sábado, 20 de fevereiro de 2016

NÚMEROS --- POSTAGEM --- O VOTO DE NAZIREU --- 77.

                         Após a contagem dos filhos de Israel de 20 anos em diante, também os levitas foram contados da idade de 30 anos para cima.Total: 8.580.
                         Outro fato importante é a lei do Nazireado. Era um voto que poderia ser feito, tanto por homem ou mulher. Foi institucionalizado e regulamentado na Torá no Livro de Números, 6:1-21. O nazireu  deveria abster-se de comer certos alimentos, como carnes e bebidas fermentadas, manter-se mentalmente puro de pensamentos, jamais cortar os cabelos; e acima de tudo, seguir os mandamentos do Senhor. Jamais poderia manter contato com cadáveres, caso contrário, os dias de voto seriam considerados inválidos.
                      Alguns registros judaicos, dizem que a história ou origem da seita nazarita, na antiga Israel é obscura. Os registros judaicos também afirmam que, Lucas, 1:15 faz referência a este "voto." O termo "Nazareno" nada tem a ver com o Nazireado; o último membro desta seita, foi João Batista, e o mais famoso deles foi Sansão.
                    O simbolismo das 7 lâmpadas, faz uma referência aos "dias" da criação, que está em (Gênesis, 1:1-30, 2:1-3). (Números, 8:1-4).
                    Uma das principais celebrações feitas no deserto, foi a Páscoa. Para sempre ser lembrado a libertação da servidão no Egito; a longa peregrinação purificadora, e a liberdade em Canaã. (Números, 9:1-14).
                    Mais um fato intrigante, é a "Nuvem" que guiava os Israelitas no deserto; e que a noite se transformava em "coluna" de fogo. Em (I Coríntios, 10:2-13)  temos: "Tendo sidos batizados, assim na nuvem como no mar, com respeito a Moisés. Todos eles comeram de um só manjar espiritual, e beberam da mesma fonte espiritual, porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo..."
                   Magnífica explicação, esta que Paulo nos deixou. Fez um resumo de toda "peleja" moral dos Israelitas, durante 40 anos no deserto. Paulo nos mostra, as quedas morais do povo, traduzidas em abominações, blasfêmias, e outros tantos desatinos. O principal mesmo, é ter Paulo nos esclarecido que, o Bom Pastor jamais abandonou seu rebanho durante a dura travessia no deserto de sentimentos, para a Canaã da libertação.
                  Para muitos aquele fenômeno era apenas uma "nuvem" que causava temor; mas para os que tinham  olhos de ver, era a Luz Redentora que os guiava. Leiam o texto: (I Coríntios, 10:1-13).
                  
                   
                   
                   

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

NÚMEROS --- CONTINUAÇÃO --- POSTAGEM 76.

                       Algo importante a ser mencionado é que, os Levitas não são relacionados pelo senso; eles e os filhos de Arão, foram escolhidos para o serviço no tabernáculo. O tabernáculo somente poderá ser manipulado pelos Levitas. Quando o tabernáculo partia, os Levitas os desarmarão, quando a congregação acampava, os Levitas o montavam. (Números, 1:51).
                      Outro fato digno de ser lembrado, é a ordem das tribos no acampamento. "Os filhos de Israel assentarão as suas tendas, cada um debaixo da sua bandeira, segundo as insignias da casa de seus pais: ao redor, de fronte da tenda da congregação, assentarão as suas tendas." (Números, 1:2-34).
                      A lepra era uma doença muito comum naqueles tempos no deserto. Não sabiam como curar esta grave moléstia; portanto, a melhor maneira de evitar a contaminação, era isolar a pessoa doente, lançando-o fora do acampamento. Não só o leproso, mas também, toda pessoa considerada "imunda" pelas suas atitudes contrárias a Lei do Deus Único. Somente depois de se purificarem, através de um processo de reeducação moral, mediante resgate material, e físico (no caso de doença), poderiam voltar ao acampamento. (Números, 5:10). 
                  Também a mulher suspeita de adultério terá que se submeter a uma prova; quando não houver contra ela testemunha e quando não for pega em flagrante delito. (Números, 5:11- 31).
                  "Porque a terra que absorve a chuva que frequentemente cai  sobre ela e produz erva útil para aqueles por quem é também cultivada recebe benção de Deus; mas se produz espinhos e abrolhos, é rejeitada e perto está da maldição; e o seu fim é ser queimada." (Hebreus, 6:7-8).
                 
