sexta-feira, 17 de novembro de 2023

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 89)

                                   - LIVRO DE SAMUEL - 


                                  Havia em Israel, um homem - da tribo de Benjamim - chamado Saul. Era mais alto do que todos os que aproximavam-se dele. Devido ao desaparecimento de um grupo de animais de seu pai - mais precisamente umas burras - e obedecendo ordens de seu genitor, Saul e um dos servos da casa, saíram à procura dos animais desaparecidos. 

                                  Depois de muito andar, chegaram às terras de Suf. Então, Saul disse ao servo para voltarem; pois não queria que seu pai ficasse preocupado com a demora de ambos. Porém, o servo disse que naquela região vivia um vidente. Por isso, poderiam recorrer a ele, para encontrar os animais. Saul ainda argumentou que não tinham nada para oferecer ao vidente; caso o encontrassem. Mas, disse o servo que tinha com ele, duas gramas de prata. Então, saíram à procura desse homem. 

                                Depois de algumas informações, conseguiram chegar ao local indicado - por algumas mulheres - onde encontrava-se Samuel - o vidente em questão. O profeta, estava em um povoado, preparando-se para subir a um local mais alto, onde haveria um banquete, de determinada comemoração festiva. Um fato interessante, é que Samuel, já estava à espera de Saul. Porque uma determinada entidade espiritual - utilizando-se da sensibilidade psíquica e mediúnica - de Samuel, avisara-o, que estaria chegando ao local, aquele que fora o escolhido, para ser o primeiro rei de Israel. (Samuel, 9:17-24)

                              Tendo avistado Saul - que se destacava dos demais - devido a sua altura, Samuel apresentando-se ao futuro monarca, disse-lhe para não preocupar-se com as burras de seu pai; pois as mesmas já haviam sido encontradas. E, Saul - dali em diante - teria problemas muito maiores, para preocupar-se. Palavras intrigantes, para o jovem simples, de uma tribo pequena e de menor importância. Como o próprio Saul havia alegado ao profeta. Porém, a atitude de Samuel, deixou Saul ainda mais confuso. 

                             Principalmente, quando o vidente, o colocou na cabeceira da mesa, como principal convidado daquele banquete. Saul ainda não tinha a exata compreensão, do que e para que, realmente era tudo aquilo. O cozinheiro, tirando o pernil bem como o rabo, e ofereceu a Saul. Disse Samuel: "Aí está o que reservaram para ti! Coma! Pois foi feito para esta ocasião; para que comas com os convidados." (Samuel, 9:22-26)  

                            Nesse momento, iniciava-se os privilégios, do futuro rei de Israel. A presidência do banquete, a melhor comida e o melhor quarto para dormir; no lugar mais fresco e confortável. 

                           Em um lugar tenebroso; da sub civilização, do Plano Espiritual; o "deus" antropomórfico; pai da mentira - com um sorriso narcisista psicopata - vislumbrava o futuro reinado de Saul. 

Continua. 


 

quinta-feira, 16 de novembro de 2023

A AÇAÕ DO deus ANTRPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 88)

                                                         - LIVRO DE SAMUEL - 

                     

                                    Se olharmos com olhos de ver, perceberemos que Israel, talvez tenha sido o único povo, cuja religião, tenha precedido a nação propriamente dita. Talvez - com o discurso de Moisés - anterior à travessia do Jordão, tenha sido iniciado as raízes do reino de Israel. Visto que a crença, no Deus Único, já era evidente, desde que Abraão, houvera saído de Hur, para espalhar o Gene psíquico do Deus Único - positivado em sua mente - ainda na erraticidade. Visto que ele era um dos deportados de Capela. 

                                  Com respeito ao regime monárquico absolutista - em que não haveria parlamento - apenas um grupo de anciãos, agindo como conselheiros formais. No texto bíblico, encontramos duas versões: Uma a favor e a outra contra o sistema monárquico em Israel. Samuel, é um dos que que são contra à vontade popular, em criar um reinado para governar Israel. O profeta alegou que um rei, voltar-se-á contra o próprio povo; ao exigir impostos e demais benefícios, para sua própria manutenção, bem como da manutenção do reinado. 

