sábado, 13 de fevereiro de 2016

ÊXODO -- A ESCOLHA DE ARÃO E SEUS FILHOS PARA SACERDOTE -- URIM E TUMIM -- POSTAGEM 69.

                            A organização de uma liturgia e um corpo sacerdotal, a normatização dos rituais, com todos seus apetrechos e simbolismos, foi cuidadosamente preparado por Moisés. O povo necessitava de todo um ritual para que sentisse segurança, e alimentasse todo seu misticismo. Muitos ao ler os livros de Moisés, acusam-no de um misticismo exagerado; então perguntamos: e no presente século, não existe algo semelhante, com àdoração de imagem de santos?
                          Estamos falando de uma época remotíssima; e de um povo que permaneceu como escravo, por 400 anos. Foram gerações de cativeiro que, praticamente anulou a auto estima, o sentimento de raça, a identidade enquanto povo. O que impediu a total perda de identidade cultural e psicológica, foi justamente a crença no Deus único. Se não fosse pelo trabalho iniciado por Abraão, implantando o "Gene psíquico" do Deus Único na mente do povo hebreus, jamais poderiam se libertar do estigma da escravidão. Aconteceu algo semelhante no Brasil, com a vinda dos negros da Africa, para trabalhar como escravos.
                        Ao serem libertos pela lei áurea, durante muito tempo, ficaram sem identidade cultural, não eram mais africanos e não eram brasileiros; pois aqueles que se preocuparam em libertá-los, não tiveram a mesma preocupação em garantir-lhes, a cidadania brasileira. Somente uma coisa não permitiu que se  tornassem estigmatizados para sempre; a sua identidade religiosa. Nem mesmo o preconceito, e o racismo, os derrotaram.
                       Assim os Israelitas, com a crença e o culto ao Deus Único, com todos os paramentos de uma religião, transformaram-se na única nação naqueles tempos que, quando falavam ao seu Deus, obtinham resposta direta do mesmo, desde que, o pedido fosse justo. Isso é de uma importância inigualável; porque iria refletir no futuro, para que aquele povo, garantisse a existência da civilização ocidental, tal como é hoje. Este é o legado dos Israelitas para todos nós ocidentais.
                      Se parte dos descendentes daquele povo, mesmo nos tempos atuais, ainda continuam vinculados a antiga Lei, não é motivo para julga-los. Todos os caminhos nos conduzem ao mesmo Deus Único; tanto no "deserto" quanto no ocidente. O Cristo disse que nenhuma de suas ovelhas se perderia.
                     Portanto meus amigos! Vamos raciocinar; dentro da lógica, da  razão, e do bom senso; e também perguntando: Se é Verdade, se é Bom, se é Útil. Todo povo que segue e faz a vontade de Deus, como ensinou o Cristo Planetário; não terá nada a temer.
                    Continuando com as determinações de Moisés; foi escolhido, pela vontade de Deus, Arão e seus filhos, para exercerem o cargo de sacerdote e seus auxiliares direto. Foi dado ao sacerdote, a autoridade para exercer o "Urim e o Tumim," que significa, As Luzes e a Iluminação. Que na verdade era a manifestação da mediunidade em Arão; para descobrir a vontade de Deus.
                    Vamos esclarecer a questão da necessidade da criação de um sumo sacerdote, diante de todos os hebreus. Paulo de Tarso, nos mostra, como era a figura do sacerdote naquela época, e a importância da presença do Cristo em nosso coração.
                   "Todo sumo sacerdote, sendo tomado dentre os homens, é constituído nas coisas concernentes a Deus, a favor dos  homens, para oferecer tanto dons, como sacrifícios pelos pecados. e é capaz de condoer-se dos ignorantes e dos que erram, pois também ele mesmo está rodeado de fraquezas. E, por esta razão, deve oferecer sacrifícios pelos pecados, tanto do povo como de si mesmo." (Hebreus, 5:1-3).
                  Após a segunda revelação, as coisas já eram bem mais evoluídas! O Cristo é superior ao sacerdócio da antiga aliança.
                 "Tu és sacerdote para sempre segundo a ordem de Melquisedeque." (Hebreus, 5:6).
                    Vide também, Hebreus, 7:1-3, 4-19).
                   
                   
                      
 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

ÊXODO -- AS OFERTAS DO TABERNÁCULO -- E OUTRAS DETERMINAÇÕES -- POSTAGEM -- 68.

