- SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL -
Eliminados, Abner e Isbaal, Davi desperta todas as esperanças. O sentimento entre Judá e Israel, tornam-se mais fortes e unidos. Aquilo que Abimelec, sempre desejou receber das tribos, elas o oferecem a Davi. (Juízes, 9)
Foram a Hebron, todos os conselheiros de Israel, para visitar Davi. Este, faz um pacto com os visitantes, e eles o ungiram rei de Israel. Nessa época, Davi tinha trinta anos; e reinou quarenta anos.
Faltava somente a conquista de Jerusalém. Porém, a cidade estava sob domínio dos jebuseus. Então, Davi opta primeiramente - na conquista da fortaleza - de Sião; a qual foi denominada de "Cidade de Davi".
A conquista de Jerusalém e respectivo estabelecimento, como capital de toda Israel, acontece somente depois da derrota dos filisteus. Naturalmente também, após demais campanhas externas. Assim, o novo rei, inaugurou a nova capital, que seria um símbolo de resistência e persistência. Cidade que não tinha nenhum vínculo, com as tribos.
Era também, estrategicamente bem situada, e de grande valor religioso. Fora a antiga "Urushalimu", uma cidade inexpugnável para os israelitas; situada na montanha central. Esta fora uma decisão audaciosa, e por que, não dizer, fruto da intuição de Davi.
Assim, com o passar do tempo e dos acontecimentos, envolvendo aquela cidade, ela tornear-se-ia para Israel - bem como para os judeus - um grande valor espiritual; superando o valor estratégico. (II Samuel, 5:1-16)
Davi, estava convencido, de que o Senhor? O engrandecia, como rei de Israel. Porém, agora vem a dúvida! Pois o "deus" antropomórfico, também tinha interesses, em influenciar o rei e fazer dele, seu escravo. Por outro lado, seu guia espiritual, também estava a postos, para orientá-lo nas boas obras; ao sintonizar-se, com o Deus Único. Assim - como todo ser humano - Davi, também estava longe da perfeição. Vacilando - entre as próprias concupiscências - a razão e o bom senso, e a fé; no Deus Verdadeiro.
Devido a sua grande responsabilidade, todo cuidado seria pouco; também o rei - por maior proteção espiritual que tivesse - teria que fazer a sua parte, cuidando da própria psique e de sua alma. Mesmo por que, todo ser humano, está de posse da capacidade de arbitrar. A livre escolha, teria que ser usada, com sabedoria e discernimento. Se é bom, se é verdade e se é útil.
E, também, se é lógico, racional e de bom senso. Aliado a isso, a vontade de fazer o bem, tudo certamente dará certo. Esta é a base, para se fazer a vontade do Criador. Deveria ser esta a escolha de Davi, como rei de Israel; por um longo período de quatro décadas. Ele teria que escolher, entre a SINTONIA, com o Deus Verdadeiro - que através do Cristo Galáctico - o ajudaria; dando-lhe suporte, para lutar, contra as forças malignas. E, então, fazer um bom trabalho, como rei de Israel. FAZENDO A VONTADE DO ALTÍSSIMO.
No entanto, muitos desatinos, o novo rei cometera! Parecendo que, depois da convivência, com povos praticantes, da idolatria e abominações - principalmente quando estivera - entre os filisteus, algo de vicioso e maléfico, apossou-se da psique e da alma de Davi.
Trabalho realizado, pelas chamadas "Larvas psíquicas" - que devido a sintonia com o mal - são implantadas, no psiquismo do Espírito reencarnado; por entidades sombrias, a serviço do "deus" antropomórfico. Cujo principal motivo, é tentar destruir a obra monumental, do Cristo Galáctico. Na frustrada tentativa, em dominar a Terra.
Continua.
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