sábado, 26 de março de 2016

SAMUEL -- LIVRO I POSTAGEM -- 3.

                Saul, combateu a maioria dos povos que tinham fronteiras com os Israelitas, e também os que praticavam saques contra os israelitas. No entanto, não conseguiu combater as idolatrias do seu povo, contrariando as recomendações do profeta Samuel.
                É necessário que separemos os exageros e simbolismos, muito comuns nos livros do Antigo Testamento. Mesmo porque, o rei Saul, também não era fiel a Lei do Deus Único; tendo cometido excessos e abominações.
               Apesar de tudo, Samuel tinha compaixão por Saul, vendo neste, uma pessoa escrava das sombras. Em vista disso, Samuel preferiu afastar-se do rei. Até que um dia, através de sua sensibilidade mediúnica, Samuel recebe ordens dos mensageiros do Cristo Planetário, para ir a casa de um homem chamado Jessé que tinha oito filhos, para escolher o sucessor de Saul.
             Ao apresentar os seus sete filhos presente em sua casa, Jessé responde a Samuel que, o mais novo estava no campo apascentando as ovelhas. Quando Davi, o oitavo filho chegou na casa de seu pai, Samuel compreendeu que aquele era o escolhido para suceder Saul como rei de Israel; então, Davi foi ungido por Samuel. (Cap. 1-13).
           Depois disso, vários fatos aconteceram! Narraremos os mais importantes. Saul era uma alma assediada por Espíritos trevosos; isso acontecia devido aos seus compromissos de vidas passadas, perante a Lei de Deus, e também por causa da sua consciência culpada pelos maus atos praticados. Quando foi escolhido para governar seu povo, a sua missão deveria ser de protetor, e fazer a justiça em nome do Deus Único; e não em seu próprio nome. Na maioria das vezes, não quis ouvir os conselhos do profeta Samuel.
          Quando anoitecia, todos os "demônios" de Saul o atormentavam, esgotando suas energias, tanto físicas quanto espirituais. Por isso, os seus "magos," recomendaram-lhe alguém que soubesse tocar um instrumento musical, para acalma-lo. Foi lhe indicado, o pastor Davi, filho de Jessé. Somente Davi conseguia aliviar o sofrimento do Soberano. Quando Saul soube que o jovem Davi fora ungido por Samuel, não gostou nada disso. (Cap. 16:14-23).
           Nesse tempo Israel estava em guerra com os Filisteus. No dia da primeira batalha, as guerras entre eles parava e reiniciavam periodicamente, os Filisteu apresentaram um guerreiro fora do normal. Seu nome era Golias; este guerreiro, tinha a altura de seis côvados e um palmo; ou seja, dois metros e noventa centímetros.  Era um verdadeiro gigante. Exageros a parte, deveria ser um pouco mais baixo!
            Este guerreiro, propôs um desavio aos israelitas; que se apresentasse um valente de Israel para lutar com ele. Quem vencer, ficaria como o senhor do povo, cujo guerreiro derrotado pertencesse. Nenhum israelita se apresentou! Somente o jovem pastor Davi, teve a coragem de pelejar contra Golias; pois tinha fé no Deus Único. Com apenas uma pedra pequena e uma atiradeira, chamada por ele de "funda," matou o terrível Golias; degolando-o, com a espada do próprio guerreiro vencido. (Cap.17:2-58).
         
         
 

sexta-feira, 25 de março de 2016

SAMUEL -- LIVRO I -- POSTAGEM -- 2.