                  

                     

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

NÚMEROS --- INTRODUÇÃO E PRIMEIRAS CONSIDERAÇÕES --- POSTAGEM --- 75.

                    Quarto livro de Moisés. O nome "Números" faz uma referência ao censo realizado, para registro e contagem do povo Israelita durante a travessia no deserto; cada lugar, oasis e cada acampamento.
                    Este livro também descreve, além dos acampamentos, a ordem de marcha, sinais para as assembleias e acampamento, leis sobre quarentena, uso de trombetas e seu significado, separação das cidades para os levitas, ação contra idolatria, e cananeus, escolha das cidades de refúgio, instruções a respeito dos homicidas acidentais, e leis sobre herança e casamento.
                     No que dis respeito a religião, o grande organizador e orientador é o Deus Único"YHVH." O livro narra como o Deus Único organizou o povo hebreu em 12 tribos, iniciadas com os 12 filhos varões de Jacó, e como se transformaram numa assembleia. Com o passar do tempo, seriam denominados de filhos de Abraão, pela religião e espiritualidade; desde que, cumprissem a risca as Leis naturais do Criador, como disse João Batista: "E não presumais, de vós mesmos, dizendo: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que mesmo destas pedras Deus pode tirar delas, filhos a Abraão." (Mateus, 3:9).
                    A primeira providência do senso realizado por Moisés, a mando do Senhor, seria a seleção de Jovens, a partir dos vinte anos, com finalidade de se defenderem de povos agressivos (Números, 26:2). Ao contrário que a maioria das pessoas pensam, a primeira revelação não foi um "banho de sangue" desnecessário, a mando de um Deus enraivecido. Ao contrário das  opiniões desfavoráveis, Moisés era uma pessoa pacifica, que sempre evitava confusões desnecessárias, desviando sempre do confronto direto. "E era o varão Moisés muito manso, mais do que todos os homens que havia na terra." (Números, 12:3).
                  Foi determinado, que cada chefe de família, estaria ao lado de Moisés e Arão, para ajudar no senso. (Números, 1:4). O número total da congregação era: 603.550 homens aptos para defesa de toda congregação. (Números, 1:46).
                 
                 
                 
                   

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

LEVÍTICO --- ESCLARECIMENTOS --- POSTAGEM --- 74.

                   O nome Levítico foi tirado da obra dos Septuagintas (Texto traduzido para o grego) e significa levitas. Os chamados Levitas eram descendentes de Levi, filho de Jacó e Lia ou Léia; que foram preparados para servir no trabalho religioso, do Deus Único. Não confundir com os filhos de Arão.
                  Este livro fala sobre a normatização do culto; a formação de toda uma liturgia religiosa, para que todo povo seguisse e respeitasse. Um dos principais temas do Levítico, dis respeito ao sacrifício pela expiação das  faltas cometidas pelos Israelitas ou estrangeiro, que por ventura estiver entre eles.
                 A  melhor representação desse sacrifício, chamava-se holocausto. Alguns afirmam que o holocausto foi a forma mais antiga de sacrifício de compensação. Este termo demonstra como era feita a "oferta de ascensão," ou aquela que sobe. O animal era escolhido, sendo um macho sem manchas. Vários eram permitidos, segundo a situação financeira de quem fazia a oferta. A oferenda era completamente queimada no altar, e a fumaça subia em direção aos céus.
               Para aqueles que não tinham um animal para a oferta, oferecia-se cereais; que também eram queimados. Naturalmente que era um tipo mais barato de oferta. Séculos mais tarde, com a vinda de Jesus, a questão do sacrifício torna-se moral.
              As oferendas, seriam o sacrifício de nosso bem estar em prol do próximo; o altar, o nosso coração. "Amá-lo de todo coração, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, é mais do que todos os holocaustos e sacrifícios." (Marcos, 12:33).
            Paulo também exalta outro sacrifício importante pela redenção dos homens: "Mas Deus demonstra seu Amor por nós; Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores." (Romanos, 5:8).
            No entanto, a melhor definição do sacrifício na segunda revelação, e a de Jesus: "Portanto, ide aprender o que significa isto: Misericórdia quero, e não sacrifícios. Pois não vim resgatar justos e sim pecadores." (Mateus, 9:13).
            Portanto, tudo teve um princípio. Tal qual o deserto árido, no qual os filhos de Israel atravessavam, assim era também seus corações. Muito "burilamento," foi necessário para que aquelas almas empedernidas, no futuro distante se conscientizasse do verdadeiro sacrifício agradável ao Senhor.
           
