Jó ouviu as acusações do amigo, e não disse uma palavra sequer, em sua defesa. Diante do silêncio de Jó, Elifaz continuou a falar. Desta feita, ele tenta mostrar, como entende a situação dos perversos, diante da própria insensatez, e as consequências por ter violado as Leis do Criador.
Elifaz começa dizendo o que ensina os sábios a respeito da vinculação com o mal e todos os seus excessos. Alega que, a perversidade quando se instala no coração humano, é como uma grave moléstia que se espalha por todo o corpo, atingindo até a própria alma. Assim, os dias daqueles que são escravos da maldade, embora possam conseguir tudo que almejam em termos materiais e poder, jamais terão dias tranquilos, em toda sua existência.
Nem mesmo a noite durante o sono, poderão ter momentos de paz; pois as "sombras," com seus representantes da sub civilização, não lhes darão tréguas, com suas cobranças e atitudes malignas, exigindo cada vez mais de seus escravos encarnados.
"Todos os dias o perverso é atormentado...O sonido dos horrores está nos seus ouvidos."
No fundo de seus íntimo, o homem que vendeu sua alma a insensatez, sabe que, enquanto perdurar esta atitude de total dependência psíquica ao menos bom, não poderá gozar da proteção e nem da paz do Senhor. Embora a sociedade em que vive o tem como exemplo de vencedor, isso não é o bastante para que goze plenamente daquilo que considera vida feliz e de sucesso.
Como disse Jesus: "Que brilhe vossa luz;" o lado sombra do homem, ofusca a centelha Divina que existe em todo ser humano; imperceptível para a maioria dos homens, ela jamais se apaga. Caso contrário o Cristo não diria: "Nenhuma ovelha se perderá." A Lei de Saturação é Lei Divina; e ela um dia, trará a ovelha desgarrada de volta ao rebanho; pois o Cristo é o Bom Pastor.
"Bem sabe que os dias de trevas lhe está preparado a mão."
A própria consciência, impulsiona aqueles que estão atolados em trevas, de volta ao seu lado luz. Isso porque, a Lei de Deus está gravada na consciência de cada um. No seu orgulho, o homem desafia e blasfema contra Deus! Como fizeram aqueles que na sua pretensão e racismo, tentaram construir a "Torre de Babel."
"...desafiou e estendeu a mão contra Deus..."
Assim como declarou o Cristo, os homens são como túmulos pintados de branco por fora; mas em seus íntimo, não conseguem esconder deles mesmo, o odor fétido, e a podridão de suas pobres almas. Gostam de exibir casas e palácios luxuosos; magnificas obras de arte, e títulos nobiliárquicos; no entanto, no seio da própria família, convivem com um verdadeiro inferno. Como feras famintas, tentam devorar uns aos outros, na disputa pelo poder e o vil metal.
"...habitou em cidades assoladas, em casas que ninguém devia morar..."
Embora as riquezas que os homens gostam de acumular, podem até perdurar por muito tempo; porém não resistirão ao implacável poder da Lei de mudança; que tudo muda e renova; pois assim é a vontade do Criador. Após uma parada, Elifaz da um sábio conselho ao amigo; que permanecera calado e ouvindo.
Jamais confie na vaidade e na prepotência. Ambas são como aranhas venenosas, que sutilmente vão envolvendo suas presas, sem que as mesmas percebam, até que, quando menos se espera, já estão demasiadamente envolvidas em suas teias pegajosas. Dai para frente, somente resta os tormentos e aflições que, dinheiro algum ou prestigio social, poder; valerá a pena.
"Não confie, pois, na vaidade enganando a si mesmo..."
Os escravos do mal serão consumidos lentamente; como faz as aranhas com suas presas; sugando lentamente sua vitalidade, até ao ponto de restar apenas uma casca imprestável. Em vão procurará aliados em sua dor; recebendo somente a negação dos egoístas, que assim como ele, jamais abriu mão do seu conforto em auxílio daqueles que pouco ou nada possuem.
"Pois a companhia dos ímpios será estéril, e o fogo consumirá as tendas do suborno. Concebem malícia e dão à luz a iniquidade, pois o seu coração só prepara enganos."
Resumindo; vivem apenas pela satisfação dos sentidos embrutecidos pelo materialismo. Somente enxergam o físico; pois são cegos para as coisas do Espírito. (Cap.15:17-35).
