sexta-feira, 30 de agosto de 2024

A AÇÃO DO deus ATROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 183)

                      - PRIMEIRO LIVRO DOS MACABEUS -  

                      

                                             O plano de Báquides para matar Jônatas, não deu certo porque foi descoberto. Então, Jônatas e seus compatriotas - prenderam e mataram - cinquenta homens, que eram conspiradores. Depois retiraram-se para o deserto, refugiando-se em um lugar chamado Bet-Basi. 

                                             A morte dos conspiradores, foi entendida como uma provocação - como havia feito Matatias - dando origem ao movimento dos Macabeus; contra os invasores pagãos. Jônatas havia mudado de refúgio para tentar enganar Báquides; que almejava vê-lo morto de qualquer modo. 

                                           Assim, a escolha do deserto - como novo local de esconderijo - foi ideal também, como ponto estratégico, para elaboração de novas ações. Ficou decidido construir uma fortaleza, em uma ruína abandonada. Aquele local ficava entre Belém e o mar morto. Inclusive, não iria faltar água! Visto que, era abastecida por vários poços. 

                                         Aquele local no deserto, seria de maior segurança, principalmente quando forem fazer incursões, e não serem vistos, ao cruzarem o rio Jordão. Simão - irmão de Jônatas - havia permanecido na cidade, enquanto ele partiu para luta. Enfrentou e derrotou Odomer e sua gente. Também, atacou Beduínos, que poderiam ajudar - com abastecimentos - o exército de Báquides. Atacando pela retaguarda, conseguiu derrotar Báquides com seu exército. 

                                      Humilhado pela derrota, Báquides fica muito irado, com aqueles que o aconselharam tal empreitada. Por isso, o general vai para cima dos apostatas! Pois, foram eles que o convenceram; dizendo que seria fácil vencer Jônatas no deserto. 

                                      Assim, novamente Báquides voltou para sua terra. Sabendo disso, Jônatas mandou uma mensagem ao general, para tratar de paz e devolução dos prisioneiros. Báquides aceitando a proposta devolveu os prisioneiros Macabeus. Pois - entendeu o general - que era mais fácil tratar com Jônatas que confiar nos apostatas. Ficando acordado que, Báquides não mais, iria atacar os rebeldes Macabeus. 

                                     Na verdade - aquele tratado - não seria para sempre. O que Jônatas havia assinado, não passava de um simples acordo temporário; de não agressão mútua. Mediante uma derrota humilhante - para aquele "poderoso" exército pagão - cujos "deuses" de pedra, nada podiam fazer, para minimizar tal humilhação e ajudar o general. Humilhado pela derrota, e irado com conselhos inúteis, o sentimento de vingança e a proposta de paz, de seu maior inimigo. 

                                    E - o que era pior - o rei não ia gostar nada disso! Assim, a espada vitoriosa em Israel, era inquestionável! Ou seja, a de Jônatas. Ele foi morar em Macmas. Começou a governar o povo, fazendo com que os ímpios desaparecessem do território de Israel. 

                                  Na verdade - por não residir em Jerusalém - Jônatas não governa de fato. Também, mesmo que tenha derrotado, vários de seus opositores, Jônatas estaria tendo êxito, em sua ascensão - como líder absoluto - de todos os israelitas? Agora, era dar tempo ao tempo e conquistar, o maior número de adeptos, que fosse possível. Porém, seu maior problema, não eram necessariamente, os invasores pagãos. 

                                Na verdade - teria que lutar também - contra o seu próprio "calcanhar de Aquiles". Que certamente, seria explorado pelo "deus" antropomórfico; atentamente de olho, tanto em Báquides (seu escravo); quanto em Jônatas. 

Continua. 

segunda-feira, 26 de agosto de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 182)

                     - PRIMEIRO LIVRO DOS MACABEUS -  

                                            JÔNATAS E BÁQUIDES 

                             Continuando a preocupar-se em fortificar as cidades, Báquides fortifica também Betsur, Gazé e a Acrópole; deixando nelas, tropas e depósito de alimentos. Depois, sequestrando os filhos das autoridades, mais importantes da região, os encarcerou na Acrópole de Jerusalém. 

                       Esta foi a nova tática de Báquides, fechando todo acesso aos guerrilheiros Macabeus; às regiões urbanas. Grande parte da população aprovou tais medidas do pagão invasor. Já os reféns mantidos em prisões, serviam para discussão dos judeus que governavam determinadas regiões - de qualquer movimentação política - contra os pagãos. 

                      Também, o Sumo sacerdote Alcimo, fez várias modificações no templo. Derrubou muros internos, que separavam o átrio, do exterior que servia de passagem para os pagãos. Já o átrio interno, era reservado aos judeus. Esta decisão do Sumo sacerdote, tanto poderia ser por motivos políticos-religiosos ou por medidas práticas. Servindo inclusive para atrair a simpatia dos frequentadores que não eram judeus. 

                      Segundo o autor do texto bíblico, esta atitude faz recordar e desfazer a obra de Zacarias e Ageu; atentando contra a missão dos profetas, ao defender o templo, construido um muro em torno do mesmo. (Ez 3,5) 

                      Esta medida fora considerada profanação! Contrastando com a purificação realizada por Judas Macabeu. Também segundo o autor, Alcimo foi castigado pelo Deus Único, ao contrair uma doença que o deixou paralítico até sua morte, com dores atrozes. 

                      Com a partida de Báquides para Antióquia, ficou a dúvida, porque havia partido subitamente? Mesmo porque - com a morte de Alcimo - o cargo de Sumo sacerdote permanecia vago; visto que o general pagão, não havia nomeado um substituto. 

                       A preocupação do general foi a fortificação de vários locais estratégicos. O interessante foi que, sua partida dera início a uma etapa de paz. Conclui-se que o partido helenista, não achava-se em perigo constante. Até mesmo Jônatas, preferiu permanecer em seu lugar - esperando para ganhar tempo - que propriamente aproveitar-se da ausência de Báquides, e atacar os invasores. 

                      Com o general em Antióquia, Jônatas retira-se para sua casa em um lugar denominado Modin. No entanto - o agora comandante - dos Macabeus, fica de olho nos invasores! Com um eficiente serviço de espionagem. Uma espécie de "Mossad" daquela época. 

                       Porém, não durou muito aquela trégua. Assim, depois de ter decorridos dois anos, os apostatas, decidem ir até onde estava Báquides, para tentar trazê-lo de volta e combater Jônatas; até a destruição dos revoltosos. Essa atitude dos apostatas - além de interesses comerciais - foi também sugerida na mente, daqueles interesseiros e quiçá - agora também pagãos - em Espírito; pelo "deus" antropomórfico, que detestava a paz! Pois esta não lhe rendia dividendos, da parte daqueles que o seguiam. 

                     Após ser convencido e aproveitando a oportunidade - de pegar Jônatas de surpresa - Báquides, organizou um poderoso exército. Depois, enviou mensagem aos seus aliados em Judá; para que prendessem Jônatas e Simão, e os matassem. Decisão esta, tomada pelo "deus" antropomórfico - pai da enganação - e assim, fazer com que a guerra retornasse entre os homens.  

Continua. 

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

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