Novamente, os incitadores, invejosos, incrédulos, e promotores de iniquidades entre a congregação israelita, instigaram todo o povo a praticar idolatrias, negando o Senhor. Habitando Israel na terra de Sitim, começaram a prostituir-se com as filhas dos moabitas. Estas mulheres convidaram os israelitas, a também fazer sacrifícios ao seu "deus" de pedra, mudo e falso. É preciso que se esclareça que, nem toda a congregação israelita era ímpia; havia também, aqueles que se mantinham firme no amor, fé, e confiança no Deus Único; embora fossem o menor número. (Números, 25:2-8).
Vamos conhecer Baal! Era um falso deus; na verdade, não era outro, se não, Espíritos malignos, ainda vinculados a matéria, que se aproveitando da sintonia de médiuns, vinculados ao materialismo, e a todos os tipos abominações, eram usados para satisfazer os prazeres macabros daquelas entidades ignorantes. Era a divindade suprema dos cananeus. Em hebraico, Baal significa Senhor. Os cananeus acreditavam que esta divindade fosse responsável pela fertilidade da terra e do ventre das mulheres. Na região de nome "peor," em Moabe, Baal era adorado por medianitas e moabitas. Foi ai, em um local denominado Sitim, que fica perto de Jericó que, a congregação israelita, rompeu a aliança feita com o Deus Único.
Balaão sugeriu ao rei moabita, introduzir entre os israelitas, as mais depravadas mulheres; para que assim, seduzissem os hebreus as práticas mais hediondas, e todo tipo de abominações e prostituições. (Apocalipse, 2:14-17).
Sendo considerado um "deus" da fertilidade pelos cananeus, o culto a Baal tinha como característica, a crueldade e a devassidão. Era praticado sacrifícios humanos, orgias, e práticas verdadeiramente diabólicas.
Em pleno século XXI, existem milhões de criaturas, que ainda mantem os reflexos condicionados de vidas passadas, quando adoraram esta divindade. São os pedófilos, psicopatas, praticantes de pornografia, e aqueles que cometem todo tipo de violências.
Entre a congregação, todos que se entregaram ao culto a Baal, foram consumidos por uma peste; tendo morrido 24.000 dos filhos de Israel. Claro! É a Lei de atração dos semelhantes; Lei imutável de Deus, para reeducar e disciplinar os recalcitrantes.
É por isso que, todas as vezes que os hebreus se desviavam dos propósitos programados pelo Cristo Planetário, havia a necessidade da corrigenda; então, os recalcitrantes eram reeducados pela própria concupiscência. Como continua sendo até hoje! A Lei do Criador é perfeita; por isso que é imutável!
Finéias era filho de Eleazar e neto de Arão. Foram três as situações, em que este homem notável se destacou. A primeira, foi quando ainda na sua juventude, estando a congregação israelita acampada em Moabe, houve o pecado de vários elementos da congregação com as mulheres moabitas. No relato de Números, 25:7-13, conta que Finéias era fiel a Deus, e não temia os homens. Então, pegou uma lança, e matou um casal midianita, que praticava abominações diante de toda a congregação.
Depois dessa atitude extrema e própria da maioria dos homens daquele tempo, a praga desapareceu do arraial. Lógico! Todos temeram! Não somente a peste, mas também a Finéias, devido sua atitude drástica. Levando um "choque" causado pelo temor, aquelas criaturas mudaram a sintonia, passando a orar com fervor ao Deus Único novamente. Assim são os humanos!
Existem outros relatos que comprovaram o bom senso e a coragem desse grande ancião, sempre a serviço do Deus único. Não cabe a mim, julgar a atitude daquele jovem decidido e corajoso. No seu modo de ver as coisas, achou que tinha feito a coisa certa; tanto que, nem mesmo pediu a autorização de Moisés. Ele viu as abominações serem praticadas, até mesmo diante do Tabernáculo; então não exitou em interromper a prática.
Vamos conhecer Baal! Era um falso deus; na verdade, não era outro, se não, Espíritos malignos, ainda vinculados a matéria, que se aproveitando da sintonia de médiuns, vinculados ao materialismo, e a todos os tipos abominações, eram usados para satisfazer os prazeres macabros daquelas entidades ignorantes. Era a divindade suprema dos cananeus. Em hebraico, Baal significa Senhor. Os cananeus acreditavam que esta divindade fosse responsável pela fertilidade da terra e do ventre das mulheres. Na região de nome "peor," em Moabe, Baal era adorado por medianitas e moabitas. Foi ai, em um local denominado Sitim, que fica perto de Jericó que, a congregação israelita, rompeu a aliança feita com o Deus Único.
Balaão sugeriu ao rei moabita, introduzir entre os israelitas, as mais depravadas mulheres; para que assim, seduzissem os hebreus as práticas mais hediondas, e todo tipo de abominações e prostituições. (Apocalipse, 2:14-17).
Sendo considerado um "deus" da fertilidade pelos cananeus, o culto a Baal tinha como característica, a crueldade e a devassidão. Era praticado sacrifícios humanos, orgias, e práticas verdadeiramente diabólicas.
Em pleno século XXI, existem milhões de criaturas, que ainda mantem os reflexos condicionados de vidas passadas, quando adoraram esta divindade. São os pedófilos, psicopatas, praticantes de pornografia, e aqueles que cometem todo tipo de violências.
Entre a congregação, todos que se entregaram ao culto a Baal, foram consumidos por uma peste; tendo morrido 24.000 dos filhos de Israel. Claro! É a Lei de atração dos semelhantes; Lei imutável de Deus, para reeducar e disciplinar os recalcitrantes.
É por isso que, todas as vezes que os hebreus se desviavam dos propósitos programados pelo Cristo Planetário, havia a necessidade da corrigenda; então, os recalcitrantes eram reeducados pela própria concupiscência. Como continua sendo até hoje! A Lei do Criador é perfeita; por isso que é imutável!
Finéias era filho de Eleazar e neto de Arão. Foram três as situações, em que este homem notável se destacou. A primeira, foi quando ainda na sua juventude, estando a congregação israelita acampada em Moabe, houve o pecado de vários elementos da congregação com as mulheres moabitas. No relato de Números, 25:7-13, conta que Finéias era fiel a Deus, e não temia os homens. Então, pegou uma lança, e matou um casal midianita, que praticava abominações diante de toda a congregação.
Depois dessa atitude extrema e própria da maioria dos homens daquele tempo, a praga desapareceu do arraial. Lógico! Todos temeram! Não somente a peste, mas também a Finéias, devido sua atitude drástica. Levando um "choque" causado pelo temor, aquelas criaturas mudaram a sintonia, passando a orar com fervor ao Deus Único novamente. Assim são os humanos!
Existem outros relatos que comprovaram o bom senso e a coragem desse grande ancião, sempre a serviço do Deus único. Não cabe a mim, julgar a atitude daquele jovem decidido e corajoso. No seu modo de ver as coisas, achou que tinha feito a coisa certa; tanto que, nem mesmo pediu a autorização de Moisés. Ele viu as abominações serem praticadas, até mesmo diante do Tabernáculo; então não exitou em interromper a prática.
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