sábado, 6 de julho de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 172)

                             - PRIEIRO LIVRO DOS MACABEUS - 

                        

                                       Judas fortificou bastante - o entorno do Monte Sião - construindo muralhas altas, para impedir que os pagãos a destruíssem, como haviam feito anteriormente. Fortificou inclusive Betsur, para que a população fosse defendida pelo lado da Idumeia. 

                                 

                                 - JUDAS E SUAS AÇÕES ALÉM DA IDUMEIA - 

                                   

                                 Tomando conhecimento que Judas havia purificado e reformado o segundo templo, reafirmando assim, a soberania dos israelitas, as nações vizinhas ficaram irritadas. Por isso, decidiram destruir os descendentes de Jacó - que viviam nestas nações - de uma vez por todas. 

                                 Assim, Judas decidiu atacar os descendentes de Esaú na Indomeia; principalmente em Acrabatena, porque estes estavam assediando e ameaçando Israel. Judas inflige-lhes uma grande derrota, e submetendo-os ao saque. Também por causa dos beanitas (Assaltantes - cuja identificação é duvidosa - parece que assaltavam caravanas, nas rotas com proximidade ao mar vermelho). 

                                Cercando este povo, também os derrotou. Logo em seguida, Judas marcha contra os Amonitas; tendo enfrentado um grande exército e bem armado. Travando com este povo, muitos combates. Após a vitória, apoderou-se de todo o território de jazer; voltou para Judá.  

                               Israel, possuía oito nações inimigas: Egito, Assíria, Babilônia, e os médios e pequenos reinos vizinhos. (Edon, Moab). Porém - grande inimigo - é a Assíria; o reino Selêucida - os quais são seus satélites - reinos vizinhos vassalos. 

                               Inclusive, nestes pequenos reinos, havia habitantes israelitas, misturados com as populações locais; que tinham conhecimento que eles eram israelitas. Assim, enquanto durou, o édito de tolerância de Antíoco III, cada grupo poderia cultivar suas crenças religiosas. Também os israelitas, poderiam ir em peregrinação até o templo, em Jerusalém.

                              Depois que Judas ficou famoso - despertando nova consciência nas famílias - por suas ações contra os pagãos, um sentimento de temor, nasceu nos corações destes povos, entre os quais viviam os israelitas. 

                            Os pagãos até podiam temer os israelitas - devido as vitórias constantes - dos Macabeus; e também de represálias dos Assírios. De fato - as vitórias de Judas - provocavam perseguições, pelas populações dos países inimigos de Israel, contra os israelitas que viviam aquelas nações. 

                           Esta situação, criou um clima hostil local e também, ameaçavam a estabilidade do que já foi conquistado; e exigindo novas intervenções, da parte dos Macabeus. Este momento instável, poderia dar origem a situações de perigo extremo; onde os Macabeus, tinham motivos para odiar ainda mais os pagãos. 

                         Parece que o autor bíblico, deseja comparar este período, a um caráter "justiceiro"? Pelo fato de Antíoco ser demasiadamente duro. E, se Judas, fosse bem mais brando? Como ficaria a balança do terror? Penderá para o lado dos Selêucidas ou não? Isso tudo, era semelhante - segundo o autor - ao Faraó que negou-se a libertar os hebreus? 

                        Estas são as perguntas, para o "deus" antropomórfico - pai da enganação e de todas as abominações - de toda a insanidade ainda existentes na Terra. Pois fora ele, o principal provocador, através de seus escravos reencarnados sedentos de poder, causadores daquela situação; de misérias, destruições, terror e mortes. 

Continua. 

quarta-feira, 3 de julho de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 171)

                      - PRIMEIRO LIVRO DOS MACABEUS - 

                       

                                             Depois da batalha, contra o exército de Judas, os invasores pagãos que haviam escapado, fugiram e foram até onde encontrava-se Lísias e comunicaram-lhes tudo que havia acontecido. Ficando perplexo com aquelas más notícias; pois fora tudo o contrário, do que planejou fazer. 

                                           Logo - no dia seguinte - Lísias convocou novos soldados, para recompor aqueles que havia perdido. Recrutou, cinco mil homens de cavalaria e sessenta mil de infantaria. Assim - não haveria como - não derrotar Judas e seus rebeldes. 

                                         Foram direto, para um lugar chamado Idumeia, onde montaram acampamento. Pelo lado dos judeus, o exército continha dez mil soldados. Quando Judas viu aquele poderoso exército, começou a orar ao Senhor: 

"(...)Bendito és - Salvador de Israel - que quebrantaste o ímpeto daquele gigante por meio de teu servo Davi(...)"