                    Os Filisteus acreditaram que, a peste que causou a morte de centenas de pessoas entre seu povo, fora causada pela maldição da Arca da Aliança. Então, decidiram enviá-la para fora de suas terras. (Samuel, 6:2-9).
                    No entanto, persistia uma dúvida; qual seria a oferta para expiação pela culpa, que deveriam fazer? Então tiveram a idea de fazer imitação de"ratos" com o ouro derretido de suas joias preciosas, como também, no formato das feridas, que nasciam na epiderme das pessoas. Acreditando eles que assim ficariam livres da maldição do Deus de Israel. (Samuel, 6:5-6).
                  Finalmente, depois de sete meses, a Arca da Aliança volta para os Israelitas; permanecendo em um lugar chamado Quiriate-Jearim, na casa de Abinadabe, no outeiro, tendo sido consagrado Eleazar para seu guardião.
                  Samuel pede a todo povo Israelita, que se consagrasse ao Senhor, livrando-se de todos ídolos profanos, e se comprometessem ao Deus Único, e não mais violariam a sua Lei. Após jejuarem, ofertaram sacrifícios ao Deus Único. Porém ainda existia o temor aos poderosos Filisteus. Assim, Samuel exortou a todos para que tivessem fé e confiança no Deus Verdadeiro.
                 Por mais incrível que possa parecer, os Filisteus também estavam com medo dos Israelitas. Aconteceu um fenômeno interessante, quando partiram contra os Israelitas. O tempo fechou, anunciando uma temporal; no entanto, o que ouve foi uma tempestade magnética, com raios e fortes trovões. Amedrontados diante daquele fenômeno da natureza, os Filisteus debandaram apavorados.
                "Tomou, então, Samuel uma pedra, e a pôs entre Mispa e Sen, e lhe chamou Ebénezer, e disse: Até aqui nos ajudou o Senhor." (Samuel, 7:8-16).
                  Mas, os Israelitas ainda não estavam em paz. Pediram a Samuel que rogasse ao Senhor, que lhes dessem um rei; como tinham os demais povos. Queriam um monarca para representa-los, governa-los, protege-los; e também, que fosse a guerra em nome de todo Israel. Samuel indignou-se; disse ele que, o verdadeiro rei de Israel era o Deus Único; somente Ele tinha autoridade para isso. Lembrou também ao povo que, foi o Deus Único que havia tirado todo povo de Israel, da escravidão no Egito. Como agora queriam ser governados por um simples homem.
                Os Israelitas argumentaram com Samuel, dizendo que ele já estava velho; portanto, não conseguiria julgar o povo por muito tempo. Queriam um rei, e também uma dinastia real. Muito contrariado, o velho profeta teve que ceder as exigências da maioria. Além disso tudo, existia um agravante; os filhos de Samuel "não andavam pelos caminhos do pai," como alegara os Israelitas a Samuel.
               Tendo orado ao Senhor, Samuel obteve resposta através de sua sensibilidade mediúnica. "Atende a vós o povo em tudo quanto te diz, pois não te rejeitou a ti, mas a mim, para eu não reinar sobre eles...Agora, pois, atende à sua voz, porém adverte-o solenemente e explica-lhes qual será o direito do rei que houver de reinar sobre eles." (Samuel, 8:3-22).
