- PRIMEIRO LIVRO DOS MACABEUS -
Depois da batalha, contra o exército de Judas, os invasores pagãos que haviam escapado, fugiram e foram até onde encontrava-se Lísias e comunicaram-lhes tudo que havia acontecido. Ficando perplexo com aquelas más notícias; pois fora tudo o contrário, do que planejou fazer.
Logo - no dia seguinte - Lísias convocou novos soldados, para recompor aqueles que havia perdido. Recrutou, cinco mil homens de cavalaria e sessenta mil de infantaria. Assim - não haveria como - não derrotar Judas e seus rebeldes.
Foram direto, para um lugar chamado Idumeia, onde montaram acampamento. Pelo lado dos judeus, o exército continha dez mil soldados. Quando Judas viu aquele poderoso exército, começou a orar ao Senhor:
"(...)Bendito és - Salvador de Israel - que quebrantaste o ímpeto daquele gigante por meio de teu servo Davi(...)"
Então - depois da prece de Judas - enfrentaram aquele exército, que parecia imbatível, com fé e coragem no Senhor. Conseguiram a vitória, que antes parecia impossível para Lísias. Mediante nova derrota, o general assírio, fugiu para Antióquia. Para então, recrutar novo exército.
Depois destas vitórias marcantes, Judas propõem a purificação do templo. Levantando acampamento, foram para o Monte Sião. Ao chegar, viram que o altar estava totalmente em ruínas, observando também, o péssimo estado de todo o templo. Deparando, com todas as profanações, realizadas no interior daquele local, sagrado para todos os judaístas. Tendo sido profanado pelos pagãos e pelos judeus apóstatas.
Limparam o templo, ergueram um novo altar, e o consagraram em nome do Deus Único. Depois de pôr os pães sobre a mesa, todo trabalho havia terminado. (I Macabeus, 4:36-61)
Purificação e consagração, são simbolismos, ligados a fé no Deus Único - aquele que tirara os hebreus, da casa da servidão. O templo estava profanado, com estátuas de "deuses" abomináveis. Então, toda aquela simbologia pagã, havia necessidade - de estabelecer - no local, o Monte Sião, um marco, de fé ao Deus Único; e também, uma fortaleza. Sendo o templo, a "fortaleza" da fé; e o Monte Sião, a fortaleza física, contar os inimigos pagãos.
Devemos esclarecer que - por santuário - entende-se o edifício propriamente dito; reservado aos sacerdotes e levitas; o altar, é onde seria feito os sacrifícios e holocaustos; e as portas, o os acessos simples ou monumentais, entre um recinto e outro; por átrios, os pátios abertos. Tudo isso, fora submetido às blasfêmias pagãs; por isso, a necessidade da reforma total do templo.
A importância do Monte Sião, como ponto estratégico, para a defesa, era notória inclusive para os inimigos invasores. Por isso, o temor deles, pela fortificação daquele local por Judas. Aproximação de uma cidade com uma guarnição armada, carecia medidas protetivas e cuidadosas; e também a volta das atividades no templo.
Sinal de rebeldia, contra as leis do rei assírio, além da rebelião armada, constituía um enorme desfio aos invasores pagãos. Semelhante ao que Neemias fizera, ao reconstruir as muralhas de Jerusalém. (Ne. 4).
Nessas alturas dos acontecimentos, o "deus" antropomórfico, planejava novas investidas, contra a crença, no Deus Único e Verdadeiro; e inclusive, tentar destruir o Programa do Cristo Galáctico - no futuro distante - a sua vinda como Redentor, do planeta Terra, como Filho do homem; para salvar o que estava perdido.
Continua.
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