sábado, 27 de janeiro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 115)

                             - SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL - 

                       

                        Depois de assumir o controle de Jerusalém - que estava sob o domínio dos jebuseus - Davi, tomou para si, novas concubinas e esposas. No total de "11" filhos; somente em Jerusalém. Parecendo que a testosterona do rei, não tinha fim. 

                       Porém, para que Jerusalém tivesse maior influência, havia a necessidade de firmar-se também, como centro religioso. E o "deus" antropomórfico, tinha interesses que isso acontecesse - para assumir o controle do oráculo - proporcionado, pela sintonia com os reencarnados - médiuns principalmente - e inclusive o rei. Saul, não preocupou-se com este aspecto importante, como agora, fazia Davi. 

                      A Arca da aliança, encontrava-se em Silo - no tempo do sacerdote Eli - tendo sido capturada pelos filisteus, e ao ser devolvida, foi levada para casa de Abinadab, em Gabaá. De onde Davi a transportou - com um cortejo militar - de trinta mil homens, mais aqueles que dirigiam a carruagem, que transportava aquele objeto sagrado, para os israelitas. 

                     Durante o percurso, houve um acidente - causando a morte - de um dos homens, que na tentativa de amparar a Arca, tocando na mesma, morreu instantaneamente. A ISTO, DEVE-SE AO MISTICISMO; que sempre envolveu aquele objeto. Foi apenas um acidente fatal! Que causara a morte de um homem. Porém - devido a superstição - que envolvia a Arca, o próprio Davi, temeu que a mesma, fosse levada para sua residência. 

                     O fato do ser humano, não poder ver Deus - com olhos carnais - e estou convencido que nem mesmo, com os olhos espirituais, ao desencarnar. O que acontece, é - estando em sintonia com o Filho - que é o caminho, a verdade e a vida - é sentirmos Deus, através do bem e o amor, que dedicarmos ao semelhante e a toda a criação, à nossa volta. O ALTÍSSIMO É IMATERIAL! É O INEFÁVEL. 

                    Então, fica decidido, que a Arca, fosse levada para a casa de Obed-Edon de Gat. 

                    Segundo a narrativa bíblica, a casa desse homem - que abrigara o objeto sagrado - foi abençoada por Deus. Esta é a informação dada a Davi, após ter passado o tempo de permanência da Arca, na casa de Obed-Edon. Assim, vestido apenas de um efod, Davi vai dançando, a frente do cortejo; que novamente transportava o objeto sagrado. Desta feita, para a Cidade de Davi. (II Samuel, 5:1-23) 

                   Ao chegar em sua residência, Davi, encontra-se com Micol; a filha de Saul, que devido ao ciúme, e também pela frustração de ser estéril, criticou a atitude do marido com ironias, pelo fato do mesmo, ter dançado, entre servas e demais pessoas comuns; durante o cortejo. 

                 A resposta de Davi a Micol, fora que, ele sempre estaria disposto a homenagear o seu Deus e Senhor; seja lá aonde fosse, e com quem, quer que fosse. Na verdade, aquele foi um dos exemplos, do ápice da história, do rei Davi. Baseada na promessa, que ele acreditava, ter sido feita por Deus. Acima dele, estava a promessa Divina! Isto é! O compromisso, assumido por ele - ainda na erraticidade - perante as Leis Imutáveis, do Criador.

               E, também - como enviado do Cristo Galáctico - sua responsabilidade, estaria sempre sendo posta à prova, pelas forças malignas, do pai da mentira e da enganação. Como ser humano, Davi, não era perfeito; e sim - como todos - perfeccionista. Por isso, teria que ter discernimento, e olhos de ver e ouvidos de ouvir; para saber distinguir, entre o bem e o mal. 

Continua.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 114)

                              - SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL - 

                

                        Eliminados, Abner e Isbaal, Davi desperta todas as esperanças. O sentimento entre Judá e Israel, tornam-se mais fortes e unidos. Aquilo que Abimelec, sempre desejou receber das tribos, elas o oferecem a Davi. (Juízes, 9) 

                       Foram a Hebron, todos os conselheiros de Israel, para visitar Davi. Este, faz um pacto com os visitantes, e eles o ungiram rei de Israel. Nessa época, Davi tinha trinta anos; e reinou quarenta anos.

                      Faltava somente a conquista de Jerusalém. Porém, a cidade estava sob domínio dos jebuseus. Então, Davi opta primeiramente - na conquista da fortaleza - de Sião; a qual foi denominada de "Cidade de Davi". 

                     A conquista de Jerusalém e respectivo estabelecimento, como capital de toda Israel, acontece somente depois da derrota dos filisteus. Naturalmente também, após demais campanhas externas. Assim, o novo rei, inaugurou a nova capital, que seria um símbolo de resistência e persistência. Cidade que não tinha nenhum vínculo, com as tribos. 

