Com o medo Dario no trono da Babilônia, Daniel se destacou pela fé no Deus Único e sua inteligência. Para maiores explicações, o termo "medo," significa um povo.
No ano 2000 a.c, os medos e persas originários dos territórios da atual Rússia, ocuparam a região do planalto iraniano. Os medos se estabeleceram ao norte; e os persas, ao sul.
Continuando com a história de Daniel; os príncipes da corte do rei Dario, sentiram-se prejudicados por ter como colega, um filho do povo cativo hebreu.
Então se reuniram, e decidiram arquitetar um plano, para se livrar da incômoda presença do hebreu. Foram até Dario, para propor-lhe um decreto nos seguintes termos:
"Qualquer súdito, durante trinta dias, fizer um pedido a qualquer Deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões." (Cap.6:7).
Sabendo eles da vaidade do soberano medo, incentivaram o rei, para assinar o famigerado decreto. Sabiam também que, Daniel, seguidor do Deus Único, jamais faria o que mandava o decreto real.
Aqueles que não cumprissem a ordem, seriam lançados na cova dos leões. Foi o que aconteceu com Daniel. (Cap.6:16).
Embora sentindo muito ter que cumprir o decreto, Dario não teve outra alternativa. Esta era uma lei dos medos e persas; e nem mesmo o rei, poderia revoga-la. (Cap.6:15).
E assim foi feito! Daniel passou uma noite na cova dos leões. Dario, voltou ao seu palácio; e naquela noite não dormiu, de tanta preocupação. (Cap.6:18-19).
No dia seguinte, todos foram para o local, onde os leões estavam presos; inclusive Dario.
Para surpresa geral, Daniel estava bem tranquilo entre as feras. Nenhuma delas o feriu. Então, Dario ficou muito feliz, porque Daniel foi salvo graças a sua fé no Deus Único. Disse Daniel que, o Senhor havia mandado dois mensageiros para acalmar os leões. (Cap. 6:22-24).
Porém, aquele acontecimento provocou a ira do soberano. Mandou seus soldados lançar na cova dos leões, aqueles príncipes astuciosos, que tinham feito tão terrível artimanha. (Cap.6:24).
Cheio de alegria, o coração do rei tornou-se generoso. Mandou elaborar um decreto pelo qual, todos os seus súditos temam e adorem o Deus Único. E decretou também, a paz em todo reino. (Cap. 6:26-28).
"Ora ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao Único Deus seja honra e glória para todo o sempre. Amém." (Timóteo, 1:17).
CONTINUA.
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No ano 2000 a.c, os medos e persas originários dos territórios da atual Rússia, ocuparam a região do planalto iraniano. Os medos se estabeleceram ao norte; e os persas, ao sul.
Continuando com a história de Daniel; os príncipes da corte do rei Dario, sentiram-se prejudicados por ter como colega, um filho do povo cativo hebreu.
Então se reuniram, e decidiram arquitetar um plano, para se livrar da incômoda presença do hebreu. Foram até Dario, para propor-lhe um decreto nos seguintes termos:
"Qualquer súdito, durante trinta dias, fizer um pedido a qualquer Deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões." (Cap.6:7).
Sabendo eles da vaidade do soberano medo, incentivaram o rei, para assinar o famigerado decreto. Sabiam também que, Daniel, seguidor do Deus Único, jamais faria o que mandava o decreto real.
Aqueles que não cumprissem a ordem, seriam lançados na cova dos leões. Foi o que aconteceu com Daniel. (Cap.6:16).
Embora sentindo muito ter que cumprir o decreto, Dario não teve outra alternativa. Esta era uma lei dos medos e persas; e nem mesmo o rei, poderia revoga-la. (Cap.6:15).
E assim foi feito! Daniel passou uma noite na cova dos leões. Dario, voltou ao seu palácio; e naquela noite não dormiu, de tanta preocupação. (Cap.6:18-19).
No dia seguinte, todos foram para o local, onde os leões estavam presos; inclusive Dario.
Para surpresa geral, Daniel estava bem tranquilo entre as feras. Nenhuma delas o feriu. Então, Dario ficou muito feliz, porque Daniel foi salvo graças a sua fé no Deus Único. Disse Daniel que, o Senhor havia mandado dois mensageiros para acalmar os leões. (Cap. 6:22-24).
Porém, aquele acontecimento provocou a ira do soberano. Mandou seus soldados lançar na cova dos leões, aqueles príncipes astuciosos, que tinham feito tão terrível artimanha. (Cap.6:24).
Cheio de alegria, o coração do rei tornou-se generoso. Mandou elaborar um decreto pelo qual, todos os seus súditos temam e adorem o Deus Único. E decretou também, a paz em todo reino. (Cap. 6:26-28).
"Ora ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao Único Deus seja honra e glória para todo o sempre. Amém." (Timóteo, 1:17).
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