- SEGUNDO LIVRO DOS REIS -
O rei Josias, convocou todos os anciãos de Judá e Jerusalém. Depois foi até o templo - tendo partes dele reconstruídas - juntamente com a maioria dos judaítas, dos profetas, sacerdotes, além do povo - ricos e pobres - para que ouvissem a leitura do livro da Aliança.
Depois da leitura do livro, o rei comprometeu-se - perante todos os presentes - a cumprir todos os preceitos contidos no livro. E, ainda exaltou todos a fazerem o mesmo, e horar o Deus Único.
Ordenou que os sacerdotes tirassem do templo, todos os utensílios e imagens, dos "deuses" estranhos e abomináveis, que estivera ali há muitos anos. Josias agiu como se fora um mediador - tal qual Moisés e Josué - nos tempos antigos.
A população escutava e louvava as narrativas, não por fé no Deus Único - pois muitos deles foram criados - ouvindo seus pais mencionarem sempre, os "deuses" de pedra. O medo de serem deportados - como escravos - para Babilônia, é que prevalecia entre eles. Este sim, seria o pior dos castigos para eles.
Também - ordenou o rei - que destruíssem todos os símbolos astrais, utilizados em nome de entidades, representadas pelos astros e todo o exército do Céu. Principalmente de Baal. Tendo levado tudo, para ser queimado, na torrente de Cedron. Inclusive, ordenou que fosse demolido, os quartos existentes no templo, dedicado a chamada; "prostituição sagrada". Onde determinadas mulheres - teciam mantos - para a deusa Astarte.
O culto aos astros, foi introduzido - sobe a pressão assíria - principalmente no reinado de Manassés. Todas as cinzas, desses objetos profanos, foram lançadas em valas comuns, em Cedron. Os sepulcros, foram considerados lugares profanos e reinos da morte. Este cerimonial, representava a morte dos ídolos e dos cultos. (Outras profanações, Isaias, 2:20).
As queimadas nas torrentes - dos ídolos e utensílios - dá ideia de ritual (Matança dos sacerdotes de Baal) Reis, 18; e o assassinato em Dt. 21:1-9).
Depois é mandado vir de todos os povoados de Judá - todos os sacerdotes - inclusive de Gaba até Bersabéia. Tendo profanado os lugares em que estes sacerdotes queimavam incensos. Também os Sátiros, não ficaram de fora, da reforma cultual, do rei Josias. Destruindo inclusive, o FORNO do vale de Ben-Enom, onde eram queimadas, as crianças, em nome da ABOMINAÇÃO, chamada Moloc. Que se tratava de "Tofet" (Significado depreciativo de tef = estufa); símbolo de local infernal. (Isaias, 30:33; Jr. 7:3-14)
Então - estas medidas drásticas do rei Josias - demonstra seu interesse, em mudar radicalmente a questão cultual, estabelecida pelo "deus" antropomórfico - pai da enganação e de todas as abominações - através de seus escravos reencarnados. Estes foram principalmente o rei Manassés e seu pai Ezequias. Cujo principal motivo do pai da mentira, fora impedir o Programa do Cristo Galáctico - para o Bem Maior de toda a humanidade - obtivesse êxito.
Josias - até aquele momento - ao realizar sua reforma, estava em sintonia com o Cristo Galáctico - representante do Deus Único - na Via Láctea. Mesmo ciente de tudo isso, o "deus" antropomórfico - com seu governo oculto - tentou e ainda tenta; enganar e escravizar os seres humanos.
Continua.
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