Na porta do templo, o Senhor falou através de Jeremias.
Prometendo a todo Israel que, seria Misericordioso e abençoaria seus filhos. Desde que a congregação israelita, também cumprisse com seus deveres perante a Lei Divina.
E que deveres os judeus teriam que cumprir? Em primeiro lugar, render culto apenas ao Deus Único e Verdadeiro; ajudar-se mutuamente; primeiro com seus familiares e depois, com os irmãos de raça; e também com os estrangeiros.
Outra advertência, foi para não adorar ídolos de pedra; e muito menos oferecer holocaustos a estes falsos deuses.
"Furtareis vós, e matareis, e cometereis adultério, e jurareis falsamente, e queimareis incenso a Baal, e andareis após outros deuses que não conhecestes." (Jeremias, 7:9).
Estas abominações, jamais poderiam ocorrer novamente.
O Profeta transmite ao povo as palavras que estavam em sua mente, transmitidas pelos mensageiros do Cristo Planetário; que agia em nome de seu Pai.
O aviso era para que, toda a comunidade lembrasse que, o templo do Senhor não era casa de profanações; como até então, os judeus a tinham transformado.
Foi assim que os judeus receberam várias alertas do Senhor; para que não repetissem todo o mal que praticaram, ao adorar deuses estranhos.
"Portanto assim diz o Senhor Jeová: Eis que a minha ira e o meu furor se derramarão sobre este lugar, sobre os homens e sobre os animais, e sobre as árvores do campo, e sobre os frutos da terra; e aceder-se-á, e não apagará." (Jeremias, 7:20).
Por quê tamanha destruição? Perguntará todos.
A isto chamamos de renovação total! É a Lei de mudança; que tudo transforma, para que a evolução siga seu curso naturalmente.
Sempre que aquele povo ignorante e de cabeça dura, não quiser aprender pela instrução, que vinha através dos Profetas, aprendiam pela rudeza da experiência; que também é um ótimo aprendizado; embora muito mais doloroso.
A respeito dos deuses falsos diz também o Senhor que, eles são obra das mãos dos homens; são feitos das pedras, que mãos humanas esculpiu, e das madeiras fornecidas pelas florestas; e que foram adornadas pelas mesmas mãos que da pedra fizeram falsos deuses para adorar.
"Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova." (Jeremias, 10:4).
Este misticismo é tão forte na mente de determinados seres humanos que, em pleno século XXI ainda existe religiões que adoram imagens.
É claro que o povo inteiro ficou contra Jeremias; culpando-o por todas as desgraças que sofreram.
Embora o próprios judeus não cumprissem o pacto feito com o Senhor, queriam a cabeça do profeta.
"E eu era como um manso cordeiro, que levam à matança; porque não sabia que imaginavam projetos contra mim..." (Jeremias, 11:19).
Novamente Jeremias alerta todo o povo hebreu, a respeito das Leis sagradas do Senhor que violavam. Profetizou que, um terrível cativeiro estava para acontecer com todo os israelitas, se continuassem desrespeitando o pacto do Deus Único.
Um sacerdote chamado Pasur, feriu Jeremias e o prendeu em um tronco de árvore, para castiga-lo; depois de mandar torturar o Profeta. A resposta de Jeremias, ao ser libertado foi a seguinte: "E sucedeu no dia seguinte Pasur tirou Jeremias do tronco. Então disse-lhe o Profeta: O Senhor não chama teu nome Pasur, mas Magor-Missabibe." (Jeremias, 20:3).
Que traduzido significa: "Cerco de Pavor." Tal era a vileza do referido sacerdote.
Depois disso, Jeremias dá ao povo hebreu a pior notícia, que não queriam saber; ou seja, o cativeiro da Babilônia, pelas mãos violentas de Nabucodonosor.
"E depois disto, diz o Senhor, entregarei Zedequias, rei de Judá, e seus servos e o povo, e os que desta cidade restarem da pestilência, e da espada, e da fome, nas mãos de Nabucodonosor, rei da Babilônia..." (Jeremias, 21:7).
Jeremias também fala a respeito dos falsos profetas que haviam, em ambos os reinos; de Judá e Israel.
Após a divisão das dez tribos, o Reino de Israel, ficou ao norte com capital em Samaria; e o Reino de Judá, ao sul com capital em Jerusalém.
