Apesar de alguns desvirtuamentos de vários membros da comunidade Israelita, durante a longa estadia no Egito, como foi dito anteriormente, houve também algum proveito na questão tecnológica.
Sendo os egípcios detentores de várias tecnologias, não tiveram outra alternativa em transmiti-las aos hebreus, pelo fato da dependência da mão de obra escrava, tais como: metalurgia, ourivesaria, joalheria, marcenaria, técnicas de construção e agricultura; e até mesmo, a tecnologia do embalsamento de cadaver, embora para alguns dos Israelitas, isso fosse abominação.
O certo é que, todo este aprendizado tecnológico, seria muito útil para os hebreus no futuro.
No que dis respeito aos artigos da Lei, o primeiro deles foi a dos "Altares para o sacrifício pacífico." Deveria ser de terra; caso fosse feito de pedra, não poderia ser de pedra lavrada, ou seja, aquela que serve para afiar facas ou outro instrumento de corte. A pedra deveria ser natural. Os sacrifícios, seriam de animais, mamíferos, com casco das patas divididas; bovinos, caprinos, e ovelhas; exceto o porco, que era considerado animal imundo.
Era considerado abominação, adorar deuses de pedra; e representados, através de qualquer tipo de imagem, sejam de animais, da terra, do ar, ou das águas, e de figura humana. Jamais, seria oferecido sacrifício humano; é abominação a Deus; o castigo para tal crime, é a morte. Também deveriam os hebreus, evitar o contato com estas práticas de outros povos.
A respeito dos servos, também haveria um artigo, regulando a sua existência, e o melhor modo de trata-los e conviver com eles. Leis sobre a violência; para manutenção da ordem e da disciplina, evitando conflitos que poderiam prejudicar a paz, e a boa convivência entre toda congregação; para não haver também descriminações, pois haviam egípcios, que optaram em seguir com os Israelitas, adotando a crença no Deus único.
Outro item importante, foi a Lei que regulamentava a propriedade. Isso para não haver abusos, ou exploração daqueles mais astuciosos, em nome da ganância e do egoísmo.
Outro artigo muito importante, foi o que regulamentava as relações sociais e a religião; "As Leis civis e religiosas." A religião seria, o culto ao Deus único; aquele que tirou todo povo hebreu da casa da servidão no Egito, prometendo-lhes a Terra, onde jorra leite e mel. Para isso, teriam que respeitar e seguir os mandamentos de Deus.
As leis sociais, regulavam o comportamento de todo povo em sociedade, através de normas, que evitariam descriminações, explorações, e mantendo sempre a ordem e preservando os costumes. Por exemplo, a circuncisão, e as normas referente a família e o matrimônio. Mesmo sendo o regime familiar hebreu, na forma de patriarcado, a mulher sempre teve melhores condições e respeito na família, comparando-se a outras culturas vizinhas aos Israelitas.
Aquele povo vagando pelo deserto, durante quatro décadas, estava religando-se ao Criador, através do Decálogo. E por que "religando"?
Religar! Pois a "ligação," já havia acontecido a milhares de anos atrás, no grupo de primatas, com as duas Entidades; o deus do temor, e o deus da admiração.
Quando acontecia uma tempestade, e destruía a vila do primata, com relâmpagos e trovões, os raios fazendo vítimas entre eles; toda esta manifestação telúrica, era considerada uma divindade do mal. O "deus do temor."
Ao contrário; quando presenciavam uma noite calma, com uma lua enorme surgindo entre as montanhas do vale, e o céu salpicado de luzes, também era para o primata uma divindade. O deus da "admiração." Assim foi feita a ligação da criatura, ao Criador.
Já a "religação", é feita, de uma forma bem mais aperfeiçoada; tendo as criaturas melhores condições evolutivas, e as religiões mais estruturadas, com um grupo de sacerdotes organizado, e com um código de leis e normas, a ser seguido e obedecido. Foi este procedimento que Moisés estava implantando no deserto, para que se materializasse o Gen psíquico do Deus único entre o povo hebreu; para no futuro, se concretizasse a segunda revelação, o Evangelho; trazido até a Terra, pelo Cristo Planetário.