               Este episódio, foi um marco importante na congregação Israelita. Porque, todo povo deixou se levar por um "inconsciente coletivo," no dizer de Jung; onde o povo Israelita, na sua maioria, recusaram o Deus Único como governante máximo, para então, ter maior liberdade de escolha; dando vazão as suas iniquidades e fraquezas; na prática de todo tipo de excessos, sensuais, gula, materiais; e também as piores abominações. Como podemos notar, não queriam imitar os demais povos, somente na forma de governo; principalmente, nas manifestação religiosa.
             Perderam uma grande oportunidade naquele momento, de se firmarem como o povo que representaria o Cristo Planetário na Terra, no futuro. Optaram pela pior escolha; preferindo ouvir a sugestão do mal.
            Samuel alertou todo povo Israelita, dos perigos e dos aborrecimentos que sofreriam, ao exigirem ser governados por um rei. Além de pesados impostos que teriam que pagar, para sustentar a máquina administrativa a ser criada, estariam sujeitos a todos os tipos de vicissitudes; pois, ao ser criada uma dinastia, não se poderia prever o caráter do sucessor.
           Isso também já estava previsto pelo Cristo Planetário; ao trazer para o planeta que Ele próprio construiu, deportados de Capella, sabia com que tipo de Espíritos estava lidando. Assim, previamente, já escolhera um homem para governar Israel. Seu nome era Saul; filho de Quis. Saul ajudava seus pai a cuidar do rebanho de vacas, ovelhas, e cabritos. (Cap. 9:1-26).
          Para resumir a história, Samuel ungiu a Saul como futuro rei de Israel. Saul também possuía sensibilidade mediúnica, por isso podia profetizar, sempre que se apresentavam as circunstâncias e as necessidade; segundo a vontade do Senhor. (Cap. 10:9-16).
          Samuel explicou a Saul, tudo sobre a vontade do Senhor em fazer dele rei de Israel. Mas Saul não disse nada a ninguém sobre isso. Samuel manda que todo o povo se reunisse em um lugar chamado Mispa, para anunciar quem era escolhido para governar Israel. Através de sua mediunidade, Samuel disse que o escolhido era da menor das tribos israelitas; a de Benjamim, a qual pertencia a família de Matri. Ora! Saul estava entre o povo; no entanto, sobressaía devido sua altura. Assim Saul foi proclamado rei; mas não teve à aprovação de alguns elementos entre o seu povo. Muitos diziam: "Como poderá este homem salvar-nos?" (Cap.10:26).
            Naás líder dos amonitas, sitiou os Israelitas em Jabes-Gileade, não aceitando nenhum acordo; a não ser que, os israelitas deixassem que seu olho direito fosse vazado. Não concordando com a absurda proposta, os israelitas pediram um prazo de sete dias para pensar. Nesse ínterim, os anciãos mandaram um pedido de socorro a toda congregação. Os israelitas no entanto, ficaram amedrontados diante da ameaça amonita. Saul ao saber disso, decidiu tomar a frente do problema. Tomando uma junta de bois, cortou-os em vários pedaços; e depois enviou aos israelitas com o seguinte recado: "Assim se fará aos bois de todos aqueles que não seguir Saul e Samuel." (Cap.11:5-7).
              Saul dividiu seu exército que contava com trezentos mil homens. Atacando os amonitas em três frentes, os venceu. Satisfeitos com a vitória, o povo pedia a cabeça daqueles que duvidaram de Saul como rei. Porém Saul os lembrou que, a vitória havia sido do Deus Único e verdadeiro. (Cap.11:8-15).
                  

