quarta-feira, 15 de novembro de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 87)

                                       - LIVRO DE SAMUEL - 

                           

                              Tendo os israelitas perdido a guerra para os filisteus, estes levaram como saque, a Arca da Aliança; objeto sagrado, para os israelitas. Pois, na mesma, eram guardadas as pedras, onde foram grafados, os dez Mandamentos da Lei, do Deus Único. Tendo sido posta ao lado da estátua de pedra, do "deus", chamado Dagon. Entidade adorada pelos filisteus. 

                             Depois de uma noite, a estátua de Dagon, apareceu caída de bruços, diante da Arca da Aliança. Bem como, várias noites seguidas. Fato que apavorou os filisteus. Depois disso, decidiram levara Arca da Aliança, para um local denominado Gat. Porém, surgiu entre o povo filisteu uma peste. A qual foi atribuída, como maldição do Deus Único. 

                           Novamente, decidiram transportar a Arca da Aliança, para outra localidade chamada Acaron. Porém, os acarionitas não aceitaram a presença da Arca em sua localidade. Convocando os príncipes filisteus, pediram que a Arca do Deus israelita, fosse levada ao seu local de origem. Porque temiam que uma peste, também os atingisse. (Samuel, 5:6-12; 6:2-12)  

                           O que realmente acontecia naquela época, em que já não tinham mais a consciência, e muito menos, os devidos cuidados e a vigilância, em seguir rigidamente, os Estatutos e as Leis, do Deus Único. Contidas no Decálogo, recebido e transmitido, aos israelitas por Moisés. Com este desvio e com uma fé vacilante, crendo em "deuses" familiares, e um misticismo copiado dos demais povos que existiam em Canaã. 

                          Dando margem, as investidas do "deus" antropomórfico; que estava roubando e escravizando suas almas. Toda essa situação, envolvendo a Arca da Aliança - bem como sua violação - por povos idolatras, ao retira-la da tenda do tabernáculo, colocando-a juntamente, ao lado de um "deus" de pedra. Para depois peregrinar, por vários lugares. 

                        Tudo isso - aos olhos israelitas - dará ensejo a mudanças; na administração do território de Israel. Por outro lado, é como um presságio, para o surgimento de Samuel, na categoria de Juiz; e julgar Israel, com mais sabedoria e coerência, com o Deus Único. Samuel houvera ficado no ostracismo, nos capítulos anteriores, às questões dos israelitas e filisteus, envolvendo a Arca da Aliança, e as consequências funestas - para o povo filisteu - de sua presença entre eles. 

                       Assim, a última atuação de Samuel, tinha sido a muitos anos; quando comunicou a Eli, a respeito do oráculo, falando sobre a derrota próxima, do mesmo. (Samuel, 3:8-19) 

                       O profeta narra a Eli, tudo que ouvira da Entidade, que representava o Cristo de Deus. Tendo na ocasião, narrado tudo ao sacerdote Eli. (Samuel, 4:1-7)  

                       Então, os israelitas receberam a Arca da Aliança e levaram-na, para um local, denominado Gabaá. Na casa de um homem chamado Abinadab. Tendo sido consagrado seu filho Eleazar, como guardião da Arca da Aliança. (Samuel, 7:1-4) 

Continua.   

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