- GÊNESIS -
José na casa de Potifar - o eunuco do faraó - tendo agradado ao mesmo, passa a ser mordomo de todos os seus bens. Sendo Potifar quem "supervisionava" as concubinas do rei - se existia um eunuco - logo, também existiam suas concubinas. Figura importante na corte egípcia.
José fazia o melhor possível para seu senhor. Segundo o texto bíblico, José bem administrou a casa de Potifar. Com sua aura benéfica, trouxe também, até uma certa harmonia; para aquele - outrora frio - agora mais aconchegante, ambiente doméstico. (Gênesis, 39:4-6)
Como José era um rapaz de "formoso" parecer, chamou a atenção da esposa de Potifar. Detalhe curioso; por que um eunuco, tinha uma esposa? Talvez Potifar tenha ficado eunuco (castrado) depois de ter se casado. Pois ele era também, chefe da guarda do rei do Egito. Geralmente, os capitães de uma guarda real, eram guerreiros viris e de renomada experiência e bravura; comprovadas em batalhas sangrentas.
Raro é este caso! Um eunuco; chefe dos guardas palacianos.
O certo é que - o pai das abominações e da mentira - não deixou por menos! Aproveitando-se dos hormônios em ebulição da esposa de Potifar, e do feromônio de José; atiçando ainda mais, a libido da mulher; que partiu para cima de José, com tudo! Este, para não piorar ainda mais a situação, deixa sua túnica - ao sair correndo - nas mãos da mulher de Potifar.
Resultado! José volta novamente para a prisão, sendo acusado de assédio, pela mulher necessitada e não satisfeita. (Gênesis, 39:11-20)
Na prisão, José tem a oportunidade de utilizar sua mediunidade em favor do bem. Os planos do "deus" antropomórfico, começam a serem reutilizados, em nome do bem e da fraternidade. Interpretando dois sonhos, do Padeiro e do Copeiro do rei - que também estavam presos, por ordem do Faraó.
Estavam envolvidos também nesta trama, dois eunucos. No texto bíblico, dá a entender que, tanto o Padeiro como o Copeiro, eram os referidos eunucos. (Gênesis, 40:2-23)
Como pode, uma pessoa, esquecer de quem que salvou sua vida? Pois isso aconteceu com José. "O Copeiro mor," porém, não lembrou-se de José. (Gênesis, 40:23)
O fato que redimiu José definitivamente, veio por causa de um sonho, extremamente complicado, que o Faraó do Egito tivera.
Isso, teria vindo na hora certa - nem antes e nem depois - como sempre acontece com os trabalhadores do Cristo de Deus. Passavam dois anos que José estava preso. Foi nesta época que o rei teve um sonho muito sinistro. (Gênesis, 41:12-37)
Foi então que, o Copeiro mor, teve um insight de memória; e lembrando-se de José - como intérprete de sonhos complexos - e como nenhum dos magos do rei, conseguiram interpretar o sonho do monarca, foi sugerido os talentos de José. (Gênesis, 41:12-37)
Pois os magos do Faraó, não conseguiram decifrar o enigmático sonho real, a não ser José?
O principal auxílio dos magos reais, vinha de entidades trevosas. Por isso - o pai da mentira - conseguia controlar o rei. Isso, porque, sempre que saia fora do corpo - durante o sono - o monarca era magnetizado por estas mesmas entidades sombrias, que prestavam serviço ao pai da mentira. Ficando o Espírito do rei, à mercê destas potestades malignas.
Na noite daquele sonho complexo do faraó - que nenhum mago - conseguira decifrar, os mensageiros do bem e da justiça Divina, isolaram o mandatário do Egito, em Espírito; mantendo-o em um Posto de Socorro, sob os cuidados de seus pares.
Assim, voltando à vigília novamente, ficou vibrando na mente do rei, as sugestões dos trabalhadores da Luz; que José também captou; pois também estava lá.
Continua.