                      Uma das primeiras providências ordenadas a Moisés, foi a construção da "Arca da Aliança." Um objeto de madeira, folheada a ouro, do formato de uma caixa; tendo em cima da Arca, uma tampa (propiciatório), com dois querubins de ouro maciço. A descrição completa, encontra-se em (Êxodo, 25:10-22).
                     O importante é saber que a Arca da Aliança, era um símbolo de grande valor para os hebreus; existe uma verdadeira lenda em torno deste objeto fascinante. A Arca desapareceu,  quando o rei da Babilônia Nabucodonosor, conquistou Jerusalém. (Reis, 2:25).
                     Sempre que os hebreus marchavam contra seus inimigos, a Arca da Aliança, era levada a frente de todo exército hebreu; e todos eles, tinham total confiança em seu poder. Na verdade, o poder vinha da Lei Divina; que guiava os  Israelitas, para um objetivo já traçado pelo Cristo Planetário. Todos os fenômenos atribuídos a Arca, foram os homens os verdadeiros responsáveis. Tais fenômenos, são originados na  mediunidade, daqueles que com suas mãos, carregavam o precioso objeto; obedecendo a vontade e a justiça de Deus.
                    Todos os objetos que completavam a arca, (a mesa, candelabro, as cortinas, a coberta de peles, o véu, reposteiro, e as colunas, Êxodo, 25:1-40; 26:1-37), possuíam um grande valor místico para todo povo. Somente assim, eles se sentiam como um povo que possuíam um Deus poderoso, que estava próximo deles, e principalmente, produzia a Teofania;  ou seja, fenômenos que era visto por toda congregação; inclusive por estrangeiros, que por ventura estivesse junto aos hebreus.
                  É importante lembrar que, outros povos,  adoradores de "deuses" de pedra, jamais assistiram uma Teofania; os deuses de pedra, sempre permaneceram mudos; o que se ouvia, era somente a voz do sacerdote e seus auxiliares, sempre mentindo e induzindo o povo a práticas abomináveis. Se colocassem estes falsos deuses, em uma plantação qualquer, naturalmente que as aves fariam ninho em suas cabeças; a utilidade deles era somente esta.
                  Com todos estes fenômenos sendo visto pela congregação, eles iriam ganhando confiança; também adquirindo o sentimento de povo, de "nação." Somente assim, esta "semente" de unidade politica e cívica, poderia germinar. Mas tudo isso seria uma herança da geração dos filhos do deserto. Tudo estava caminhando como o Cristo planejara.
                  Paulo nos explica, o significado simbólico dos ritos, ofertas, e sacrifícios; que durante a primeira aliança, tinham seu valor. No entanto, com a aliança perpétua feita com o Cristo, é a verdadeira. Todas as antigas alianças foram desfeitas pelos homens; a nova aliança, Jesus foi o mediador, esta não poderá ser desfeita, pois o sangue do Cristo e puro e poderoso, para nos salvar.
                "Os ritos, ofertas e sacrifícios, mosaicos eram imperfeitos e ineficazes. Os quais não passavam de ordenações da carne, baseadas somente em comidas, bebidas, e diversas abluções, impostas até ao tempo oportuno de reforma." (Hebreus, 9:10).
                 
                  
                    
                    

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

ÊXODO -- ARTIGOS DA LEI -- CONTINUAÇÃO -- POSTAGEM -- 67.

                  A lei que pune o testemunho falso e a injúria, iria normatizar testemunho dos membros da congregação, sempre que houvesse necessidade da transparência da verdade como testemunho perante os juízes.
                 Os deveres dos juízes, seria a de garantir a justa e correta aplicação da justiça Divina, entre a nação israelita, e até mesmo ao estrangeiro que por ventura estivesse entre eles. Outro importante artigo, era o que se referia ao cultivo da terra. Durante seis anos consecutivos, aterra seria usada para a agricultura; no sétimo ano, deverá deixa-la sem cultivo, para que ela se recupere.
                 E também, para que a terra volte a ser como era antes de ser cultivada; dando frutos silvestre e caça, para a manutenção de animais, e outros membros da congregação menos favorecidos financeiramente. A preservação do sábado, não poderia ficar de fora dos artigos da Lei, visto que, segundo a crença, Deus teria criado durante 6 dias; no sétimo descansou.
                Esse descanso no sábado, tinha também, a finalidade de  evitar a ganância, e a exploração do semelhante; mesmo sendo servo. No sábado, os hebreus o consagraria em nome de Deus.
                Assim, foi feita a aliança entre Deus e os filhos de Israel. O Cristo Planetário, como representante do Criador, e Co-criador em nível maior; sendo o responsável pela construção, socialização e reeducação de toda a humanidade, promete a posse de Canaã ao povo hebreu. (Êxodo, 21:1-36; 22:1-31; 23:1-33).
                Então, depois de anunciar estes códigos de lei, Moisés sobe novamente ao monte; la permanecendo durante 40 dias e 40 noites. (Êxodo, 24:1-18).
                Naturalmente que, a Lei antiga era a de justiça. A natureza da fé, daquelas almas vagando no deserto, necessitava de imagens e representações místicas, para que acreditassem.
                "Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem. Pois, pela fé, os antigos obtiveram bom testemunho." (Hebreus, 11:1-2).
                 Embora infelizmente, a maioria dos israelitas não persistiram, em cultivar está fé em seus corações.
               