                 Era também, estrategicamente bem situada, e de grande valor religioso. Fora a antiga "Urushalimu", uma cidade inexpugnável para os israelitas; situada na montanha central. Esta fora uma decisão audaciosa, e por que, não dizer, fruto da intuição de Davi. 

                Assim, com o passar do tempo e dos acontecimentos, envolvendo aquela cidade, ela tornear-se-ia para Israel - bem como para os judeus - um grande valor espiritual; superando o valor estratégico. (II Samuel, 5:1-16) 

               Davi, estava convencido, de que o Senhor? O engrandecia, como rei de Israel. Porém, agora vem a dúvida!  Pois o "deus" antropomórfico, também tinha interesses, em influenciar o rei e fazer dele, seu escravo. Por outro lado, seu guia espiritual, também estava a postos, para orientá-lo nas boas obras; ao sintonizar-se, com o Deus Único. Assim - como todo ser humano - Davi, também estava longe da perfeição. Vacilando - entre as próprias concupiscências - a razão e o bom senso, e a fé; no Deus Verdadeiro. 

                Devido a sua grande responsabilidade, todo cuidado seria pouco; também o rei - por maior proteção espiritual que tivesse - teria que fazer a sua parte, cuidando da própria psique e de sua alma. Mesmo por que, todo ser humano, está de posse da capacidade de arbitrar. A livre escolha, teria que ser usada, com sabedoria e discernimento. Se é bom, se é verdade e se é útil. 

              E, também, se é lógico, racional e de bom senso. Aliado a isso, a vontade de fazer o bem, tudo certamente dará certo. Esta é a base, para se fazer a vontade do Criador. Deveria ser esta a escolha de Davi, como rei de Israel; por um longo período de quatro décadas. Ele teria que escolher, entre a SINTONIA, com o Deus Verdadeiro - que através do Cristo Galáctico - o ajudaria; dando-lhe suporte, para lutar, contra as forças malignas. E, então, fazer um bom trabalho, como rei de Israel. FAZENDO A VONTADE DO ALTÍSSIMO. 

               No entanto, muitos desatinos, o novo rei cometera! Parecendo que, depois da convivência, com povos praticantes, da idolatria e abominações - principalmente quando estivera - entre os filisteus, algo de vicioso e maléfico, apossou-se da psique e da alma de Davi. 

             Trabalho realizado, pelas chamadas "Larvas psíquicas" - que devido a sintonia com o mal - são implantadas, no psiquismo do Espírito reencarnado; por entidades sombrias, a serviço do "deus" antropomórfico. Cujo principal motivo, é tentar destruir a obra monumental, do Cristo Galáctico. Na frustrada tentativa, em dominar a Terra. 

Continua.  

                

              

               

               

quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 113)

                         - SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL -  

                      

                    Abner, acompanhado por vinte homens, vai até Hebron falar com Davi e selar o acordo entre eles, para unificação pacífica dos dois reinos; tendo Davi como rei. Depois da conversa, Davi despede-se de Abner e este voltou em paz em direção a sua casa. 

                   Ao chegar em Hebron, Joab - sobrinho de Davi - repreende o rei - por ter deixado Abner partir sem punição. Irritado, Joab - já sob influências malignas e sombrias - parte em busca de Abner para prende-lo. Joab, depois de ter capturado Abner, fere-o de morte. 

                  Este fato, prejudicou seriamente Davi. Complicando muito, a situação para tentar unir ambos os reinos, em uma só coroa. Criou-se a impressão, de que tudo fora planejado de antemão, por Davi. Dentro da própria casa de Davi, Joab torna-se perigoso para ele. 

                Restando a Davi, uma reação enérgica e imediata. Primeiro Davi faz um juramento público de inocência - como era de costume na época - tendo valor decisivo; pois o Senhor "castiga o perjuro". E, também, faz cair a culpa, somente em Joab, autor do crime e único responsável.  

              Esta atitude de Davi, causa grande impressão e fora divulgada também, fora do reino de Judá. Joab e seu irmão Absai, haviam matado Abner, por vingança; porque Abner - matou o irmão de Joab, Asael - na guerra em Gabaon. 

             O funeral de Abner, foi cheio de pompa e homenagens - principalmente por Davi - que ordena Joab e seus acompanhantes, a rasgar suas vestes, em forma de luto e pesar, pela morte de Abner. Davi, fez até um discurso fúnebre; exaltando as qualidades e a coragem, de um guerreiro valoroso e corajoso; no comando do exército, do rei Saul. 

              Foram estas, as palavras finais de Davi: "(...)vistes que hoje um grande general caiu em Israel. Hoje fui brando - apesar de ser ungido rei - ao passo que essa gente, os filhos de Sárvia, foram mais duros que eu(...)"  