quinta-feira, 24 de março de 2016

SAMUEL -- LIVRO I -- POSTAGEM -- 1.

               Samuel era filho de Ana, que durante muito tempo permaneceu estéril. Porém, depois de muito pedir a Deus, ela oferecia sacrifícios duplos ao Senhor, concebeu e deu a luz a um filho. Ana consagrou seu filho a Deus, como nazireu; dando-lhe o nome de Samuel.
                Ana deixou seu filho já menino, aos cuidados de Eli, o sacerdote e juiz em Israel. A infância e mocidade de Samuel foram o convívio com os trabalhos do sacerdote Eli. No entanto, naquela época, os Israelitas procediam mal perante o Senhor, pois muitos da congregação, ofereciam sacrifícios a Baal, e Astarote; entidade feminina, considerada esposa de Baal.
               Samuel era ainda muito jovem, quando manifestou pela primeira vez sua sensibilidade mediúnica. Segundo o texto, foi o Senhor quem chamou o jovem Samuel, enquanto dormia. Na verdade, sabemos que era um mensageiro do Senhor para instruir Samuel. (Samuel, 3:1-14).
              Nesta primeira visão do Jovem profeta, o enviado do Senhor relata que, devido as constantes blasfêmias dos Israelitas, adorando deuses estranhos, e também as faltas cometidas pelos filhos de Eli, Hofni e Fineias, que praticavam abominações com mulheres, que serviam à porta da tenda da congregação, e outros tantos delitos contrários a Lei de Deus.
              Mas o jovem Samuel receava revelar a visão que tivera, ao sacerdote Eli. Depois da insistência do velho sacerdote, Samuel revelou sua visão, dizendo que o Senhor julgaria tanto Israel, como Eli e seus filhos. A resposta do sacerdote foi: "...É o Senhor; faça o que lhe bem aprouver..." (Samuel, 3:15-21).
              Com estas palavras, podemos compreender a resignação e sua fé no Senhor. Certamente compreendeu ele que, fora negligente e passivo, perante a atitude abominável de seus filhos. Enquanto juiz de Israel, Eli teria que ter pulso firme com todos; principalmente com seus filhos.
              Apesar de ter alertado os Israelitas a respeito da desobediência constante da Lei do Senhor, mesmo assim, pegaram a Arca da Aliança e guerrearam contra os Filisteus. No entanto Israel não prevaleceu contra o inimigo, pois estes tomados de grande ânimo, não temeram os feitos dos Israelitas no passado. Além de vencerem a batalha, os Filisteus ainda levaram a Arca como troféu de guerra.
            Nesta batalha, Israel perdeu trinta mil soldados; além da morte dos dois filhos de Eli. Quando soube que a Arca da Aliança  fora tomada dos Israelitas, o velho sacerdote já com idade avançada, caiu para trás, tendo morte súbita. (Samuel, 4:12-22).
           Depois destes acontecimentos, os Filisteus levaram a Arca para a casa de um homem chamado Dagom. Este homem morreu diante da Arca da Aliança. Depois disso, a Arca é conduzida pelos Filisteus por vários lugares; e por onde passou, segundo o relato dos Filisteus foi causadora de várias doenças pestilentas, causando a morte de várias pessoas que dela se aproximavam.
           Misticismos a parte, sabemos que, o Deus Único é Deus de Amor; e não de destruição. A concupiscência dos homens, através de seus excessos, e por conseguinte, de sua vinculação com o mal, é o verdadeiro algoz. Então, não querendo admitir a própria culpa, atribui a Deus, o castigo pelos seus pecados.
          Naqueles tempos, a higiene era bastante escassa, devido as precárias condições de vida e os hábitos daquelas pessoas. a Arca da Aliança, ficava guardada na tenda da congregação; era também neste local, onde realizava as oferendas e sacrifícios de animais a Deus. Como não conheciam técnicas de assepsia, naturalmente que o local era bastante infecto; contribuído para a contaminação da Arca.
          Aquelas pessoas que estavam acostumadas a ficar na presença daquele objeto sagrado, naturalmente criaram uma resistência orgânica natural, pelos micro-organismos ali presente. Quando esta Arca foi levada a outros ambientes, contaminou os locais onde esteve; causando infecções na epiderme, naquelas pessoas que não tinham resistência contra os micro-organismos presente na Arca da Aliança.
        Mesmo porque, a Arca era um objeto antigo; pois fora feita enquanto os Israelitas ainda se encontravam vagando no deserto. Por outro lado, não podemos esquecer também que, os Filisteu era um povo idólatra, e praticante de graves abominações. Sendo assim estavam sob o jugo da Lei de Causa e Efeito; Lei perfeita e imutável do Criador, para disciplinar as criaturas. (Samuel, 5:1-12).
       
           

           
                    

segunda-feira, 21 de março de 2016

JUÍZES -- FINAL -- CONSIDERAÇÕES -- POSTAGEM -- 11.

                   Após a morte de Sansão, Israel continuou com altos e baixos, no que tangia ao culto do Deus Único. Dependendo da situação, migrava do culto ao Deus Único, às práticas abomináveis dos deuses de pedra. No entanto, o Cristo Planetário compreendia que, a evolução era um processo lento; e Ele estava no controle de tudo.
                    Este período de pós morte de Josué, datava-se mais ou menos de 1.200 a 800 a.c. É importante lembrar que, neste período os sacerdotes israelitas, tinham conhecimento de tudo que acontecia nos cultos dos povos da terra de Canaã. Porém, os interesses pessoais no que diz respeito ao prestígio, poder, e questões financeiras, são largamente praticados.
                    Esperavam do Deus Único, principalmente as recompensas materiais, em troca da obediência a sua Lei. É inegável que ouve avanços morais entre a congregação israelita com a introdução do decálogo por Moisés; caso contrário, não teriam chegado a Terra Prometida. Porém, ainda existiam práticas de magias, adoração de ídolos, e sacrifícios de animais, entre os Israelitas. Isso com o passar do tempo foi diminuindo.
                   

domingo, 20 de março de 2016

JUÍSES -- A MORTE DE SANSÃO -- POSTAGEM 10.

"Aconteceu que se afeiçoou a uma mulher do vale de Soreque, chamada Dalila." (Juízes, 16:4-31).
                   
