- ÊXODO -
Para que fosse atendido, os anseios e a satisfação de suas necessidades morais e fé vacilante, foram convocados por Moisés, seguindo as ordens do Cristo Galáctico; dois artífices - por suas qualidades profissionais e de instrução - cujos nomes eram: Bezaleel e Aoliabe. Para construção do Santuário e do Tabernáculo. Medidas profiláticas, em atendimento às questões psíquico-espirituais da Congregação Israelita.
Isso foi necessário; para que fosse feita a RELIGAÇÃO com o CRIADOR. Evitando que, quando houvesse um vácuo na crença daquelas almas inquietas e ainda, um tanto quanto ignorantes - devido a servidão - durante quatrocentos anos, de resgate no Egito - não se perdessem, nas sugestões maléficas do "deus" antropomórfico, pai da mentira.
Sendo, pois, instruídos e conscientizados, nas Leis e Deveres, perante o Deus verdadeiro, ao serem provocados através de suas ações malignas, saberiam escolher entre o Bem Maior ou o mal, que escraviza.
Optando pelas más escolhas, não teriam como lamentar, depois da queda fatal nos abismos de sofrimento. (Êxodo, 35:30-35; 36:2-34; 37:2-29; 38:1-31; 39:2-43)
No Livro Levítico, encontramos a prática dos dogmas estabelecidos, mediante holocaustos - sacrifícios de mamíferos e aves permitidas - bem como as ofertas de vegetais, frutas, flores. Ao Deus Verdadeiro. Todos de "cheiro agradável" ao Senhor; porque foram feitas em nome do temor, respeito e da paz, ao Deus de Israel. (Levítico, 2:2-16; 3:2-17; 4:2-35; 5:2-19; 6:2-29; 7:2-38)
Assim foi feita a religação com o Criador, estabelecida, - de comum acordo com o povo - e com a classe sacerdotal organizada. Alicerçada em Leis universais e imutáveis - até que os personagens deste drama humano - com o passar do tempo evoluíssem para algo mais aperfeiçoado e superior. Mais de acordo com as Leis do Criador.
Esta era a verdadeira segurança do povo Israelita; contra as investidas do "deus" antropomórfico. Se observadas à risca, nenhuma potestade - reencarnada ou desencarnada - poderia atingi-los. No entanto, não foi exatamente isso que aconteceu. Porque a própria Congregação, quase sempre não resistia ao mal; confundindo-o com benesse e "progressos."
Assim como aconteceu, quando duas criaturas - em sintonia com as potestades do mal - Nadabe e Abiú; ofereceram fogo "estranho" na tentativa de enganar aquele que TUDO VÊ. Em nome das próprias concupiscências. (Levítico, 10:2-11)
Foram criadas por Moisés, as leis menores - disciplinadoras do povo - em benefício da própria segurança e reeducação dos reflexos condicionados; contraídos em reencarnações passadas e inclusive na casa da servidão no Egito. (Levítico, 10:8-11; 11:2-47; 12:2-8; 13;2-59; 14:2-57; 15:2-33; 16:2-34)
Um adendo a respeito de animais sacrificados: Pois o sangue é condutor de vida para as células componentes da carne; e também, o próprio sangue é composto de água - elemento que é uma dádiva do Criador - em benefício de tudo que é material. (Levítico, 17:11)
Logo depois as leis, a respeito do comportamento e relacionamento comum na Congregação. Evitando e prevenindo-os, das consequências, da SINTONIA NEGATIVA provocada pelo "deus" antropomórfico, através de seduções; pelas sugestões de imagens mentais constantes. Aproveitando-se de suas fraquezas psíquicas.
Não olvidando também das leis comportamentais, com a finalidade instrutiva. Antecessoras - ao que séculos mais tarde - trouxe-nos Jesus: "Olhai, vigiai e orai." As chamadas leis repetidas. (Levítico, 19:2-37; 20:2-27; 21:2-24; 22:2-33)
Continua.