             Morto Abner, Isbaal ficou sem apoio e sem iniciativa. A situação era complicada e o futuro político, dos dois reinos era incerto. Isbaal, considerado pelo autor do texto bíblico, como apenas uma sombra; morreu em seu próprio leito. Ele tinha dois chefes militares: Baana e Recab; e eram benjamitas. Para eles, matar Isbaal, poderiam ser agraciados, talvez, com um posto importante de comando, com o rei Davi. 

              E assim feito, levam a cabeça de Isbaal até o rei Davi. Alegam, ambos os dois - que antes serviram a Isbaal - que vingaram Davi; por tudo que Saul lhe fizera. O que ambos os assassinos, não esperavam, era a reação revoltada, de Davi. Que imediatamente, manda matá-los também. 

            Ainda não satisfeito, o rei mandou cortar as mãos e os pés - de ambos os dois - e pendurar, junto ao Açude de Hebron. Porém, a cabeça de Isbaal, enterraram-na, na mesma sepultura de Abner. (II Samuel, 3:20-39; 4:1-12)  

            As armações do "deus" antropomórfico, pai da enganação, da mentira e de todas as abominações; já haviam surtido efeito - devido às concupiscências humanas - que ao vender suas almas, tornaram-se escravos; sem o saberem. 

            Pensando que estão no controle da situação, envaidecem com suas "estratégias." E, cada vez mais, comprometem-se com o mal, afundando no abismo profundo, de abominações e maldades. Cujo resultado, é um sofrimento inimaginável; para suas almas. 

           Esquecendo que, o Deus Verdadeiro e Único - através do Cristo Galáctico - é quem realmente conduz, as ovelhas de seu rebanho. Inclusive o "deus" antropomórfico! E, ele sabe muito bem disso. 

          Porém, o Cristo Galáctico, já houvera previsto tudo isso - mesmo antes da fundação do mundo - pois ele mesmo dissera: "Conheço as minhas ovelhas e elas me conhecem(...) (João, 10:14-18)  

Continua. 


           

segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

A AÇAO DO deus ATROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 112)

                           - SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL - 

                      

                           Davi, teve vários filhos em Hebron: O primeiro foi com a jezraelita Aquinoam (Amnon); o segundo com Abigail (Queleab); o terceiro com Maaca, filha de TGolmei - rei de Gessur (Absalão); o quarto com Hagit (Adonias); o quinto com Abital (Safatias); o sexto com Egla (Jetraam). 

                          Destes rebentos de Davi em Hebron, o primeiro, o terceiro e o quarto, estarão presentes na história posterior. Os dois últimos, têm nomes teofóricos javistas.                    

                          Aparentado com o rei de Gessur - reino arameu - ao nordeste do lago de jenesaré, Davi consegue prestígio político, se for necessário. Por outro lado, na família de Saul, as coisas não andam muito bem. Abner, percebendo que o sucessor de Saul era deveras fraco - por isso pode influenciá-lo - durante todos estes anos, desde a morte de Saul. Isbaal - herdeiro e filho de Saul - não governa de fato. 

                        Abner, é a eminência parda, por trás do rei; sendo ele de fato, quem toma as decisões. Esta monarquia criada para defender os israelitas contra os filisteus, havia fracassado em Saul e em seu filho Isbaal. O reinado de Isbaal, não tem futuro. 

                       A opinião pública a favor de Davi, vai se solidificando em Benjamim, tribo de Saul. Reconhecendo isso, Abner decide procurar Davi, para fazer um acordo e também, garantir par ele próprio, um lugar importante, junto a Davi. Também, removeria de seu caminho, Joab, sobrinho de Davi. Faltando somente um pretexto, para agir contra Isbaal; sendo que este era quem daria o motivo. 

                     Ao tomar como concubina para seu harém, a mesma mulher pertencera ao falecido Saul, Isbaal dá a Abner, o motivo que tanto esperava, para desclassificar o rei publicamente. No entanto, segundo Isbaal, sua ação fora legitima, pois ele era o herdeiro de seu pai; e assim, sua atitude estaria por si só, totalmente legal. 

                    Davi, concorda com a proposta de Abner, pois já esperava por esta oportunidade. Porém, Davi faz uma exigência! Quer de volta a sua antiga esposa Micol - filha de Saul - que por direito, havia casado com ela no passado. Quando ainda estava na corte de Saul. Com esta decisão, Davi sonda a lealdade, do general Abner, com um assunto delicado - pois Saul havia dado a mão da filha - a outro homem, para se vingar de Davi. Testando também, a capacidade de resistência de Isbaal. 

