- SEGUNDO LIVRO DOS REIS -
A fome era grande em Jerusalém - sitiada pelos caldeus - então, foi aberta uma brecha nas muralhas, para que o rei Sedecias saísse sem que os caldeus notassem. Assim - durante a noite - o rei e os soldados, partiram em fuga; tomando o caminho das estepes. Percebendo a artimanha do rei e seu pessoal, juntamente com os soldados, o exército caldeu, perseguiu o rei Sedecias, alcançando-os nas estepes de Jericó.
Porém, as tropas de Sedecias o abandonaram; dispersando-se. Após ter acorrentado o rei Sedeias, levaram-no até Rebla, onde encontrava-se o rei da Babilônia, Nabucodonosor. Pronunciada a sentença, Sedecias foi cegado e seus filhos executados; e o rei Judaíta, foi levado para a Babilônia.
Desde este dia, dois monarcas de Judá, foram levados como prisioneiros, para a terra dos caldeus: Jaconias, que tinha substituído Sedecias; e este, que se revoltara contra o rei Nabucodonosor.
Desta forma, cumpriu-se a profecia de Ezequiel. Em um de seus transes mediúnicos - o profeta do desterro - previra a idolatria contra o Deus Único, durante séculos. Também, a prática histórica, de crimes e abominações inimagináveis. O profeta previra inclusive, uma onda interminável de matanças e incêndios.
Havendo também uma onda de saques, à cidade e ao templo. A resistência da população de Jerusalém, foi vencida e a nação entregue à desolação. Os saques no templo, é o marco final, de toda uma época iniciada, com o rei Salomão. Como que o Senhor, tivesse abandonado o templo e todo o país.
Assim, como Jeremias havia previsto, a destruição do templo de Siló, os caldeus ocuparam o templo, saqueando-o. Havia uma superstição - talvez alimentada pelo sacerdote - que o templo poderia impedir os caldeus, de entrar em Jerusalém e destruir tudo pela frente.
O inimigo, havia destruído o templo material; não o psíquico - que os caldeus - não poderiam tocar. A dura realidade, estava diante de todos e isso não poderia ser negada. Depois da dominação, tudo em volta de Jerusalém é transformado em província do império caldeu.
Esta atitude de Nabucodonosor, parece que fora um ato de tolerância. Nomeando um governador nativo, para administrá-la; em nome de Nabucodonosor. Este governador era chamado de Godolias. Pertencendo ao partido de Jeremias e aceitava a submissão - como ato consumado - segundo a Lei do Retorno. Era o ressarcimento, das abominações cometidas pelos judaítas, contra as Leis do Deus Único.
A partir de então, era começar tudo novamente reconstruindo as ruínas materiais, psíquicas e morais. Semeariam a terra, que respondendo a esperança de todos, começaria a frutificar. No entanto, em Judá, as coisas estavam muito diferentes. Planejavam realizar uma revolta, contra os invasores babilônicos. Com várias facções e grupos de revoltosos. Talvez por confiar em pessoas erradas, Godolias é assassinado; iniciando-se nova revolta, contra o domínio caldeu. O assassino foge e os judaítas atemorizados, buscam refúgio no Egito.
Porém, dois profetas, partilharam a fuga do próprio povo. Uma voz no Egito, como uma derrota; e outra, junto aos dominadores caldeus, estimulando a esperança? Era o "deus" antropomórfico - pai da enganação - envolvendo aqueles que estavam em sintonia com ele. Deixando-se escravizar, a troco de ninharias, bens materiais e poder temporal, junto a humanidade.
Com seu governo oculto - inaugurando em toda a Terra - englobando; todas as ciências; política, justiça, comércio, indústrias; e a cultura em geral. Sempre com a tentativa, de impedir o Programa - de Amor e evolução - para todos os seres humanos, que estivessem em sintonia com o Cristo Galáctico.
Continua.
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