                
               
                

ÊXODO -- OS ARTÍGOS DA LEI -- POSTAGEM -- 66.

                   Apesar de alguns desvirtuamentos de vários membros da comunidade Israelita, durante a longa estadia no Egito, como foi dito anteriormente, houve também algum proveito na questão tecnológica.
                   Sendo os egípcios detentores de várias tecnologias, não tiveram outra alternativa em transmiti-las aos hebreus, pelo fato da dependência da mão de obra escrava, tais como: metalurgia, ourivesaria, joalheria, marcenaria, técnicas de construção e agricultura; e até mesmo, a tecnologia do embalsamento de cadaver, embora para alguns dos Israelitas, isso fosse abominação.
                  O certo é que, todo este aprendizado tecnológico, seria muito útil para os hebreus no futuro.
                  No que dis respeito aos artigos da Lei, o primeiro deles foi a dos "Altares para o sacrifício pacífico." Deveria ser de terra; caso fosse feito de pedra, não poderia ser de pedra lavrada, ou seja, aquela que serve para afiar facas ou outro instrumento de corte. A pedra deveria ser natural. Os sacrifícios, seriam de animais, mamíferos, com casco das patas divididas; bovinos, caprinos, e ovelhas; exceto o porco, que era considerado animal imundo.
                Era considerado abominação, adorar deuses de pedra; e representados, através de qualquer tipo de imagem, sejam de animais, da terra, do ar, ou das águas, e de figura humana. Jamais, seria oferecido sacrifício humano; é abominação a Deus; o castigo para tal crime, é a morte. Também deveriam os hebreus, evitar o contato com estas práticas de outros povos.
                A respeito dos servos, também haveria um artigo, regulando a sua existência, e o melhor modo de trata-los e conviver com eles. Leis sobre a violência; para manutenção da ordem e da disciplina, evitando conflitos que poderiam prejudicar a paz, e a boa convivência entre toda congregação; para não haver também descriminações, pois haviam egípcios, que optaram em seguir com os Israelitas, adotando a crença no Deus único.
               Outro item importante, foi a Lei que regulamentava a  propriedade. Isso para não haver abusos, ou exploração daqueles mais astuciosos, em nome da ganância e do egoísmo.
               Outro artigo muito importante, foi o que regulamentava as relações sociais e a religião; "As Leis civis e religiosas." A religião seria, o culto ao Deus único; aquele que tirou todo povo hebreu da casa  da servidão no Egito, prometendo-lhes a Terra, onde jorra leite e mel. Para isso, teriam que respeitar e seguir os mandamentos de Deus.
               As leis sociais, regulavam o comportamento de todo povo em sociedade, através de normas, que evitariam descriminações, explorações, e mantendo sempre a ordem e preservando os costumes. Por exemplo, a circuncisão, e as normas referente a família e o matrimônio. Mesmo sendo o regime familiar hebreu, na forma de patriarcado, a mulher sempre teve melhores condições e respeito na família, comparando-se a outras culturas vizinhas aos Israelitas.
              Aquele povo vagando pelo deserto, durante quatro décadas, estava religando-se ao Criador, através do Decálogo. E por que "religando"?
             Religar! Pois a "ligação," já havia acontecido a milhares de anos atrás, no grupo de primatas, com as duas Entidades; o deus do temor, e o deus da admiração.
             Quando acontecia uma tempestade, e destruía a vila do primata, com relâmpagos e trovões, os raios fazendo vítimas entre eles; toda esta manifestação telúrica, era considerada uma divindade do mal. O "deus do temor."
            Ao contrário; quando presenciavam uma noite calma, com uma lua enorme surgindo entre as montanhas do vale, e o céu salpicado de luzes, também era para o primata uma divindade. O deus da "admiração." Assim foi feita a ligação da criatura, ao Criador.
         Já a "religação", é feita, de uma forma bem mais aperfeiçoada; tendo as criaturas melhores condições evolutivas, e as religiões mais estruturadas, com um grupo de sacerdotes organizado, e com um código de leis e normas, a ser seguido e obedecido. Foi este procedimento que Moisés estava implantando no deserto, para que se materializasse o Gen psíquico do Deus único entre o povo hebreu; para no futuro, se concretizasse a segunda revelação, o Evangelho; trazido até a Terra, pelo Cristo Planetário.
          
