Assim, compreendemos que, o FILHO ou o CRISTO PLANETÁRIO, que está em todos os homens de boa vontade, é o revelador , e explicador; o que é DEUS. Veio a Terra, como Filho do Homem, para trazer ao mundo a verdadeira Salvação.
Ensinou ao ser humano, o Caminho da Luz. E a única forma de chegar ao PAI; é através dELe. E assim, pela evolução integral (Espiritual e intelectual), seremos também UM com o PAI.
O PRÓLOGO DE LUCAS.
1- Tendo empreendido fazer uma narração coordenada dos fatos que entre nós se realizaram;
2- Como as transmitimos os que foram dele! Testemunhas oculares desde o princípio e ministros da palavra;
3- Também a mim - depois de haver investigado tudo cuidadosamente desde o começo - pareceu-me bem, excelentíssimo Teófilo, dar-lhe por escrito, uma narração em ordem, para que conheças a verdade das coisas em que foste instruído.
Lucas, por ser médico, tinha naturalmente o espírito científico. Sendo assim, ele foi muito cuidadoso ao escrever o seu evangelho. Antes, pesquisou muito! Investigou as pessoas que tinham conhecido e convivido com Jesus. Principalmente Maria de Nazaré; que vivia em Éfeso, junto com João (o evangelista).
Muitos tentaram escrever a respeito da vida messiânica de Jesus. No entanto, estas pessoas não tinham conhecimento intelectual suficiente, para realizar um trabalho organizado e sistemático.
Por isso, as obras eram desorganizadas; ficando mais na linha do tempo, que em uma ordem lógica.
Lucas foi muito cuidadoso! Começou a escrever, somente depois de muitas investigações. Não confiou apenas nas narrativas anteriores a ele.
Dedica sua obra a Teófilo; que foi convertido por Pedro em Antioquia. O tratamento de "excelentíssimo" a Teófilo, não representa uma condição social elevada, e sim, a Fé raciocinada; ou seja, acreditou porque compreendeu. Também denominado de Amigo de Deus. É muito diferente de um fanatismo religioso.
A obra de Lucas é dedicada à aqueles que fossem cristãos verdadeiros; os autênticos discípulos do Cristo.
Encontramos também o mesmo tipo de introdução, nos "Atos dos Apóstolos;" que também foi escrito por Lucas. Inicia assim: "Na primeira parte, querido Teófilo, contei..." (Atos, 1:1).
Se os cristãos, a quem Lucas falava, eram denominados de "excelentes", em um grau elevado "excelentíssimos", o evangelista queria que sua obra tivesse revelações profundas, alegóricas e simbólicas; e também algo mais didático a respeito da espiritualização.
Não somente algo que apenas revelasse aspectos históricos e temporais. A principal critica dos historiadores, aos Evangelhos, é por não haver datas; e por isso, os fatos não podem ser localizados cronologicamente na história.
O fato é que, os evangelistas não escreveram para personalidades temporárias. Ensinaram a Doutrina Libertadora do Cristo Planetário.
A Física Universal; que da unidade a todas as Dimensões do Criador.
Aqueles que recebiam de coração e mente abertas, estes ensinamentos, estando transitoriamente reencarnados na superfície do planeta; levariam para o Plano Espiritual a Palavra Libertadora do Evangelho.
"Enquanto vivo nesta morada..." (II Pedro,1:13).
O importante quando estudamos o Evangelho, é conscientização do que está contido nas entrelinhas. Extrair o "espírito da letra." Para isso, temos que ter um sentimento excelente.
Ensinou ao ser humano, o Caminho da Luz. E a única forma de chegar ao PAI; é através dELe. E assim, pela evolução integral (Espiritual e intelectual), seremos também UM com o PAI.
O PRÓLOGO DE LUCAS.
1- Tendo empreendido fazer uma narração coordenada dos fatos que entre nós se realizaram;
2- Como as transmitimos os que foram dele! Testemunhas oculares desde o princípio e ministros da palavra;
3- Também a mim - depois de haver investigado tudo cuidadosamente desde o começo - pareceu-me bem, excelentíssimo Teófilo, dar-lhe por escrito, uma narração em ordem, para que conheças a verdade das coisas em que foste instruído.
Lucas, por ser médico, tinha naturalmente o espírito científico. Sendo assim, ele foi muito cuidadoso ao escrever o seu evangelho. Antes, pesquisou muito! Investigou as pessoas que tinham conhecido e convivido com Jesus. Principalmente Maria de Nazaré; que vivia em Éfeso, junto com João (o evangelista).
Muitos tentaram escrever a respeito da vida messiânica de Jesus. No entanto, estas pessoas não tinham conhecimento intelectual suficiente, para realizar um trabalho organizado e sistemático.
Por isso, as obras eram desorganizadas; ficando mais na linha do tempo, que em uma ordem lógica.
Lucas foi muito cuidadoso! Começou a escrever, somente depois de muitas investigações. Não confiou apenas nas narrativas anteriores a ele.
Dedica sua obra a Teófilo; que foi convertido por Pedro em Antioquia. O tratamento de "excelentíssimo" a Teófilo, não representa uma condição social elevada, e sim, a Fé raciocinada; ou seja, acreditou porque compreendeu. Também denominado de Amigo de Deus. É muito diferente de um fanatismo religioso.
A obra de Lucas é dedicada à aqueles que fossem cristãos verdadeiros; os autênticos discípulos do Cristo.
Encontramos também o mesmo tipo de introdução, nos "Atos dos Apóstolos;" que também foi escrito por Lucas. Inicia assim: "Na primeira parte, querido Teófilo, contei..." (Atos, 1:1).
Se os cristãos, a quem Lucas falava, eram denominados de "excelentes", em um grau elevado "excelentíssimos", o evangelista queria que sua obra tivesse revelações profundas, alegóricas e simbólicas; e também algo mais didático a respeito da espiritualização.
Não somente algo que apenas revelasse aspectos históricos e temporais. A principal critica dos historiadores, aos Evangelhos, é por não haver datas; e por isso, os fatos não podem ser localizados cronologicamente na história.
O fato é que, os evangelistas não escreveram para personalidades temporárias. Ensinaram a Doutrina Libertadora do Cristo Planetário.
A Física Universal; que da unidade a todas as Dimensões do Criador.
Aqueles que recebiam de coração e mente abertas, estes ensinamentos, estando transitoriamente reencarnados na superfície do planeta; levariam para o Plano Espiritual a Palavra Libertadora do Evangelho.
"Enquanto vivo nesta morada..." (II Pedro,1:13).
O importante quando estudamos o Evangelho, é conscientização do que está contido nas entrelinhas. Extrair o "espírito da letra." Para isso, temos que ter um sentimento excelente.