quarta-feira, 25 de setembro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 189)

                       - PRIMEIRO LIVRO DOS MACABEUS - 

                           

                                         Mesmo tendo vencido os inimigos externos, o rei Demétrio II não ficou livre dos seus inimigos internos; ainda mais poderosos. E, esse inimigo, estava prestes a ser revelado, cujo comandante, seria o filho de Alexandre Balas. Uma criança de apenas cinco anos, que seria facilmente manipulada por Tifão; sua iminência parda. 

                                       Nesse meio tempo, Jônatas pede ao rei Demétrio II, para retirar as ocupações da Acrópole de Jerusalém, juntamente com todas as guarnições - pois as mesmas oprimiam - tanto a cidade quanto seus habitantes. Pedido este prontamente atendido por Demétrio. No entanto, o rei também fez um pedido a Jonatas! Para que este enviasse-lhe um certo número de soldados, visto que o novo rei, havia dispensado, muitos de seus mercenários. 

                                      Nessa mesma época, um grande número de habitantes de Jerusalém, decide revoltar-se - em protesto ao novo rei - sendo que cento e vinte mil pessoas, ameaçaram o rei de morte. Refugiando-se em seu palácio, o rei contava com a ajuda de Jônatas, para protegê-lo. Então - os soldados de Jônatas - agiram violentamente contra a população. Assim, conseguiram salvar o rei Demétrio II. 

                                   Embora o autor do texto bíblico, alegue compaixão - da parte do Líder Jônatas - pelo fim da matança, a luta em Jerusalém foi demasiadamente violenta. Ironia do destino? Com a expressão: "Assim salvaram o rei". 

                                  Será que deviam tanto assim, àquele rei estrangeiro e pagão? As custas dos súditos e ainda, parte de Jerusalém. Tinham dado a todos - principalmente ao rei pagão - uma demonstração de poder? Aquela não seria uma ótima ocasião para expulsar os pagãos invasores definitivamente?

                                Ainda não! Pois os judeus continuavam divididos. Divisão esta, garantida pelo "deus" antropomórfico; pai da mentira e da enganação. 

                                  AS INTRIGAS DE TRIFÃO 

                                    Passado um determinado tempo, depois daqueles trágicos acontecimentos, Demétrio havia voltado ao seu palácio, e também havia prometido muitas recompensas a Jônatas. Porém, não cumpriu nenhuma delas. 

                                   Trifão, tendo retornado com o jovem Antioco - aos seus domínios - este foi finalmente coroado rei. Também uniram-se ao jovem rei, todos os soldados que Demétrio II HAVIA DISPENSADO. Antioco atacou Demétrio, derrotando-o; e este teve que fugir após sua derrota. Depois disso, Trifão apodera-se de Antioquia - com ajuda dos elefantes - que faziam parte de seu exército e então, estabelecendo-se. 

                                  Antioco, escreveu uma carta a Jônatas, oferecendo-lhe a permanência no cargo de Sumo sacerdote e inclusive, pondo Jônatas a frente de quatro distritos, além de confirmá-lo como um dos grandes do reino. Porém, o Macabeu teria que agir e pensar, como vassalo de Antioco. 

                                Além de receber do rei, vários presentes em ouro e prata; nomeou Simão - irmão de Jônatas - governador militar, nas regiões que estendiam-se, desde a Escada de Tiro, até a fronteira do Egito. (I Mc. 11:54-61) 

                              Jônatas, continuou avançando - de cidade em cidade - para conhecer seus domínios. Todas o recebiam com louvores! Menos uma! Os habitantes de Gaza. Em vista disso, Jônatas a invadiu e saqueou; até que seus habitantes pedissem paz. Mesmo assim, manteve como reféns, os filhos das autoridades; enviando-os para Jerusalém. (I Mc. 11:61-63) 

CONTINUA. 

                        

                                               

terça-feira, 24 de setembro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 188)

                       - PRIMEIRO LIVRO DOS MACABEUS -  

                                         DEMÉTRIO II E JÔNATAS.   

                       

                                  Demétrio subiu ao trono, aparentemente, no ano cento e sessenta e sete a.C. Foi nesta ocasião que Jônatas decidiu realizar um ataque a Acrópole de Jerusalém. Instalando no local seus instrumentos de guerra. 

                                 No entanto - a data do ataque - não é exata; existindo discussões a respeito de sua exatidão. Suponha-se que o Macabeu tenha tomado tal decisão, durante o reinado de Alexandre; pois não gostava dos maus tratos dos gregos aos judeus. 

                                 Então, a notícia que Demétrio II era o novo rei da Síria, poderia ter divulgado durante o ataque de Jônatas. Membros do partido pró-helenista, denunciaram o ataque de Jônatas, ao novo monarca da Síria; e este pediu explicações a Jônatas. 

                                 Demétrio II tinha motivos para desconfiar de Jônatas, porque o Macabeu não havia sido leal, com o pai do atual monarca. Jônatas era simpático a Alexandre; e inclusive, havia tentado um acordo com Ptolomeu, o Faraó do Egito. 

                                 Por isso, Jônatas teria que ser muito habilidoso e diplomático; para tratar com Demétrio II. Teria que dialogar e convencer o novo rei, da sua preferência por uma aliança. Jônatas ofereceu a Demétrio prata; para que mantivesse suas campanhas militares. 

                               Demétrio II - como prova de suas boas intenções - confirmou Jônatas, no cargo de Sumo sacerdote. Com isso - mais uma vez - não conseguiram terminar com a divisão entre os judeus; que os monarcas Sírios jamais eliminaram completamente. 

                               Mesmo que alguns judeus apóstatas tenham acusado Jônatas, ainda assim o rei o considerou como aliado, pondo-o como um dos principais do seu reino. Depois disso, o rei Demétrio II saudou Jônatas e o povo judeu. 

                              Assim - mediante a paz selada - Demétrio decidiu dispensar os mercenários que compunham seu exército; ficando apenas com os nacionais. Isso, porém, causou antipatia da parte daqueles que foram dispensados. Tendo despertado seus inimigos. 

                              Sabendo desta medida do novo monarca Sírio, um tal de Trifão - antigo aliado de Alexandre - vai aonde estava o filho de Alexandre - ainda com seis anos de idade - sendo educado e treinado por um árabe, chamado Imalcuê. Trifão, exige deste, que lhe entregasse a criança real, para entronizá-lo como sucessor de seu pai. 

                              Trifão, ainda narrou ao preceptor do menino, tudo que Demétrio II havia feito e também, da insatisfação de seus soldados. Permanecendo naquele local por muito tempo. 

                              Nesse interim - o novo rei sírio - desejoso em manter a paz, promulgou uma carta, a todos os judeus, expondo seu programa para todo o reino. Porém, Demétrio manteve distância do partido pró-helenista. Esta paz almejada por Demétrio, era tudo que o "deus" antropomórfico - pai da enganação - não admitia! Pois o seu governo oculto, alimentava-se de ódio, morte, destruição e muito sofrimento. (I Mc. 11:40)

CONTINUA. 

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...