            
            
              
              
                  
                  
                  

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

ÊXODO -- O DESDOBRAMENTO DO DECÁLOGO -- MOISÉS O MEDIADOR ENTRE DEUS E O POVO -- POSTAGEM -- 65.

"O povo estava longe, em pé; Moisés porém, estava próximo a nuvem escura onde "Deus" estava." (Êxodo, 20:18).
                      Sim! Não tinha outra possibilidade de comunicação, entre os Mensageiros do Cristo e o aquele povo ignorante e frágil de coração. Somente Moisés tinha a mediunidade, e a têmpera necessária para aquela árdua tarefa; para isso, tinha vindo a carne.
                      Jesus depositava toda confiança no seu enviado; que guiaria os Israelitas pela longa peregrinação no deserto, até que se processasse a necessária depuração. Os longos séculos (digo longos, porque a Terra, naquela época, girava mais lentamente, que nos tempos atuais), que os Israelitas permaneceram no Egito, fizeram com que, adquirissem certos hábitos negativos do povo egípcio.
                     Principalmente no que diz respeito ao sexo e união conjugal. É claro que, não foi todo o povo que adotaram certos vícios, mas grande parte deles. Os egípcios, tinham o hábito da consanguinidade como matrimônio. Embora Abraão casara-se com sua irmã, por parte de pai, e Lot, gerou filhos, com suas próprias filhas, isso foi em circunstâncias raras; não era fator comum.
                     Uma das razões, para a mortandade dos primogênitos  egípcios, foi justamente a consanguinidade entre marido e mulher; ou seja, irmãos e irmãs. (Êxodo, 1:15-22).
                     Depois de narrar a toda a congregação dos hebreus, os mandamentos da Lei de Deus, Moisés, levaria ao conhecimento do povo, a continuidade destas Leis. Um conjunto rígido de artigos, com a finalidade de disciplinar e educar todo povo; e principalmente, a geração que surgiria durante a longa travessia de 40 anos no deserto, antes de chegar a Canaã.
                    Esta nova geração, nascida livre no deserto, seria os herdeiros da terra prometida, desde os tempos de Abraão. Moralmente falando, a maioria ainda não conquistaram este direito; mesmo depois de vários séculos de peregrinação, no árido "deserto," do próprio coração.
                  
                    

ÊXODO -- O LEGADO DO DECÁLOGO -- POSTAGEM -- 64.

                   Diante daquela fantástica Teofania, toda congregação dos filhos de Israel, recebia aquilo que seria um legado, que no futuro, viria até nós na forma do Evangelho do Amor.
                   Então disse Moisés a congregação:
                   "Eu sou o Senhor seu Deus, que os tirei da terra do Egito, da casa da servidão."
                     Aqueles que fazem a vontade de Deus, jamais terá a "casa mental" escravizada pelo mal.
                     "Não terás outros deuses diante de mim."
                       Não devemos nos entregar como escravos, diante de Mamon.
                       "Não farás imagem de escultura, nem semelhança alguma do que existe em cima dos céus, nem debaixo da terra, ou nas águas debaixo da terra."
                         Somente Deus é o Criador e Incriado. Somente Jesus é o nosso modelo de perfeição.
                         "Eu sou o Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem."
                          A Lei de Deus é perfeita, imutável, e Justa; revela sua perfeição e justiça, nas reencarnações.
                          "Não tomarás o nome do Senhor em vão."
                            Usar da palavra, em proveito próprio. Falço testemunho.
                            "Santificar o dia de sábado."
                            Evitar a ganância; a exploração do semelhante; ser justo.
                            "Honrar pai e mãe."
                              Sem o amor ou a boa vontade, dos nossos progenitores, em nos receber como filhos, não teríamos a oportunidade de resgatar nossas faltas perante a Lei Divina.
                              "Não matarás."
                                Somente Deus concede a vida; somente o Criador, pode tira-la.
                                "Não adulterarás."
                                 Nenhum ser humano pode "adulterar," o que Deus ajuntou.
                                 "Não furtarás."
                                   Tudo o que conquistamos, é pela vontade de Deus; bens materiais e bens morais; quando não conseguimos, é porque ainda não temos merecimento.
                                   "Não dirás falso testemunho contra o próximo."
                                     É o mesmo que violar os direitos de outra pessoa; prejudicando sua dignidade.
                                     "Não cobiçar os bens do próximo, e sua companheira." 
                                       Toda conquista é particular e intransferível; somente Deus é o Eterno Despenseiro de todas as Dimensões da Criação.
                                       Todo povo Israelita ouviu com atenção as palavras de Moisés, entre a Teofania e o medo. Muitos ficaram com o coração cheios de esperança e fé; estes, no futura distante, seriam aqueles que abririam seus corações, para o Amor de Jesus; com grande alegria, e a esperança renovada.
                                      Porém, muitos receberam as palavras de Moisés com terror; mas também, com os dentes cerrados de rancor. Estes no futuro distante, serão aqueles que salvariam Barrabás e crucificariam Jesus no madeiro infamante.
                           

