sábado, 6 de fevereiro de 2016

ÊXODO -- FARAÓ NEGA LIBERTAR OS HEBREUS -- POSTAGEM -- 57.

"Falou o Faraó: Daqui em diante não torneis a dar palha para povo, para fazer tijolos, como fizestes até agora; os hebreus deverão eles próprios colher a própria palha.
Aumente o serviço dos hebreus; doravante trabalharão mais."  (Êxodo, 5:2-19).
               
                       Além de negar o pedido de Moisés, o Faraó ainda aumentou a carga horária de trabalho dos hebreus; infligindo represálias a todos eles, com açoites e castigos.
                       Mais uma vez, Moisés e Aarão, voltam a falar com o faraó; no entanto este não cede; e Moisés diz que o Egito será assolado com 10 terríveis pragas.
                       Mesmo com a dureza do coração do Faraó, o Senhor promete livrar os hebreus, da escravidão do Egito. "Diz aos filhos de Israel: Eu sou o Senhor, e vos tirarei da escravidão e do suplício do Egito." (Êxodo, 6:2-13).
                       Grande desânimo acometeu Moisés; porém o Senhor o animou dizendo: "Faraó, porém, não ouvirá mais uma vez; e porei minha mão sobre o Egito, tirarei os meus exércitos, o meu povo os filhos de Israel, da terra do Egito, com grandes juízos." (Êxodo, 7:2-18).
                       Os hebreus, devido a piora das condições de trabalho imposta pelos egípcios, se revoltam contra Moisés. Aarão teve muito trabalho para acalmar os ânimos de todo os hebreus.
                       Era natural, a resistência do Faraó em não concordar, com a libertação dos hebreus, sob o ponto de vista econômico financeiro; pois iria perder uma grande quantidade de mão de obra gratuita. A economia egípcia, iria sofrer uma grande queda. 
                       No livro Êxodo, está escrito que Deus endureceu o coração do faraó; isso é um simbolismo, porque o coração da maioria dos reis da antiguidade, já era duro desde quando nasceu. Ainda mais se sua autoridade for questionada. As coisas se tornam ainda mais complicadas, se a autoridade real é colocada em xeque, por escravos. A concupiscência dos homens não tem limites.
                      
                     
                      
                      
                        

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

ÊXODO -- MOISÉS VOLTA PARA O EGITO -- POSTAGEM -- 56.

"Então se acendeu a ira do Senhor contra Moisés, e disse: Não é Aarão, o levita, teu irmão? Eu sei que ele falará muito bem; pois  possui a palavra concisa.
Ele irá ao seu encontro com alegria.
Eu porei as palavras na boca de Aarão. Ele falará por você ao povo.
Ele lhe será por boca, e tu lhe será por Deus. Toma pois este cajado na tua mão, com o qual farás os sinais." (Êxodo, 4:2-31).
            
               Moisés tentou de todo jeito, dissuadir o Senhor a dispensá-lo daquela difícil missão; alegando que, não seria a pessoa mais indicada para isso, e além de tudo, não tinha a língua educada na palavra lógica e persuasiva.
               No entanto, os argumentos de Moisés, somente serviram para que o Senhor fosse mais enérgico em suas ordens, lembrando a Moisés de seus compromissos assumidos no plano espiritual, antes da sua presente encarnação.
              Também lembrou o Senhor, que seus irmão Aarão, iria falar por Moisés; Assim, com a mediunidade de psicofonia de Aarão (comunicação do Espírito através da voz do médium), e a mediunidade de efeito físico de Moisés (capacidade do médium de produzir fenômenos materiais), ambos iriam até o Faraó do Egito, para exigir a libertação incondicional do povo Hebreu; segundo as ordens do Deus único.
              Caso o rei não cumprisse as ordens expressas do Senhor, todo povo egípcio e toda a família do Faraó, sofreriam os tormentos das 10 pragas; até que, se cumprisse a vontade do Senhor, Deus de Israel.
              Voltando ao Egito, Moisés explica a Aarão, o motivo de seu retorno; e Aarão por sua vez, convence todo povo hebreu, que é chegado a hora da libertação. Depois disso, Moisés e Aarão, vão até o Faraó. (Êxodo, 5:2-23).
                  
                    
 

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

ÊXODO -- O SENHOR FALA COM MOISÉS NO DESERTO DE MIDIÃ -- POSTAGEM -- 55.

"Apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote em Midiã; e levou o rebanho atrás do deserto, e veio ao monte Horebe.
Aparecendo-lhe um anjo do Senhor, em uma chama de fogo, no meio de uma sarça.
Bradou o Senhor a Moisés: Não te aproximes; tira suas sandálias, pois esta é uma terra sagrada.
Eu sou o Deus de seu pai; o Deus de Abraão, Isaque, e Jacó.
Moisés encobriu o rosto em respeito e medo ao Senhor." (Gênesis, 3:2-22).
                      
