Após o luto de Bate-Seba pela morte de Urias, Davi a toma como mulher; e ela lhe da um filho. No entanto, o Profeta Natã, é instruído pelos mensageiros do Cristo Planetário, a ir até Davi, e manifestar a ele toda a reprovação do Senhor, diante de tão grande pecado cometido pelo rei. Disse Natã que, o Senhor mandara dizer-lhe: Por que Davi violara a Lei? Ele não fora ungido para reinar, proteger Israel, cumprir o decálogo; e assim dar o exemplo de fé, obediência, e confiança no Deus Único? O Senhor não tornou fecunda e próspera a casa de Davi? Abençoando seu reinado; entregando em suas mãos os inimigos de Israel?
Mesmo assim, Davi pecara contra o Deus Único.
Por isso, ao se vincular ao mal, fazendo predominar a espada para satisfazer sua luxúria, Davi também sentiria na própria família, todo mal que infligiu ao semelhante. É a Lei de Causa e Efeito, reeducando as criaturas, através de suas próprias concupiscências.
Bate-Seba, dá um filho para Davi; no entanto este filho não consegue sobreviver e morre. Mais tarde, Bate-Seba fica grávida novamente; desta feita, seu filho nasce com saúde. Davi dá a esta criança o nome de Salomão. Este Espírito veio ao mundo, para também governar Israel. No reinado de Salomão, Israel conhece o auge do progresso e poderio. (Cap. 11, 12:1-25).
Na conquista da cidade de Rabá, capital dos amonitas. Davi humilha seu rei, tirando-lhe da cabeça, a coroa de ouro cravejada de pedras preciosas, pesando um talento. Depois, levou seus habitantes como escravo para Israel; obrigando-os a trabalhos forçados. Davi fez isso com todas as cidades conquistadas por ele.
A maldição parece que tomara conta da família do rei; pois Amnom, filho de Davi, ficou perdidamente apaixonado por Tamar; sua própria irmã. Tamar era uma jovem de grande beleza e formosura. Amnom no entanto, não conseguia controlar seus loucos desejos pela irmã; a ponto de não conseguir dormir, e nem se alimentar. "Tinha porém, Amnom um amigo cujo nome era Jonadabe, filho de Siméia, irmão de Davi; Jonadabe era um homem muito sagaz." (Cap. 13:3).
Este tal de Jonadabe, homem vinculado as piores trevas, descobrindo os desejos de Amnom, propôs-lhe uma artimanha para satisfazer seus instintos primitivos. Propôs Jonadabe, que Amnom fingisse estar doente. Pedindo que Tamar levasse-lhe alimento em seus aposentos; e assim, concretizasse ó diabólico plano proposto pelo "amigo."
Tamar na sua inocência, jamais suspeitou do obscuro desejo do irmão. Assim, ao se aproximar de Amnom com o vinho e o guisado que havia preparado, Tamar foi agarrada pelo irmão; que disse-lhe para ela se deitar com ele. Tamar assustada, com a inesperada atitude do irmão, ainda tentou argumentar que, aquilo não era costume em Israel; pois era contra a Lei do Deus Único, pois eram irmãos, e ela não poderia viver com tamanha vergonha. "E tu serias como um dos loucos de Israel. Agora, pois, peço-te que fales ao rei, porque não me negará a ti." Louco de desejo, Amnom não ouviu os argumentos da irmã. Agarrando-a com força, a estuprou.
Depois do ato de extrema violência, Amnom tomou aversão por Tamar; expulsando-a do seu aposento. Mandando que seu criado fechasse a porta após a saída da irmã. Absalão, logo percebeu o que se passara com Tamar sua irmã; porém aconselhou Tamar a ficar calada, não contando nada a Davi. Mas no seu íntimo, Absalão passou a odiar profundamente a Amnom.