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

ÊXODO -- OS DEZ MANDAMEDNTOS DA LEI -- POSTAGEM -- 63.

                É preciso esclarecer, que Moisés subiu ao monte Sinai várias vezes. Na primeira vez, subiu sem ser acompanhado, foi receber instruções; logo após ter acampado ao pé do monte Sinai; na segunda vez, sobe acompanhado de Arão e os 70 anciãos; na terceira vez, do terceiro dia, sobe ao monte novamente, acompanhado somente de Arão; e recebe as 10 Leis oralmente. Não escreve nada.
                Na primeira vez que Moisés sobe ao monte, recebe uma proposta de Aliança Perpétua, da parte de Deus, para o povo. Isso é um item, de extrema importância, do Programa do Cristo, para o planeta Terra. Assim, iria começar a consolidar na mente do povo hebreu, o Gene Psíquico do Deus Único e Verdadeiro.
                Moisés, após descer do Sinai na primeira vez, explica a toda a congregação, como proceder para receber a proposta de Aliança. Então, depois de descer pela terceira vez, toda a congregação Israelita recebe o decálogo. Maravilhoso código de Leis Imutáveis; por isso chamadas de Universais; pois procederam direto do Criador e Incriado. Leis estas transmitidas até nós pela Misericórdia do Cristo Planetário, construtor do planeta Terra.
               "Todo povo presenciou os trovões e os relâmpagos, e o som das trombetas, e o monte fumegante; e o povo observando, estremeceu e ficou de longe." (Êxodo, 20:1-26).
                 Moisés, psiquicamente, através de sua poderosa mediunidade, recebia o decálogo e transmitia a toda congregação, explicando minuciosamente, o código de Leis Universais. O povo impressionado com a "Teofania," mantinha-se afastado.
               
               

ÊXODO -- A NOMEAÇÃO DE AUXILIARES -- DEUS FALA COM MOISÉS NO MONTE SINAI -- POSTAGEM -- 62.

                    Todos os dias pela manhã, Moisés ouvia o povo a respeito de suas queixas, pedidos, ou desavenças várias que por ventura acontecia entre eles. Ficava todos os Israelitas em pé, diante de Moisés, esperando ser atendido. Isso era demasiadamente penoso, tanto para o povo quanto para Moisés, visto que, aquela audiência durava o dia todo.
                    Vendo isso Jetro, sogro de Moisés, sugeriu ao seu genro que, dividisse toda congregação em grupos; de mil, de cem, cinquenta, e dez pessoas. Disse também Jetro; que Moisés escolhesse entre a congregação, homens que fossem capazes, tementes a Deus, homens de verdade, e sem dolo; para chefiar cada grupo. Com esta decisão, Moisés foi aliviado, porque os próprios chefes de grupo, tinham autoridade para solucionar os pequenos problemas que surgissem na congregação. Levando até Moisés somente os problemas graves. (Êxodo, 18:1-27).
                   Portanto, Jetro foi o "inventor" do sistema de organização e métodos.
                   "No terceiro mês da saída dos Israelitas do Egito, no primeiro dia desse mês, chegaram ao deserto de Sinai, acampando em frente ao monte Sinai." (Êxodo, 19:2-25).
                    Neste lugar, teve início a preparação para que Moisés recebesse, o código de Leis Universais, o chamado decálogo; de extrema importância para consolidação do Deus único, na mente e no coração do povo hebreu; e também, para a vinda do Cristo Planetário entre os homens.
                    Por outro lado, todas as determinações de Deus, para aquele tão importante acontecimento, teria também uma função educativa para aquele povo ignorante, e ainda vinculados a vícios, adquiridos durante a longa permanência no Egito. Fenômenos físicos e sonoros, foram presenciados por toda a congregação. Tais como, uma grande nuvem escura, que cobria toda montanha; trovões e relâmpagos; além do som de trombetas. A palavra para denominar estas manifestações é "Teofania". Foi desses fenômenos, que deu origem no mundo moderno cristão ocidental, as comemorações das festas cristãs, com fogos de artifício.
                   O local em torno do monte Sinai, foi declarado lugar proibido de se aproximar. Subiria o monte, somente Moisés e Aarão. Os anciãos e o povo, deveriam ficar dentro dos limites traçado por Deus. No terceiro dia, toda congregação deveria se purificar e trocar as vestes; esta purificação também incluía, a abstinência de sexo. Assim deveria permanecer o povo, o tempo que fosse necessário para que Moisés recebesse as Leis.
                  Devemos lembrar, que todos os fenômenos envolvendo o acontecimento, manifestações telúricas e físicas, eram necessárias, para que todos o povo se conscientizassem do  poder e da justiça do Deus Único. Aquele Deus que tirou os Israelitas da casa da servidão, guiando-os, rumo a concretização da promessa feita a Abraão, pelo mesmo Deus de Amor e Justiça.
                 É necessário esclarecer que, todos os fenômenos, e as vozes ouvidas por todo o povo, foram realizadas por entidades que trabalham junto a natureza, e outros; comandados por aqueles mais elevados, que trabalhavam em nome do Cristo, em benefício da  conscientização e educação daquele povo embrutecido e ignorante; e ao mesmo tempo, frágil e carente de todo Amor, e da Luz Imperecível do Cristo Planetário.
               