                  Restabeleceria seu vínculo familiar e a pretensão, de unir os dois reinos - e é claro - ele como rei. 

                  Davi, manda uma mensagem a Isbaal, dizendo para que devolva-lhe Micol; a quem havia sido casado, pagando por ela, com cem prepúcios filisteus. Isbaal, manda tirar Micol, de seu atual marido, Fatiel; devolvendo-a a Davi. 

                 Por seu lado Abner, incentiva os conselheiros a aceitar Davi, como legítimo rei de Israel. No entanto para Davi, seu sobrinho Joab, era um sério problema. Este não aceitaria Abner - antigo general de Saul - convivendo com ele na corte de Davi. Pois Joab, tinha ampla liberdade junto a Davi. (II Samuel, 3:1-25)  

                  Nesse meio tempo, de sua furna sombria, o "deus" antropomórfico, acompanhava com interesse, o desenrolar dos acontecimentos. Tudo estava indo do jeito que esperava. 

Continua.  

domingo, 21 de janeiro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 111)

                                         - SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL - 

                   

                           Apesar do título - de segundo livro de Samuel - ser totalmente fictício, poderia ser chamado: "Livro de Davi". 

                          No entanto, o livro de Samuel, foi dividido em dois, pelo autor do texto bíblico. Davi, rei de Judá, em primeiro lugar, ainda não conseguiu toda Israel. E por conseguinte, nascem dois pequenos reinos: Judá e Israel. A princípio, uma guerra entre famílias - de Davi e a de Saul - que não conformaram na perda da dinastia. 

                          Davi é ungido rei em Hebrom. Onde - a conselho do oráculo - prefere estabelecer-se. Porém, Abner, filho de Ner, general do exército de Saul, protege Isbaal filho de Saul. Declarando Isbaal, rei de toda Israel. Assim, somente Judá segue com Davi. 

                           Isbaal, estava com quarenta anos, quando inicia seu reinado em Israel; tendo sido rei por dois anos. 

                           Davi, finalmente estava em sua pátria e livre de perseguições. Pois o sucessor de Saul - mesmo querendo - não tinha condições em dar continuidade às atitudes de seu pai e perseguir Davi, agora rei de Judá. Então, o autor, narra uma nova etapa, da vida definitiva de Davi, como o principal e maior rei de Israel. 

                          O seu filho Salomão - tivera mais fama e misticismo em torno dele - que a mesma glória de seu pai. Durante o reinado de Davi, os filisteus não ampliaram seus domínios, no território de Israel. Não sendo necessário, pois a nação ficou muito fraca, após a derrota. Davi, tendo sido coroado rei no sul, estava de bom tamanho para os filisteus. 

                         Porque Davi, seria razoável e fiel aos seus protetores. Além do mais, a divisão dos israelitas - em duas minúsculas monarquias - era um trunfo para os filisteus. Ter um monarca do próprio sangue ou tribo, era muito positivo e o que todo o povo desejava. Hebrom conserva o santuário, do Patriarca Abraão, que é um padroado e doravante, ainda terá um legítimo sacerdote; Abiatar. 

                        O antigo chefe militar, sobe agora a categoria de soberano. É momento histórico! E o ano é 1000 a.C. 

                         E Jabes de Galaad - do outro lado do Jordão - é uma cidade distante e fiel a Saul. Podendo constituir, um forte ponto de apoio para a dinastia. A mensagem de Davi a eles - pela morte de Saul - é calculada e estratégica. Homenageia o povo de Jabes, unindo-se peal morte de Saul. Em seguida, fala em uma condição vantajosa - prometendo da sua parte - benefícios ao povo. 

                         Afirmando seu poder, Davi sugere sutilmente que, quando morre um rei, nasce outro rei. Os habitantes de Jabes, fora fiel a Saul; agora terão a oportunidade, em apoiar um novo líder. Mesmo tendo sido um chefe carismático, Saul não fundou uma forte dinastia. Não se sabe como, Abner havia saído vivo da batalha, contra os filisteus. Ele se considerava sendo o salvador, ao que restara de Israel. Isbaal, filho e herdeiro de Saul, é um símbolo que se levanta e é manejado habilmente. Porém, salvou-se a continuidade que Abner estava disposto a explorar. 

                         Várias vezes, lê-se no texto hebraico, o nome de Isbaal; transformado em Isboset; para não ser pronunciado o nome de Baal. Davi - por sua vez - não tinha pressa e nem queria subir pela força. Preferindo aguardar os acontecimentos. (II Samuel, 2:1-32)  

                         Era o "deus" antropomórfico, pai da mentira, aguardando para dar o próximo passo. A hora de jogar uns contra os outros! Ambos os seus escravos; e assim, mantê-los dominados. 

Continua.                              

                         

                          

                           

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...