- PRIMEIRO LIVRO DOS MACABEUS -
EMBAIXADORES DE JÔNATAS EM ROMA.
Com a intervenção de Trifão, influenciando o rei menino a conceder honras para aumentar o poder de vassalos judeus. Isso, depois de avaliar, o poderio militar dos judaítas. Demétrio foge com seus mercenários, previamente escolhidos, com Lástenes - homem de sua confiança - e seus cipriotas.
Jônatas prosseguiu avançando até Cedes, para encontrar os oficiais de Demétrio e assim combatê-los. Antes, havia deixado seu irmão Simão, com uma guarnição, no local em que estivera. Também Simão, não ficou parado; atacou e cercou Betsur; tendo o cerco durado vários dias. Até que os habitantes daquela cidade, lhe pediram paz; e ele concedeu. Contudo, Simão manda evacuar a cidade.
Jônatas - com seu exército - acampa junto ao lago de Genesaré e pela manhã segue para a planície de Asor. Nesse local, o exército do Macabeu e o dos estrangeiros pagãos, encontraram-se. No entanto, o exército de Jônatas sofreu várias emboscadas durante o trajeto. Então - ao travar a batalha - os Macabeus já estavam esgotados; e por isso, fugiram em debandada.
Restando somente alguns homens, juntamente com Jônatas, Matatias de Absalão, Judas de Calfi; todos oficiais do exército. Jonatas rasgou suas vestes e orou ao Senhor. Logo em seguida retomou a luta contra os inimigos pagãos. Acreditando que sua oração lhe renovara as forças.
Lutando bravamente - Jônatas e seus poucos companheiros - colocou o inimigo em fuga. Vendo isso, aqueles homens de Jônatas, retornaram e perseguiram o inimigo em fuga até seu acampamento. Os inimigos - somente nesse dia - tiveram três mil baixas. Isso, segundo a narrativa bíblica. Em seguida o Macabeu retornou para Jerusalém.
Após estes fatos - percebendo o momento favorável - Jônatas decide enviar, dois embaixadores a Roma; com a finalidade, de renovação de acordos anteriores. Ao mesmo tempo, que envia também, emissários até Esparta; na Grécia, bem como a outros países. Mesmo estando muito distantes, ainda seria vantajoso.
Também o Macabeu, havia enviado uma carta, ao senado romano, como documento diplomático; sendo a carta, também como que um voto de confiança nos aliados romanos. Mesmo estando eles, muito longe de Jônatas. Aqui merece uma pergunta: É Jônatas, vassalo ou governador de fato? Dos estrangeiros pagãos e invasores de sua pátria? Não com seu próprio território; e sim, com um território dominado por estrangeiros. Estranha relação!
O certo é que, os representantes de Jônatas, levaram até os romanos, a representação de um Sumo sacerdote, de um governo sagrado e guiado pelo Senhor. O Deus Único e Verdadeiro; a um grupo de adoradores de "deuses" de pedra - feitos por mãos de homens - e ainda por cima, estes embaixadores pertenciam a uma nação dominada e sem nenhum rei. (I Macabeus, 12: 3-23)
CONTINUA.