                            Tendo se tornado genro de Jetro, Moisés assumiu todo o trabalho de cuidar do rebanho do sogro. Ora, Jetro era muito respeitado naquela terra; o Senhor havia lhe concedido a missão de cuidar espiritualmente do povo daquele lugar inóspito e esquecido.
                            Depois de ouvir as ordens do Senhor, Moisés expôs todas as suas dúvidas e sua insegurança para levar adiante, tão importante empreitada; alegou também, que não tinha a palavra concisa, condição importante para o sucesso daquele grande trabalho.
                           Além do mais, Moisés estava ainda incrédulo com o poder do Senhor. Foi necessário uma prova visual, para que Moisés tivesse inteira confiança que, aquela voz flamejante, fosse mesmo o Deus verdadeiro, que ouvira Jetro e sua gente falar. A prova física que convenceu Moisés, foi sua mão tendo se tornado leprosa e depois, voltar ao normal instantaneamente. Mandou também o Senhor, que Moisés lançasse ao chão seu cajado; ao fazer isso, o cajado se transforma em uma serpente.
                          Na verdade, o Senhor estava estimulando em Moisés, aquilo que sempre tivera e não sabia; a chamada mediunidade de efeito físico. Assim poderia realizar todas as maravilhas, como instrumento de libertação do Senhor, para todo povo hebreu; escravo na terra do Egito. Iria se cumprir, o que o Senhor houvera prometido a Jacó.
                         O que difere Moisés de outros médiuns, com dons semelhantes aos dele, é grande capacidade de manipular "fluidos" ou energias, que a maioria das pessoas nem sabe que existem. No entanto, é importante deixar claro que, o Cristo Planetário, jamais iria transgredir as leis de Deus. Tudo que Moisés realizou, está rigorosamente dentro da Lei Divina.
                        

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

ÊXODO -- O NOVO FARAÓ DO EGITO -- A MORTE DOS MENINOS HEBREUS -- NASCIMENTO DE MOISÉS -- POSTAGEM 54.

                    Depois da morte de José, um novo faraó subiu ao trono do Egito. Vendo o Faraó que o povo Hebreu se multiplicava muito, tomou a decisão de escravizar todo o povo, além de decretar que toda criança judia do sexo masculino, deveria ser morta.
                    Porque as mulheres hebreias eram mais férteis que as egípcias, além do mais, as  parteiras das judias, eram mais hábeis; por isso, as crianças judias não morriam no parto.
                    Da casa de Levi, nasceu um varão; sua mãe o escondeu por três meses; ao final dos noventa dias, colocou a criança em um sesto de junco, lançando-o nas águas do rio. Aconteceu que, a filha do Faraó banhava-se no rio, quando viu o cesto com a criança dentro. Foi assim que Moisés pode ser criado e educado na corte do Faraó.
                    Moisés sempre soube da sua origem hebraica; tanto que, muito lhe causava constrangimento o suplício que seu povo passava, sendo escravos dos egípcios.
                    Um dia, ao ver um hebreu sendo brutalmente espancado por um soldado egípcio, não se contendo, Moisés agride o soldado violentamente, matando-o.
                    Com medo da punição, Moisés foge para Midiã. Estando Moisés a beira de um poço, quando surgiram 7 mulheres em busca de água. Estas 7 mulheres, eram  filhas do sacerdote de Midiã.
                    Porém, surgiram pastores que impediram as mulheres de encher seus potes de água; Moisés então, saiu em defesa das mulheres, afugentando os pastores. Com esta atitude, Moisés conquistou a confiança do sacerdote, cujo nome era Reuel ou Jetro. (Dependendo da tradução) Depois deste episódio, Moisés toma como esposa, uma das filhas do sacerdote, chamada Zípora; tendo um filho com ela, o qual chamou de Gerson.
                    

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

A GÊNESIS -- JACÓ CONSTITUI AS DOZE TRIBOS DE ISRAEL -- POSTAGEM -- 53.

"Chamou Jacó seus filhos, e disse: Aproximai filhos de Jacó; e vos anunciarei o que há de acontecer nos últimos dias.
Ouvi Israel vosso pai." (Gênesis, 49:2-32).
                       
