sábado, 15 de junho de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 163)

                     - PRIMEIRO LIVRO DOS MACABEUS -  

                               

                                        Alexandre, filho de Felipe da Macedônia - também chamado o bárbaro - ocupando o trono grego, após ter derrotado Dario da Pérsia - também rei da Média - promoveu infinitas guerras; causando mortes e destruição, entre várias nações. 

                                 Este livro, relata uma grande ação, do "deus" antropomórfico - pai da enganação e da mentira - cuja principal finalidade - através de seu governo oculto - sempre foi tentar impedir, o trabalho do Cristo Galáctico, junto ao seu rebanho de ovelhas desgarradas na Terra. Por isso, este ser das trevas espessas, tudo faria para enganar e escravizar os seres humanos. 

                              Principalmente nessa fase - da morte de Alexandre - e a divisão de seu reino entre seus generais, e o início da era de Antíoco III da Síria, quando domina a Palestina. Aos doze anos de reinado, Alexandre morre. Tendo como herdeiros, seus principais comandantes. Também os filhos destes generais, herdaram deles, suas respectivas coroas. 

                            E - como bons escravos do "deus" antropomórfico - também espalharam a morte, terror e destruição, pelo mundo conhecido daquela época. Portanto, o Livro dos Macabeus, inicia-se com o reinado de Antíoco IV. 

                          Este rei - conhecido também - com Epífanes; cujo significado é "Deus manifesto". Também outro codinome, nada agradável: "Rebento perverso". Alguns dizem que Antíoco, imitava seu pai; porém, sua maldade era pessoal. Desde que vendera sua alma - deixando-se escravizar - ao pai da enganação e da mentira, em troca de poder temporal e riquezas. 

                         Neste tempo - também surgiram - os chamados israelitas apóstatas - criminosos e infames - cujos exemplos estão em (Dt. 13,14) legislando a respeito dos israelitas que incitavam idolatria. (Os pecadores) 

                         Na verdade, eram aqueles simpáticos à cultura helenista; que também criaram um movimento denominado de "Progressistas". Mesmo assim, foram considerados traidores. Isso porque os opositores, pensavam que os progressistas, adotavam os costumes dos gentios e pagãos. Violando o que estava escrito em (Dt.7) dentre outras. 

                      Por outro lado, muitos dos hebreus, aderiram os costumes e a idolatria de Cananeus; também aliados de outras nações. Isso provocava choques culturais e até mesmo cultuais. O Cristo Galáctico, já previra isso - desde a fundação do mundo - conhecendo também cada uma de suas ovelhas. Por isso, mandara um médium - com têmpera de ferro - para auxiliar na reeducação daquele povo de "cabeça dura"; no dizer do próprio legislador.  

                    Inclusive os Macabeus - fizeram pactos - até mesmo com os romanos e espartanos. Então, Antíoco IV, vê com bons olhos, uma política de conceções. Podendo então, dar continuidade aos costumes helenísticos e difundir a cultura grega, que tanto admirava. Devido ao avanço desta cultura, nas artes, ciências e política. Também porque Antíoco IV sabia que era de bom alvitre, respeitar os costumes e religião dos povos conquistados. 

                 Por outro lado, esta ideia não fora propriamente de Antíoco; está claro! Que viera da parte do "deus" antropomórfico - pai da enganação - e assim, ludibriar e escravizar os homens. (Macabeus, I Macabeus, 1-12)

"(...)Ao redor do trono havia vinte e quatro tronos; e vi assentados sobre os tronos vinte e quatro anciãos, vestidos com vestes brancas; e tinham sobre as cabeças, coroas de ouro. 

                         Do trono saíam relâmpagos, trovões e vozes; e diante do trono, ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete Espíritos de Deus(...)" 

Apocalipse, 4 e 5.

Continua. 

quarta-feira, 12 de junho de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 162)

                                     - SEGUNDO LIVRO DOS REIS - 

                    

                                                               A fome era grande em Jerusalém - sitiada pelos caldeus - então, foi aberta uma brecha nas muralhas, para que o rei Sedecias saísse sem que os caldeus notassem. Assim - durante a noite - o rei e os soldados, partiram em fuga; tomando o caminho das estepes. Percebendo a artimanha do rei e seu pessoal, juntamente com os soldados, o exército caldeu, perseguiu o rei Sedecias, alcançando-os nas estepes de Jericó. 

                                Porém, as tropas de Sedecias o abandonaram; dispersando-se. Após ter acorrentado o rei Sedeias, levaram-no até Rebla, onde encontrava-se o rei da Babilônia, Nabucodonosor. Pronunciada a sentença, Sedecias foi cegado e seus filhos executados; e o rei Judaíta, foi levado para a Babilônia. 

                              Desde este dia, dois monarcas de Judá, foram levados como prisioneiros, para a terra dos caldeus: Jaconias, que tinha substituído Sedecias; e este, que se revoltara contra o rei Nabucodonosor. 

                             Desta forma, cumpriu-se a profecia de Ezequiel. Em um de seus transes mediúnicos - o profeta do desterro - previra a idolatria contra o Deus Único, durante séculos. Também, a prática histórica, de crimes e abominações inimagináveis. O profeta previra inclusive, uma onda interminável de matanças e incêndios. 

