"Assim, morreu Moisés, servo do Senhor, na terra de Moabe, segundo a palavra do Senhor. Este o sepultou num vale, em Moabe, defronte a Bete-Peor; e ninguém sabe, até hoje, o lugar da sua sepultura." (Deuteronômio, 34:5-6).
Criou-se uma verdadeira lenda, em torno da morte do grande líder do povo hebreu, e médium do Cristo Planetário. Segundo o texto, Moisés teria sido sepultado pelo Senhor em um lugar secreto da terra de Moabe.
Deixando o misticismo ou mal entendido dos tradutores, não devemos desprezar a lógica e o bom senso; naturalmente, o Senhor não queria nenhuma mística envolvendo o corpo de Moisés. Poderia mesmo, ser alvo de algum culto contrário aos propósitos do programa do Cristo Planetário, como já foi citado anteriormente.
A mente do povo israelita ainda era frágil; embora a maioria, fosse os descendentes daqueles que saíram do Egito, ainda necessitavam de muita disciplina, determinação, e fé no Deus Único, para se auto afirmar como povo, e no futuro, como nação. Assim, não poderia ser criada a imagem de um semideus entre eles. Para isso, não faltaria aqueles interessados em destruir o difícil e longo trabalho executado por Moisés.
Na Epístola de Judas, irmão de Tiago, capítulo,1:9-16; dis o seguinte: "Contudo o Arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo e disputava o corpo de Moisés, não se atreveu a proferir juízo infamatório contra ele; pelo contrário, disse: O Senhor te repreenda. Estes, porém, quanto a tudo o que não entendem, difamam; e, quanto a tudo o que compreendem por instinto natural, como brutos sem razão, até nestas coisas se corrompem. Ai deles! Porque prosseguiram pelo caminho de Caim, e movidos de ganância, se precipitaram no erro de Balaão, e pereceram na revolta de Coré."
Vamos esclarecer a questão da disputa do corpo de Moisés. O corpo o qual se refere o texto, não é o corpo físico que é desintegrado pela terra; servindo de pasto para os vermes. O corpo em "disputa," era o Espiritual. Sendo a Lei do Criador escrita na consciência de cada Espírito (Questão 621 Livro dos Espíritos, de Allan Kardec), quando o Espírito desencarna, se as suas ações enquanto encarnado, forem contrárias a Lei de Deus, a sua consciência torna-se o seu próprio juiz.
Moisés teve dúvidas, a respeito de algumas de suas atitudes, quando liderou o povo hebreu durante a longa jornada no deserto? Creio eu que não. Lembremos Paulo! As portas de Damasco, suas palavras foram" O que queres que eu faça Senhor?" Depois disso Paulo torna-se apóstolo dos gentios; sem deixar se perturbar por culpas do passado.
Se ouve uma suposta tentativa da entidade demoníaca, em impingir culpa em Moisés, claro que não teve êxito; o que deve ter acontecido, foi
a misericórdia, tanto do Arcanjo Miguel, quanto de Moisés, por aquele pobre Espírito atormentado pelo mal. Moisés executou sua missão, com total Amor, fé, e confiança no Senhor.
Mesmo tendo enfrentado acusações infundadas a qual foi alvo; movidas por uma turba de almas vinculadas na sua maioria, a demônios da pior estirpe, o grande médium não vacilou, e não falhou em sua missão grandiosa. Então, não teria motivos para sentir nenhuma culpa na consciência.
Criou-se uma verdadeira lenda, em torno da morte do grande líder do povo hebreu, e médium do Cristo Planetário. Segundo o texto, Moisés teria sido sepultado pelo Senhor em um lugar secreto da terra de Moabe.
Deixando o misticismo ou mal entendido dos tradutores, não devemos desprezar a lógica e o bom senso; naturalmente, o Senhor não queria nenhuma mística envolvendo o corpo de Moisés. Poderia mesmo, ser alvo de algum culto contrário aos propósitos do programa do Cristo Planetário, como já foi citado anteriormente.
A mente do povo israelita ainda era frágil; embora a maioria, fosse os descendentes daqueles que saíram do Egito, ainda necessitavam de muita disciplina, determinação, e fé no Deus Único, para se auto afirmar como povo, e no futuro, como nação. Assim, não poderia ser criada a imagem de um semideus entre eles. Para isso, não faltaria aqueles interessados em destruir o difícil e longo trabalho executado por Moisés.
Na Epístola de Judas, irmão de Tiago, capítulo,1:9-16; dis o seguinte: "Contudo o Arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo e disputava o corpo de Moisés, não se atreveu a proferir juízo infamatório contra ele; pelo contrário, disse: O Senhor te repreenda. Estes, porém, quanto a tudo o que não entendem, difamam; e, quanto a tudo o que compreendem por instinto natural, como brutos sem razão, até nestas coisas se corrompem. Ai deles! Porque prosseguiram pelo caminho de Caim, e movidos de ganância, se precipitaram no erro de Balaão, e pereceram na revolta de Coré."
Vamos esclarecer a questão da disputa do corpo de Moisés. O corpo o qual se refere o texto, não é o corpo físico que é desintegrado pela terra; servindo de pasto para os vermes. O corpo em "disputa," era o Espiritual. Sendo a Lei do Criador escrita na consciência de cada Espírito (Questão 621 Livro dos Espíritos, de Allan Kardec), quando o Espírito desencarna, se as suas ações enquanto encarnado, forem contrárias a Lei de Deus, a sua consciência torna-se o seu próprio juiz.
Moisés teve dúvidas, a respeito de algumas de suas atitudes, quando liderou o povo hebreu durante a longa jornada no deserto? Creio eu que não. Lembremos Paulo! As portas de Damasco, suas palavras foram" O que queres que eu faça Senhor?" Depois disso Paulo torna-se apóstolo dos gentios; sem deixar se perturbar por culpas do passado.
Se ouve uma suposta tentativa da entidade demoníaca, em impingir culpa em Moisés, claro que não teve êxito; o que deve ter acontecido, foi
a misericórdia, tanto do Arcanjo Miguel, quanto de Moisés, por aquele pobre Espírito atormentado pelo mal. Moisés executou sua missão, com total Amor, fé, e confiança no Senhor.
Mesmo tendo enfrentado acusações infundadas a qual foi alvo; movidas por uma turba de almas vinculadas na sua maioria, a demônios da pior estirpe, o grande médium não vacilou, e não falhou em sua missão grandiosa. Então, não teria motivos para sentir nenhuma culpa na consciência.