quinta-feira, 10 de agosto de 2017

LIVRO DE DANIEL -- POSTAGEM 3.

                               Com o medo Dario no trono da Babilônia, Daniel se destacou pela fé no Deus Único e sua inteligência. Para maiores explicações, o termo "medo," significa um povo.
                              No ano 2000 a.c, os medos e persas originários dos territórios da atual Rússia, ocuparam a região do planalto iraniano. Os medos se estabeleceram ao norte; e os persas, ao sul.
                              Continuando com a história de Daniel; os príncipes da corte do rei Dario, sentiram-se prejudicados por ter como colega, um filho do povo cativo hebreu.
                              Então se reuniram, e decidiram arquitetar um plano, para se livrar da incômoda presença do hebreu. Foram até Dario, para propor-lhe um decreto nos seguintes termos:
                              "Qualquer súdito, durante trinta dias, fizer um pedido a qualquer Deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões." (Cap.6:7).
                                Sabendo eles da vaidade do soberano medo, incentivaram o rei, para assinar o famigerado decreto. Sabiam também que, Daniel, seguidor do Deus Único, jamais faria o que mandava o decreto real.
                               Aqueles que não cumprissem a ordem, seriam lançados na cova dos leões. Foi o que aconteceu com Daniel. (Cap.6:16).
                              Embora sentindo muito ter que cumprir o decreto, Dario não teve outra alternativa. Esta era uma lei dos medos e persas; e nem mesmo o rei, poderia revoga-la. (Cap.6:15).
                             E assim foi feito! Daniel passou uma noite na cova dos leões. Dario, voltou ao seu palácio; e naquela noite não dormiu, de tanta preocupação. (Cap.6:18-19).
                             No dia seguinte, todos foram para o local, onde os leões estavam presos; inclusive Dario.
                             Para surpresa geral, Daniel estava bem tranquilo entre as feras. Nenhuma delas o feriu. Então, Dario ficou muito feliz, porque Daniel foi salvo graças a sua fé no Deus Único. Disse Daniel que, o Senhor havia mandado dois mensageiros para acalmar os leões. (Cap. 6:22-24).
                            Porém, aquele acontecimento provocou a ira do soberano. Mandou seus soldados lançar na cova dos leões, aqueles príncipes astuciosos, que tinham feito tão terrível artimanha. (Cap.6:24).
                           Cheio de alegria, o coração do rei tornou-se generoso. Mandou elaborar um decreto pelo qual, todos os seus súditos temam e adorem o Deus Único. E decretou também, a paz em todo reino. (Cap. 6:26-28).
                   
                             "Ora ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao Único Deus seja honra e glória para todo o sempre. Amém." (Timóteo, 1:17).


CONTINUA.
                         
 

















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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

LIVRO DE DANIEL -- POSTAGEM 2.

                              O rei da Babilônia Nabucodonosor, teve um sonho que não podia se lembrar; e como isso muito o perturbava, mandou chamar todos os sábios e astrólogos caldeus, para ajuda-lo a  lembrar-se do intrigante sonho.
                              No entanto, os magos não conseguindo ajudar o soberano a lembrar o seu sonho, tentaram ganhar tempo. Mas, esta atitude enfureceu o rei, que os condenou a morte. (Cap.2:12).
                              Nesse ínterim, o seu prefeito, ou vizir, disse-lhe que, entre os hebreus que o serviam no palácio, havia um jovem que poderia ajudar o rei a  lembrar do sonho.
                              Imediatamente, Daniel foi levado a presença de Nabucodonosor.
                              Diante do soberano caldeu, Daniel disse que, somente o Deus Único era conhecedor de todas as coisas e de todos os seres; pois era o Criador dos Universos.
                              Porém, ele Daniel, poderia receber as revelações de seu Deus. (2:28).
                              Assim o profeta, revelou o sonho que Nabucodonosor tivera. (Cap.2:31-49).
                              O sonho, era muito simbólico. Eram futuros reinos que, iriam substituir os caldeus no domínio do mundo conhecido daquela época.
                              Em outras palavras, seria a Lei de Renovação cumprindo o seu curso, no programa que Jesus elaborou para o planeta que eLe havia construído.
                              Depois disso, Daniel tornou-se o preferido do rei caldeu. Com isso, o hebreu torna-se governador de toda a província da Babilônia.
                             Após um tempo não muito longo, Nabucodonosor, teve outro sonho simbólico; e mais uma vez, foi Daniel que o interpretou. (Cap.4:5-18).
                             Este novo sonho do rei, era na verdade, um alerta dos mensageiros do Cristo, para o soberano de tantos povos, não estar cumprindo com a responsabilidade que lhe fora dada pelo Senhor.
                            Se o rei não mudasse sua atitude egoísta, arrogante e perversa, sofreria sérias consequências. Com a mente dominada pelas trevas, poderia ser tomado pela loucura.
                            Então, totalmente fora da razão, Nabucodonosor agiria como um animal; inclusive, comeria ervas como um mamífero qualquer. Foi o que aconteceu. (Cap.4:25).
                            Depois de passar pela difícil provação, o soberano aprendendo a lição pela experiência, recebeu de volta o seu legado. (4:30-37).
                           No capítulo "5," temos um salto. Agora, o soberano é Belsazar. (Bel proteja o rei!) foi o último rei da Babilônia. Era filho mais velho de Nabonido. A lista de reis de Uruk, não menciona Belsazar como rei da Babilônia, com Ciro sendo sucessor de Nabonido, que reinou por 17 anos. (555-539 a.c).
                          Nabonido ou Nabonadius; rei da Babilônia, casado com Nitocris, filha de Nabucodonosor II.
                          "Uruk;" chamada hoje de Warka, a 260 km ao sul de Bagdá, foi a  5.000 anos a.c, a primeira Metrópole da humanidade.
                           O rei Belsazar deu um grande banquete a seus convidados. Então, para comemorar, o soberano mandou trazer até ele, os vasos sagrados, que pertenciam ao templo de Salomão, antes do cativeiro hebreu na Babilônia. (Cap.5:1-4).
                          Mas, um fato inesperado aconteceu no exato momento em que, os vasos ficaram cheios de vinho pagão.
                          Na parede do palácio, surgiu um dedo, que escrevia palavras cuja interpretação, ninguém conseguiu saber. (Cap.5:5-6).
                          Diante do estranho fenômeno, foram chamados todos os magos e astrólogos, para tentar decifrar o intrigante enigma. Todas as tentativas frustradas.
                          Mediante isso, a rainha disse ao rei que, entre os hebreus, havia um homem de Deus, que talvez conseguisse desvendar o enigma.
                         Daniel foi convocado para resolver o problema que perturbava o soberano.
                         O que estava escrito na parede era: "Mene, Mene, Tequel, Ufarsim." (Cap.5:26).
                         Esta foi a interpretação de Daniel:
                         "Mene: Contou Deus o teu reino e o acabou.
                          Tequel: Pesado foste na balança, e foste achado em falta.
                          Peres: Dividido foi o teu reino, e foi entregue aos medos e persas." (Cap.5:26-28).
                          Temos a impressão que, Belsazar não levou muito a sério a interpretação do profeta; pois no mesmo dia, ele o nomeou o terceiro em comando no reino.
                         Segundo os textos bíblicos, Balsazar foi morto. Assumindo o reino, o medo Dario; com 62 anos de idade. Para aquela época, era muito velho. (Cap.5:29-31).
 
                        "SABE, porém isto; que nos últimos dias haverá tempos trabalhosos." (Timóteo, 3:1).
 
CONTINUA.

                         
                          
                             
                            
                             

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...