Balaque, filho de Zipor, rei dos Moabitas; vendo o grande número dos israelitas, ficou temeroso daquele povo, que se aproximava de suas terras. "Viu pois Balaque, filho de Zipor, tudo o que Israel fizera aos amorreus." (Números, 22:2-3).
Então mandou que Balaão, profeta do Senhor, amaldiçoasse todo o povo de Israel, para que assim não lhe causasse nenhum mal. Ao ir ao encontro de Balaque, montado em uma jumenta, Balaão presenciou algo inusitado em sua vida. Indo pela estrada, em dado momento, a jumenta parou e não mais quis seguir por aquele caminho. Mesmo sendo espancada por Balaão, o pobre animal, não saiu do lugar. Foi então que o impaciente profeta, ouviu uma voz que, para ele, parecia sair da própria jumenta: "Que te fiz eu, para me espancar três vezes?" Respondeu Balaão a estranha e misteriosa voz: Por que zombaste de mim; tomara que tivera eu uma espada na mão, porque então te mataria." Disse o animal: "Porventura, não sou sua jumenta, em que cavalgaste desde o tempo que eu sou tua, até hoje? Costumei eu fazer assim com você?" Disse Balaão: "Não."
Então o Senhor abriu os olhos de Balaão e ele viu um anjo do Senhor que estava no caminho. (Números, 22:28-31).
O Apóstolo Pedro disse a respeito deste episódio que: "...o mudo animal, falando com voz humana, impediu a loucura do profeta." (II Pedro, 2:16).
Na verdade o mensageiro do Senhor, veio para impedir que o profeta amaldiçoasse os hebreus, que em nome do Senhor, iria até Canaã. E também para que ele parasse de planejar abominações contra Israel. Depois disso, por três vezes, Balaão abençoou Israel. (Números, 23:2-30; 24:2-14).
O que realmente aconteceu com Balaão, foi um fenômeno mediúnico. O profeta recebeu uma mensagem espiritual, através do fenômeno de audiência; capacidade do médium de ouvir a voz dos Espíritos. Logo depois, pode também ver o mensageiro espiritual; o qual chamou de anjo do Senhor; manifestou nele também, a mediunidade de clarividência; capacidade do médium de ver Espíritos. A princípio, Balaão pensou que era a jumenta quem estava falando. Depois percebeu seu erro.
No texto está escrito que, um anjo do Senhor apareceu diante de Balaão. Se na antiguidade os anjos se manifestavam aos homens, o que os impediria de fazer o mesmo hoje no século XXI; se assim desejasse o Senhor? Sejam anjos ou Espíritos, é somente uma questão de denominação. O fenômeno não se altera de uma forma ou de outra. A manifestação dos Espíritos, e sua comunicação é um fato inquestionável. Até a Data Limite, ainda veremos o Plano Espiritual se manifestar na Terra.
"Nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre todos os povos, os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos." (Atos, 2:17).
"Então, depois desses eventos, derramarei do meu "Ruwach", Espíritos, sobre todos os povos! Os seus filhos e suas filhas profetizarão, os idosos terão sonhos, os jovens ganharão visões." (Joel, 2:28).
Então mandou que Balaão, profeta do Senhor, amaldiçoasse todo o povo de Israel, para que assim não lhe causasse nenhum mal. Ao ir ao encontro de Balaque, montado em uma jumenta, Balaão presenciou algo inusitado em sua vida. Indo pela estrada, em dado momento, a jumenta parou e não mais quis seguir por aquele caminho. Mesmo sendo espancada por Balaão, o pobre animal, não saiu do lugar. Foi então que o impaciente profeta, ouviu uma voz que, para ele, parecia sair da própria jumenta: "Que te fiz eu, para me espancar três vezes?" Respondeu Balaão a estranha e misteriosa voz: Por que zombaste de mim; tomara que tivera eu uma espada na mão, porque então te mataria." Disse o animal: "Porventura, não sou sua jumenta, em que cavalgaste desde o tempo que eu sou tua, até hoje? Costumei eu fazer assim com você?" Disse Balaão: "Não."
Então o Senhor abriu os olhos de Balaão e ele viu um anjo do Senhor que estava no caminho. (Números, 22:28-31).
O Apóstolo Pedro disse a respeito deste episódio que: "...o mudo animal, falando com voz humana, impediu a loucura do profeta." (II Pedro, 2:16).
Na verdade o mensageiro do Senhor, veio para impedir que o profeta amaldiçoasse os hebreus, que em nome do Senhor, iria até Canaã. E também para que ele parasse de planejar abominações contra Israel. Depois disso, por três vezes, Balaão abençoou Israel. (Números, 23:2-30; 24:2-14).
O que realmente aconteceu com Balaão, foi um fenômeno mediúnico. O profeta recebeu uma mensagem espiritual, através do fenômeno de audiência; capacidade do médium de ouvir a voz dos Espíritos. Logo depois, pode também ver o mensageiro espiritual; o qual chamou de anjo do Senhor; manifestou nele também, a mediunidade de clarividência; capacidade do médium de ver Espíritos. A princípio, Balaão pensou que era a jumenta quem estava falando. Depois percebeu seu erro.
No texto está escrito que, um anjo do Senhor apareceu diante de Balaão. Se na antiguidade os anjos se manifestavam aos homens, o que os impediria de fazer o mesmo hoje no século XXI; se assim desejasse o Senhor? Sejam anjos ou Espíritos, é somente uma questão de denominação. O fenômeno não se altera de uma forma ou de outra. A manifestação dos Espíritos, e sua comunicação é um fato inquestionável. Até a Data Limite, ainda veremos o Plano Espiritual se manifestar na Terra.
"Nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre todos os povos, os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos." (Atos, 2:17).
"Então, depois desses eventos, derramarei do meu "Ruwach", Espíritos, sobre todos os povos! Os seus filhos e suas filhas profetizarão, os idosos terão sonhos, os jovens ganharão visões." (Joel, 2:28).
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