Quando Davi soube o que fizera Amnom, teve grande ira; mas não tomou nenhuma atitude contra o filho. Havia passado dois anos do trágico acontecimento. Porém Absalão não havia esquecido, e nem seu ódio por Amnom havia aplacado. Era época da tosquia das ovelhas. Absalão decidiu fazer uma comemoração na sua propriedade; então, convidou Davi e todos os irmãos para comemorar juntos. Mas Davi recusou o convite; talvez prevendo algo ruim.
Mesmo assim, Absalão insistiu com o pai, para que ele mandasse então, todos os filhos para comemoração. Mesmo não gostando da ideia, Davi mandou que seus filhos fossem comemorar com Absalão. Na verdade, Absalão queria mesmo era o trono de Israel. Como Amnom era o primogênito do rei, seria o legítimo herdeiro do trono de Israel. Este era o verdadeiro motivo de Absalão para matar Amnom; ele estava interessado no trono de seu pai. A indignação de Absalão pelo estrupo de Tamar, era apenas uma desculpa. Ele arquitetara seu plano durante dois anos; esperava apenas uma oportunidade propícia, para colocar em ação seu covarde plano.
No dia da festa, Absalão manda que seus servos, sirvam bastante vinho a Amnom, até que ele ficasse embriagado e então, ordenou aos servos que fossem corajosos e liquidassem o irmão. Assim foi feito. Os demais irmãos de Absalão fugiram apavorados. Ao saber do acontecido, Davi muito se entristeceu; rasgando suas vestes e se lançou por terra. Tendo concretizado seu plano, Absalão foge para Talmai rei de Gesur. Permanecendo nesse lugar durante três anos.
Neste meio tempo, Absalão conseguiu apoio de Joabe, lugar tenente de Davi, para conseguir o perdão de Davi, enganando-o com uma artimanha. Então Joabe, conseguiu uma mulher aventureira, instruindo-a como deveria falar ao rei e com seus astutos argumentos, obter o juramento do rei; usando para isso, até mesmo a crença de Davi no Deus Único. No final, Davi permite que Absalão volte para Israel, com sua benção.
Absalão ainda não estava satisfeito; ele queria mais, queria o trono de Israel. Para isso, arrumou uma equipe de cinquenta pessoas, e ficou na metade do caminho que conduzia até Jerusalém, interpelando a todos que, tiveram seus pedidos negados pelo rei. Absalão então, apresentava-se como o "salvador da pátria" para todos que estavam insatisfeitos com as atitudes de Davi. (Cap. 13, 14, 15:1-18).
Mesmo assim, Davi pecara contra o Deus Único.
Por isso, ao se vincular ao mal, fazendo predominar a espada para satisfazer sua luxúria, Davi também sentiria na própria família, todo mal que infligiu ao semelhante. É a Lei de Causa e Efeito, reeducando as criaturas, através de suas próprias concupiscências.
Bate-Seba, dá um filho para Davi; no entanto este filho não consegue sobreviver e morre. Mais tarde, Bate-Seba fica grávida novamente; desta feita, seu filho nasce com saúde. Davi dá a esta criança o nome de Salomão. Este Espírito veio ao mundo, para também governar Israel. No reinado de Salomão, Israel conhece o auge do progresso e poderio. (Cap. 11, 12:1-25).
Na conquista da cidade de Rabá, capital dos amonitas. Davi humilha seu rei, tirando-lhe da cabeça, a coroa de ouro cravejada de pedras preciosas, pesando um talento. Depois, levou seus habitantes como escravo para Israel; obrigando-os a trabalhos forçados. Davi fez isso com todas as cidades conquistadas por ele.
A maldição parece que tomara conta da família do rei; pois Amnom, filho de Davi, ficou perdidamente apaixonado por Tamar; sua própria irmã. Tamar era uma jovem de grande beleza e formosura. Amnom no entanto, não conseguia controlar seus loucos desejos pela irmã; a ponto de não conseguir dormir, e nem se alimentar. "Tinha porém, Amnom um amigo cujo nome era Jonadabe, filho de Siméia, irmão de Davi; Jonadabe era um homem muito sagaz." (Cap. 13:3).
