sábado, 19 de outubro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 192)

                     - PRIMEIRO LIVRO DOS MACABEUS - 

                                        SIMÃO ASSUME O COMANDO.  

                         

                                 Ao ficar sabendo que Trifão reunira um grande exército, para devastar Judá, e vendo o temor do povo, Simão, foi até Jerusalém e reuniu toda a população local, exortando-os ao ânimo e a esperança. Então, Simão foi aclamado por toda Jerusalém. (I Mc.13:1-6)

                                Com a possibilidade da morte de Jônatas, Simão torna-se o único a ter condições de liderar o movimento dos Macabeus; em prol da resistência aos pagãos invasores. TAMBÉM FOI O ESCOLHIDO, por aclamação! De todos os habitantes de Jerusalém. 

                               Simão, não queria deixar passar, a oportunidade de continuação da luta. Visto que - inclusive o império Selêucida - já estava caminhando a passos largos para o seu fim. Mesmo porque - naquele momento - estava dividido! Havendo dois monarcas: Um menino na capital, e um fugitivo rebelde, com seu próprio exército. 

                               Não podemos esquecer também, que existia um intrigante ambicioso; cujo objetivo era eliminar a dinastia. Esta era a dúvida de Simão! Em quem dos três deveria apostar? Talvez - apenas por simpatia - no filho de Alexandre Balas? Prudentemente e politicamente na divisão dos pretendentes? Esta era a grande dúvida de Simão Macabeu. 

                               O "deus" antropomórfico, certamente faria tudo, para que Simão fracassasse em sua escolha. Pois era de seu interesse - como sempre foi - a destruição total dos israelitas, por motivos óbvios. Tudo era como um jogo de xadrez! Cujas jogadas estratégicas, já estavam sendo armadas. 

                              HOUVE UMA GRANDE MUDANÇA EM JUDÁ! Porque os chamados Macabeus, que lutavam contra os invasores pagãos, desde a morte do Sumo sacerdote Matatias - primeiro chefe e fundador - do movimento dos Macabeus; agora conquistaram o poder religioso, político e militar. Tendo o partido adquirido a confiança, de parte da população, e também, consolidando-se. 

                              No entanto - como nem tudo são flores - os inimigos, principalmente do exterior, aumentaram muito. Mas, as perseguições - contra a Lei ou o Templo - também cessaram. Porém, nenhum dos Macabeus, olvidaram os ideais de liberdade: "Pela Lei, pelo Templo e pelo povo". 

                             Havia um enorme problema, que certamente despertou a ira e a ambição, das nações vizinhas: A divisão dos judeus! Internamente as disputas ainda estavam vivas e atuantes. Os pró-helenistas, contavam com adeptos e simpatizantes. Incluindo a isso, aqueles que haviam perdidos seus familiares, em guerras e disputas, político-religiosas; estes almejavam vingança. Mesmo tendo um programa de pacificação, os Macabeus, teriam que enfrentar muito rancor e desconfiança. 

                             Estando Jônatas desaparecido, a confiança estava nas mãos de Simão. O último dos Macabeus. (I Mc.13:1-9)

CONTINUA.  

quarta-feira, 16 de outubro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 191)

                           - PRIMEIRO LIVRO DOS MACABEUS -  

 

                                               JÔNATAS É SEQUESTRADO.   

                                       O principal desejo de Trifão, era o domínio de toda a Ásia. Mesmo sedo um plano ambicioso, não pretendia desistir de sua ideia. Para que isso concretizasse tinha que eliminar o rei Antíoco. Havia um grande obstáculo antes de matar o rei, seu nome era Jônatas. Pois não desejava que o Macabeu vivesse, e ter que enfrentá-lo. 

                                      Então, Trifão partiu para Betsã e assim, acabar com o inimigo. Trifão, sabia que Jônatas, tinha um exército de quarenta mil soldados e por isso teve medo. Então, decide mudar de tática! Ao invés de tentar matar Jônatas, propôs paz ao Macabeu. Assim, recebeu seu inimigo - agora aliado - com honras e festa. 

                                      Também, recomendou a todos os seus generais que fizesse o mesmo; homenageando o Macabeu e dando-lhe presentes. Depois, convida Jônatas, para que fosse com ele até um local denominado Ptolemáida. Trifão aconselha Jônatas que dispensasse a maioria de seus soldados - já que agora selaria a paz - sugerindo que o Macabeu trouxesse com ele, somente uma guarnição pessoal, para a viagem a Ptolemaida.

                                     Jônatas, não desconfiou de nada - intrigante isso - visto que o Macabeu sempre foi muito perspicaz! Na verdade, era uma armadilha ardilosa - sugerida é claro - pelo "deus" antropomórfico - pai da mentira - para melhor controlar os seres humanos. Ptolemaida era uma importante e excelente posição geográfica e estratégica, situada a oeste da planície de Esdrelon na altura da Galileia. Trifão ofereceu ao Macabeu o comando de parte do exército do rei. Jônatas ficou fascinado com aquela proposta. 

                                   O que o Macabeu nem imaginava, era a lealdade a Trifão, das tropas estacionadas naquele local. Jônatas foi então - conduzido naturalmente - para uma armadilha fatal. Isso lembra o episódio de Davi em Ceila. (I Sm. 23)  Naquela época, Davi havia consultado o oráculo! Jônatas, nem se preocupou em consultar os conselheiros anciãos. 

                                 Por isso - a captura de Jônatas e provável morte - finaliza uma época de lutas, contra a opressão dos invasores pagãos, e o início de um ciclo, de opressões ainda maior. Depois, Trifão enviou tropas de infantaria e cavalaria, para Galileia e a planície de Esdrelon; e assim, eliminar todos os homens de Jônatas.

                               No entanto - os companheiros de Jônatas - não intimidando-se com este exército, avançaram disposto a vencer ou morrer. Vendo que os Macabeus avançavam - para a vitória ou a morte - o exército de Trifão recuou. Ficado sabendo da morte de Jônatas, eles também recuaram para casa. 

                              Os componentes do exército dos Macabeus foram para Judá, choraram e lamentaram a morte do Líder - juto a população - e toda Israel ficou de luto. Já as nações vizinhas, ao contrário! Comemoraram o fato. Sintonizadas com o "deus" antropomórfico e estimuladas por este, diziam: "Não tem chefe e nem defensor e nem rei. Agora, poderemos atacá-los e apagar sua lembrança entre os homens". Se, o "deus" antropomórfico houvesse conseguido este intento, não haveria civilização no planeta Terra. Quiçá! Somente animais. 

CONTINUA.      

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

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