- SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL -
Depois de assumir o controle de Jerusalém - que estava sob o domínio dos jebuseus - Davi, tomou para si, novas concubinas e esposas. No total de "11" filhos; somente em Jerusalém. Parecendo que a testosterona do rei, não tinha fim.
Porém, para que Jerusalém tivesse maior influência, havia a necessidade de firmar-se também, como centro religioso. E o "deus" antropomórfico, tinha interesses que isso acontecesse - para assumir o controle do oráculo - proporcionado, pela sintonia com os reencarnados - médiuns principalmente - e inclusive o rei. Saul, não preocupou-se com este aspecto importante, como agora, fazia Davi.
A Arca da aliança, encontrava-se em Silo - no tempo do sacerdote Eli - tendo sido capturada pelos filisteus, e ao ser devolvida, foi levada para casa de Abinadab, em Gabaá. De onde Davi a transportou - com um cortejo militar - de trinta mil homens, mais aqueles que dirigiam a carruagem, que transportava aquele objeto sagrado, para os israelitas.
Durante o percurso, houve um acidente - causando a morte - de um dos homens, que na tentativa de amparar a Arca, tocando na mesma, morreu instantaneamente. A ISTO, DEVE-SE AO MISTICISMO; que sempre envolveu aquele objeto. Foi apenas um acidente fatal! Que causara a morte de um homem. Porém - devido a superstição - que envolvia a Arca, o próprio Davi, temeu que a mesma, fosse levada para sua residência.
O fato do ser humano, não poder ver Deus - com olhos carnais - e estou convencido que nem mesmo, com os olhos espirituais, ao desencarnar. O que acontece, é - estando em sintonia com o Filho - que é o caminho, a verdade e a vida - é sentirmos Deus, através do bem e o amor, que dedicarmos ao semelhante e a toda a criação, à nossa volta. O ALTÍSSIMO É IMATERIAL! É O INEFÁVEL.
Então, fica decidido, que a Arca, fosse levada para a casa de Obed-Edon de Gat.
Segundo a narrativa bíblica, a casa desse homem - que abrigara o objeto sagrado - foi abençoada por Deus. Esta é a informação dada a Davi, após ter passado o tempo de permanência da Arca, na casa de Obed-Edon. Assim, vestido apenas de um efod, Davi vai dançando, a frente do cortejo; que novamente transportava o objeto sagrado. Desta feita, para a Cidade de Davi. (II Samuel, 5:1-23)
Ao chegar em sua residência, Davi, encontra-se com Micol; a filha de Saul, que devido ao ciúme, e também pela frustração de ser estéril, criticou a atitude do marido com ironias, pelo fato do mesmo, ter dançado, entre servas e demais pessoas comuns; durante o cortejo.
A resposta de Davi a Micol, fora que, ele sempre estaria disposto a homenagear o seu Deus e Senhor; seja lá aonde fosse, e com quem, quer que fosse. Na verdade, aquele foi um dos exemplos, do ápice da história, do rei Davi. Baseada na promessa, que ele acreditava, ter sido feita por Deus. Acima dele, estava a promessa Divina! Isto é! O compromisso, assumido por ele - ainda na erraticidade - perante as Leis Imutáveis, do Criador.
E, também - como enviado do Cristo Galáctico - sua responsabilidade, estaria sempre sendo posta à prova, pelas forças malignas, do pai da mentira e da enganação. Como ser humano, Davi, não era perfeito; e sim - como todos - perfeccionista. Por isso, teria que ter discernimento, e olhos de ver e ouvidos de ouvir; para saber distinguir, entre o bem e o mal.
Continua.