quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTRROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 123)

                           - SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL - 

                         

                         Continuando a perseguição, ao revoltoso Seba, Joab, vai até um lugar chamado "Prado de Bet". Onde Seba escondeu em uma muralha. A população aliada ao revoltoso, recusa-se a render-se ao general Joab. Até que aconteceu um fato inesperado. 

                         Uma mulher - chama Joab - e lhe diz: "Somos israelitas! Pretendes destruir uma Capital de Israel?" Continuando, a mulher falou insinuando: "Nós te jogaremos a cabeça de Seba pela muralha". Com sua perspicácia, ela convence o povo. Decapitaram Sebe e jogaram sua cabeça pela muralha. Joab, tocou a trombeta e partiu com seu exército. (II Samuel, 20:1-25)   

                         Depois disso, houve mais um fato intrigante e selvagem, envolvendo um povo chamado Gabaonitas. Este povo, era uma parte da população Cananéia, que foi incorporada pacificamente, aos novos habitantes israelitas. Eram aliados aos israelitas. Saul, em sua esquizofrenia e fanatismo, havia cometido um crime grave; contra o direito dessa gente. 

                       Por isso, esse povo exigiu de Davi, uma reparação; da parte da família, de Saul. O que não é nada justo, que os descendentes de Saul, paguem pelo seu erro. A absurda exigência dos Gabaonitas, fora que Davi, entregasse-lhes, sete membros da família de Saul, para serem empalhados por eles - como vingança - pela atitude de Saul, tentar exterminá-los, quando foi rei em Israel. 

                       Este ato - certamente - não foi instituído, pelo Deus Único. Era - com certeza - um resquício - das práticas e abominações, dos povos idólatras de Canaã; que ainda persistiam entre os Gabaonitas. Embora Davi, tenha perdoado a vida de Meribaal - filho de Jônatas - devido ao pacto que fizera com o amigo, entregou sete dos descendentes de Saul a morte, por algo que não cometeram. Pelo menos naquela reencarnação. 

                       Em alguns casos, poderia aceitar uma compensação em dinheiro. Porém, naquele caso específico, a exigência foi macabra. A narrativa, era que, o "Senhor" havia interferido, para que fosse daquela forma. Essa intervenção, poderia significar a Lei de Causa e Efeito; Lei Imutável do Criador. Certamente que os setes, que foram mortos, pelos Gabaonitas, eram infratores da Lei do Retorno. Quando em reencarnações passadas, abusando do direito de arbitrar, violaram as Leis do Criador. 

                       Pois - em sua ignorância - aquele povo, ainda não tinham condições psíquicas, e nem evolução espiritual, para o entendimento das questões morais. Estavam entre os israelitas, justamente para aprenderem a adorar um Deus Único e Verdadeiro, Justo e Bom. Porém, ainda mantinham o misticismo, de seus antigos deuses de pedra. Embora, isso não os isentasse da responsabilidade, daquele ato bárbaro e demais abominações. Naturalmente sugeridas pelo "deus" antropomórfico - no oráculo consultado - pelos Gabaonitas; devida a Lei de Atração dos semelhantes. 

                      O certo é que, a Lei estabelecida por Moisés, era disciplinadora; justamente para que se evitasse este tipo de abominação mística; típica dos "deuses" de pedra. Os quais foram criados, pelo pai da mentira e da enganação, para escravizar os seres humanos. Embora, possamos ver isso também, em: (Deuteronômio, 21:22-23) 

                     Onde os corpos das vítimas, eram recolhidas, antes do pôr do Sol; depois de terem permanecidos, à mercê de aves e das feras. Os cadáveres dos justiçados, eram sepultados em vala comum.  Todos os descendentes de Saul, foram sepultados, no território de Benjamin, em Sela; na sepultura de Cis. Cumprindo a ordem de Davi. (II Samuel, 21:1-14)  

Continua. 

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 122)

                                        - SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL - 

                   

                         Todo o povo - juntamente com o rei - atravessou o Jordão. Davi convida Barzelai - um velho provedor - e de boa posição social. Porém, o ancião alegando idade avançada, já não teria condições adequadas, em servir o rei com eficiência. 

                         Na verdade, havia desavença entre os de Judá e os de Israel. Os de Judá, reclamaram o parentesco e os de Israel, o número. E nenhum dos dois motivos contribuíram para uma reconciliação. Davi não conseguiu as razões necessárias, para o devido apaziguamento, político e religioso. 

                         Já não possuía o vigor, que tivera no passado; devido a idade. Assim, a divisão de seu reino, fica cada vez mais evidente. Aquele que havia despedido do ancião Barzelai, não era mais um jovem! Com todo vigor e criatividade, que sempre tivera antes. 

                        Não demora muito tempo, para que outra rebelião tirasse o sono - do agora velho - rei Davi. Isso aconteceu, quando um tal de Seba - filho de Bocri - benjamita. Este indivíduo tocou a trombeta, como fizera Absalão, dizendo que eles não tinham mais obrigações e nem deviam obediência a Davi. Estava iniciando outra revolta contra o rei Davi. 

                       Então, os israelitas - mais uma vez - deixam Davi e seguem Seba. E os de Judá - do Jordão até Jerusalém - continuam fiéis ao velho rei. A situação é grave! E Davi, terá que ter cuidado e habilidade política, para que uma guerra civil, não destrua a nação israelita. Este era e sempre foi, a intenção, do "deus" antropomórfico. A destruição total de Israel, e assim, colocar um fim na crença do Deus Único Verdadeiro. 

                        É muito semelhante - esta situação - ao grito de levante de Jeroboão (I Reis, 12:16). Era uma espécie de contaminação da atitude de Absalão; sendo que Seba, também tornou-se escravo do pai da mentira. Seria como se Davi, terminasse uma etapa de sua vida, encerrando-a, com um pesadelo real. Se fosse hoje, certamente diria: "Já vi esse filme!" 

                        Houve um fato - narrado pelo autor do texto bíblico - deveras intrigante. Saíram em perseguição do rebelde Seba, vários guerreiros de Davi. Entre eles estavam: Absaí, Joab, os cereteus, e os feleteus. 

                       Ao chegarem junto à pedra grande que existe em Gabaon - apareceu Amassa - atual general do rei. Foi então que Joab, teve uma ideia sinistra. Estando com a espada, junto a coxa, aproximando-se de Amassa - ao fazer isso - sua espada caiu no chão. Ele inclina-se para pegar sua arma; mantendo-a na mão. 

                       E, então, aproximando-se de Amassa, beija-lhe o rosto; e com uma das mãos livre, puxa a barba de Amassa e com a outra em que estava arma, cravou-lhe um golpe, tão profundo! Que as tripas de Amassa, saíram para fora. Amassa, morre na hora. 

                       Esta narrativa do autor do texto, é um tanto confusa! Parecendo que Joab, deixa espada cair propositadamente; pois assim, aproximaria de Amassa, sem deixar suspeitas, que pretendia matá-lo. Já o ato de puxar a barba, era costume entre eles, naquela época. O certo é que Joab, jamais iria deixar passar em branco, o fato de alguém substituí-lo - no comando do exército real - depois de tanto tempo, de serviços, ao rei Davi. 

                     Um dos soldados de Joab, colocando-se junto ao cadáver de Amassa, disse: "Os de Joab e os de Davi, sigam Joab!" Esta ordem explicita, declara e define, quem realmente é o verdadeiro general de Israel. Joab, nunca admitira rivais. Assim, exerceu sua lealdade, ao rei Davi. (II Samuel, 20:1-11)

Continua. 

                       

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

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