terça-feira, 24 de setembro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 188)

                       - PRIMEIRO LIVRO DOS MACABEUS -  

                                         DEMÉTRIO II E JÔNATAS.   

                       

                                  Demétrio subiu ao trono, aparentemente, no ano cento e sessenta e sete a.C. Foi nesta ocasião que Jônatas decidiu realizar um ataque a Acrópole de Jerusalém. Instalando no local seus instrumentos de guerra. 

                                 No entanto - a data do ataque - não é exata; existindo discussões a respeito de sua exatidão. Suponha-se que o Macabeu tenha tomado tal decisão, durante o reinado de Alexandre; pois não gostava dos maus tratos dos gregos aos judeus. 

                                 Então, a notícia que Demétrio II era o novo rei da Síria, poderia ter divulgado durante o ataque de Jônatas. Membros do partido pró-helenista, denunciaram o ataque de Jônatas, ao novo monarca da Síria; e este pediu explicações a Jônatas. 

                                 Demétrio II tinha motivos para desconfiar de Jônatas, porque o Macabeu não havia sido leal, com o pai do atual monarca. Jônatas era simpático a Alexandre; e inclusive, havia tentado um acordo com Ptolomeu, o Faraó do Egito. 

                                 Por isso, Jônatas teria que ser muito habilidoso e diplomático; para tratar com Demétrio II. Teria que dialogar e convencer o novo rei, da sua preferência por uma aliança. Jônatas ofereceu a Demétrio prata; para que mantivesse suas campanhas militares. 

                               Demétrio II - como prova de suas boas intenções - confirmou Jônatas, no cargo de Sumo sacerdote. Com isso - mais uma vez - não conseguiram terminar com a divisão entre os judeus; que os monarcas Sírios jamais eliminaram completamente. 

                               Mesmo que alguns judeus apóstatas tenham acusado Jônatas, ainda assim o rei o considerou como aliado, pondo-o como um dos principais do seu reino. Depois disso, o rei Demétrio II saudou Jônatas e o povo judeu. 

                              Assim - mediante a paz selada - Demétrio decidiu dispensar os mercenários que compunham seu exército; ficando apenas com os nacionais. Isso, porém, causou antipatia da parte daqueles que foram dispensados. Tendo despertado seus inimigos. 

                              Sabendo desta medida do novo monarca Sírio, um tal de Trifão - antigo aliado de Alexandre - vai aonde estava o filho de Alexandre - ainda com seis anos de idade - sendo educado e treinado por um árabe, chamado Imalcuê. Trifão, exige deste, que lhe entregasse a criança real, para entronizá-lo como sucessor de seu pai. 

                              Trifão, ainda narrou ao preceptor do menino, tudo que Demétrio II havia feito e também, da insatisfação de seus soldados. Permanecendo naquele local por muito tempo. 

                              Nesse interim - o novo rei sírio - desejoso em manter a paz, promulgou uma carta, a todos os judeus, expondo seu programa para todo o reino. Porém, Demétrio manteve distância do partido pró-helenista. Esta paz almejada por Demétrio, era tudo que o "deus" antropomórfico - pai da enganação - não admitia! Pois o seu governo oculto, alimentava-se de ódio, morte, destruição e muito sofrimento. (I Mc. 11:40)

CONTINUA. 

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