Jó, não parou de falar! Após alguns minutos de reflexão, continuou a destilar a sua amargura. Agora Jó alega que está cercado daqueles que sempre quiseram ver sua desgraça, pois sempre tiveram inveja de seu sucesso econômico, e do grande prestígio e respeito conquistado por ele, ao longo de muitos anos de trabalho honesto. Dentre estes diz Jó, estão invejosos e zombadores. E ele não tem outra saída, a não ser ouvir suas maldosas provocações.
Diante desta situação, Jó toga uma garantia, da parte daqueles que o criticam e o julgam. Jó lamenta a atitude daqueles que se apressam apenas em julgar, sem mesmo se interessar em saber o que se passa em seu coração. Estes, diz Jó, endureceram o coração, esquecendo-se da fraternidade em prol de quem foi atingido pela desgraça física, material, e moral.
Jó se sente como uma presa diante de caçadores cruéis; nesta situação, como um homem poderá explicar tudo isso aos seus filhos? Jó, fala aos seus amigos que, o sentimento que passa em seu coração, é que ele está sendo mostrado a todos, como um exemplo a não ser seguido por ninguém.
Sua lamentação continua! Agora, o malfadado Jó se considera a última das criaturas, aquela que por uma razão desconhecida e mal compreendida por ele, se tornou anátema; o qual todos viram a cara, e não ousam pronunciar seu nome; como se fosse sinônimo de maldição. Brada Jó em alta voz que, todos quer o condenam devem voltar novamente até ele, e se possível rever todos os conceitos que por ventura tiverem a respeito da vida e dos seres humanos.
Alega também que, não existe sabedoria nas atitudes daqueles que do alto de suas pseudo sabedoria, deram opiniões a respeito dele. Uma coisa Jó está convicto: é de sua situação miserável. "Convertem-me a noite em dia, e a luz, dizem, está perto das trevas." (Cap. 17:12).
Jó clama agora pelo seu sepulcro; pois este, ele o considera como um pai que virá libertar seu filho do sofrimento que consome todo o seu ser. Não teme os vermes que devorarão seu corpo; pois estes são sua mãe que libertará seu Espírito. Pergunta pela esperança que ele até agora, não consegue vislumbrar. Somente resta a ele, esperar pela esperança "ás portas da morte, quando juntamente no pó teremos descanso."
Diante desta situação, Jó toga uma garantia, da parte daqueles que o criticam e o julgam. Jó lamenta a atitude daqueles que se apressam apenas em julgar, sem mesmo se interessar em saber o que se passa em seu coração. Estes, diz Jó, endureceram o coração, esquecendo-se da fraternidade em prol de quem foi atingido pela desgraça física, material, e moral.
Jó se sente como uma presa diante de caçadores cruéis; nesta situação, como um homem poderá explicar tudo isso aos seus filhos? Jó, fala aos seus amigos que, o sentimento que passa em seu coração, é que ele está sendo mostrado a todos, como um exemplo a não ser seguido por ninguém.
Sua lamentação continua! Agora, o malfadado Jó se considera a última das criaturas, aquela que por uma razão desconhecida e mal compreendida por ele, se tornou anátema; o qual todos viram a cara, e não ousam pronunciar seu nome; como se fosse sinônimo de maldição. Brada Jó em alta voz que, todos quer o condenam devem voltar novamente até ele, e se possível rever todos os conceitos que por ventura tiverem a respeito da vida e dos seres humanos.
Alega também que, não existe sabedoria nas atitudes daqueles que do alto de suas pseudo sabedoria, deram opiniões a respeito dele. Uma coisa Jó está convicto: é de sua situação miserável. "Convertem-me a noite em dia, e a luz, dizem, está perto das trevas." (Cap. 17:12).
Jó clama agora pelo seu sepulcro; pois este, ele o considera como um pai que virá libertar seu filho do sofrimento que consome todo o seu ser. Não teme os vermes que devorarão seu corpo; pois estes são sua mãe que libertará seu Espírito. Pergunta pela esperança que ele até agora, não consegue vislumbrar. Somente resta a ele, esperar pela esperança "ás portas da morte, quando juntamente no pó teremos descanso."