- LIVRO DE SAMUEL -
Se olharmos com olhos de ver, perceberemos que Israel, talvez tenha sido o único povo, cuja religião, tenha precedido a nação propriamente dita. Talvez - com o discurso de Moisés - anterior à travessia do Jordão, tenha sido iniciado as raízes do reino de Israel. Visto que a crença, no Deus Único, já era evidente, desde que Abraão, houvera saído de Hur, para espalhar o Gene psíquico do Deus Único - positivado em sua mente - ainda na erraticidade. Visto que ele era um dos deportados de Capela.
Com respeito ao regime monárquico absolutista - em que não haveria parlamento - apenas um grupo de anciãos, agindo como conselheiros formais. No texto bíblico, encontramos duas versões: Uma a favor e a outra contra o sistema monárquico em Israel. Samuel, é um dos que que são contra à vontade popular, em criar um reinado para governar Israel. O profeta alegou que um rei, voltar-se-á contra o próprio povo; ao exigir impostos e demais benefícios, para sua própria manutenção, bem como da manutenção do reinado.
Teria que ser criada toda um a logística! Para manter-se uma burocracia, manutenção de pessoal que serviria o monarca, e todo o sistema administrativo. Também, incluiria a manutenção, de um exército permanente e treinado. Sem contar o armamento, vestimenta, alimentação e "pagamento" do mesmo. Ou seja, segundo Samuel, um rei significa mais escravidão que propriamente libertação, para posteriormente dirigir-se ao povo Israelita. E, a orientação veio - segundo o texto bíblico - numa forma costumeira, de narrativa daquela época. Reservando as devidas proporções, das várias traduções que o texto sofreu.
"(...)Atenda ao povo em tudo que te pedirem. Não é a ti que rejeitam, mas a mim; não querem-me como seu Senhor. Eles tratam-me, como te tratam, desde o dia em que os tirei do Egito. Abandonaram-me, para servir a outros "deuses".
Atenda-os; mas avisa-os claramente, explicando-lhes sobre os direitos de um rei. (...)" (Samuel, 8:7-9)
Assim, o profeta comunica ao povo, a resposta do Senhor. Explicando-lhes tudo que um rei, iria submete-los. Dependendo da personalidade, caráter e compromisso espiritual, poderia ser benéfico, quanto maléfico e terrível. Se, o monarca fosse mais um dos escravos, do "deus" antropomórfico, sem dúvidas que haveria escravização do povo. Além de uma carga tributária, nunca vista antes, pelos israelitas. Além é claro, da perda da liberdade; e quiçá, também religiosa.
Visto que, a sintonia com o "deus" Único, já estava em um patamar bastante reduzido entre os israelitas. Pois, entre eles, havia muitos que eram adoradores, dos "deuses" de pedra. Representantes, do "deus" antropomórfico.
Por isso, desde a segunda geração de Josué, os israelitas já estabelecidos em Canaã, nunca mais vincularam-se inteiramente ao Deus Verdadeiro. Salvo exceções de pequeno número. Continuaram a adorar os "deuses "de pedra, até pouco tempo, antes do primeiro cativeiro babilônico; em 609 a.c.
Depois da segunda terceira e última deportação, em 586 a.c; voltaram novamente. A repatriação dos judeus sob a liderança de Esdras - o escribas - liderando a construção do segundo templo. Dentro dos limites do império Persa, Judá era uma nação liderada pelo sumo sacerdote e conselho de anciãos em Jerusalém. O certo é que, até hoje, cultuam sem saber o "deus" antropomórfico - como já foi dito - raras exceções, não deixaram-se enganar; pelo "deus" antropomórfico e pai da mentira e de todas as abominações.
Caso contrário, não teriam negligenciado o "julgamento" de Jesus. Não tendo a coragem em condena-lo à morte, deixaram-no, a cargo de um isentão! Que lavando as mãos, ainda condenou o Mestre do Amor; ao madeiro infamante. Agora, a fatura chegou e terão que prestar contas à Lei do Retorno; Lei Imutável do Criador.
"(...)e sairá para enganar as nações que estão nos quatro cantos da Terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-los para a batalha. Em número, eram como areia do mar. (...)" (Apocalipse, 20:8)
Continua.
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