             
              

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

ÊXODO --- O ROSTO DE MOISÉS RESPLANDESSE --- POSTAGEM --- 73.

"E, ali esteve com o Senhor 40 dias e 40 noites; não comeu pão, nem bebeu água; e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as dez palavras." (Êxodo, 34:28).
                         Seguia a congregação através do deserto escaldante, que queimava não somente a pele, mas também, depurava rancores, ódios e vícios de toda  espécie. O rigor da Lei, disciplinava os sentidos, a terra inóspita com suas perigosas armadilhas, disciplinava a mente e adestrava o corpo do povo hebreu. Canaã, era lembrada o tempo todo; era a mola mestra, que os impulsionava a seguir sempre em frente.
                         O importante é lembrar, do legado que aquele povo deixou para as futuras gerações. Aqueles que tinham "Canaã" em seus corações, vendo a "Terra Prometida," não somente como uma conquista  material, mas principalmente como uma renovação espiritual; aprendendo amar a Deus sobre todas as coisas, e fazer sempre a sua soberana vontade; conquistaram a verdadeira Canaã.
                        Estes colheram frutos, 10 por 100 e 100 por 1000. Sabendo preparar seus corações, receberam todas as bênçãos prometidas pelo Senhor. "...farei maravilhas que nunca se fizeram em toda terra..." (Êxodo, 34:10).
                        As maiores maravilhas, o Deus único opera nos corações dos homens de boa vontade! Porque é um Deus Soberanamente Bom e Justo; Criador de todas as coisas; Pai de todos indistintamente. Os outros povos, preferiram acreditar em "deuses" de pedra.
                       Estes que conquistaram a Canaã do coração, no futuro distante, receberam a segunda revelação com grande alegria e amor no coração, abrindo as portas para Jesus. Mais adiante, no futuro ainda mais distante, ei-los novamente de volta; agora como mensageiros do Cristo, anunciando a terceira revelação, o Consolador prometido por Jesus; a Doutrina dos Espíritos.
                      "Ainda tenho muito a vos dizer, mas vós não podeis entender agora. Mas, quando vier aquele Espírito da verdade, ele vos guiará em toda verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu; por isso vos disse que há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar." (João, 16:12-13-14-15).
                       No entanto, existe também, o outro lado da "moeda;" o lado sombrio e tenebroso, e porque não dizer, diabólico do ser humano. Estes formavam a maioria dos que cruzaram o deserto; mas o Senhor é Misericordioso, por isso deixou que permanecessem na congregação, para que aprendessem com os justos. Somente quando ameaçassem o Programa do Cristo, como no episódio do bezerro de ouro, é que eram expulsos do grupo. Mesmo assim, o Bom Pastor jamais os abandonou.
                       Porém, mesmo tendo recebido a  misericórdia do Senhor, muitos destes Espíritos voltaram a violar a Lei natural.  Na segunda revelação, com sentimento de vingança e muito ódio no coração, crucificaram Jesus. Agora em pleno século XXI, ei-los novamente na carne; desprezando as oportunidades recebida, do coração misericordioso do Cristo Planetário, para reeducar seus sentimentos, novamente espalham, terror, destruição, morte; e todo tipo de vícios, e as mais terríveis abominações, em um frenesi de insanidades jamais vistas em tempo algum. Mas não temam! O Cristo Planetário, está no controle de tudo como sempre esteve; assim eternamente será a vontade do Deus Único.
                      "Quando Moisés desceu do monte Sinai, tendo nas mãos as tábuas da lei, não sabia que a pele de seu rosto resplandecia, depois de haver falado com o Senhor..." (Êxodo, 34:29-35).
                        Em (Paulo, II Aos Coríntios, 3:13-18) encontramos: "E não somos como Moisés, que punha véu sobre a face, para que  os filhos de Israel não atentassem na terminação do que desvanecia. E que todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito."
                       "Olhando Arão, e toda congregação para Moisés, vendo que seu rosto brilhava, temeram chegar perto dele." (Êxodo, 34:30).
                        Citei Paulo II aos Coríntios, porque é uma visão a qual concordo. Mas no texto do livro êxodo, dis também que o povo temia se aproximar de Moisés; inclusive o próprio Arão. Talvez porque, as entidades sombrias que acompanhavam as pessoas que "olhavam" para Moisés,  enxergavam, não o que pensavam ser, mas como realmente eram. Como a "bruxa má" na fábula da Branca de neve: "espelho...espelho meu..." Quando cai a máscara, é impossível esconder a realidade que incomoda, causa vergonha, e até mesmo pavor.
                      