"Os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria Divindade, claramente se reconhecem , desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis." (I Aos Romanos, 1: 20).
Na tribo dos primatas; com o deus do temor e o deus da admiração. Assim foi o início.
Elifaz começa dizendo o que ensina os sábios a respeito da vinculação com o mal e todos os seus excessos. Alega que, a perversidade quando se instala no coração humano, é como uma grave moléstia que se espalha por todo o corpo, atingindo até a própria alma. Assim, os dias daqueles que são escravos da maldade, embora possam conseguir tudo que almejam em termos materiais e poder, jamais terão dias tranquilos, em toda sua existência.
Nem mesmo a noite durante o sono, poderão ter momentos de paz; pois as "sombras," com seus representantes da sub civilização, não lhes darão tréguas, com suas cobranças e atitudes malignas, exigindo cada vez mais de seus escravos encarnados.
"Todos os dias o perverso é atormentado...O sonido dos horrores está nos seus ouvidos."
No fundo de seus íntimo, o homem que vendeu sua alma a insensatez, sabe que, enquanto perdurar esta atitude de total dependência psíquica ao menos bom, não poderá gozar da proteção e nem da paz do Senhor. Embora a sociedade em que vive o tem como exemplo de vencedor, isso não é o bastante para que goze plenamente daquilo que considera vida feliz e de sucesso.
Como disse Jesus: "Que brilhe vossa luz;" o lado sombra do homem, ofusca a centelha Divina que existe em todo ser humano; imperceptível para a maioria dos homens, ela jamais se apaga. Caso contrário o Cristo não diria: "Nenhuma ovelha se perderá." A Lei de Saturação é Lei Divina; e ela um dia, trará a ovelha desgarrada de volta ao rebanho; pois o Cristo é o Bom Pastor.
"Bem sabe que os dias de trevas lhe está preparado a mão."
A própria consciência, impulsiona aqueles que estão atolados em trevas, de volta ao seu lado luz. Isso porque, a Lei de Deus está gravada na consciência de cada um. No seu orgulho, o homem desafia e blasfema contra Deus! Como fizeram aqueles que na sua pretensão e racismo, tentaram construir a "Torre de Babel."
"...desafiou e estendeu a mão contra Deus..."
Assim como declarou o Cristo, os homens são como túmulos pintados de branco por fora; mas em seus íntimo, não conseguem esconder deles mesmo, o odor fétido, e a podridão de suas pobres almas. Gostam de exibir casas e palácios luxuosos; magnificas obras de arte, e títulos nobiliárquicos; no entanto, no seio da própria família, convivem com um verdadeiro inferno. Como feras famintas, tentam devorar uns aos outros, na disputa pelo poder e o vil metal.
"...habitou em cidades assoladas, em casas que ninguém devia morar..."
Embora as riquezas que os homens gostam de acumular, podem até perdurar por muito tempo; porém não resistirão ao implacável poder da Lei de mudança; que tudo muda e renova; pois assim é a vontade do Criador. Após uma parada, Elifaz da um sábio conselho ao amigo; que permanecera calado e ouvindo.
Jamais confie na vaidade e na prepotência. Ambas são como aranhas venenosas, que sutilmente vão envolvendo suas presas, sem que as mesmas percebam, até que, quando menos se espera, já estão demasiadamente envolvidas em suas teias pegajosas. Dai para frente, somente resta os tormentos e aflições que, dinheiro algum ou prestigio social, poder; valerá a pena.
"Não confie, pois, na vaidade enganando a si mesmo..."
Os escravos do mal serão consumidos lentamente; como faz as aranhas com suas presas; sugando lentamente sua vitalidade, até ao ponto de restar apenas uma casca imprestável. Em vão procurará aliados em sua dor; recebendo somente a negação dos egoístas, que assim como ele, jamais abriu mão do seu conforto em auxílio daqueles que pouco ou nada possuem.
"Pois a companhia dos ímpios será estéril, e o fogo consumirá as tendas do suborno. Concebem malícia e dão à luz a iniquidade, pois o seu coração só prepara enganos."
Resumindo; vivem apenas pela satisfação dos sentidos embrutecidos pelo materialismo. Somente enxergam o físico; pois são cegos para as coisas do Espírito. (Cap.15:17-35).
"Os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria Divindade, claramente se reconhecem , desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis." (I Aos Romanos, 1: 20).
Na tribo dos primatas; com o deus do temor e o deus da admiração. Assim foi o início.