No capítulo 21, vemos um Jó ainda confuso com a sua situação. E então, ele tenta discernir a respeito da prosperidade material daqueles que estão vinculados com o mal. E assim, levanta uma série de questionamentos a respeito da Justiça Divina. "Respondeu porém Jó: Ouvi atentamente as minhas razões, e já isso me será a vossa consolação." (Cap.21:2).
A crítica de Jó é direcionada, aos homens que optaram pela vinculação com o mal; que ele chama de perversos. Diz ele, que a maldade e a astúcia, sempre levaram vantagem na superfície da Terra. Lembra que a maldade e seus seguidores, sempre tiveram sucesso em suas empreitadas, e mesmo depois da idade avançada, seu poder não diminui.
Seus filhos dão continuidade de tudo que iniciaram; "As suas casas tem paz, sem temor." (v.9).
Seus filhos vivem na abastança e alegria, através dos dias. Alega Jó que, a vara de Deus não os atinge, e seus rebanhos sempre aumentam, com saúde e fertilidade. A morte para eles, segundo Jó, é sempre tranquila. Então, Jó pergunta: Não são estes que viveram em perversidade, dizendo sempre: "Deus! Não desejamos seguir teus caminhos." (v.14).
Quem realmente é este Deus, para que o sigamos? Pergunta o sofrido e inconsolável Jó. Lamenta também, o quanto é na sua opinião, a justiça para os perversos. Quanto tempo será necessário, para que estes adoradores da maldade sintam na pele a mão pesada do Criador?
"Seus próprios olhos devem ver a sua ruína, e ele, beber do furor do Todo-Poderoso." (v.20).
Por que, uns vivem em pleno vigor e prosperidade, sem preocupações e em tranquilidade. Já outros no entanto, tem a vida de lutas amargas; sem nunca ter provado as delícias do bem. Dirigindo aos amigos, diz que tem pleno conhecimento de seus pensamentos e atitudes; e o falso julgamento da parte deles.
Pergunta Jó: Como se fará a justiça para aqueles que sempre viveram pela perversidade? Se até mesmo quando baixam a sepultura, existem aqueles dispostos a zelar pela tranquilidade de sua morte.
"Como, pois, me consolais em vão? Das vossas respostas só resta falsidade." (v.34).
"Ai daquele que contende com seu Criador! E não passa de um fragmento de barro entre outros fragmentos. Acaso, dirá o barro ao que lhe dá forma: Que fazes? Ou: A tua obra não tem alça." (Isaías, 45:9).
A crítica de Jó é direcionada, aos homens que optaram pela vinculação com o mal; que ele chama de perversos. Diz ele, que a maldade e a astúcia, sempre levaram vantagem na superfície da Terra. Lembra que a maldade e seus seguidores, sempre tiveram sucesso em suas empreitadas, e mesmo depois da idade avançada, seu poder não diminui.
Seus filhos dão continuidade de tudo que iniciaram; "As suas casas tem paz, sem temor." (v.9).
Seus filhos vivem na abastança e alegria, através dos dias. Alega Jó que, a vara de Deus não os atinge, e seus rebanhos sempre aumentam, com saúde e fertilidade. A morte para eles, segundo Jó, é sempre tranquila. Então, Jó pergunta: Não são estes que viveram em perversidade, dizendo sempre: "Deus! Não desejamos seguir teus caminhos." (v.14).
Quem realmente é este Deus, para que o sigamos? Pergunta o sofrido e inconsolável Jó. Lamenta também, o quanto é na sua opinião, a justiça para os perversos. Quanto tempo será necessário, para que estes adoradores da maldade sintam na pele a mão pesada do Criador?
"Seus próprios olhos devem ver a sua ruína, e ele, beber do furor do Todo-Poderoso." (v.20).
Por que, uns vivem em pleno vigor e prosperidade, sem preocupações e em tranquilidade. Já outros no entanto, tem a vida de lutas amargas; sem nunca ter provado as delícias do bem. Dirigindo aos amigos, diz que tem pleno conhecimento de seus pensamentos e atitudes; e o falso julgamento da parte deles.
Pergunta Jó: Como se fará a justiça para aqueles que sempre viveram pela perversidade? Se até mesmo quando baixam a sepultura, existem aqueles dispostos a zelar pela tranquilidade de sua morte.
"Como, pois, me consolais em vão? Das vossas respostas só resta falsidade." (v.34).
"Ai daquele que contende com seu Criador! E não passa de um fragmento de barro entre outros fragmentos. Acaso, dirá o barro ao que lhe dá forma: Que fazes? Ou: A tua obra não tem alça." (Isaías, 45:9).