Samuel era filho de Ana, que durante muito tempo permaneceu estéril. Porém, depois de muito pedir a Deus, ela oferecia sacrifícios duplos ao Senhor, concebeu e deu a luz a um filho. Ana consagrou seu filho a Deus, como nazireu; dando-lhe o nome de Samuel.
Ana deixou seu filho já menino, aos cuidados de Eli, o sacerdote e juiz em Israel. A infância e mocidade de Samuel foram o convívio com os trabalhos do sacerdote Eli. No entanto, naquela época, os Israelitas procediam mal perante o Senhor, pois muitos da congregação, ofereciam sacrifícios a Baal, e Astarote; entidade feminina, considerada esposa de Baal.
Samuel era ainda muito jovem, quando manifestou pela primeira vez sua sensibilidade mediúnica. Segundo o texto, foi o Senhor quem chamou o jovem Samuel, enquanto dormia. Na verdade, sabemos que era um mensageiro do Senhor para instruir Samuel. (Samuel, 3:1-14).
Nesta primeira visão do Jovem profeta, o enviado do Senhor relata que, devido as constantes blasfêmias dos Israelitas, adorando deuses estranhos, e também as faltas cometidas pelos filhos de Eli, Hofni e Fineias, que praticavam abominações com mulheres, que serviam à porta da tenda da congregação, e outros tantos delitos contrários a Lei de Deus.
Mas o jovem Samuel receava revelar a visão que tivera, ao sacerdote Eli. Depois da insistência do velho sacerdote, Samuel revelou sua visão, dizendo que o Senhor julgaria tanto Israel, como Eli e seus filhos. A resposta do sacerdote foi: "...É o Senhor; faça o que lhe bem aprouver..." (Samuel, 3:15-21).
Com estas palavras, podemos compreender a resignação e sua fé no Senhor. Certamente compreendeu ele que, fora negligente e passivo, perante a atitude abominável de seus filhos. Enquanto juiz de Israel, Eli teria que ter pulso firme com todos; principalmente com seus filhos.
Apesar de ter alertado os Israelitas a respeito da desobediência constante da Lei do Senhor, mesmo assim, pegaram a Arca da Aliança e guerrearam contra os Filisteus. No entanto Israel não prevaleceu contra o inimigo, pois estes tomados de grande ânimo, não temeram os feitos dos Israelitas no passado. Além de vencerem a batalha, os Filisteus ainda levaram a Arca como troféu de guerra.
Nesta batalha, Israel perdeu trinta mil soldados; além da morte dos dois filhos de Eli. Quando soube que a Arca da Aliança fora tomada dos Israelitas, o velho sacerdote já com idade avançada, caiu para trás, tendo morte súbita. (Samuel, 4:12-22).
Depois destes acontecimentos, os Filisteus levaram a Arca para a casa de um homem chamado Dagom. Este homem morreu diante da Arca da Aliança. Depois disso, a Arca é conduzida pelos Filisteus por vários lugares; e por onde passou, segundo o relato dos Filisteus foi causadora de várias doenças pestilentas, causando a morte de várias pessoas que dela se aproximavam.
Misticismos a parte, sabemos que, o Deus Único é Deus de Amor; e não de destruição. A concupiscência dos homens, através de seus excessos, e por conseguinte, de sua vinculação com o mal, é o verdadeiro algoz. Então, não querendo admitir a própria culpa, atribui a Deus, o castigo pelos seus pecados.
Naqueles tempos, a higiene era bastante escassa, devido as precárias condições de vida e os hábitos daquelas pessoas. a Arca da Aliança, ficava guardada na tenda da congregação; era também neste local, onde realizava as oferendas e sacrifícios de animais a Deus. Como não conheciam técnicas de assepsia, naturalmente que o local era bastante infecto; contribuído para a contaminação da Arca.
Aquelas pessoas que estavam acostumadas a ficar na presença daquele objeto sagrado, naturalmente criaram uma resistência orgânica natural, pelos micro-organismos ali presente. Quando esta Arca foi levada a outros ambientes, contaminou os locais onde esteve; causando infecções na epiderme, naquelas pessoas que não tinham resistência contra os micro-organismos presente na Arca da Aliança.
Mesmo porque, a Arca era um objeto antigo; pois fora feita enquanto os Israelitas ainda se encontravam vagando no deserto. Por outro lado, não podemos esquecer também que, os Filisteu era um povo idólatra, e praticante de graves abominações. Sendo assim estavam sob o jugo da Lei de Causa e Efeito; Lei perfeita e imutável do Criador, para disciplinar as criaturas. (Samuel, 5:1-12).
