Todos os dias pela manhã, Moisés ouvia o povo a respeito de suas queixas, pedidos, ou desavenças várias que por ventura acontecia entre eles. Ficava todos os Israelitas em pé, diante de Moisés, esperando ser atendido. Isso era demasiadamente penoso, tanto para o povo quanto para Moisés, visto que, aquela audiência durava o dia todo.
Vendo isso Jetro, sogro de Moisés, sugeriu ao seu genro que, dividisse toda congregação em grupos; de mil, de cem, cinquenta, e dez pessoas. Disse também Jetro; que Moisés escolhesse entre a congregação, homens que fossem capazes, tementes a Deus, homens de verdade, e sem dolo; para chefiar cada grupo. Com esta decisão, Moisés foi aliviado, porque os próprios chefes de grupo, tinham autoridade para solucionar os pequenos problemas que surgissem na congregação. Levando até Moisés somente os problemas graves. (Êxodo, 18:1-27).
Portanto, Jetro foi o "inventor" do sistema de organização e métodos.
"No terceiro mês da saída dos Israelitas do Egito, no primeiro dia desse mês, chegaram ao deserto de Sinai, acampando em frente ao monte Sinai." (Êxodo, 19:2-25).
Neste lugar, teve início a preparação para que Moisés recebesse, o código de Leis Universais, o chamado decálogo; de extrema importância para consolidação do Deus único, na mente e no coração do povo hebreu; e também, para a vinda do Cristo Planetário entre os homens.
Por outro lado, todas as determinações de Deus, para aquele tão importante acontecimento, teria também uma função educativa para aquele povo ignorante, e ainda vinculados a vícios, adquiridos durante a longa permanência no Egito. Fenômenos físicos e sonoros, foram presenciados por toda a congregação. Tais como, uma grande nuvem escura, que cobria toda montanha; trovões e relâmpagos; além do som de trombetas. A palavra para denominar estas manifestações é "Teofania". Foi desses fenômenos, que deu origem no mundo moderno cristão ocidental, as comemorações das festas cristãs, com fogos de artifício.
O local em torno do monte Sinai, foi declarado lugar proibido de se aproximar. Subiria o monte, somente Moisés e Aarão. Os anciãos e o povo, deveriam ficar dentro dos limites traçado por Deus. No terceiro dia, toda congregação deveria se purificar e trocar as vestes; esta purificação também incluía, a abstinência de sexo. Assim deveria permanecer o povo, o tempo que fosse necessário para que Moisés recebesse as Leis.
Devemos lembrar, que todos os fenômenos envolvendo o acontecimento, manifestações telúricas e físicas, eram necessárias, para que todos o povo se conscientizassem do poder e da justiça do Deus Único. Aquele Deus que tirou os Israelitas da casa da servidão, guiando-os, rumo a concretização da promessa feita a Abraão, pelo mesmo Deus de Amor e Justiça.
É necessário esclarecer que, todos os fenômenos, e as vozes ouvidas por todo o povo, foram realizadas por entidades que trabalham junto a natureza, e outros; comandados por aqueles mais elevados, que trabalhavam em nome do Cristo, em benefício da conscientização e educação daquele povo embrutecido e ignorante; e ao mesmo tempo, frágil e carente de todo Amor, e da Luz Imperecível do Cristo Planetário.
Vendo isso Jetro, sogro de Moisés, sugeriu ao seu genro que, dividisse toda congregação em grupos; de mil, de cem, cinquenta, e dez pessoas. Disse também Jetro; que Moisés escolhesse entre a congregação, homens que fossem capazes, tementes a Deus, homens de verdade, e sem dolo; para chefiar cada grupo. Com esta decisão, Moisés foi aliviado, porque os próprios chefes de grupo, tinham autoridade para solucionar os pequenos problemas que surgissem na congregação. Levando até Moisés somente os problemas graves. (Êxodo, 18:1-27).
Portanto, Jetro foi o "inventor" do sistema de organização e métodos.
"No terceiro mês da saída dos Israelitas do Egito, no primeiro dia desse mês, chegaram ao deserto de Sinai, acampando em frente ao monte Sinai." (Êxodo, 19:2-25).
Neste lugar, teve início a preparação para que Moisés recebesse, o código de Leis Universais, o chamado decálogo; de extrema importância para consolidação do Deus único, na mente e no coração do povo hebreu; e também, para a vinda do Cristo Planetário entre os homens.
Por outro lado, todas as determinações de Deus, para aquele tão importante acontecimento, teria também uma função educativa para aquele povo ignorante, e ainda vinculados a vícios, adquiridos durante a longa permanência no Egito. Fenômenos físicos e sonoros, foram presenciados por toda a congregação. Tais como, uma grande nuvem escura, que cobria toda montanha; trovões e relâmpagos; além do som de trombetas. A palavra para denominar estas manifestações é "Teofania". Foi desses fenômenos, que deu origem no mundo moderno cristão ocidental, as comemorações das festas cristãs, com fogos de artifício.
O local em torno do monte Sinai, foi declarado lugar proibido de se aproximar. Subiria o monte, somente Moisés e Aarão. Os anciãos e o povo, deveriam ficar dentro dos limites traçado por Deus. No terceiro dia, toda congregação deveria se purificar e trocar as vestes; esta purificação também incluía, a abstinência de sexo. Assim deveria permanecer o povo, o tempo que fosse necessário para que Moisés recebesse as Leis.
Devemos lembrar, que todos os fenômenos envolvendo o acontecimento, manifestações telúricas e físicas, eram necessárias, para que todos o povo se conscientizassem do poder e da justiça do Deus Único. Aquele Deus que tirou os Israelitas da casa da servidão, guiando-os, rumo a concretização da promessa feita a Abraão, pelo mesmo Deus de Amor e Justiça.
É necessário esclarecer que, todos os fenômenos, e as vozes ouvidas por todo o povo, foram realizadas por entidades que trabalham junto a natureza, e outros; comandados por aqueles mais elevados, que trabalhavam em nome do Cristo, em benefício da conscientização e educação daquele povo embrutecido e ignorante; e ao mesmo tempo, frágil e carente de todo Amor, e da Luz Imperecível do Cristo Planetário.
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