Sendo os egípcios detentores de várias tecnologias, não tiveram outra alternativa em transmiti-las aos hebreus, pelo fato da dependência da mão de obra escrava, tais como: metalurgia, ourivesaria, joalheria, marcenaria, técnicas de construção e agricultura; e até mesmo, a tecnologia do embalsamento de cadaver, embora para alguns dos Israelitas, isso fosse abominação.
O certo é que, todo este aprendizado tecnológico, seria muito útil para os hebreus no futuro.
No que dis respeito aos artigos da Lei, o primeiro deles foi a dos "Altares para o sacrifício pacífico." Deveria ser de terra; caso fosse feito de pedra, não poderia ser de pedra lavrada, ou seja, aquela que serve para afiar facas ou outro instrumento de corte. A pedra deveria ser natural. Os sacrifícios, seriam de animais, mamíferos, com casco das patas divididas; bovinos, caprinos, e ovelhas; exceto o porco, que era considerado animal imundo.
Era considerado abominação, adorar deuses de pedra; e representados, através de qualquer tipo de imagem, sejam de animais, da terra, do ar, ou das águas, e de figura humana. Jamais, seria oferecido sacrifício humano; é abominação a Deus; o castigo para tal crime, é a morte. Também deveriam os hebreus, evitar o contato com estas práticas de outros povos.
A respeito dos servos, também haveria um artigo, regulando a sua existência, e o melhor modo de trata-los e conviver com eles. Leis sobre a violência; para manutenção da ordem e da disciplina, evitando conflitos que poderiam prejudicar a paz, e a boa convivência entre toda congregação; para não haver também descriminações, pois haviam egípcios, que optaram em seguir com os Israelitas, adotando a crença no Deus único.
Outro item importante, foi a Lei que regulamentava a propriedade. Isso para não haver abusos, ou exploração daqueles mais astuciosos, em nome da ganância e do egoísmo.
Outro artigo muito importante, foi o que regulamentava as relações sociais e a religião; "As Leis civis e religiosas." A religião seria, o culto ao Deus único; aquele que tirou todo povo hebreu da casa da servidão no Egito, prometendo-lhes a Terra, onde jorra leite e mel. Para isso, teriam que respeitar e seguir os mandamentos de Deus.
As leis sociais, regulavam o comportamento de todo povo em sociedade, através de normas, que evitariam descriminações, explorações, e mantendo sempre a ordem e preservando os costumes. Por exemplo, a circuncisão, e as normas referente a família e o matrimônio. Mesmo sendo o regime familiar hebreu, na forma de patriarcado, a mulher sempre teve melhores condições e respeito na família, comparando-se a outras culturas vizinhas aos Israelitas.
Aquele povo vagando pelo deserto, durante quatro décadas, estava religando-se ao Criador, através do Decálogo. E por que "religando"?
Religar! Pois a "ligação," já havia acontecido a milhares de anos atrás, no grupo de primatas, com as duas Entidades; o deus do temor, e o deus da admiração.
Quando acontecia uma tempestade, e destruía a vila do primata, com relâmpagos e trovões, os raios fazendo vítimas entre eles; toda esta manifestação telúrica, era considerada uma divindade do mal. O "deus do temor."
Ao contrário; quando presenciavam uma noite calma, com uma lua enorme surgindo entre as montanhas do vale, e o céu salpicado de luzes, também era para o primata uma divindade. O deus da "admiração." Assim foi feita a ligação da criatura, ao Criador.
Já a "religação", é feita, de uma forma bem mais aperfeiçoada; tendo as criaturas melhores condições evolutivas, e as religiões mais estruturadas, com um grupo de sacerdotes organizado, e com um código de leis e normas, a ser seguido e obedecido. Foi este procedimento que Moisés estava implantando no deserto, para que se materializasse o Gen psíquico do Deus único entre o povo hebreu; para no futuro, se concretizasse a segunda revelação, o Evangelho; trazido até a Terra, pelo Cristo Planetário.
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