                                  Teria que ser criada toda um a logística! Para manter-se uma burocracia, manutenção de pessoal que serviria o monarca, e todo o sistema administrativo. Também, incluiria a manutenção, de um exército permanente e treinado. Sem contar o armamento, vestimenta, alimentação e "pagamento" do mesmo. Ou seja, segundo Samuel, um rei significa mais escravidão que propriamente libertação, para posteriormente dirigir-se ao povo Israelita. E, a orientação veio - segundo o texto bíblico - numa forma costumeira, de narrativa daquela época. Reservando as devidas proporções, das várias traduções que o texto sofreu. 


"(...)Atenda ao povo em tudo que te pedirem. Não é a ti que rejeitam, mas a mim; não querem-me como seu Senhor. Eles tratam-me, como te tratam, desde o dia em que os tirei do Egito. Abandonaram-me, para servir a outros "deuses". 

                      Atenda-os; mas avisa-os claramente, explicando-lhes sobre os direitos de um rei. (...)" (Samuel, 8:7-9)  

 

                      Assim, o profeta comunica ao povo, a resposta do Senhor. Explicando-lhes tudo que um rei, iria submete-los. Dependendo da personalidade, caráter e compromisso espiritual, poderia ser benéfico, quanto maléfico e terrível. Se, o monarca fosse mais um dos escravos, do "deus" antropomórfico, sem dúvidas que haveria escravização do povo. Além de uma carga tributária, nunca vista antes, pelos israelitas. Além é claro, da perda da liberdade; e quiçá, também religiosa. 

                     Visto que, a sintonia com o "deus" Único, já estava em um patamar bastante reduzido entre os israelitas. Pois, entre eles, havia muitos que eram adoradores, dos "deuses" de pedra. Representantes, do "deus" antropomórfico. 

                     Por isso, desde a segunda geração de Josué, os israelitas já estabelecidos em Canaã, nunca mais vincularam-se inteiramente ao Deus Verdadeiro. Salvo exceções de pequeno número. Continuaram a adorar os "deuses "de pedra, até pouco tempo, antes do primeiro cativeiro babilônico; em 609 a.c. 

                     Depois da segunda terceira e última deportação, em 586 a.c; voltaram novamente. A repatriação dos judeus sob a liderança de Esdras - o escribas - liderando a construção do segundo templo. Dentro dos limites do império Persa, Judá era uma nação liderada pelo sumo sacerdote e conselho de anciãos em Jerusalém. O certo é que, até hoje, cultuam sem saber o "deus" antropomórfico - como já foi dito - raras exceções, não deixaram-se enganar; pelo "deus" antropomórfico e pai da mentira e de todas as abominações.  

                    Caso contrário, não teriam negligenciado o "julgamento" de Jesus. Não tendo a coragem em condena-lo à morte, deixaram-no, a cargo de um isentão! Que lavando as mãos, ainda condenou o Mestre do Amor; ao madeiro infamante. Agora, a fatura chegou e terão que prestar contas à Lei do Retorno; Lei Imutável do Criador. 

"(...)e sairá para enganar as nações que estão nos quatro cantos da Terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-los para a batalha. Em número, eram como areia do mar. (...)" (Apocalipse, 20:8)

Continua.  

                     

 

                       

quarta-feira, 15 de novembro de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 87)

                                       - LIVRO DE SAMUEL - 

                           

                              Tendo os israelitas perdido a guerra para os filisteus, estes levaram como saque, a Arca da Aliança; objeto sagrado, para os israelitas. Pois, na mesma, eram guardadas as pedras, onde foram grafados, os dez Mandamentos da Lei, do Deus Único. Tendo sido posta ao lado da estátua de pedra, do "deus", chamado Dagon. Entidade adorada pelos filisteus. 

                             Depois de uma noite, a estátua de Dagon, apareceu caída de bruços, diante da Arca da Aliança. Bem como, várias noites seguidas. Fato que apavorou os filisteus. Depois disso, decidiram levara Arca da Aliança, para um local denominado Gat. Porém, surgiu entre o povo filisteu uma peste. A qual foi atribuída, como maldição do Deus Único. 