                 
                
                 
                  
                  
                  
                 

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

ÊXODO -- DEUS MANDA CODORNIZES PARA OS ISRAELITAS NO DESERTO -- ÁGUA DA ROCHA DE REFIDIM -- POSTAGEM -- 61.

                   As codornizes relatadas em Êxodo, (16:13), possivelmente, relaciona-se com os eventos na primavera setentrional (Ex. 16:1), assim, as aves deveriam ter estado voando para o norte, visto que, eram migratórias. Os hebreus, estavam no deserto de Sim, na península do Sinai.
                   Em dado momento, começou a cair as pequenas aves do céu. Nos Estados Unidos, na região da "Tornado Alley," onde ocorre o fenômeno dos Tornados. As vezes ocorre cair peixes do céu, quando um tornado passa sobre algum lago ou rio.
                  Existem muitos relatos a respeito desse fenômeno; na cidade de Essex, Inglaterra, aconteceu uma chuva de peixes, como salmões, arenques, e pescados;
                  Em 16 de fevereiro de 1861, a cidade de Cingapura sofreu um sismo, seguido de três dias de chuvas fortes. Após o término da chuva, nos charcos, havia milhares de peixes. Algumas pessoas afirmaram tê-los visto cair do céu; 
                 A revista Scientific American, registra um aguaceiro de serpentes que chegavam a 18 polegadas de comprimento (45 centímetros) na cidade de Memphis, em 15 de janeiro de 1877, nos Estados Unidos; e foi registrado mais de quinze eventos de chuvas de animais, apenas no século XIX;
                Em junho de 1880, caiu uma chuva de codornas sobre Valência, na Espanha. Como podemos ver, o fenômeno acontecido no deserto, não é tão impossível assim! O que aconteceu, voltamos à afirmar: foram as "circunstâncias e as necessidades" do momento; está claro que as Potestades do Bem, deram uma ajuda, para que o objetivo fosse atingido. Podem ter a certeza, que o Cristo Planetário, jamais derrogou a Lei de Deus. Todos os fenômenos ocorridos na travessia, estavam de acordo com a Lei Divina.
               "Tendo partido toda congregação dos Israelitas, do deserto de Sim, fazendo paradas, segundo as ordens do Senhor, chegaram a Refidim, onde acamparam; novamente faltou água." (Êxodo, 17:1).
                 Voltou novamente a "MUQUERELA;" murmúrios, queixas, e lamentações de todo o povo contra Moisés. "Então, clamou Moisés ao Senhor: Que farei agora? O povo está preste a me apedrejar." Ordenou o Senhor a Moisés, que levasse consigo o cajado, e reunisse com ele, alguns dos principais anciãos, e fosse até um lugar indicado pelo Senhor, onde havia uma rocha.
                Tendo o Senhor mandado Moisés bater na rocha com o cajado, dela jorrou água. (Êxodo, 17:5-7).
                 Um aquífero, é o nome dado as rochas que são porosas, e podem armazenar água e cede-las. Podem ser utilizadas pelo homem, como fonte de água para consumo. Tipos de Aquíferos:
                 Poroso: a água circula através de poros contidos na rocha; (arenito, conglomerados).
                 Fraturados e/ ou Fissurados: a água circula através de fracturas ou pequenas fissuras; (granito, gabros, filões de quartzo).
                 Cársticos: a água circula, em condutas resultante do alargamento de diaclasses por dissolução. As formações são diversos tipos de calcário.
                 O tipo de rocha  encontrada na região de Refidim, é o "granito"; este local está próximo ao Monte Sinai (Ex. 3-1), a menos de 24 horas caminhando. (Ex. 19:1-2).
                 
                
                
               

ÊXODO -- AS ÁGUAS AMARGAS E O MANÁ NO DESERTO -- POSTAGEM -- 60.