                    
                      
                       

ÊXODO -- DEUS FAZ UMA ALIANÇA COM O POVO. --- POSTAGEM --- 72.

"Pois Moisés dissera: Consagrai-vos, hoje, ao Senhor; cada um contra o seu filho e contra o seu irmão, para que ELe vos conceda, hoje, benção." (Êxodo, 32:29).
                      Este foi o alerta de Moisés, para toda a congregação; e este aviso, fora feito antes daquele triste episódio. Embora , umas 3.000 pessoas  tenham se deixado envolver diretamente, naquele festim diabólico, o restante da congregação, indiretamente concordara, a partir do momento em que se omitiram em dar apoio a Arão.
                     Esta consagração que Moisés se refere, é manter-se longe e resguardado, de qualquer e de todas as influências do mal. Mesmo que um membro de nossa família, pai, mãe, filhos; se afaste ou renegue a Lei de Deus, não podemos nos deixar influenciar, pelas Potestades malignas. Em primeiro lugar, o perdão de nós próprios. No futuro, depois da saturação no mal, possamos reencontrar nossos entes queridos redimidos na misericórdia de Deus.
                    Aqueles que se entregaram totalmente aos domínios do mal, deixando o seu "lado" sombra leva-los a praticar as mais terríveis abominações, não tinha a mínima condição, moral e psicológica, para permanecer na congregação. Moisés foi muito paciente com aquele grupo de almas infelizes, e totalmente dominadas por Espíritos diabólicos. O que aconteceu com eles, foi a Lei de Justiça. 
                   Depois de todos aqueles acontecimentos, Moisés sobe novamente ao Monte, por ordem do Senhor; desta feita, inteiramente só. No cume do monte Sinai, o enviado do Cristo Planetário, de joelhos e com o coração oprimido pela dor, roga ao Senhor, o perdão para o seu povo. Embora sabendo Moisés que aquele povo, recém saído da casa da servidão no Egito, fosse de dura cerviz, mesmo assim, orou com toda força de seu extraordinário coração.
                  Faz-se então a aliança entre a congregação Israelita, e o Deus Único. Uma nova fase do Programa do Cristo Planetário tem início. Moisés recebe novamente as "Tábuas da Lei", e novos e rígidos códigos de lei, para serem cumpridos por todo povo hebreu, daquela data em diante.
                 "Então, disse: Eis que faço uma aliança; diante de todo seu povo; farei maravilhas que nunca se fizeram em toda terra, nem entre nação alguma, de maneira que todo este povo, em cujo meio tu estás, veja a obra do Senhor; pois coisa terrível é o que faço contigo." (Êxodo, 34:10-17).
                 Paulo esclarece: (Hebreus, 8:7). "Porque, se aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, de maneira alguma estaria sendo buscado lugar para uma segunda."
                     
                  
                    

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

ÊXODO -- MOISÉS MANDA MATAR OS IDÓLOTRAS -- POSTAGEM --- 71.

                             Voltando a idolatria praticada pelo povo no deserto, temos que levar em conta vários fatores. A maioria dos cristãos conheceram o livro Êxodo, através de uma leitura rápida na Bíblia, ou de filmes; as versões cinematográficas, não retratam a realidade, preferindo uma versão mais romanceada das passagens bíblicas.
                             Imaginemos, um grande número de pessoas, o maior já visto na época, vagando no deserto! A situação daquele povo, depois de vários meses, era muito difícil; por mais cuidados que tivessem, alguns objetos, roupas, e outros utensílios de curta duração, não resistiriam durante 40 anos de uso constante. 
                           E o deserto, não é um lugar qualquer! É extremamente inóspito e perigoso. Não se encontra facilmente,   numa região daquelas, onde falta praticamente tudo, artigos de primeira necessidade. Naturalmente que, de vez em quando, eles encontravam com caravanas de "comerciantes" que poderiam abastece-los; porém, devido ao grande número de pessoas acredito que, as caravanas nunca tinham o suficiente para abastecer as necessidades de toda aquela gente. Mesmo porque, as caravanas que atravessavam o deserto, não eram tão grande assim, e nem sempre a congregação Israelita, estava na mesma rota dos comerciantes.
                        Acreditamos que, quando chegaram a Canaã, eram um exército de famintos e maltrapilhos. Se não fosse a misericordiosa assistência do Cristo Planetário, aquele povo jamais teria conseguido terminar a difícil jornada para libertação.
                       "Vendo Moisés que o povo estava desenfreado, pois Arão os deixara a solta para vergonha no meio dos seus inimigos, pôs-se em pé à entrada do arraial e disse: Quem é do Senhor venha até mim. Então, se ajuntaram a ele todos os filhos de Levi." (Êxodo, 32:25-35).
                       Grande número de pessoas, dançavam e praticavam abominações ao redor do bezerro de ouro.
                       Moisés atirou contra a estátua de ouro, na forma de um bovino, as tábuas da Lei; destruindo o símbolo da idolatria. Assim teve início a matança. Os filhos de Levi passaram a fio de espada, em torno de 3.000 mil pessoas; por ordem de Moisés.
                      Sim! Estes que morreram, não tinha a mínima condição de permanecer na congregação; sua sintonia era outra.
                      "Se, pois, se tornou firme a palavra falada por meio de anjos, e toda transgressão ou desobediência recebeu justo castigo." (Hebreus, 2:2).
                     