                           Novamente, decidiram transportar a Arca da Aliança, para outra localidade chamada Acaron. Porém, os acarionitas não aceitaram a presença da Arca em sua localidade. Convocando os príncipes filisteus, pediram que a Arca do Deus israelita, fosse levada ao seu local de origem. Porque temiam que uma peste, também os atingisse. (Samuel, 5:6-12; 6:2-12)  

                           O que realmente acontecia naquela época, em que já não tinham mais a consciência, e muito menos, os devidos cuidados e a vigilância, em seguir rigidamente, os Estatutos e as Leis, do Deus Único. Contidas no Decálogo, recebido e transmitido, aos israelitas por Moisés. Com este desvio e com uma fé vacilante, crendo em "deuses" familiares, e um misticismo copiado dos demais povos que existiam em Canaã. 

                          Dando margem, as investidas do "deus" antropomórfico; que estava roubando e escravizando suas almas. Toda essa situação, envolvendo a Arca da Aliança - bem como sua violação - por povos idolatras, ao retira-la da tenda do tabernáculo, colocando-a juntamente, ao lado de um "deus" de pedra. Para depois peregrinar, por vários lugares. 

                        Tudo isso - aos olhos israelitas - dará ensejo a mudanças; na administração do território de Israel. Por outro lado, é como um presságio, para o surgimento de Samuel, na categoria de Juiz; e julgar Israel, com mais sabedoria e coerência, com o Deus Único. Samuel houvera ficado no ostracismo, nos capítulos anteriores, às questões dos israelitas e filisteus, envolvendo a Arca da Aliança, e as consequências funestas - para o povo filisteu - de sua presença entre eles. 

                       Assim, a última atuação de Samuel, tinha sido a muitos anos; quando comunicou a Eli, a respeito do oráculo, falando sobre a derrota próxima, do mesmo. (Samuel, 3:8-19) 

                       O profeta narra a Eli, tudo que ouvira da Entidade, que representava o Cristo de Deus. Tendo na ocasião, narrado tudo ao sacerdote Eli. (Samuel, 4:1-7)  

                       Então, os israelitas receberam a Arca da Aliança e levaram-na, para um local, denominado Gabaá. Na casa de um homem chamado Abinadab. Tendo sido consagrado seu filho Eleazar, como guardião da Arca da Aliança. (Samuel, 7:1-4) 

Continua.   

segunda-feira, 13 de novembro de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 86)

                                                    - LIVRO DE SAMUEL - 

                          

                               Embora sabendo, das artimanhas dos filhos - no interior do templo - Eli, já com idade avançada, não conseguia impor a devida disciplina aos filhos, que o auxiliavam nos serviços sacerdotais. Nenhum dos dois filhos de Eli, davam a devida atenção, aos alertas do genitor, na tentativa inútil, de trazê-los de volta à razão e ao bom senso. (Samuel, 2:22-25)  

                               No entanto, Eli fora fraco, não disciplinando seus filhos, quando estes demonstraram possuir um desvio de caráter. Ambos, os dois filhos do sacerdote, não observavam o que era denominado de: Benefícios; ou seja, a tradição contida em Êxodos, tendo Arão, como sumo sacerdote. (Êxodos, 1:2)  

                              Ao contrário, cometeram pecado, ao retirar as oferendas - para engordar, as custas da posição do pai e do próprio culto - e então, cometendo anátema. Assim, fazendo-se necessário, o surgimento de uma nova dinastia sacerdotal. A dinastia Sadocita. Devido a degradação moral evidente, da Dinastia fundada pelo sacerdote Eli. Vide Reis. (Reis, 2:23)   

                            Nesse meio tempo, o menino Samuel, já vivia no templo. Até que um dia, um médium apresentando-se perante Eli - talvez o próprio Samuel mediunizado - o texto bíblico não deixa muito claro - não fazendo referência ao nome, apenas dizendo ser um profeta. Apresenta-se ao sacerdote, dizendo a seguinte profecia: 

"(...) Assim, diz o Senhor: Revelei-me à família de seu pai, quando ainda eram escravos no Egito. Eu o escolhi entre todas as tribos de Israel, para que se tornasse sacerdote. Subindo ao meu altar, queimando o meu incenso e lavando o "efod" em minha presença. (...)" (Samuel, 2:27-36)   

                           Alguns aspectos intrigantes, encontramos na referida profecia. Primeiramente, a questão do "efod"; porque isso, era uma espécie de imagem - que pelas leis de Moisés - era abominação, e também, pelo fato do Espírito que comunicava através do "profeta", não identificar-se. Apenas dizendo que era um dos antigos, dos tempos da servidão no Egito. Falando que, devido a descuido grave, cometido por Eli, ao negligenciar os serviços sacerdotais, teria que responder, ele e seus filhos; perante a Lei do Senhor. No caso, a Lei do Retorno; Lei Imutável do Criador. 