               Aquela multidão de ex escravos, ainda tomados pelo medo, e ao mesmo tempo, assustados com o fenômeno que acabaram de presenciar, ao passarem entre duas colunas de água, ainda não estavam acreditando no que estava acontecendo.
              Depois atravessar o Mar Vermelho, saíram para o deserto de Sur; após três dias de caminhada, estavam sedentos, e não tinham  mais água. Teve início as primeiras reclamações e lamentações por parte do povo contra Moisés. Tinham encontrado água, porém estava amarga.
             A fonte de águas amargas, (Mara), na verdade, não era prejudicial a saúde humana; o gosto estranho, era devido a determinados minerais, que fazia parte de sua composição química; tais como: Dolomita; que é indicado para batimentos cardíacos, e para quem faz longas caminhadas.
            Outro mineral encontrado naquela fonte no deserto, era o Magnésio, indicado para problemas no estômago. Como podemos perceber, a providência Divina estava com os Israelitas; ora, todo os anos que aquele povo viveu no Egito, beberam das águas poluídas do rio Nilo; estavam contaminados por parasitas, que muito prejudicava sua resistência e o sistema imunológico.
           Portanto, as águas da fonte de "Mara," além de ser 100% potável, era  também uma benção do Senhor para todo o povo. Assim, o Senhor deixou que vagassem com sede, durante três dias no deserto, para então, beber daquelas águas amargas, que na verdade, foi o remédio que curou todo o povo, dos parasitas e doenças adquiridas no Egito.
           Ao invés de agradecimentos, todo o povo preferiu os impropérios e as reclamações, contra Moisés e ao Senhor. O ser humano sempre preferiu a blasfêmia, que o exercício do raciocínio lógico; aquela multidão, em momento algum se questionou, a respeito das coisas que acontecia com eles no deserto; é verdade que eram escravos durante a permanência no Egito; no entanto, estavam com a alma limpa de pecados?
         Estavam recebendo muito; e não conseguiam ver, todas as bênçãos que o Senhor lhes enviava. Por isso, Jesus achou melhor que vagassem durante quatro décadas no deserto para que surgisse os filhos da verdadeira  liberdade e herdeiros da terra prometida;  os pais da futura geração, não tinham a fé e nem o merecimento para tão grande dádiva; tinham deixado o Egito somente de corpo, pois suas almas egoístas e desprovidas de sentimento, ainda continuavam como escravas no Egito.
         "Partiram de Elim, toda a congregação dos filhos de Israel, em direção ao deserto de Sim, que fica entre Elim e o Sinai, aos quinze dias do segundo mês, depois que saíram da terra dos egípcios." (Êxodo, 16:2).
          Novamente, queixas e murmúrios contra Moisés; porque estavam com fome, e não tinham pão e nem carne para comer. Foi então que o Senhor fez cair o maná do céu.
          Em 1927, Friedrich Bobenheimer, da Universidade Hebraica de Jerusalém, descobriu que piolhos de plantas, cigarras e cochonilhas, alimentavam das tamargueiras do deserto de Sinai, excretando o excesso de seus carboidratos, na forma de uma substância adocicada. Esta substância evapora em partículas, assemelhando-se a geada. Assim também acontecia com o maná.
         No entanto, o "maná" da tamargueira, é encontrado somente em pequena quantidade; além do mais, somente pode ser encontrado durante os meses de junho e julho.
         O que a ciência ainda não pode comprovar, era o incomum dos fenômenos acontecidos durante toda à travessia pelas regiões desérticas. O maná enviado pelo Senor, poderia ser assado ou cozido; mas jamais poderia ser armazenado, pois apodreceria. O mesmo fenômeno aconteceria com as "codornizes;" cada pessoa pegava somente o necessário para um dia somente. Assim todos se acostumaria com o necessário somente, evitando os excessos. Saberia toda a congregação, que foi o Deus Único e Verdadeiro, que os livrou da escravidão no Egito.
            Isso nos lembra a multiplicação dos pães e dos peixes, narrados em (João, 6:10-11). Quando Jesus mandou assentar os homens; repartindo o alimento igualmente e necessário a cada um deles.
        
            
             

domingo, 7 de fevereiro de 2016

ÊXODO -- A LIBERTAÇÃO DOS HEBREUS -- SAIDA DO EGITO -- POSTAGEM -- 59.