                                     Então - depois da prece de Judas - enfrentaram aquele exército, que parecia imbatível, com fé e coragem no Senhor. Conseguiram a vitória, que antes parecia impossível para Lísias. Mediante nova derrota, o general assírio, fugiu para Antióquia. Para então, recrutar novo exército. 

                                     Depois destas vitórias marcantes, Judas propõem a purificação do templo. Levantando acampamento, foram para o Monte Sião. Ao chegar, viram que o altar estava totalmente em ruínas, observando também, o péssimo estado de todo o templo. Deparando, com todas as profanações, realizadas no interior daquele local, sagrado para todos os judaístas. Tendo sido profanado pelos pagãos e pelos judeus apóstatas. 

                                  Limparam o templo, ergueram um novo altar, e o consagraram em nome do Deus Único. Depois de pôr os pães sobre a mesa, todo trabalho havia terminado. (I Macabeus, 4:36-61) 

                                 Purificação e consagração, são simbolismos, ligados a fé no Deus Único - aquele que tirara os hebreus, da casa da servidão. O templo estava profanado, com estátuas de "deuses" abomináveis. Então, toda aquela simbologia pagã, havia necessidade - de estabelecer - no local, o Monte Sião, um marco, de fé ao Deus Único; e também, uma fortaleza. Sendo o templo, a "fortaleza" da fé; e o Monte Sião, a fortaleza física, contar os inimigos pagãos. 

                              Devemos esclarecer que - por santuário - entende-se o edifício propriamente dito; reservado aos sacerdotes e levitas; o altar, é onde seria feito os sacrifícios e holocaustos; e as portas, o os acessos simples ou monumentais, entre um recinto e outro; por átrios, os pátios abertos. Tudo isso, fora submetido às blasfêmias pagãs; por isso, a necessidade da reforma total do templo.  

                           A importância do Monte Sião, como ponto estratégico, para a defesa, era notória inclusive para os inimigos invasores. Por isso, o temor deles, pela fortificação daquele local por Judas. Aproximação de uma cidade com uma guarnição armada, carecia medidas protetivas e cuidadosas; e também a volta das atividades no templo. 

                         Sinal de rebeldia, contra as leis do rei assírio, além da rebelião armada, constituía um enorme desfio aos invasores pagãos. Semelhante ao que Neemias fizera, ao reconstruir as muralhas de Jerusalém. (Ne. 4). 

                        Nessas alturas dos acontecimentos, o "deus" antropomórfico, planejava novas investidas, contra a crença, no Deus Único e Verdadeiro; e inclusive, tentar destruir o Programa do Cristo Galáctico - no futuro distante - a sua vinda como Redentor, do planeta Terra, como Filho do homem; para salvar o que estava perdido.  

Continua. 

terça-feira, 2 de julho de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 170)

                     - PRIMEIRO LVRO DOS MACABEUS - 


                                             Georgias - um dos generais do rei Antióco - seguiu pela noite, com uma tropa de cinco mil homens, e com cinco mil componentes de sua cavalaria. A ordem era para destruir o acampamento judaico de qualquer jeito. Guiava-os alguns judeus de Jerusalém. 

                                     Judas, sabendo da movimentação inimiga, com a intenção de surpreendê-los, também deslocou-se para enfrentar os assírios que estavam em Emaús. Porém, outras tropas inimigas, encontravam-se mais distantes. Chegando ao acampamento judaico - durante a noite - Georgias não encontrou ninguém. 

                                   Perplexo! Deve ter se perguntado, para onde foram todos? Imaginando que haviam fugido, iniciaram uma busca, por Judas e seu exército; pensando que estivessem em retirada. Pela manhã, Judas apareceu com três mil soldados. Porém, seus homens não tinham escudos e nem espadas. 

                                Vendo todo poderio assírio, Judas estimula seus soldados, para terem fé no Deus Único. 

"Não temam todo o poder dos inimigos pagãos! Recordem todos, como nossos antepassados foram salvos no mar vermelho, sendo perseguidos pelo exército do Faraó. Gritemos aos céus, para que nos favoreçam; lembrando da aliança de nossos pais, esmagando o atual inimigo(...)" (I Macabeus, 4:8-12)  

                              Iniciando a batalha - não tão aguerridos - como os homens de Judas - o exército pagão perde e foge para a planície. É sabido que, a maioria do exército assírio, era composto por mercenários, totalmente descompromissados, com um ideal pátrio. Visto que também, estavam tentando tomar o que lhes não pertenciam. E, inclusive, obrigando todo um povo a abandonar, não somente, sua cultura e inclusive, suas crenças. Mesmo estando elas - um tanto quanto abaladas - pela influência, dos cultos pagãos de seus vizinhos. 

