Muitos historiadores consideram as 10 pragas do Egito uma fantasia ou exagero criado por Moisés, apenas para ilustrar o livro Êxodo. No entanto, vamos lembrar de alguns fatos reais e extraordinários, ocorridos em algumas regiões do planeta.
Por exemplo; durante a Baixa Idade Média, no século XIV; a chamada "Peste Bubônica," que assolou a Europa, causada pela bactéria, "Yersinia pestis", transmitida ao ser humano, pelas pulgas dos ratos. Esta praga, dizimou entre 25 a 75 milhões de pessoas.
Aqui no Brasil em pleno século XXI, numa cidade situada na região norte, ocorreu um fato extraordinário; logo após uma forte chuva, milhares de pequenos "sapos," invadiram a cidade em busca de alimentos.
Quem não se lembra, de nuvens de gafanhotos, invadindo plantações e destruindo tudo? Também no Brasil, na região sul, existe um problema, que atormenta a vida da população rural; desta feita, é a população dos Javalis; estes animais selvagens, em manadas, também invade as plantações, causando transtornos e prejuízos. Outro problema, são os morcegos gigantes da Austrália, formando grandes colônias nas cidades australianas.
Finalmente temos na atualidade, uma praga semelhante as do Egito; é o mosquito "Aedes Aegypti" que se tornou uma verdadeira praga na América Latina, e caminha para tornar-se uma praga mundial. Acompanha este mosquito, outra praga perigosa; o "Zika Vírus". Será que são remanescentes das 10 pragas?
Todos estes males, é causado pelo próprio homem; tudo em nome do chamado "progresso." Voltemos ao tempo de Moisés; todas aquelas pragas que assolou e atormentou os egípcios, foram atraídas pela própria concupiscência daquele povo.
O Senhor não educa as criaturas através de castigos; o homem é que atrai para si, todo o mal pela própria atitude mental. "Onde estiver seu tesouro, aí também estará o seu coração." (Mateus, 6:21).
Portanto, se 10 pragas assolaram aquele povo na antiguidade, foi causado pelas "circunstâncias e necessidades." Um povo escravocrata, que explorava sem piedade, a condição humana de milhares de oprimidos.
Por exemplo; durante a Baixa Idade Média, no século XIV; a chamada "Peste Bubônica," que assolou a Europa, causada pela bactéria, "Yersinia pestis", transmitida ao ser humano, pelas pulgas dos ratos. Esta praga, dizimou entre 25 a 75 milhões de pessoas.
Aqui no Brasil em pleno século XXI, numa cidade situada na região norte, ocorreu um fato extraordinário; logo após uma forte chuva, milhares de pequenos "sapos," invadiram a cidade em busca de alimentos.
Quem não se lembra, de nuvens de gafanhotos, invadindo plantações e destruindo tudo? Também no Brasil, na região sul, existe um problema, que atormenta a vida da população rural; desta feita, é a população dos Javalis; estes animais selvagens, em manadas, também invade as plantações, causando transtornos e prejuízos. Outro problema, são os morcegos gigantes da Austrália, formando grandes colônias nas cidades australianas.
Finalmente temos na atualidade, uma praga semelhante as do Egito; é o mosquito "Aedes Aegypti" que se tornou uma verdadeira praga na América Latina, e caminha para tornar-se uma praga mundial. Acompanha este mosquito, outra praga perigosa; o "Zika Vírus". Será que são remanescentes das 10 pragas?
Todos estes males, é causado pelo próprio homem; tudo em nome do chamado "progresso." Voltemos ao tempo de Moisés; todas aquelas pragas que assolou e atormentou os egípcios, foram atraídas pela própria concupiscência daquele povo.
O Senhor não educa as criaturas através de castigos; o homem é que atrai para si, todo o mal pela própria atitude mental. "Onde estiver seu tesouro, aí também estará o seu coração." (Mateus, 6:21).
Portanto, se 10 pragas assolaram aquele povo na antiguidade, foi causado pelas "circunstâncias e necessidades." Um povo escravocrata, que explorava sem piedade, a condição humana de milhares de oprimidos.
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