Ana deixou seu filho já menino, aos cuidados de Eli, o sacerdote e juiz em Israel. A infância e mocidade de Samuel foram o convívio com os trabalhos do sacerdote Eli. No entanto, naquela época, os Israelitas procediam mal perante o Senhor, pois muitos da congregação, ofereciam sacrifícios a Baal, e Astarote; entidade feminina, considerada esposa de Baal.
Samuel era ainda muito jovem, quando manifestou pela primeira vez sua sensibilidade mediúnica. Segundo o texto, foi o Senhor quem chamou o jovem Samuel, enquanto dormia. Na verdade, sabemos que era um mensageiro do Senhor para instruir Samuel. (Samuel, 3:1-14).
Nesta primeira visão do Jovem profeta, o enviado do Senhor relata que, devido as constantes blasfêmias dos Israelitas, adorando deuses estranhos, e também as faltas cometidas pelos filhos de Eli, Hofni e Fineias, que praticavam abominações com mulheres, que serviam à porta da tenda da congregação, e outros tantos delitos contrários a Lei de Deus.
Mas o jovem Samuel receava revelar a visão que tivera, ao sacerdote Eli. Depois da insistência do velho sacerdote, Samuel revelou sua visão, dizendo que o Senhor julgaria tanto Israel, como Eli e seus filhos. A resposta do sacerdote foi: "...É o Senhor; faça o que lhe bem aprouver..." (Samuel, 3:15-21).
Com estas palavras, podemos compreender a resignação e sua fé no Senhor. Certamente compreendeu ele que, fora negligente e passivo, perante a atitude abominável de seus filhos. Enquanto juiz de Israel, Eli teria que ter pulso firme com todos; principalmente com seus filhos.
Apesar de ter alertado os Israelitas a respeito da desobediência constante da Lei do Senhor, mesmo assim, pegaram a Arca da Aliança e guerrearam contra os Filisteus. No entanto Israel não prevaleceu contra o inimigo, pois estes tomados de grande ânimo, não temeram os feitos dos Israelitas no passado. Além de vencerem a batalha, os Filisteus ainda levaram a Arca como troféu de guerra.
Nesta batalha, Israel perdeu trinta mil soldados; além da morte dos dois filhos de Eli. Quando soube que a Arca da Aliança fora tomada dos Israelitas, o velho sacerdote já com idade avançada, caiu para trás, tendo morte súbita. (Samuel, 4:12-22).
Depois destes acontecimentos, os Filisteus levaram a Arca para a casa de um homem chamado Dagom. Este homem morreu diante da Arca da Aliança. Depois disso, a Arca é conduzida pelos Filisteus por vários lugares; e por onde passou, segundo o relato dos Filisteus foi causadora de várias doenças pestilentas, causando a morte de várias pessoas que dela se aproximavam.
Misticismos a parte, sabemos que, o Deus Único é Deus de Amor; e não de destruição. A concupiscência dos homens, através de seus excessos, e por conseguinte, de sua vinculação com o mal, é o verdadeiro algoz. Então, não querendo admitir a própria culpa, atribui a Deus, o castigo pelos seus pecados.
Naqueles tempos, a higiene era bastante escassa, devido as precárias condições de vida e os hábitos daquelas pessoas. a Arca da Aliança, ficava guardada na tenda da congregação; era também neste local, onde realizava as oferendas e sacrifícios de animais a Deus. Como não conheciam técnicas de assepsia, naturalmente que o local era bastante infecto; contribuído para a contaminação da Arca.
Aquelas pessoas que estavam acostumadas a ficar na presença daquele objeto sagrado, naturalmente criaram uma resistência orgânica natural, pelos micro-organismos ali presente. Quando esta Arca foi levada a outros ambientes, contaminou os locais onde esteve; causando infecções na epiderme, naquelas pessoas que não tinham resistência contra os micro-organismos presente na Arca da Aliança.
Mesmo porque, a Arca era um objeto antigo; pois fora feita enquanto os Israelitas ainda se encontravam vagando no deserto. Por outro lado, não podemos esquecer também que, os Filisteu era um povo idólatra, e praticante de graves abominações. Sendo assim estavam sob o jugo da Lei de Causa e Efeito; Lei perfeita e imutável do Criador, para disciplinar as criaturas. (Samuel, 5:1-12).
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