- SEGUNDO LIVRO DOS REIS -
Depois da limpeza cultual, Josias foi combater Necao - faraó do Edito - porém não teve sucesso nesta empreitada; em combate, Josias foi ferido e morto. Seu corpo, foi transportado por seus servos, até Jerusalém; onde foi sepultado. Então, o povo elege seu filho Joacaz rei; entronizando-o.
Joacaz, tinha vinte e três anos, quando subiu ao trono; ficando apenas três meses como rei. Joacaz fez tudo o que o Senhor não recomendava. Tendo caido nas mãos do faraó Necao, em Rabla - província de Emat - para que não reinasse em Jerusalém. Este faraó, cobrou tributo aos israelitas. Três mil quilos de prata e trinta mil quilos de ouro. Necao, também nomeou, outro filho de Josias, para assumir o trono. Seu nome era Eliacim; que depois o faraó mudou para Joaquim. Este rei, também pagou tributo ao faraó do Egito.
No entanto - quem realmente arcou com a dívida - foram os súditos de Joaquim. Este rei, tinha vinte e cinco anos, quando assumiu o trono, que fora de seu pai Josias. Reinou durante onze anos em Jerusalém. Sua mãe chamava-se Zebida.
Foi durante o reinado de Joaquim, que Nabucodonosor, rei da Babilônia, deu as caras e submeteu Joaquim e seu reino, durante três anos. O pai de Nabucodonosor - Nabopolassar - era aliado de Ciaxares, rei da Média; no ano de 612 conquista Ninive; cumprindo a profecia do profeta Naum.
Assim - durante apenas um reinado - todo oriente, passa das mãos da Assíria, para a Babilônia. É o segundo império babilônio, regido por uma dinastia arameia; semelhante ao primeiro. (626-539)
O farao Necao tentou deter Nabucodonosor, em uma região chamada Carquemis. Foi tão duramente derrotado, que somente depois de muitos anos, é que o Egito consegue refazer-se novamente. Assim, o reino babilônico, consegue submeter vários povos, fazendo deles seus vassalos. Inclusive o reino de Judá.
E, caso houvesse alguma revolta - sendo de pouca relevância - o rei babilônio, simplesmente incita outros vassalos a cuidar e submeter os revoltosos. Bastando-lhes apenas, pequenos destacamentos, antes de apresentar-se em batalha campal.
Então - estas revoltas - são consideradas pelo autor do texto bíblico, um tanto quanto fora de propósito. Era apenas o início, de uma catástrofe maior. Esta fora provocada pelo rei Joaquim e seu partido de patriotas. Não seguiram os conselhos de Jeremias, que recomendava aceitar aquela situação, até que se cumprisse as determinações do Senhor - através da Lei do retorno - e não uma revolta inconsequente.
Não obedeciam às Leis do Senhor; e sim, o ego - inflamado propositadamente - pelo "deus" antropomórfico - pai da mentira - que mais uma vez, incitava o rei e seus comandados, a desobedecer às Leis estabelecidas por moisés, e virando as costas para o Deus Único.
O que poderiam esperar desta revolta insensata? A não ser a morte e destruição. Tudo ocasionado pelo orgulho e a inconsequência de incitadores; que nunca tiveram a menor intenção de seguir as Leis do Senhor. Recusaram-se a aceitar a Lei do Retorno. Lei Imutável do Criador. Vinculando-se ao "Governo" Oculto do mundo. Vendendo suas almas ao "deus antropomórfico; pai da enganação e da mentira. (II Reis, 24:1-4)
Continua.
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