CONTINUA.
Prometendo a todo Israel que, seria Misericordioso e abençoaria seus filhos. Desde que a congregação israelita, também cumprisse com seus deveres perante a Lei Divina.
E que deveres os judeus teriam que cumprir? Em primeiro lugar, render culto apenas ao Deus Único e Verdadeiro; ajudar-se mutuamente; primeiro com seus familiares e depois, com os irmãos de raça; e também com os estrangeiros.
Outra advertência, foi para não adorar ídolos de pedra; e muito menos oferecer holocaustos a estes falsos deuses.
"Furtareis vós, e matareis, e cometereis adultério, e jurareis falsamente, e queimareis incenso a Baal, e andareis após outros deuses que não conhecestes." (Jeremias, 7:9).
Estas abominações, jamais poderiam ocorrer novamente.
O Profeta transmite ao povo as palavras que estavam em sua mente, transmitidas pelos mensageiros do Cristo Planetário; que agia em nome de seu Pai.
O aviso era para que, toda a comunidade lembrasse que, o templo do Senhor não era casa de profanações; como até então, os judeus a tinham transformado.
Foi assim que os judeus receberam várias alertas do Senhor; para que não repetissem todo o mal que praticaram, ao adorar deuses estranhos.
"Portanto assim diz o Senhor Jeová: Eis que a minha ira e o meu furor se derramarão sobre este lugar, sobre os homens e sobre os animais, e sobre as árvores do campo, e sobre os frutos da terra; e aceder-se-á, e não apagará." (Jeremias, 7:20).
Por quê tamanha destruição? Perguntará todos.
A isto chamamos de renovação total! É a Lei de mudança; que tudo transforma, para que a evolução siga seu curso naturalmente.
Sempre que aquele povo ignorante e de cabeça dura, não quiser aprender pela instrução, que vinha através dos Profetas, aprendiam pela rudeza da experiência; que também é um ótimo aprendizado; embora muito mais doloroso.
A respeito dos deuses falsos diz também o Senhor que, eles são obra das mãos dos homens; são feitos das pedras, que mãos humanas esculpiu, e das madeiras fornecidas pelas florestas; e que foram adornadas pelas mesmas mãos que da pedra fizeram falsos deuses para adorar.
"Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova." (Jeremias, 10:4).
Este misticismo é tão forte na mente de determinados seres humanos que, em pleno século XXI ainda existe religiões que adoram imagens.
É claro que o povo inteiro ficou contra Jeremias; culpando-o por todas as desgraças que sofreram.
Embora o próprios judeus não cumprissem o pacto feito com o Senhor, queriam a cabeça do profeta.
"E eu era como um manso cordeiro, que levam à matança; porque não sabia que imaginavam projetos contra mim..." (Jeremias, 11:19).
Novamente Jeremias alerta todo o povo hebreu, a respeito das Leis sagradas do Senhor que violavam. Profetizou que, um terrível cativeiro estava para acontecer com todo os israelitas, se continuassem desrespeitando o pacto do Deus Único.
Um sacerdote chamado Pasur, feriu Jeremias e o prendeu em um tronco de árvore, para castiga-lo; depois de mandar torturar o Profeta. A resposta de Jeremias, ao ser libertado foi a seguinte: "E sucedeu no dia seguinte Pasur tirou Jeremias do tronco. Então disse-lhe o Profeta: O Senhor não chama teu nome Pasur, mas Magor-Missabibe." (Jeremias, 20:3).
Que traduzido significa: "Cerco de Pavor." Tal era a vileza do referido sacerdote.
Depois disso, Jeremias dá ao povo hebreu a pior notícia, que não queriam saber; ou seja, o cativeiro da Babilônia, pelas mãos violentas de Nabucodonosor.
"E depois disto, diz o Senhor, entregarei Zedequias, rei de Judá, e seus servos e o povo, e os que desta cidade restarem da pestilência, e da espada, e da fome, nas mãos de Nabucodonosor, rei da Babilônia..." (Jeremias, 21:7).
Jeremias também fala a respeito dos falsos profetas que haviam, em ambos os reinos; de Judá e Israel.
Após a divisão das dez tribos, o Reino de Israel, ficou ao norte com capital em Samaria; e o Reino de Judá, ao sul com capital em Jerusalém.
CONTINUA.