                      
                       
                         

domingo, 14 de fevereiro de 2016

ÊXODO -- O BEZERRO DE OURO -- POSTAGEM -- 70.

                    Moisés tendo subido ao monte para receber as "tábuas" da Lei, permaneceu afastado do acampamento durante 40 dias 40 noites. Toda congregação Israelita, não sabendo o que fazer, começou a inquietar-se; como sempre existiram aquelas criaturas ligadas ao mal, aproveitaram da situação para instigar todo o povo, a práticas abomináveis. Os inimigos de Moisés, levantaram suspeitas, dizendo que ele tinha abandonado todo povo no deserto. Os mais exaltados foram exigir que Arão tomasse alguma atitude.
                   Na verdade, Arão teve medo daquela turba descontrolada; ele bem conhecia, o que poderia lhe acontecer se os desagradasse. A maioria pedia-lhe explicações que ele não sabia dar; além do mais, o próprio Arão estava inseguro, e cheio de dúvidas. Por que Moisés tardava em voltar? Para piorar as coisas, Josué estava com Moisés. Arão sentia-se abandonado, e com muito medo; não sabia o que fazer para acalmar a multidão exaltada e embriagada por todo tipo de vícios.
                  Todos gritavam e pedia-lhe, que ele fizesse a imagem de um deus! Queriam  ver, tocar com as mãos; e até mesmo cheirar  aquele que, na imaginação doentia, e embriagada pela satisfação de seus sentidos viciados, tinha libertado todos eles. Não podiam aceitar um Deus que não tivesse forma.
                 Foi então que Arão teve uma ideia; pediu a todos que lhe dessem, todo objeto de ouro que estivessem usando. Com todos os anéis, pulseiras, colares, brincos; Arão derreteu, e atirou no fogo, aquela "bola" maciça de ouro.
                 Arão agiu como que, guiado por uma força poderosa. Primeiro, ouviu uma voz na sua mente, dizendo-lhe que pedisse àquelas pessoas enfurecidas, seus objetos de ouro; logo em seguida, a vontade incontrolável em derreter todos os objetos, e atirar no fogo, o ouro derretido. O próprio Arão se surpreendeu, quando viu surgir entre as chamas, um "bezerro de ouro."
               A turba enlouquecida gritava: "Este é o deus que nos tirou do Egito!"
               A congregação viu surgir diante deles a forma  pensamento que, alguns ainda insistiam em alimentar. Como disse o Mestre: "Onde estiver seu tesouro, aí estará também seu coração." (Mateus, 6:21).
              Arão bem podia rogar a Deus, que lhe inspirasse uma solução; certamente seria atendido, pois seu pedido era justo. No entanto deixou-se dominar pelo medo; e emocionalmente abalado, também não pode controlar a sua mediunidade de efeito físico. Quando o médium não está sintonizado com as forças do bem, através da oração e das atitudes, é governado pelo mal.
            Mas nem por isso, devemos culpar Arão pelo que aconteceu, e pelo que viria depois. Todos nós estamos sujeitos a erros na medida que não vigiamos. Os que caíram no deserto, estes é que, devem assumir as consequências de suas atitudes.
           "E contra quem se indignou por quarenta anos? Não foi contra os que pecaram, cujos cadáveres caíram no deserto?" (Hebreus, 3:17).
             

                 
                  

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...