Este tal de Jonadabe, homem vinculado as piores trevas, descobrindo os desejos de Amnom, propôs-lhe uma artimanha para satisfazer seus instintos primitivos. Propôs Jonadabe, que Amnom fingisse estar doente. Pedindo que Tamar levasse-lhe alimento em seus aposentos; e assim, concretizasse ó diabólico plano proposto pelo "amigo."
Tamar na sua inocência, jamais suspeitou do obscuro desejo do irmão. Assim, ao se aproximar de Amnom com o vinho e o guisado que havia preparado, Tamar foi agarrada pelo irmão; que disse-lhe para ela se deitar com ele. Tamar assustada, com a inesperada atitude do irmão, ainda tentou argumentar que, aquilo não era costume em Israel; pois era contra a Lei do Deus Único, pois eram irmãos, e ela não poderia viver com tamanha vergonha. "E tu serias como um dos loucos de Israel. Agora, pois, peço-te que fales ao rei, porque não me negará a ti." Louco de desejo, Amnom não ouviu os argumentos da irmã. Agarrando-a com força, a estuprou.
Depois do ato de extrema violência, Amnom tomou aversão por Tamar; expulsando-a do seu aposento. Mandando que seu criado fechasse a porta após a saída da irmã. Absalão, logo percebeu o que se passara com Tamar sua irmã; porém aconselhou Tamar a ficar calada, não contando nada a Davi. Mas no seu íntimo, Absalão passou a odiar profundamente a Amnom.
Quando Davi soube o que fizera Amnom, teve grande ira; mas não tomou nenhuma atitude contra o filho. Havia passado dois anos do trágico acontecimento. Porém Absalão não havia esquecido, e nem seu ódio por Amnom havia aplacado. Era época da tosquia das ovelhas. Absalão decidiu fazer uma comemoração na sua propriedade; então, convidou Davi e todos os irmãos para comemorar juntos. Mas Davi recusou o convite; talvez prevendo algo ruim.
Mesmo assim, Absalão insistiu com o pai, para que ele mandasse então, todos os filhos para comemoração. Mesmo não gostando da ideia, Davi mandou que seus filhos fossem comemorar com Absalão. Na verdade, Absalão queria mesmo era o trono de Israel. Como Amnom era o primogênito do rei, seria o legítimo herdeiro do trono de Israel. Este era o verdadeiro motivo de Absalão para matar Amnom; ele estava interessado no trono de seu pai. A indignação de Absalão pelo estrupo de Tamar, era apenas uma desculpa. Ele arquitetara seu plano durante dois anos; esperava apenas uma oportunidade propícia, para colocar em ação seu covarde plano.
No dia da festa, Absalão manda que seus servos, sirvam bastante vinho a Amnom, até que ele ficasse embriagado e então, ordenou aos servos que fossem corajosos e liquidassem o irmão. Assim foi feito. Os demais irmãos de Absalão fugiram apavorados. Ao saber do acontecido, Davi muito se entristeceu; rasgando suas vestes e se lançou por terra. Tendo concretizado seu plano, Absalão foge para Talmai rei de Gesur. Permanecendo nesse lugar durante três anos.
Neste meio tempo, Absalão conseguiu apoio de Joabe, lugar tenente de Davi, para conseguir o perdão de Davi, enganando-o com uma artimanha. Então Joabe, conseguiu uma mulher aventureira, instruindo-a como deveria falar ao rei e com seus astutos argumentos, obter o juramento do rei; usando para isso, até mesmo a crença de Davi no Deus Único. No final, Davi permite que Absalão volte para Israel, com sua benção.
Absalão ainda não estava satisfeito; ele queria mais, queria o trono de Israel. Para isso, arrumou uma equipe de cinquenta pessoas, e ficou na metade do caminho que conduzia até Jerusalém, interpelando a todos que, tiveram seus pedidos negados pelo rei. Absalão então, apresentava-se como o "salvador da pátria" para todos que estavam insatisfeitos com as atitudes de Davi. (Cap. 13, 14, 15:1-18).
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