quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

ÊXODO -- O DESDOBRAMENTO DO DECÁLOGO -- MOISÉS O MEDIADOR ENTRE DEUS E O POVO -- POSTAGEM -- 65.

"O povo estava longe, em pé; Moisés porém, estava próximo a nuvem escura onde "Deus" estava." (Êxodo, 20:18).
                      Sim! Não tinha outra possibilidade de comunicação, entre os Mensageiros do Cristo e o aquele povo ignorante e frágil de coração. Somente Moisés tinha a mediunidade, e a têmpera necessária para aquela árdua tarefa; para isso, tinha vindo a carne.
                      Jesus depositava toda confiança no seu enviado; que guiaria os Israelitas pela longa peregrinação no deserto, até que se processasse a necessária depuração. Os longos séculos (digo longos, porque a Terra, naquela época, girava mais lentamente, que nos tempos atuais), que os Israelitas permaneceram no Egito, fizeram com que, adquirissem certos hábitos negativos do povo egípcio.
                     Principalmente no que diz respeito ao sexo e união conjugal. É claro que, não foi todo o povo que adotaram certos vícios, mas grande parte deles. Os egípcios, tinham o hábito da consanguinidade como matrimônio. Embora Abraão casara-se com sua irmã, por parte de pai, e Lot, gerou filhos, com suas próprias filhas, isso foi em circunstâncias raras; não era fator comum.
                     Uma das razões, para a mortandade dos primogênitos  egípcios, foi justamente a consanguinidade entre marido e mulher; ou seja, irmãos e irmãs. (Êxodo, 1:15-22).
                     Depois de narrar a toda a congregação dos hebreus, os mandamentos da Lei de Deus, Moisés, levaria ao conhecimento do povo, a continuidade destas Leis. Um conjunto rígido de artigos, com a finalidade de disciplinar e educar todo povo; e principalmente, a geração que surgiria durante a longa travessia de 40 anos no deserto, antes de chegar a Canaã.
                    Esta nova geração, nascida livre no deserto, seria os herdeiros da terra prometida, desde os tempos de Abraão. Moralmente falando, a maioria ainda não conquistaram este direito; mesmo depois de vários séculos de peregrinação, no árido "deserto," do próprio coração.
                  
                    

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