                             Havendo também uma onda de saques, à cidade e ao templo. A resistência da população de Jerusalém, foi vencida e a nação entregue à desolação. Os saques no templo, é o marco final, de toda uma época iniciada, com o rei Salomão. Como que o Senhor, tivesse abandonado o templo e todo o país. 

                             Assim, como Jeremias havia previsto, a destruição do templo de Siló, os caldeus ocuparam o templo, saqueando-o. Havia uma superstição - talvez alimentada pelo sacerdote - que o templo poderia impedir os caldeus, de entrar em Jerusalém e destruir tudo pela frente.  

                            O inimigo, havia destruído o templo material; não o psíquico - que os caldeus - não poderiam tocar. A dura realidade, estava diante de todos e isso não poderia ser negada. Depois da dominação, tudo em volta de Jerusalém é transformado em província do império caldeu.  

                           Esta atitude de Nabucodonosor, parece que fora um ato de tolerância. Nomeando um governador nativo, para administrá-la; em nome de Nabucodonosor. Este governador era chamado de Godolias. Pertencendo ao partido de Jeremias e aceitava a submissão - como ato consumado - segundo a Lei do Retorno. Era o ressarcimento, das abominações cometidas pelos judaítas, contra as Leis do Deus Único. 

                          A partir de então, era começar tudo novamente reconstruindo as ruínas materiais, psíquicas e morais. Semeariam a terra, que respondendo a esperança de todos, começaria a frutificar. No entanto, em Judá, as coisas estavam muito diferentes. Planejavam realizar uma revolta, contra os invasores babilônicos. Com várias facções e grupos de revoltosos. Talvez por confiar em pessoas erradas, Godolias é assassinado; iniciando-se nova revolta, contra o domínio caldeu. O assassino foge e os judaítas atemorizados, buscam refúgio no Egito.  

                         Porém, dois profetas, partilharam a fuga do próprio povo. Uma voz no Egito, como uma derrota; e outra, junto aos dominadores caldeus, estimulando a esperança? Era o "deus" antropomórfico - pai da enganação - envolvendo aqueles que estavam em sintonia com ele. Deixando-se escravizar, a troco de ninharias, bens materiais e poder temporal, junto a humanidade. 

                        Com seu governo oculto - inaugurando em toda a Terra - englobando; todas as ciências; política, justiça, comércio, indústrias; e a cultura em geral. Sempre com a tentativa, de impedir o Programa - de Amor e evolução - para todos os seres humanos, que estivessem em sintonia com o Cristo Galáctico. 

Continua. 

segunda-feira, 10 de junho de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 161)

                             - SEGUNDO LIVRO DOS REIS -  

                          

                                         Joaquim, sofreu ataques de guerrilheiros, caldeus, assírios e moabitas; durante um determinado período. Esta era a tática de Nabucodonosor. Minar a resistência dos revoltosos, até que sucumbissem. Joaquim morreu e seu filho Jaconias reinou em seu lugar. Este rei, tinha dezoito anos, quando subiu ao trono; tendo reinado por três meses apenas. 

                                  Sua mãe chamava-se Noesta. Também como seu pai, fez o que era reprovado pelo Deus Único; desobedecendo as Leis de Moisés. Neste período - durante o reinado de Jaconias - Nabucodonosor, cercou Jerusalém. Não suportando o cerco, o rei rendeu-se a Nabucodonosor. Depois do cerco, o rei manda saquear o templo, levando todos os tesouros que havia no local. Tendo também, deportado toda a população de Jerusalém para Babilônia. 

                                 Encontrava-se - entre os primeiros grupos de deportados - um jovem sacerdote - que na Babilônia, teria despertado sua vocação profética. Seu nome era Ezequiel; tendo inclusive, profetizado a queda de Nabucodonosor, e a esperança da libertação. Enquanto isso não acontecia, Nabucodonosor, foi bastante duro com os vencidos. 

                                Então, Nabucodonosor, decidiu - que Jaconias - continuaria como rei fantoche. Com esta medida, Nabucodonosor, pensou que tudo estaria tranquilo com os dominados. Porém não foi o que aconteceu. 

                                Tomando novas medidas para acalmar a situação, o rei babilônio, determinou que outro judaíta assumisse o trono. Para isso, nomeia Sedecias; que era filho de Josias, irmão de Joacaz, rei deposto pelo faraó Necao. Nabucodonosor, respeitou o sentimento religioso dos cativos DANDO UM NOME JAVISTA . (Sedecias, nome que significa: JUSTIÇA OU VITÓRIA) do senhor. Ironia este nome? 

                                Isso aconteceu a Jerusalém e a Judá; devido a Lei de Causa e Efeito. Era o resgate para Judá e Jerusalém. Pela sintonia com o pai da mentira e da enganação; Esquecendo-se daquele que verdadeiramente, havia tirado seus pais, da servidão no Egito. Devido a sintonia com o mal, praticaram todos os tipos de abominações, dos povos pagãos. Nesse interim, Sedecias rebela-se contra Nabucodonosor.  