                      Neste ponto da história do Livro Gênesis, vemos a formação das 12 tribos de Israel, através dos 12 filhos de Jacó. Neste capítulo, Moisés narra o diálogo de Jacó com seus filhos, onde o patriarca traça um perfil psicológico de seus 12 filhos.
                      Diz Jacó, sobre Rúbea:
                      Rúben é altivo e voluntarioso; é meu braço direito. Porém cometeu a injúria de profanar a casa de Jacó, quando em um ato sórdido, invadiu o leito do próprio pai, ao deitar-se com Bila, concubina de Jacó.
                      Simeão e Levi:
                      Ambos são violentos; resolvem tudo ao fio da espada. Por isso, Jacó não aprovou suas atitudes de saqueadores e assassinos. Jamais terão união; amaldiçoados e divididos foram em Jacó, e separados serão em Israel.
                     Judá:
                     Para Judá, Jacó converte suas melhores bênçãos, além de promissoras expectativas. Prevendo para Judá uma liderança bem sucedida, e com justiça. Além disso, compara-o com um Leão que sabe espreitar sua presa, e tem experiência e majestade. Diz também que, sua autoridade nunca será posta em dúvida. Assim viverá Judá; até que um poder maior o substitua. "...até que venha Siló; e a ele se congregarão os povos." Isto é, Jesus.
                    "Olhos vermelhos de vinho, e os dentes brancos de leite." Ou seja, Vinho vem da uva; uva é uma fruta doce e ácida; quer dizer: Olhos doce e que vê o que os outros não enxergam.
                    "Dentes brancos de leite." ou seja: suas palavras não terão falsidade. Será um pastor de homens.
                    Zebulom:
                    Sua principal característica é a generosidade. Receberá a todos com amor; sua amizade será sempre sincera.
                    Issacar:
                    Em Issacar, Jacó destaca a humildade e o amor à terra; tirando da agricultura o sustento para sua família. Trabalhador incansável, sem se queixar das adversidades.
                    Dã:
                    Para Dã, Jacó tem as piores previsões; compara seu filho a uma serpente, que ataca sempre por trás, e sem que a sua vítima espere. Sua personalidade é vingativa e traiçoeira. Mesmo assim, Jacó tem esperança na recuperação de Dã.
                   Gade:
                   Jacó diz pouca coisa desse filho; somente que ele passará por uma dura provação, e no final sairá vitorioso.
                   Asser:
                   Terá fartura de alimento; tanto material como espiritual.
                    Naftáli:
                    Diz Jacó que Naftáli, é "uma Cerva solta." Entendemos que ele quis dizer, que seu filho tem alma feminina, dotada de grande sensibilidade, conteúdo poético, e sabedoria.
                    José:
                    Este soube segundo Jacó, superar  todas as provações e vencer; no entanto, sofreu e continuará a sofrer o assédio das Potestades do mal. Porém, José tem as Bênçãos do Senhor, porque o seu lado luz é muito forte. Se continuar no caminho da luz, terá sempre a confiança e a proteção de Deus.
                    Benjamim:
                    O filho predileto. Para Jacó, Benjamim possui uma personalidade sagaz e generosa; também possui um grande sentimento de família.
                    Assim, Israel traço o perfil psicológico, e espiritual das 12 tribos, que finalmente iriam materializar o "Gene Psíquico do Deus único," entre o povo hebreu. A primeira parte do Program de Jesus para a Terra, estava concluída.
                   
                   
                   
                    
                     
                      

domingo, 31 de janeiro de 2016

A GÊNESIS -- JACÓ E SEU POVO VÃO PARA O EGITO -- POSTAGE -- 52.

"Partiu Israel com todo seu povo para a  terra do Egito. Em Berseba ofereceu sacrifícios ao Senhor.
Disse o Senhor a Israel em visões a noite: Eu sou o Deus de Abraão, Isaque, não temas em ir ao Egito; pois te farei ali uma grande nação.
Descerei contigo ao Egito, e te farei também subir, e José porá sua mão sobre os teus olhos." (Gênesis, 46:2-34).
                         
                          Jacó partiu com todo seu povo para o Egito; embora tivesse receios de ir habitar uma terra estranha, o Senhor o tranquilizou, prometendo-lhe, que no futuro sairiam do Egito. (Gênesis, 46:4).
                         Foi o próprio Faraó que teve a ideia de levar para o Egito, Jacó e sua gente; mandando para Canaã, toda uma infraestrutura de transporte, para conduzir todos os pertences de Jacó.
                         Pois bem! Vamos analisar agora, a administração de José no Egito. A primeira providência de José, aproveitando a boa safra, foi estocar o trigo; garantindo a força econômica do governo.
                        Assim pode vender o trigo, e também arrecadando grande soma em dinheiro para os cofres públicos. Depois que ninguém tinha mais dinheiro, trocavam suas terras pelo alimento. Assim, o Egito tornou-se um estado "feudal." Dizem alguns historiadores, que o sistema feudal, somente ocorreu na Europa, com a queda do império romano.
                       O certo é que, até mesmo os sacerdotes tiveram que trocar suas terras por trigo; eles também perderam tudo. Então, por que, isso tudo não foi registrado pelos escribas egípcios? Foi registrado! Porém, o orgulho e a prepotência dos Faraós e da classe sacerdotal que sucedeu aqueles, trataram de apagar todos os relatos deste período do Egito. (Gênesis, 47:13-31).
                    Tudo que impedir o orgulho humano de brilhar, é destruído pelos homens.
                    "Assim habitou Israel na terra do Egito, na terra de Gozén, e nela tomaram possessão e frutificaram e multiplicaram muito."
                     
                   
                        
 

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...