                           A estratégia utilizada por Judas e seus Macabeus, pode ser compreendida quando era utilizada a tática de guerrilhas; valendo-se da surpresa e rapidez de movimentação. Isso já havia sido utilizado, em outras batalhas e por outros povos. Porém - não podemos desprezar - que havia também, uma guerra espiritual; entre o governo oculto do "deus" antropomórfico - pai da mentira - e os colaboradores do Cristo Galáctico. Como sempre houvera, até então. 

                        Depois, os inimigos são perseguidos - estando eles em debandada - e então judas permaneceu atacando-os. Isso, mantinha o exército assírio afastado e dispersos. Com isso, ganham tempo, para saquear o acampamento dos invasores; levando suas armas e alimentos. 

                      Porém, Judas e seus homens, não seguiram para o litoral, que já era terra dos filisteus; que seria vantajoso para os assírios. No entanto, Judas fora favorecido com a vantagem. Agora - após a batalha de Emaús - o movimento rebelde comandado por Judas Macabeu, toma corpo e consciência; da necessidade permanente, de expulsar os pagãos invasores. (I Macabeus, 4:1-35)  

Continua.    

segunda-feira, 1 de julho de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 169)

                    - PRIMEIRO LIVRO DOS MACABEUS - 

                 

                                       O rei assírio, saíra de Antióquia - capital do império - no ano cento e quarenta e sete; levando metade de seu exército. Passou pelo Eufrates, indo até as províncias do norte. Na capital, Lísias determina que Ptolomeu de Dórimines, Nicanor e Georgias, fossem - com quarenta mil homens - de infantaria e sete mil de cavalaria, invadir e neutralizar de vez Judá. Estas foram as ordens que recebera do rei assírio. Partindo, acamparam em Emaús. 

                                    Sabendo disso, os traficantes daquela região, foram para o acampamento, com prata, ouro e correntes; com a finalidade de comprar os israelitas derrotados, como escravos. Juntaram-se ao enorme exército, tropas sírias e filisteias. No entanto - Judas e seus irmãos - percebendo a gravidade daquela situação, decidiram unirem-se e ir em direção a Masfa - pois naquele lugar havia um templo - onde poderiam orar e pedir a misericórdia do Deus Único. 

                                 E assim fizeram! Pegando os pergaminhos onde contina as escrituras da Lei. Depois - gritaram aos céus - pedindo orientação, do que poderiam fazer, para modificar aquela situação desesperadora. Tocaram trombetas e clamaram ao Senhor de Israel. 

                               Judas - depois de nomear e distribuir - seus chefes militares, disse a todos: Aos que estivessem edificando uma casa, aqueles que estavam plantando uma vinha, e aos que estivessem apavorados, para voltar as suas próprias casas; segundo a Lei do Senhor. 

                              Depois, seu exército marchou para o sul de Emaús. Estas foram assuas palavras: 

"Preparem-se! Sejam corajosos e valentes; para que de madrugada, estejam prontos, para o combater os pagãos invasores, que uniram-se para nos destruir, e ao nosso templo. É preferível morrer lutando que ver a desgraça e destruição da pátria e de nosso templo. Porém, que faça-se a vontade do Senhor". (I Macabeus, 3:57-60)  

                            A localização de Emaús é estratégica. Ficando nas regiões das colinas, entre a serra de Judá e a planície marítima. Este local - em tempos mais antigos - fora utilizado pelos filisteus - partindo do litoral - por vales perpendiculares ao mar. Era um terreno plano, que favorecia as ações de guerrilhas. 

                          A intenção dos assírios, seria a total eliminação da nação judaica. O mesmo que fizera o rei assírio, com o reino do norte, cuja capital era Samaria. Essa, era a - principal tática - de todos os conquistadores. Os colonos eram os mais adequados, para implementar esta política; quando utilizados a uma anexação. Sendo também - utilizados para esta finalidade - os militares aposentados; que davam ótimos colonos. 

                        Em Jerusalém, havia um pequeno número de colonos e militares; inclusive judeus que não poderiam unir-se aos revoltosos e nem desejavam aderir aos colaboracionistas. 

                       No entanto, vários voluntários, decidiram - atraídos pelo dinheiro fácil - unirem-se ao exército regular de mercenários. A sorte estava lançada! A sorte não! Isso é invenção do "deus" antropomórfico, para implementação das jogatinas, e jogos de azar; com a finalidade de enganar e escravizar os seres humanos. Com os Macabeus, era ESPERANÇA E FÉ; NO DEUS ÚNICO E VERDADEIRO. A batalha de Emaús, iria começar. DEUS SEJA LOUVADO! Gritaram todos os Macabeus. 

Continua. 

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...