                            Pela profecia narrada pelo médium em questão, Eli e seus familiares, adquiriram um grave compromisso, que seria revertido como resgate em futuras reencarnações. Cumprido este carma, viria o Darma; e depois - caso não revoltassem - recalcitrando com a Lei Maior, prosseguiriam com o processo evolutivo. 

                           Lembrando também, da profecia; que a maioria dos familiares de Eli, desencarnariam através da violência, provocadas pelas mãos de homens de igual teor. Por fim, anunciou o profeta que, o futuro sacerdote, seria fiel ao Senhor e não desviando de suas veredas. Tudo indicando que referia-se a Samuel. Que já vivia no templo, aos cuidados de Eli. No entanto Eli, não prestava a devida atenção ao neófito - deixado por sua mãe - aos cuidados do sacerdote. (Samuel, 2:30-36) 

Continua. 

domingo, 12 de novembro de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 85)

                                   - LIVRO DE SAMUEL -  

                            

                                          Samuel era filho de Elcana; efraimita, que tinha duas esposas - Ana e Fenema - Ana, era estéril e Fenema tinha filhos. Surgindo - devido a isso - uma rivalidade entre as duas mulheres de Elcana. Como havia acontecido com Abraão e suas duas mulheres - Sara e Agar - e também, com Jacó, e as duas esposas, Raquel e Lia. 

                                          A fecundidade de uma, verso a esterilidade da outra. O filho da promessa, de uma delas, e o filho da carne, da outra mulher. E, no centro deste pequeno conflito familiar, o esposo tentando conciliar, ambas as situações, da melhor maneira possível. Assim também com Alcana. 

                                       Nestes tempos, o sacerdote que oficiava no templo, era chamado Eli; tendo como auxiliares, seus dois filhos, Hofni e Finéias. Então, todos os anos, Elcana e suas mulheres, iam até o templo - situado na localidade de nome Siló - para homenagear o SENHOR, COM OFERENDAS E SACRIFÍCIOS. 

                       Nessa ocasião - durante os ofícios no templo - o filho que auxiliava o sacerdote Eli - chamado Finéias, fazia trapaças; com as oferendas e sacrifícios, pegando parte dos animais, antes que fossem liberados, para o consumo do sacerdote. O povo em geral, não via esta atitude de Finéias, com bons olhos. 

                       Até que, finalmente, Ana engravidou de um menino. Nascido o filho de Ana, ela o consagrou ao Senhor; como havia prometido, se recebesse a graça da maternidade. E assim, foi feito. O menino foi levado ao templo, para ser educado por Eli, com o nome de Samuel. (Samuel, 2:11-15) 

                       Como podemos notar, quem realmente comandava todos os serviços sacerdotais, era o "deus" antropomórfico, pai da mentira e de todas as abominações. Inclusive tendo como escravos, os dois filhos de Eli; Finéias e Hofni. Pois Eli, era ético e honesto; e crente no Deus Verdadeiro. No entanto, conivente com as atitudes maléficas e desonestas, dos filhos. Visto que nada fazia para impedi-los de tal prática. 

                       Somente por isso, podemos imaginar, o nível de abominações, as quais estes dois auxiliares do sacerdote Eli, estariam metidos. Mesmo depois que o pai descobriu, todas as falcatruas cometidas pelos filhos, nem por isso, eles pararam de cometê-las. Assim, o pecado dos filhos de Eli, era tríplice; pois os mesmos, assediavam as mulheres, que também auxiliavam os serviços. 

                      A coisa certa, era viver do altar, utilizando-se daquilo que era permitido e regulamentado, pela legislação posterior a Eli. (Levítico, 7:28-36) 

                     Reunindo as antigas tradições; comparando-se com: (Juízes, 17). Outra coisa era o abuso cometido; aproveitando-se largamente das oferendas. 

                     Havia também, o abuso do cargo; ameaçando e desmoralizando, o serviço das mulheres, durante os ofícios religiosos. Os quais relacionam: (Êxodo, 35:25; 38:8)

                     E, finalmente, o terceiro pecado; que é da "Contumácia". 

Continua. 


 

                      

                      

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...