                       Novamente Sansão não resistiu aos encantos, e nem a sensualidade da mulher filisteia. Ao se envolver afetivamente com Dalila, o nosso desventurado herói, quase punha a perder todo o trabalho que os prepostos do Cristo Planetário tiveram, para programar sua encarnação como missionário do Senhor.
                        Na verdade, Dalila cumpriu com seu propósito; que era descobrir a origem da força do Israelita que tantas dificuldades, causava ao domínio dos Filisteus. Incentivada pelas forças do mal, a mulher que Sansão amava, seria a causadora de seus maiores martírios na terra. No entanto, como não existe o "acaso" nos universos da criação, Dalila seria também, o motivo pelo qual Sansão se redimiu perante sua missão.
                        Segundo os textos, Sansão teria revelado a Dalila, que o segredo de sua força, estava nas longas tranças de seus cabelos; depois de ser seduzido, pelas artimanhas de sua mulher. Acreditamos que a origem da força de Sansão, estava em sua extraordinária mediunidade de efeito físico; isto está claro para nós, quando no texto temos: "...porém o Espírito do Senhor de tal maneira se apossou dele..." (Juízes, 15:14).
                        A mediunidade de efeito físico, acontece quando o médium exala uma substância, que acreditamos ser de origem nervosa, denominada "ectoplasma;" esta substância "anima a matéria;" sobre a qual depois, pode agir sobre ela. O ectoplasma é manipulado pelos Espíritos especializados nestes fenômenos e assim, combina seus  próprios fluídos com o ectoplasma emanado do médium, e também com os fluídos extraídos da natureza ao redor de onde o fenômeno acontece. Em síntese é isso! Um bom exemplo desse fenômeno, está narrado no Capítulo, (2:2-36), em Atos dos Apóstolos; no item: "A descida do Espírito Santo."
                        O modus-operandi desse fenômeno em Sansão, deveria ser extraordinário; caso contrário ele não poderia causar um desabamento no templo onde estavam reunidos centenas de filisteus. Após ter seus cabelos cortados, Sansão acreditou não ter mais sua força extraordinária. O que realmente aconteceu, foi a sua mediunidade enfraquecida pela traição cometida, não por Dalila, mas por ele próprio; por não seguir a risca, a missão enquanto nazireu de Deus. A partir de então, iniciava a sua expiação na terra.
                        Sansão foi preso pelos Filisteus, que vazaram seus olhos, e o obrigaram a girar  um moinho com as mãos. Não podia mais exercer seus poderes, porque "O Senhor tinha se retirado dele." (Juízes, 16:20-21). Embora tenha cometido desatinos, Sansão contribuiu para que Israel fizesse uma reflexão, e olhasse mais, para tudo que o Deus Único fizera por eles durante vinte anos. Até morrer em seu último ato heroico.
                         Havendo uma festa, os Filisteus quiseram comemorar; para isso, se reuniram em um grande templo, onde estavam três mil pessoas; inclusive os principais líderes dos Filisteus. Para escárnio dos Israelitas, mandaram buscar Sansão, que estando cego, precisou que um jovem o conduzisse até o templo. A pedido de Sansão, o rapaz o deixou entre as duas principais colunas de sustentação do templo.
                          Rogando ao Senhor que lhe devolvesse a "força," nosso herói, apenas com as mãos, empurrou as duas colunas, fazendo com que toda construção desabasse. Assim, foram mortos milhares de Filisteus; e também um dos maiores heróis Israelitas. (Juízes, 16: 28-31).
                           Tirando o romancismo e a mística do texto, o que realmente aconteceu, foi outro fenômeno de "Efeito Físico," extraordinário; promovido através do "ectoplasma" exalado pelo médium Sansão, e pelos abnegados Espíritos, trabalhadores da seara do Cristo Planetário. O Cristo jamais viola as Leis imutáveis do Criador. Apenas com a força de seus braços, Sansão não conseguiria nenhum feito além do normal.
                           Depois da destruição do templo, o texto não esclarece totalmente, se os Israelitas conseguiram libertar-se dos Filisteus. Mesmo assim, acreditamos que depois destes acontecimentos, deram um grande passo para a libertação. No entanto, o legado de Sansão, foi a fé e confiança ao Deus Único, aquele que havia libertado Israel da casa da servidão no Egito, e lhes dera a Terra Prometida, desde o Patriarca Abraão. Muitos erros e arrependimentos esperavam Israel na longa jornada; até que, o Cristo Planetário viesse a superfície da Terra, para salvar o que  estava perdido.
    
                          
                        
                        
                                                                            

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...