a noite com o povo. Assim, reúna primeiro um grande exército, que você mesmo comandará; e então cairemos sobre eles como leões."
Secretamente disse Husai a Zadoque e a Abiatar, sacerdotes: "Assim e assim, aconselhou Aitofel a Absalão diante dos anciãos; Assim e assim, aconselhei também eu. Porém digo vos: "Mandai avisar Davi para que, não passe esta noite nos vaus do deserto, mas passa sem demora, ao outro lado, para que não seja destruído o rei e todo povo que está com ele." Então, rapidamente Davi e todo povo que o acompanha, atravessou o Jordão.
Sabendo Aitofel, que seus conselhos não foi seguido por Absalão, ao chegar em casa enforcou-se e morreu. Tendo Davi reunido o povo que estava com ele, contou-os, e separou aqueles que podiam pegar em armas para lutar. Depois disso, dividiu todo exército que dispunha em grupos, mandando cada grupo para lugares estratégicos. A batalha foi realizada nos bosques de Efraim.
O exército de Absalão, embora em grande número, não tinha a mesma energia e muito menos a legalidade; por isso, não lutavam com alma. Ao contrário, o exército comandado por Davi, além de ter corações de leão, eram comandados pelo herói que matara o gigante Golias; e que, também era o ungido do Senhor.
Com a derrota de seu numeroso exército, Absalão foge montado em um cavalo. Porém, ao passar por um espesso bosque, seus longos cabelos ficam presos nos galhos; ficando Absalão suspenso no ar, enquanto seu cavalo seguia adiante a galope. Um homem que passava pelo local, depois de presenciar a inusitada cena, vai ao encontro de Joabe, um dos comandados de Davi, e conta-lhe o que viu. Imediatamente Joabe vai até onde Absalão se encontrava preso pelos cabelos, matando-o com flechas.
Ao saber da morte de seu filho, Davi não conteve as lágrimas; e por muito tempo lamentava a morte de Absalão. Foi tão grande sua dor que, todo povo se envergonhou do que houvera feito. E também pranteava e lamentavam dizendo: "se ao menos Absalão não tivesse morrido, o rei não estaria com tão grande dor no coração." E assim, todos foram para suas casas lamentando e em grande tristeza.
Vendo toda a tristeza que tomara conta do povo e da casa do rei, Joabe reprova a atitude de Davi; fazendo com que o rei parasse com tantas lamentações, visto que, se morrera Absalão, fora devido a sua atitude traiçoeira e ambiciosa, contra a casa de Davi. Entendendo o rei que Joabe tinha razão, manda chamar o povo, e diante de todos, agradece a lealdade e promete voltar a Jerusalém e retomar suas atividades como rei.
Mas antes disso, Davi exige que um capricho seu seja satisfeito pelos sacerdotes e anciãos; que todos eles aprovem e insistam para que ele volte a Jerusalém. Ora os anciãos bem como, a maioria dos sacerdotes, silenciaram diante da atitude traiçoeira de Absalão. Depois da aprovação de todos, finalmente Davi retorna as suas atividades em Jerusalém.
Dois homens foram ao encontro de Davi, quando este se preparava com todo o povo para atravessar o Jordão de volta para Jerusalém. Melfibosete e Barzilai.
O primeiro era filho de Saul; homem que tinha um defeito físico, pois era coxo. Bajulador, Melfibosete saúda o rei, com toda aquela verborreia característica dos falsos amigos e bajuladores contumazes. Porém, Davi não se deixa enganar por aquela ave de rapina.
Já Barzilai, sustentara Davi e toda sua gente, enquanto estivera longe de Jerusalém; pois era um ancião muito rico e amigo sincero do rei. No entanto, Barzlai não pretendia seguir Davi até Jerusalém; alegando o peso da idade, o ancião pede ao rei, que o liberasse daquela honra. Tendo agradecido e abençoado Barzilai, Davi disse que faria tudo que fosse do agrado de Barzilai. Depois atravessou o Jordão com toda sua gente. (Cap. 15, 16, 17, 18, 19:1-43).