                     Mais uma etapa do Programa de Jesus para o planeta Terra, estava concluída. Agora, seria outra igualmente importante; 40 anos de peregrinação pelo deserto. Depois de 430 anos na escravidão, finalmente os Israelitas, atravessariam uma região árida, e pedregosa para evitar os carros de combate do Faraó; passando pelo Mar Vermelho, onde mais uma vez, tiveram ajuda do Cristo, através da mediunidade de Moisés.
                    Muitos historiadores e pesquisadores, alegam que Moisés sabia onde a maré era menos profunda, podendo atravessar o mar, caminhando. Se esta passagem realmente existisse, os egípcios também a conhecia.
                   A caminhada pelo deserto foi extremamente difícil e cheia de perigos; por outro lado, além das dificuldades  naturais, a liderança de Moisés foi varias vezes questionada pelo povo, que em sua maioria, era ignorante e brutalizada devido aos maus tratos que recebera durante tanto tempo. Por isso, esta longa travessia, durante quatro décadas, fora providencial para a reformulação e reeducação do povo.
                 Dessa forma, a geração que fora escrava no Egito, morreria no deserto; somente entrando na terra prometida, os seus filhos, que nasceram em liberdade no deserto. Assim como o número 7, 12, o número 40, também é muito simbólico entre os hebreus; indicando o tempo necessário a se preparar para algo novo; 40 dias e 40 noites do dilúvio, (Gn, 7:4-12), Moisés fica 40 dias e 40 noites, no monte Sinai; (Ex, 24:18,34,26). 40 anos, o tempo de peregrinação pelo deserto;  (Num. 14:33; Dt, 8:2).
                 Jesus jejuou durante 40 dias e 40 noites; também no deserto, antes de iniciar sua missão. (Mt, 4:2; Mc, 1:12; Lc, 4:2). A ascensão do Mestre, aconteceu 40 dias depois da Ressurreição (At, 1:3). Quando alguém violava a Lei, era castigado com 40 chibatadas (Dt, 25:3).
                  Muito trabalho e sacrifícios, esperava Moisés durante a longa caminhada pelo deserto. "Partiram de Elim, e toda comunidade dos filhos de Israel chegou ao deserto de Sin situado entre Elim e o Sinai; no décimo quinto dia do segundo mês, depois da saída do Egito." (Êxodo, 16:1). Nos tempos bíblicos, a península do Sinai, era dividida em cinco regiões; os desertos de Sin, Shue, Sinai, Paran, e Zin.  (Êxodo, 12:37-51). 
                Deu início a longa jornada de 40 anos no deserto, para que se cumprisse a promessa feita pelo Cristo Planetário a Abraão: "Ora, tendo a escritura previsto que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o Evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em ti." (Gálatas, 3:8).
                
                
                  

ÊXODO -- AS 10 PRAGAS DO EGITO -- POSTAGEM -- 58.

                         Muitos historiadores consideram as 10 pragas do Egito uma fantasia ou exagero criado por Moisés, apenas para ilustrar o livro Êxodo. No entanto, vamos lembrar de alguns fatos reais e extraordinários, ocorridos em algumas regiões do planeta.
                        Por exemplo; durante a Baixa Idade Média, no século XIV; a chamada "Peste Bubônica," que assolou a Europa, causada pela bactéria, "Yersinia pestis", transmitida ao ser humano, pelas pulgas dos ratos. Esta praga, dizimou entre 25 a 75 milhões de pessoas.
                       Aqui no Brasil em pleno século XXI, numa cidade situada na região norte, ocorreu um fato extraordinário; logo após uma forte chuva, milhares de pequenos "sapos," invadiram a cidade em busca de alimentos.
                      Quem não se lembra, de nuvens de gafanhotos, invadindo plantações e destruindo tudo? Também no Brasil, na região sul, existe um problema, que atormenta a vida da população  rural; desta feita, é a população dos Javalis; estes animais selvagens, em manadas, também invade as plantações, causando transtornos e prejuízos. Outro problema, são os morcegos gigantes da Austrália, formando grandes colônias nas cidades australianas.
                   Finalmente temos na atualidade, uma praga semelhante as do Egito; é o mosquito "Aedes Aegypti" que se tornou uma verdadeira praga na América Latina, e caminha para tornar-se uma praga mundial. Acompanha este mosquito, outra praga  perigosa; o "Zika Vírus". Será que são remanescentes das 10 pragas?
                  Todos estes males, é causado pelo próprio homem; tudo em nome do chamado "progresso." Voltemos ao tempo de Moisés; todas aquelas pragas que assolou e atormentou os egípcios, foram atraídas pela própria concupiscência daquele povo.
                  O Senhor não educa as criaturas através de castigos; o homem é que atrai para si, todo o mal pela própria atitude mental. "Onde estiver seu tesouro, aí também estará o seu coração." (Mateus, 6:21).
                 Portanto, se 10 pragas assolaram aquele povo na antiguidade, foi causado pelas "circunstâncias e necessidades." Um povo escravocrata, que explorava sem piedade, a condição humana de milhares de oprimidos.
                
                    
                    
                        

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...