                               Então, Jeremias, entrando em cena, enfrenta o rei e o partido dos patriotas. O profeta era a favor da rendição e não de uma revolta inconsequente, contra o rei babilônio e a Lei Imutável do Criador. Estavam inclusive, rebelando-se contra o Deus Único; por não aceitarem a quitação kármica, de seus débitos, perante a Lei Divina.  

                                Os ministros do rei Sedecias, reavivaram a resistência, e o rei não teve forças, para tomar medidas enérgicas, impedindo um massacre. Então, novamente, Nabucodonosor, cercou Jerusalém, até o décimo primeiro ano - do reinado de Sedecias - que reinara por onze anos. 

                                O cerco a Jerusalém, inicia-se no ano"587"; ajudada pelas suas defesas naturais. Nesse meio tempo, Hofra - do Egito - parte para cima dos caldeus, obrigando-os a abrirem o cerco e combater os egípcios. Porém, a alegria durou pouco! OS  CALDEUS VOLTARAM! E o resgate dos judaítas, continuou; como previsto pelo Espírito do oráculo. (II Reis, 25:1-4)

                               Mais uma vez, o "deus" antropomórfico - pai da enganação - seduzira os homens desprevenidos, orgulhosos e sedentos por poder. Mal sabendo que tornaram-se escravos, ao venderem suas almas; e não senhores da guerra, como pensavam. 

Continua. 

domingo, 9 de junho de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAIDA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 160)

                               - SEGUNDO LIVRO DOS REIS -  

              

                                           Depois da limpeza cultual, Josias foi combater Necao - faraó do Edito - porém não teve sucesso nesta empreitada; em combate, Josias foi ferido e morto. Seu corpo, foi transportado por seus servos, até Jerusalém; onde foi sepultado. Então, o povo elege seu filho Joacaz rei; entronizando-o. 

                                   Joacaz, tinha vinte e três anos, quando subiu ao trono; ficando apenas três meses como rei. Joacaz fez tudo o que o Senhor não recomendava. Tendo caido nas mãos do faraó Necao, em Rabla - província de Emat - para que não reinasse em Jerusalém. Este faraó, cobrou tributo aos israelitas. Três mil quilos de prata e trinta mil quilos de ouro.  Necao, também nomeou, outro filho de Josias, para assumir o trono. Seu nome era Eliacim; que depois o faraó mudou para Joaquim. Este rei, também pagou tributo ao faraó do Egito. 

                                 No entanto - quem realmente arcou com a dívida - foram os súditos de Joaquim. Este rei, tinha vinte e cinco anos, quando assumiu o trono, que fora de seu pai Josias. Reinou durante onze anos em Jerusalém. Sua mãe chamava-se Zebida. 

                                 Foi durante o reinado de Joaquim, que Nabucodonosor, rei da Babilônia, deu as caras e submeteu Joaquim e seu reino, durante três anos. O pai de Nabucodonosor - Nabopolassar - era aliado de Ciaxares, rei da Média; no ano de 612 conquista Ninive; cumprindo a profecia do profeta Naum. 

                                 Assim - durante apenas um reinado - todo oriente, passa das mãos da Assíria, para a Babilônia. É o segundo império babilônio, regido por uma dinastia arameia; semelhante ao primeiro. (626-539)  

                                O farao Necao tentou deter Nabucodonosor, em uma região chamada Carquemis. Foi tão duramente derrotado, que somente depois de muitos anos, é que o Egito consegue refazer-se novamente. Assim, o reino babilônico, consegue submeter vários povos, fazendo deles seus vassalos. Inclusive o reino de Judá. 

                                 E, caso houvesse alguma revolta - sendo de pouca relevância - o rei babilônio, simplesmente incita outros vassalos a cuidar e submeter os revoltosos. Bastando-lhes apenas, pequenos destacamentos, antes de apresentar-se em batalha campal. 

                                 Então - estas revoltas - são consideradas pelo autor do texto bíblico, um tanto quanto fora de propósito. Era apenas o início, de uma catástrofe maior. Esta fora provocada pelo rei Joaquim e seu partido de patriotas. Não seguiram os conselhos de Jeremias, que recomendava aceitar aquela situação, até que se cumprisse as determinações do Senhor - através da Lei do retorno - e não uma revolta inconsequente. 

                               Não obedeciam às Leis do Senhor; e sim, o ego - inflamado propositadamente - pelo "deus" antropomórfico - pai da mentira - que mais uma vez, incitava o rei e seus comandados, a desobedecer às Leis estabelecidas por moisés, e virando as costas para o Deus Único. 

                               O que poderiam esperar desta revolta insensata? A não ser a morte e destruição. Tudo ocasionado pelo orgulho e a inconsequência de incitadores; que nunca tiveram a menor intenção de seguir as Leis do Senhor. Recusaram-se a aceitar a Lei do Retorno. Lei Imutável do Criador. Vinculando-se ao "Governo" Oculto do mundo. Vendendo suas almas ao "deus antropomórfico; pai da enganação e da mentira. (II Reis, 24:1-4)

Continua. 

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...